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Dia 02 de outubro (quinta-feira)


8:00 às 9:30h - Oficinas de Educação Ambiental.

9:30 às 9:45h - Merenda (coffee break).

9:45 às 11:00h - Mesa Redonda “Educação Ambiental na Promoção de Políticas Públicas” - Auditório Mangue Vermelho.

- Apresentação de Trabalhos (Painél) - Corredores Arcos de Siriba.

11:00 às 12:00h - Debates.

14:00 às 15:30h - Grupos de Trabalho: Sociedade Civil, Poder Público, Empresas.

- Apresentação de Trabalhos (Painéis) - Corredores Arcos de Siriba.

15:30 às 15:45h - Merenda (coffee break).

15:45 às 17:00h - Grupos de Trabalho (continuação).

17:00 às 17:45h - Sessão Plenária.

17:45 às 19:00h - Tambor de Siribeira; Luiz Mochel & Chico Saldanha & Grupo - Praça Tinteira.

Dia 03 de outubro (sexta-feira)


8:00 às 9:30h - Oficinas de Educação Ambiental.

9:30 às 9:45h - Merenda (coffee break).

9:45 às 11:00h - Mesa Redonda “Educação Ambiental como Geradora de Desenvolvimento Econômico” - Auditório Mangue Vermelho.

11:00 às 12:00h - Debates.

14:00 às 15:30h - Grupos de Trabalho (finalizações).

15:30 às 15:45h - Merenda (coffee break).

15:45 às 17:00h - Consolidação da Carta de São Luís.

17:00 às 17:45h - Sessão Plenária.

17:45 às 19:00h - Big Band - Praça Tinteira.

Oficinas de Educação Ambiental


OFICINA I: “O luxo do lixo”.

OFICINA II: Técnicas para geração de multiplicadores em educação ambiental”.

OFICINA III: “Brinquedos”.

OFICINA IV: “Boneco (como ferramenta de construção de consciência ambiental)”.

OFICINA V: “Brinquedos com materiais reaproveitáveis”.

II – METODOLOGIA


Durante as manhãs foram realizadas mesas redondas com os temas:

DIA 1: Educação Ambiental como Ferramenta de Transformação Social nas Comunidades Pesqueiras.

DIA 2: Educação Ambiental na Promoção de Políticas Públicas.

DIA 3: Educação Ambiental como Geradora de Desenvolvimento Econômico.

Cada mesa foi composta por um moderador, um relator e debatedores. Aos moderadores coube a coordenação dos trabalhos e aos relatores a síntese dos comentários de cada debatedor e da conclusão da mesa. Cada debatedor teve um tempo de 20 minutos para discorrer sobre o tema em sua área de atuação. O objetivo das mesas era o de auxiliar os trabalhos de grupo, à tarde, apresentando as experiências positivas e negativas em sua área de atuação e abordando os temas de maneira ampla e crítica.

A metodologia de trabalho dos grupos centrou-se na produção do documento final intitulado “Passos para o Futuro”, elaborado em três dias de trabalho. A divisão dos grupos foi realizada por seleção de pessoas do mesmo signo, logo, foram obtidos 4 grupos: terra, água, fogo e ar.


Estabeleceram-se três momentos:

DIA 1 - CENÁRIO ATUAL


Os grupos trabalharam no primeiro dia com a descrição de dois cenários atuais. Os cenários foram propostos por meio de frases afirmativas seguidas da pergunta “Por que”.

CENÁRIO I: Costa Norte – Rumo do desenvolvimento é insustentável, Por que?

CENÁRIO 2: Costa Norte - Nível de educação ambiental é baixo, Por que?

  • PLENÁRIA PARA SÍNTESE

  • MATERIAL PARA DIGITAÇÃO


Após os trabalhos os grupos se reuniam numa plenária para a síntese do dia. Cada grupo entregou o conteúdo das discussões para digitação. À coordenação do ERENEAM coube apresentar a síntese na forma escrita, dos 4 grupos de trabalho para aprovação em plenária.

DIA 2 - CENÁRIO DESEJADO


Os grupos trabalharam no segundo dia com a descrição de dois cenários desejados. Os cenários desejados foram apresentados invertendo-se as frases do primeiro dia, seguidas da pergunta “O quê?”.

CENÁRIO I: Costa Norte – Rumo do desenvolvimento é sustentável, O que? (O que pode ser feito?)

CENÁRIO 2: Costa Norte - Nível de educação ambiental alto, O que? (O que pode ser feito?).

  • GRUPOS DE TRABALHO

  • PLENARIA-SÍNTESE

  • DIGITAÇÀO


Como no primeiro dia, após os trabalhos os grupos se reuniam numa plenária para a síntese do dia. Os conteúdos das discussões foram entregues para digitação e à coordenação do ERENEAM coube apresentar a síntese na forma escrita, para aprovação em plenária.

DIA 3 - MATRIZ DE COLABORAÇÃO


Os grupos trabalharam no terceiro dia elaborando uma matriz, ou rede, de colaboração, onde se considerava o cenário desejado (“o que pode ser feito”), seguido de “Quem” seriam os atores e responsáveis pelas ações propostas.

Como nos dias anteriores os grupos se reuniram numa plenária para a síntese do dia. Os conteúdos das discussões foram entregues para digitação e à coordenação do ERENEAM coube apresentar a síntese na forma escrita, para aprovação em plenária.


ENCERRAMENTO

O encerramento do evento foi marcado por uma Sessão Plenária durante a qual foi aprovada, por aclamação, a Carta de São Luís, contendo a apresentação do evento, e o documento Passos para o Futuro.

A representante da Secretaria do Meio Ambiente do Estado do Amapá e o Presidente da Federação de Pescadores do Estado do Amapá lançaram a candidatura do Estado do Amapá para sediar o III ERENEAM, que também foi aprovada em plenária por aclamação.
III – PALESTRA: “A VISÃO DA IMPORTÂNCIA GLOBAL DOS MANGUEZAIS AMAZÔNICOS” - Profa. Dra. Flávia Rebelo Mochel (DEOLI/UFMA)
A Costa Norte Brasileira é uma região ímpar no mundo por suas características amazônicas. Os Estados que perfazem a costa amazônica são o Amapá, o Pará e o Maranhão. Em termos de Costa Norte consideramos a fisiografia que vai da foz do Rio Oiapoque (AP) ao Delta do Rio Parnaíba (MA, PI), incluindo, portanto, os estados do Piauí e do Ceará que têm jurisdição sobre a APA do Delta do Parnaíba, juntamente com o Maranhão.

Um dos contrastes entre a costa amazônica e o restante da Amazônia é ser densamente povoada. A visão da Amazônia precisa ser ampliada para além do Rio e da Floresta, de modo a compreender o litoral amazônico: é preciso reconhecer a unidade da Amazônia Costeira.

Geograficamente a Costa Norte situa-se na zona equatorial (cortada pela Linha do Equador) e está sob influência da Corrente Norte Brasileira, favorecendo um clima tropical, quente, úmido, com chuvas intensas (pluviosidade superior a 2.000 mm). Além do clima, a forma da costa, ora recortada, ora retilínea, as marés de grande altura (4,0 a 8,0 m), o deságüe de rios que integram extensas bacias hidrográficas, a profusão de sedimentos lamosos e arenosos, e águas salobras (estuarinas), conferem à Amazônia Costeira características únicas que se expressam numa grande diversidade ambiental, social, cultural e econômica.



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