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Guará: Eudocimus ruber;

  • Guariba: Alouatta allouata;

  • Cuxiú: Chiropotes satanás;

  • Além de vários sítios de reprodução de guarás (E. ruber)




    DINÂMICA COSTEIRA

    • EROSÃO

    • DEPOSIÇÃO

    • Manguezais e Recifes de Corais desempenham um importante papel na dinâmica costeira na deposição de sedimentos

    DIVERSIDADE SOCIAL


    A zona costeira é habitada por diversas comunidades, destacando-se:


    DIVERSIDADE ECONÔMICA


    O desenvolvimento de extensos manguezais e demais ecossistemas na Costa Norte brasileira possibilita um amplo desenvolvimento econômico, que se estende desde o pequeno produtor, informal, familiar, que extrai o recurso para o consumo próprio e vende o excedente nas ruas, na praia e nos quiosques, até uma complexa rede que envolve mercados, bares, restaurantes, hotéis, artesanato, turistas, e todo o setor pesqueiro.

    O manguezal é o verdadeiro e primeiro programa “Fome Zero”. Ninguém morre de fome com um manguezal por perto. Não é preciso dinheiro pra se retirar o alimento: basta ter braços e pernas, e se captura um caranguejo, se tira ostra, sururu, marisco...



    Entre as principais espécies de importância econômica no litoral norte encontram-se:
    • Peixes;

    • Ostras;

    • Sururus;

    • Turus;

    • Mariscos;

    • Camarões;

    • Caranguejos;

    • Siris;

    • Lagostas;





    A diversidade de ambientes, a abundância de recursos naturais e a diversidade das gentes promove uma grande variedade de expressões culturais, sob variadas formas e meios como:
    • Tradições;

    • Música e Instrumentos musicais;

    • Lendas e Mitos;

    • Culinária;

    • Medicina popular;

    IMPACTOS E TENSORES AMBIENTAIS - NATURAIS


    A zona costeira norte do Brasil está submetida a diversos tensores naturais e os manguezais e demais ecossistemas dessa região estão, até um certo grau, adaptados a essas alterações ambientais. Entre as principais alterações, destacam-se:
    • Tempestades;

    • Ventos;

    • Correntes de marés velozes (erosão);

    • Assoreamento;




    • Hipersalinidade;

    • Biológicos (ataque de lagartas, cupins, etc);

    CONFLITOS DE USO


    Densamente povoada, a zona costeira apresenta vários conflitos de uso e ocupação do espaço. Atividades como,
    • Pesca;

    • Agricultura;

    • Pecuária;

    • Extrativismo;

    • Comércio;

    • Indústria;

    • Urbanização;

    • Turismo;

    coexistem numa mesma área, gerando conflitos de ordem ambiental, econômica e social.




    IMPACTOS E TENSORES ANTRÓPICOS


    Entre as atividades humanas na zona costeira, causadoras de alterações na qualidade sócio-econômica-ambiental citamos:
    • Ocupação desordenada do espaço;

    • Mudanças nos ciclos e regimes (Hidrológicos, climáticos, etc)

    • Fragmentação de habitat

    POLUIÇÃO

    • Atividades Portuárias

    Atualmente, em muitos países do mundo, o conceito de “Cinturão Verde” vem sendo difundido, mantendo-se a faixa de manguezais e da vegetação litorânea, para que estes prestem o serviço ambiental natural na depuração marinha e estuarina, respeitando-se a capacidade de suporte desses ecossistemas.


    Outras atividades causadoras de impactos negativos sobre os manguezais são:
    • Aterros

    • Metais pesados

    • Particulados

    • Efluentes

    • Desmatamento

    • Canalizações e Drenagens

    • Barragens

    • Queimadas

    • Derramamentos de óleo



    CARCINICULTURA


    A carcinicultura nos padrões em que é realizada atualmente no Brasil é uma atividade que tem demonstrado um alto grau de insustentabilidade ambiental e social. Os aspectos que precisam ser levados em consideração no modelo atual dessa atividade no Brasil são:
    • Desmatamento: a necessidade de abertura de canais para a captação de água envolve quase sempre o desmatamento dos manguezais;

    • Efluentes: a ração e as substâncias químicas usadas nos viveiros para o tratamento da água e para a engorda dos camarões são despejadas diretamente nos manguezais e estuários

    • Químicos: o meta-bisulfito de sódio é uma substância amplamente utilizada nos viveiros de camarão do nordeste brasileiros, que evita que o camarão escureça pelo estresse do cativeiro. Além disso, essa substância permite que, após a morte, a casca do camarão se desprenda da carne com facilidade. Registros feitos por estudantes e pesquisadores revelam que o meta-bisulfito de sódio é também utilizado nos camarões nativos obtidos nos arrastos, para evitar que escureçam pelo estresse da captura.

    • Espécies exóticas: o escape de indivíduos da espécie exótica ocorre durante as despescas e já se capturam esses exemplares nos arrastos realizados em alguns locais da costa nordeste.



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