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HPNEWS 03 ================================================================================ +-----------------------------------------------------------------------------+ | Artigo: Boot Expecial ou de Excecao | +-----------------------------------------------------------------------------+ | Sistema: ED600 | | Analista de Suporte Responsavel pelo Artigo: Christiane Barbosa | +-----------------------------------------------------------------------------+ | OBS: | +-----------------------------------------------------------------------------+ | Nome do Arquivo: edn03-01.txt | +-----------------------------------------------------------------------------+ Este artigo tem o intuito de apresentar o "boot" especial, tambem conhecido como "boot" de excecao. Mostraremos o que e, para que serve e exemplos de quando e como utiliza-lo. No texto que segue, o leitor encontrara indistintamente referencias a "boot" especial e "boot" de excecao. Ambos os termos fazem referencia ao mesmo procedimento. O pessoal interno de suporte EDISA, esta mais habituado com o termo "boot" de excecao. O QUE E' ? PARA QUE SERVE O "BOOT" DE EXCECAO ? E o procedimento que permite carregar o sistema operacional EDIX5 fazendo uso de um outro dispositivo que nao o disco winchester onde normalmente o "boot" da carga do sistema e' realizado. Contem utilitarios essenciais que permitem verificar e ate mesmo restaurar, quando possivel, o disco winchester padrao, permitindo assim que o sistema operacional volte a ser carregado normalmente a partir dele. O(s) motivo(s) que podem levar o sistema a deixar de ser carregado normalmente pelo disco winchester padrao, podem estar ligados por exemplo a: 1- permissao alterada dos arquivos que contem tabelas ou utilitarios do sistema operacional; 2- remocao ou criacao errada de dispositivos no diretorio /dev; 3- alteracao dos arquivos que contem tabelas do sistema operacional com editores de texto diferentes do "vi" ou "ed"; 4- remocao de arquivos que contenham tabelas ou utilitarios do sistema operacional; 5- dono de arquivo que contem tabela ou utilitario do sistema operacional diferente de "root", ou sem permissao para execucao; Quando citamos arquivos que contem tabelas do sistema operacional, estamos nos referindo a arquivos tais como: /etc/rc /etc/d_passwd /etc/run.imp /etc/dialups /etc/profile /etc/gettydefs /etc/checklist /etc/issue* /etc/backsys /etc/inittab /etc/passwd /etc/group /etc/reset Estas tabelas sao as mais importantes para se carregar o sistema operacional EDIX5. Caso estes arquivos sejam danificados, poderao ser gerados os problemas ou situacoes exemplificadas mais adiante. Se por algum motivo sua maquina nao esta executando o procedimento normal de inicializacao do EDIX5, algum dos arquivos citados acima podem estar danificados. Para que seja possivel verifica-los e/ou restaura-los (quando possivel), devemos usar o "boot de excecao". Para que a execucao do "boot de excecao" seja possivel, e' necessario que o administrador do sistema esteja de posse do pacote de midias de instalacao da versao do sistema operacional EDIX5 que esta instalada no seu equipamento. EXISTEM OUTROS TIPOS DE "BOOTS" ? Alem do "boot de excecao", as midias de instalacao possuem outros tipos de "boot" que permitem a execucao de outros tipos de procedimentos. A forma e sequencia como eles estao distribuidos, sao dependentes do tipo de pacote de midias de instalacao (ex: minidisquete, fita streamer de 120 Mbytes, e etc ...) Para que o administrador do sistema possa selecionar o "boot" correto, ele deve conhecer tambem o seu numero. Este numero, tambem e dependente da midia de instalacao. Daremos uma descricao detalhada dos numeros dos "boots" para cada tipo de midia de instalacao mais adiante. Os tipos de "boots" atualmente disponiveis no sistema operacional EDIX5 sao: "BOOT" DE INSTALACAO: Funcoes: - Utilizado para instalar o equipamento. "BOOT" DE MANUTENCAO: Funcoes: - Utilizado pela manutencao de hardware da EDISA para analise de problemas. Aconselhamos ao usuario nao fazer uso deste "boot". "BOOT" DE FORMATACAO: Funcoes: - Utilizado para formatar discos winchester. "BOOT" ESPECIAL OU DE EXCECAO: Funcoes: - Eficiente para verificar e/ou restaurar (quando possivel) arquivos do sistema operacional, - Execucao de backup's fisicos em fitas streamers de 26 ou 120 Mbytes, - Formatacao de streamer's de 26 Mbytes, - Verificacao da integridade dos sistemas de arquivos,. Utilitarios disponiveis: Segue abaixo a lista dos utilitarios do EDIX5 que estao disponiveis para execucao. Apesar de poucos, muito se pode fazer utilizando-os. Daremos exemplos de situacoes reais mais adiante. - /bin/sync - /etc/formstr - /etc/backwch - /etc/restorwch - /etc/volcopy - /etc/fsck - /etc/mount - /etc/reset "BOOT" ESPECIAL OU DE EXCECAO COM ACESSO PARA FITA MAGNETICA: Funcoes: - Eficiente para verificacao e/ou restauracao (quando possivel) de arquivos do sistema operacional, - Execucao de backup's fisicos em fita magnetica. - Formatacao de streamer's de 26 Mbytes. - Verificacao da integridade dos sistemas de arquivos,. Utilitarios disponiveis: - /bin/sync - /etc/formstr - /etc/backwch - /etc/restorwch - /etc/volcopy - /etc/fsck - /etc/mount - /etc/reset "BOOT" ESPECIAL OU DE EXCECAO COM ACESSO PARA MINICARTUCHO: Funcoes: - Execucao de backup's fisicos em minicartucho de 40 Mbytes. - Formatacao de minicartuchos de 40 Mbytes. Utilitarios disponiveis: - /bin/sync - /bin/dd - /etc/formmc - /etc/fsck - /etc/mcio - /etc/mount - /etc/reset DISTRIBUICAO DOS "BOOTS" CONFORME PACOTE DE MIDIA DE INSTALACAO: A distribuicao dos diversos "boots" existentes e' dependente do pacote de midia de instalacao do sistema operacional. Este pacote de midias de instalacao, reflete a configuracao do equipamento. FITA STREAMER Existem 3 (tres) "boots" nas fitas streamers de 26MB e 120MB: Nro. do Descricao do "Boot" "boot": Boot 0 "Boot" Especial ou de Excecao Boot 1 "Boot" de Instalacao Boot 2 "Boot" de Formatacao MINIDISQUETES Para as instalacoes que possuem EDIX ate a versao 02.012, o pacote de midias de instalacao se subdivide em: Nro. Descricao do Boot Numero do Boot do Minidisquete 1 "Boot" de Instalacao 0 3 "Boot" de Manutencao 0 3 "Boot" de Excecao 1 3 "Boot" de Formatacao 2 4 "Boot" de Excecao para operacao com fita magnetica 0 Para as instalacoes que possuem EDIX versao 02.040 e/ou superiores, o pacote de midias de instalacao se subdivide em: Nro. Descricao do Boot Numero do Boot do Minidisquete 1 "Boot" de Instalacao 0 3 "Boot" de Manutencao 0 3 "Boot" de Excecao 1 4 "Boot" de Formatacao 0 5 "Boot" de Excecao para operacao com fita magnetica 0 6 "Boot" de Excecao para operacao com minicartucho 0 MINICARTUCHOS Quando a configuracao do equipamento possui uma unidade de minicartucho de 40 Mbytes, o pacote de midias de instalacao e distribuido em um conjunto de minidisquetes e um minicartucho. Para utilizacao dos "boots", o administrador do sistema pode utilizar-se das informacoes acima descritas para MINIDISQUETES. COMO E QUANDO CARREGAR UM "BOOT" DE EXCECAO ? Abaixo descreveremos problemas e situacoes onde o "boot" de excecao pode ser utilizado como ferramenta para soluciona-los. Os exemplos contem informacoes com relacao a configuracao do equipamento onde ocorrem os problemas, assim como o tipo de midia de instalacao que o administrador do sistema possue. Exemplo A: Remocao indevida do dispositivo /dev/tty. Apos isso, um "reset" foi executado e o sistema entrou em multiusuario. No entanto, nenhum usuario consegue executar "login". Sintoma: Apos digitar a identificacao, nao sera pedida a senha e a mensagem: "Identificacao incorreta" sera exibida. Exemplo B: A senha de "root" foi alterada e esquecida. E' preciso executar um comando que somente o super usuario tem permissao. Exemplo C: Inclusao da tty10 no arquivo /etc/inittab, usando o IW. Sintoma: Apos carga de winchester, nao e' fornecida a data do sistema. Exemplo D: Arquivo /dev/console foi removido e recriado indevidamente como arquivo comum. Sintoma: A carga do sistema operacional nao e' exibida no video, impedindo o administrador de colocar o sistema "no ar". Exemplo E: Formatacao de winchester de 408MB. Para este tipo de situacao, o "boot" que devera ser utilizado e' o "boot" de formatacao. Exemplo A Configuracao: - fita streamer de 26MB, - disco winchester de 408MB, - versao 02.012 e - processador 68020-16 (V-II). Tipo de midia de instalacao: fita streamer de 26 Mbytes. Para resolver este problema execute os seguintes passos: 1- Como nao e' possivel executar "reset" para carregar o "boot" de excecao a partir da midia de instalacao, a maquina devera ser desligada na rede eletrica, no botao de hardware (localizado no interior da CPU) ou entao no "NO BREAK". 2- Coloque a midia de instalacao na unidade e ligue a maquina. 3- Quando for exibido na console do sistema o conteudo da TELA-1a (mostrada a seguir), tecle . Logo em seguida, tecle <0> como sendo o numero do "boot" a carregar. TELA-1a /----------------------------------------------------------\ | ED600 | | ===== | | | | ** Prom Versao 20.4 ** | | Gerada em 22.Out.1989 | | | | Carga a partir de: | | | | -disquete | | <0>-winchester unid.0 | | <1>-winchester unid.1 | | <2>-winchester unid.2 | | <3>-winchester unid.3 | | -fita cartucho 26 | | -primeiro pronto | | -primeiro pronto | | <^d>-desligar o equipamento | | -recarregar | | | | | | Carregando de fita cartucho. | | Aguarde. | | | | Numero do boot a carregar: 0 | | Aguarde. | \----------------------------------------------------------/ 4- Quando o conteudo da TELA-2a (mostrada a seguir) for exibido, execute as recomendacoes descritas no item 5. TELA-2a /----------------------------------------------------------\ | 68020-16 | | ------------------------------------ | | Sistema Operacional edix5 | | Versao............. 02.012 | | Data geracao....... 01.Fev.90 | | Raiz............... /dev/vd0 | | Memoria Total...... 3072 Kbytes | | Sist.Operacional... 578 Kbytes | | Area de E/S........ 96 Kbytes | | Mem.Disponivel..... 2414 Kbytes | | ------------------------------------ | | | | # | | | | | | | \----------------------------------------------------------/ 5- # mount /dev/win0 /mnt # /mnt/etc/chroot /mnt /bin/sh # cd /dev # mknod tty c 1 0 # ls -l tty crw-rw-rw- 1 root root 1, 0 Mar 4 15:32 tty # # # reset Apos o "reset" o problema desaparecera. Exemplo B Configuracao: - fita streamer de 120MB, - disco winchester de 408MB, - versao 02.040 e - processador 68020-25 (V-III). Tipo de midia de instalacao: fita streamer de 120 Mbytes. Para resolver este problema execute os seguintes passos: 1- Como nao e' possivel executar "reset" para carregar o "boot" de excecao a partir da midia de instalacao, a maquina devera ser desligada na rede eletrica, no botao de hardware (localizado no interior da CPU) ou entao no "NO BREAK". 2- Coloque a midia de instalacao na unidade e ligue a maquina. 3- Quando for exibido na console do sistema o conteudo da TELA-1b (mostrada a seguir), tecle . Logo em seguida, tecle <0> como sendo o numero do "boot" a carregar. TELA-1b /----------------------------------------------------------\ | ED600 | | ===== | | | | ** Prom Versao 25.5 ** | | Gerada em 22.Out.1988 | | Carga a partir de: | | | | -disquete | | <0>-winchester unid.0 | | <1>-winchester unid.1 | | <2>-winchester unid.2 | | <3>-winchester unid.3 | | -fita cartucho 26 | | -fita cartucho 120 | | -primeiro pronto | | -primeiro pronto | | <^d>-desligar o equipamento | | -recarregar | | | | | | Carregando de fita cartucho. | | Aguarde. | | | | Numero do boot a carregar: 0 | | Aguarde. | \----------------------------------------------------------/ 4- Quando o conteudo da TELA-2b (mostrada a seguir) for exibido, execute as recomendacoes descritas no item 5. TELA-2b /----------------------------------------------------------\ | 68020-25 | | ------------------------------------ | | Sistema Operacional edix5 | | Versao............. 02.040 | | Data geracao....... 25.Jul.90 | | Raiz............... /dev/vd0 | | Memoria Total...... 3072 Kbytes | | Sist.Operacional... 578 Kbytes | | Area de E/S........ 96 Kbytes | | Mem.Disponivel..... 2414 Kbytes | | ------------------------------------ | | | | # | | | | | | | \----------------------------------------------------------/ 5- Executar: # mount /dev/win0 /mnt # /mnt/etc/chroot /mnt /bin/sh # cd /etc # ed passwd 1920 1 root:Ox85q4qK07Py.:0:0::/: c root::0:0::/: . w 1908 q # # # reset Apos o "reset" o problema desaparecera, uma vez que uma nova senha de "root" sera solicitada ao administrador. Exemplo C Configuracao: - minidisquete de 1.2 Mbytes, - disco winchester de 408 Mbytes, - versao 02.040 e - processador 68020-16 (V-II). Tipo de midia de instalacao: minidisquete de 1.2 Mbytes. OBS: Durante o procedimento de boot, apos a TELA-1c, nada mais e mostrado no video. TELA-1c /----------------------------------------------------------\ | 68020-16 | | ------------------------------------ | | Sistema Operacional edix5 | | Versao............. 02.040 | | Data geracao....... 25.Jul.90 | | Raiz............... /dev/win0 | | Memoria Total...... 3072 Kbytes | | Sist.Operacional... 578 Kbytes | | Area de E/S........ 96 Kbytes | | Mem.Disponivel..... 2414 Kbytes | | ------------------------------------ | | | | | | | | | \----------------------------------------------------------/ Para resolver este problema executar os seguintes passos: 1- Como nao e' possivel executar "reset" para carregar o "boot" de excecao a partir do minidisquete, a maquina devera ser desligada na rede eletrica, no botao de hardware (localizado no interior da CPU) ou entao no "NO BREAK". 2- Coloque o minidisquete 3 do pacote de distribuicao da midia de instalacao e ligue a maquina. 3- Quando for exibido na console do sistema o conteudo da TELA-1c (mostrada a seguir), tecle . Logo em seguida, tecle <1> como sendo o numero do "boot" a carregar. TELA-2c /----------------------------------------------------------\ | ED600 | | ===== | | ** Prom Versao 25.5 ** | | Gerada em 22.Out.1988 | | | | Carga a partir de: | | | | -disquete | | <0>-winchester unid.0 | | <1>-winchester unid.1 | | <2>-winchester unid.2 | | <3>-winchester unid.3 | | -fita cartucho 26 | | -fita cartucho 120 | | -primeiro pronto | | <^d>-desligar o equipamento | | -recarregar | | | | | | Aguardando unidade pronta. | | Carregando de disquete. | | Aguarde. | | Numero do boot a carregar: 1 | | Aguarde. | \----------------------------------------------------------/ 4- Quando o conteudo da TELA-2c (mostrado a seguir) for exibido, execute as recomendacoes descritas no item 5. TELA-3c /----------------------------------------------------------\ | 68020-16 | | ------------------------------------ | | Sistema Operacional edix5 | | Versao............. 02.040 | | Data geracao....... 25.Jul.90 | | Raiz............... /dev/vd0 | | Memoria Total...... 3072 Kbytes | | Sist.Operacional... 578 Kbytes | | Area de E/S........ 96 Kbytes | | Mem.Disponivel..... 2414 Kbytes | | ------------------------------------ | | # | | | | | | | \----------------------------------------------------------/ 5- Executar: # mount /dev/wch0 /mnt # /mnt/etc/chroot /mnt /bin/sh # cd /etc # ed inittab 1920 1,$p 0:1:initdefault: RC1:1:bootwait:/etc/rc < /dev/syscon > /dev/syscon 2>&1 RC2:2:wait:/etc/rc < /dev/syscon > /dev/syscon 2>&1 MAN:1:respawn:/bin/su - < /dev/syscon > /dev/syscon 2>&1 BCK:3:respawn:/etc/backsys < /dev/syscon > /dev/syscon 2>&1 RES:5:wait:/etc/reset parte2 < /dev/syscon > /dev/syscon 2>&1 DES:6:wait:/etc/desliga parte2 < /dev/syscon > /dev/syscon 2>&1 TY0 :2:respawn:/etc/getty -h tty0 5 # Console TY1 :2:off:/etc/getty -h tty1 5 # UUCP - Master VIX3 TY2 :2:respawn:/etc/getty -h tty2 5 # Renato TY3 :2:respawn:/etc/getty -h tty3 5 # Cassia TY4 :2:respawn:/etc/getty -h tty4 5 # Heitor TY5 :2:off:/etc/getty -h tty5 5 # UUCP - Master EDMSSV TY6 :2:respawn:/etc/getty -h tty6 5 # Fernando TY7 :2:respawn:/etc/getty -h tty7 5 # Sala de Reuniao TY8 :2:respawn:/etc/getty -h tty8 5 # Plantao SW2 TY9 :2:respawn:/etc/getty -h tty9 5 # Jaime a TY10:2:respawn:/etc/getty -h tty10 5 # Andre . w 1975 q # # # reset Como o arquivo foi editado pelo IW, provavelmente apos a digitacao da linha, nao foi tomado o cuidado de teclar . Como o arquivo havia sido salvo usando ^KX, ele fica sem o final da ultima linha, isto e, o proprio sistema operacional nao encontra o caracter "0a" que indica final de linha. Dessa forma nao consegue disparar os outros scripts para a carga do sistema. Apos o "reset" o problema desaparecera. Exemplo D Configuracao: - fita streamer de 26MB, - disco winchester de 86MB, - versao 02.012 e - processador 68000-10 (V-I). Tipo de midia de instalacao: fita streamer de 26 Mbytes. OBS: Durante o procedimento de boot, apos a TELA-1d, nada mais e mostrado no video. TELA-1d /----------------------------------------------------------\ | 68020-10 | | ------------------------------------ | | Sistema Operacional edix5 | | Versao............. 02.012 | | Data geracao....... 01.Fev.90 | | Raiz............... /dev/wch0 | | Memoria Total...... 3072 Kbytes | | Sist.Operacional... 578 Kbytes | | Area de E/S........ 96 Kbytes | | Mem.Disponivel..... 2414 Kbytes | | ------------------------------------ | | | | | | | | | \----------------------------------------------------------/ Para resolver este problema executar os seguintes passos: 1- Como nao e' possivel executar "reset" para carregar o "boot" de excecao a partir da midia de instalacao, a maquina devera ser desligada na rede eletrica, no botao de hardware (localizado no interior da CPU) ou entao no "NO BREAK". 2- Coloque a midia de instalacao na unidade e ligue a maquina. 3- Quando for exibido na console do sistema o conteudo da TELA-1d (mostrada a seguir), tecle . Logo em seguida, tecle <0> como sendo o numero do "boot" a carregar. TELA-2d /----------------------------------------------------------\ | ED600 | | ===== | | ** Prom Versao 20.4 ** | | Gerada em 22.Out.1989 | | | | Carga a partir de: | | | | -disquete | | <0>-winchester unid.0 | | <1>-winchester unid.1 | | <2>-winchester unid.2 | | <3>-winchester unid.3 | | -fita cartucho 26 | | -primeiro pronto | | -primeiro pronto | | <^d>-desligar o equipamento | | -recarregar | | | | | | Carregando de fita cartucho. | | Aguarde. | | Numero do boot a carregar: 0 | | Aguarde. | \----------------------------------------------------------/ 4- Quando o conteudo da TELA-2d (mostrada a seguir) for exibido, execute as recomendacoes descritas no item 5. TELA-3d /----------------------------------------------------------\ | 68000-10 | | ------------------------------------ | | Sistema Operacional edix5 | | Versao............. 02.012 | | Data geracao....... 01.Fev.90 | | Raiz............... /dev/vd0 | | Memoria Total...... 3072 Kbytes | | Sist.Operacional... 578 Kbytes | | Area de E/S........ 96 Kbytes | | Mem.Disponivel..... 2414 Kbytes | | ------------------------------------ | | | | # | | | | | \----------------------------------------------------------/ 5- Executar: # mount /dev/wch0 /mnt # /mnt/etc/chroot /mnt /bin/sh # cd /dev # ls -l console syscon crw-rw---- 2 root root 54 Mar 5 07:28 console crw-rw---- 2 root root 54 Mar 5 07:28 syscon # rm console syscon # mknod console c 0 0 # ls -l console crw-rw---- 1 root root 0, 0 Mar 5 07:28 console # ln console syscon # ls -l console syscon crw-rw---- 2 root root 0, 0 Mar 5 07:28 console crw-rw---- 2 root root 0, 0 Mar 5 07:28 syscon # # reset Apos o "reset" o problema desaparecera. DICA De tempos em tempos e' necessario verificar o conteudo do diretorio /dev, pois la so deverao permanecer arquivos especiais do tipo "c", "b" e "F". Se houver algum arquivo diferente destes tipos, devera ser removido. Para facilitar esta operacao, crie um arquivo chamado "limpadev" no diretorio /etc ou /usr/bin e coloque os seguintes comandos: echo "\nLimpando /dev\c" cd /dev ls -l | egrep -v "^c|^b|^p|^F" | while read lin do set _$lin [ $9 ] && { rm -r $9; echo ".\c"; } done echo "\007Ok!" Apos a edicao do arquivo, ajuste suas permissoes, executando: # chmod 700 limpadev Exemplo E Configuracao: - minidisquete de 1.2MB, - disco winchester de 408MB, - versao 02.012 e - processador 68020-25 (V-III). Tipo de midia de instalacao: minidisquete de 1.2 Mbytes OBS: Neste caso, deseja-se formatar um disco winchester que recebera a versao 02.012 do Edix. Para resolver este problema, execute os seguintes passos: 1- Colocar o minidisquete 3 do pacote de distribuicao da midia de instalacao e ligar a maquina. 2- Quando for exibido na console do sistema o conteudo da TELA-1e (mostrada a seguir), tecle . Logo em seguida, tecle <2> como sendo o numero do "boot" a carregar. TELA-1e /----------------------------------------------------------\ | ED600 | | ===== | | ** Prom Versao 20.3 ** | | Gerada em 22.Out.1989 | | | | Carga a partir de: | | | | -disquete | | <0>-winchester unid.0 | | <1>-winchester unid.1 | | <2>-winchester unid.2 | | <3>-winchester unid.3 | | -fita cartucho 26 | | -primeiro pronto | | -primeiro pronto | | <^d>-desligar o equipamento | | -recarregar | | | | | | Aguardando unidade pronta. | | Carregando de disquete. | | Aguarde. | | Numero do boot a carregar: 2 | | Aguarde. | | | \----------------------------------------------------------/ 3- Quando o conteudo da TELA-2e (mostrado a seguir), for exibido, execute as recomendacoes exibidas na TELA-3e. TELA-2e /----------------------------------------------------------\ | 68020-25 | | ------------------------------------ | | Sistema Operacional edix5 | | Versao............. 02.012 | | Data geracao....... 01.Fev.90 | | Raiz............... /dev/vd0 | | Memoria Total...... 3072 Kbytes | | Sist.Operacional... 578 Kbytes | | Area de E/S........ 96 Kbytes | | Mem.Disponivel..... 2414 Kbytes | | ------------------------------------ | | | | # | | | \----------------------------------------------------------/ 4- Executar: # formwch formwch ======== Formatador de discos winchester Tarefa a executar: -formatar -alternar -verificar -verificar e alternar -listar informacoes <^d>-terminar..................: f OBS: Informacoes mais detalhadas sobre formatacao de discos, deverao ser consultadas no Guia de Instalacao e Configuracao do EDIX 5 ou no Manual de Referencia do EDIX 5. SISTEMA QUE POSSUE MINICARTUCHO DE 40 MBYTES: Para as instalacoes que possuem minicartucho de 40 Mbytes, o procedimento de carga de "boots" segue a mesma orientacao das configuracoes cujo tipo de midia de instalacao e' minidisquete. ================================================================================ +-----------------------------------------------------------------------------+ | Artigo: Configuracao do RJE | +-----------------------------------------------------------------------------+ | Sistema: ED600 | | Analista de Suporte Responsavel pelo Artigo: Vilma Takauti | +-----------------------------------------------------------------------------+ | OBS: | +-----------------------------------------------------------------------------+ | Nome do Arquivo: edn03-02.txt | +-----------------------------------------------------------------------------+ INDICE 1. Introducao 2. Conferindo sua instalacao 3. Verificando o nome de seu sistema 4. Configurando o rje 4.1 Conferindo o arquivo lines 5. Inicializando VPM e o protocolo BSC1 5.1 Verificando a carga do vpm e protocolo 5.2 Verificando a porta fisica conectada 5.3 Exemplo de carga do vpm 5.4 Exemplo para desativar o vpm 6. Ativando o rje 7. Transmitindo arquivos 8. Desativando o rje 9. Comandos auxiliares - rjecntl - rjestat 10. Dicas 10.1 O que acontece quando voce remove um arquivo de controle 10.2 Nao consegue ativar o rje 10.3 O rje esta em loop, reinicializa 1. Introducao O pacote rje emula uma estacao 3780 da IBM. A estacao 3780 engloba os seguintes perifericos: uma impressora, uma leitora e uma perfuradora. O rje utiliza-se do software VPM (Virtual Protocol Machine) e do protocolo de comunicacao bsc1 para se comunicar com outros subsistemas IBM, por exemplo JES2 e RSCS. Portanto, para executar esta emulacao e necessario uma placa de comunicacao PES ou CER. O pacote rje e a placa de comunicacao, nao acompanham o sistema operacional EDIX. Para maiores informacoes voce deve contactar seu representante comercial. Este documento pressupoe que voce ja adquiriu e instalou o pacote rje e que a placa de comunicacao, PES ou CER, ja tenha sido instalada pelo tecnico de suporte de Hardware Edisa. Pressupoe ainda que os modens necessarios a comunicacao remota tenham sido instalados e testados pelo fabricante dos mesmos. Em caso de nao funcionamento voce deve verificar se o pacote foi bem instalado, ou seja, existem todos os arquivos ? As protecoes, dono e grupo estao corretos? O que ha de errado para nao funcionar? Este documento, visa orienta-lo a descobrir as respostas para essas perguntas. Ao instalar o pacote rje, voce deve observar a versao do sistema operacional e a versao do pacote rje, pois e' importante que sejam compativeis, a fim de evitar problemas posteriores. A partir da versao 2.008 do EDIX, o pacote rje vem separado do sistema. Portanto quando voce atualizar a maquina devera observar se recebeu os meios magneticos: de instalacao e outro do pacote rje. 2. Conferindo a instalacao O pacote rje, possui varios arquivos e diretorios, portanto ao instalar, observe se existem os dados abaixo descritos. a) Um usuario rje, cujo diretorio de trabalho e' o /usr/rje. b) Ao executar o comando "ls -l" no diretorio /usr/rje devem ser exibidos os arquivos abaixo com suas devidas protecoes, dono e grupo: -rw-r--r-- 1 rje rje acctlog -rwx------ 1 rje root config_jes2 -rwx------ 1 rje root config_rscs -r-x------ 1 rje root cvt -rw-r--r-- 1 rje rje errlog drwxrwxrwx 2 rje root job -rw-r--r-- 1 rje rje joblog -rw-r--r-- 1 rje root lines -rw-r--r-- 1 rje root prefixos -rw-r--r-- 1 rje root prefixos.rscs -r-x------ 1 rje root rjedisp -r-x------ 1 rje root rjehalt -r-x------ 1 rje root rjeinit -r-s--S--- 1 rje root rjeqer -r-x------ 1 rje root rjercv -r-x------ 1 rje root rjexmit drwxr-xr-x 2 rje root rpool drwxr-xr-x 2 rje root spool -rw-r--r-- 1 rje root testjob c) Ao executar o comando "ls -l" em /pes ou /cer devem ser exibidos os arquivos abaixo: -r--r----- 2 root root bsc1 -r--r----- 2 root root epse -r--r----- 2 root root epsm -r--r----- 1 root root tty -r--r----- 1 root root vpm d) No diretorio /bin devem constar os arquivos abaixo com suas devidas protecoes, dono e grupo, alem de todos os utilitarios do sistema operacional: -r-sr-sr-x 1 rje root /bin/rjecntl -r-sr-sr-x 1 rje root /bin/rjestat -r-sr-sr-x 1 rje root /bin/send Ja conferimos as protecoes, dono e grupo, de todos os arquivos utilizados pelo rje. Voce deve estar como superusuario para que os proximos comandos sejam executados. 3. Verificando o nome do sistema Para verificar o nome do seu sistema, execute: # uname -n Este comando retorna o nome do nodo da maquina. Caso sua maquina nao tenha nome, caracteres brancos serao retornados. Nesta situacao voce deve alterar o arquivo /etc/rc, para que o nome do nodo da maquina seja inicializado automaticamente. Para efeito de teste voce pode executar: # /etc/chnode NODOA Ao executar o comando "uname -n", a sequencia NODOA sera retornada, o que significa que sua maquina se chama NODOA. Caso voce nao consiga alterar o nome do nodo da maquina com o comando chnode pode ser que nao exista o /edix ou este esta com dono e grupo errados. O dono e' "root" e o grupo "sys". Nao sendo este o caso contacte a Central de Suporte. 4. Configurando o rje Ja sabemos o nome do nodo da maquina, agora vamos configurar o arquivo lines, que esta em /usr/rje, cujo conteudo deve ser: A gd02 /usr/rje rje /dev/emt0 1:1:1 100::s:s Devemos alterar gd02 para NODOA. Execute os seguintes passos: $ ed lines 45 1 A gd02 /usr/rje rje /dev/emt0 1:1:1 100::s:s s/gd02/NODOA A NODOA /usr/rje rje /dev/emt0 1:1:1 100::s:s w 46 q 4.1 Conferindo o arquivo lines Alteramos o arquivo lines. Cada um dos campos deste arquivo e' separado pelo caractere . Caso voce acrescente brancos ocorrera erros no rje. Para verificar se o arquivo esta correto, execute: $ ed lines 46 1l A\tNODOA\t/usr/rje\trje\t/dev/emt0\t1:1:1\t100::s:s q OBS: Para verificacao, utilizamos o comando "1l" (numero um seguido da letra ele). Executados todos esses passos o rje esta configurado. 5. Inicializando VPM e o protocolo BSC1 Como ja citado acima o rje nao funciona sozinho, necessita do software VPM e protocolo bsc1. Primeiro, antes de qualquer coisa, quando o tecnico for instalar o modem, voce deve perguntar e anotar, ou solicitar a ele que coloque etiquetas no bastidor com o numero de cada porta serial a ser utilizada para a comunicacao. Por que? voce deve estar se perguntando. E' simples. Sempre que voce perder o seu sistema de arquivos, ou nao possuir backup, ou possuir backup e nao conseguir recupera-lo ou enfim, se por qualquer razao voce nao possuir os dados anteriores, a Central de Suporte podera ajuda-lo a recuperar o script para carregar o vpm, mas e imprescindivel que voce saiba o numero da porta onde esta conectado o modem. Tendo esta informacao a mao durante o seu contacto com um dos Analistas de Suporte da Central, voce estara contribuindo em muito para agilizar a solucao do seu problema, ganhando em tempo e produtividade. Talvez voce nao saiba o que e' vpm ou nem imagina para que serve. Isto nao deve preocupa-lo, pois ao utilizar o rje o vpm e' transparente. Por outro lado, sem o vpm voce nao podera se comunicar com o mainframe. 5.1 Verificando a carga do VPM e protocolo Para verificar se o vpm esta carregado, executar o comando: $ vpmstat /dev/emc* /dev/emc0: bsc1 executando operacao: MULTIPLEXADA (varios terminais emt) velocidade: ext paridade: nula tamanho do caracter: 8 bits portadora: controlada modo: sincrono Serao exibidos na tela todos os parametros de como foi carregado o protocolo. Caso esteja carregado com problemas, o utilitario exibira o erro. 5.2 Verificando em que porta fisica foi carregado o protocolo Para certificar-se em que porta foi carregado, execute: $ vpmset -s /dev/em* /dev/emc0 ==> /dev/pes2 linha: n controlador: 0 CSI: 0 onde: n e' o numero da porta. 5.3 Exemplo do script para carga do VPM e protocolo Voces que utilizam aplicacoes (sincro, datadif, autonet, autocom), possuem um script para carregar o vpm e portanto, devem possuir algo semelhante as seguintes linhas: placa=$1 porta=$2 # Carga do Sistema VPM na placa /etc/vpmload /dev/pes2 /$placa/vpm /etc/vpmcntl /dev/pes2 exec sleep 2 # Especificando em que porta sera carregado o protocolo /etc/vpmset /dev/emc0 /dev/pes2 $porta # Carregando e especificando os parametros de como sera # inicializado o protocolo /etc/vpmload /dev/emc0 /$placa/bsc1 /etc/vpmcntl /dev/emc0 ext nula 8bits portadora_constante sincrono exec # Setando o dispositivo que sera utilizado pelo rje /etc/vpmset /dev/emt0 /dev/emc0 0 Neste script voce deve fornecer o tipo de placa de comunicacao, pes ou cer e o numero da porta onde esta ligado o modem. 5.4 Exemplo para descarregar o vpm e o protocolo Voce nunca deve carregar o vpm, se ja houver algum carregado. Primeiramente voce deve descarrega-lo. A sequencia abaixo desativa o vpm e o protocolo mas antes de executa-la, voce deve desativar o pacote rje. Falaremos sobre como fazer isso logo abaixo. /etc/vpmset -d /dev/emt0 /etc/vpmcntl /dev/emc0 -exec /etc/vpmset -d /dev/emc0 /etc/vpmcntl /dev/pes2 -exec 6. Ativando o rje Ja sabemos como carregar o vpm e o protocolo bsc1 e configuramos o pacote rje. Agora e' so ativa-lo. Como usuario rje, voce deve executar: $ rjeinit rjedisp disparado rjercv disparado rjexmit disparado OBS: Apos a mensagem "rjexmit disparado" ser exibida, digite para reaver o prompt. Ao executar o comando rjeinit, 3 processos sao gerados em background. Voce pode executar o comando: ps -ef | grep rje para certificar-se que esses processos foram gerados corretamente. Ao executar o comando rjeinit o arquivo /usr/rje/run e' criado. OBS: Deve existir apenas um processo rjeinit, rjedisp, rjercv e rjexmit. Caso exista mais de um processo, voce deve eliminar todos os processos executando: $ kill -9 numero-processo Depois desativar o rje com rjehalt e tornar a ativar com rjeinit. 7. Transmitindo dados Neste momento o sistema ja esta habilitado a receber e transmitir dados. Para transmitir arquivo texto: send -u arqtexto Para transmitir arquivo binario: send -r arqbin Voce recebera os arquivos automaticamente no diretorio /usr/rje/job: prnnn - arquivos textos punnn - arquivos binarios onde nnn e' um numero aleatorio. 8. Desativando o rje Para desativar o rje, como usuario rje, voce deve executar: $ rjehalt rjehalt: rjercv encerrado rjehalt: rjexmit encerrado rjehalt: rjedisp encerrado Apos a execucao deste comando o arquivo /usr/rje/stop e' criado. 9. Comandos auxiliares O rje possui varios comandos que auxiliam a administrar e controlar o uso do pacote rje. - Para verificar se existe algum arquivo enfileirado, execute: $ rjecntl -j t - Para cancelar os pedidos enfileirados, execute: $ rjecntl -k t - Para verificar o estado do rje, execute: $ rjestat 10. DICAS Voce ja conhece os comandos do rje e como executa-los. Salientamos acima que na execucao de alguns comandos, um arquivo com nome especifico e' criado para controle: - no caso do rjeinit o arquivo /usr/rje/run e' criado - no caso do rjehalt o arquivo /usr/rje/stop e' criado - quando ocorrer erro durante a comunicacao o arquivo /usr/rje/dead e' criado. Se voce nao consegue se comunicar com o mainframe e ja verificou a instalacao do pacote rje, certificou-se que a versao do pacote rje e compativel com o Sistema Operacional e o rje e o vpm foram inicializados corretamente. Descreveremos aqui as situacoes mais comuns que nao permitem que sua comunicacao seja executada com sucesso. Basta voce identificar qual a situacao em que se encontra o seu sistema. 10.1 O que acontece quando o arquivo de controle e' removido Ressaltamos que o rje cria arquivos para controle, portanto tome cuidado ao remove-los, pois podera trazer consequencias desastrosas. Voce remove o arquivo /usr/rje/run criado pelo rjeinit. Caso alguem execute rjeinit, o rje e' novamente inicializado gerando dois processos de cada servidor, o que provocara erros imprevisiveis. Voce deve executar o comando: ps -ef | grep rje e verificar se existe mais de um processo "rjeinit", "rjedisp", "rjercv" e "rjexmit". Caso exista mais de um, elimine os processos executando: kill -9 numero-processo, depois execute: $ rjehalt -> desativa o rje $ rjeinit -> ativa o rje 10.2 Voce nao consegue ativar o rje Caso voce nao consiga ativar o rje e nem desativa-lo, ou seja, voce esta na seguinte situacao: - ao executar o rjehalt para desativar, exibe a mensagem: "rjehalt: rje para host A desativado por operador" - ao executar o rjeinit para ativar, exibe a mensagem: "rjeinit: rje para host A funcionando normalmente" Execute ls no diretorio /usr/rje e verifique se existem os arquivos stop e run. Caso existam voce devera executar os seguintes procedimentos: - posicionar: cd /usr/rje - remover: rm run stop - desativar: rjehalt - ativar: rjeinit 10.3 O rje fica em loop, reinicializando Vamos supor que ocorra erro durante a comunicacao, o arquivo dead e criado. A partir da versao 2.012 o rje verifica se o arquivo dead foi criado, caso exista, o rje e' reinicializado automaticamente. Ao transmitir um arquivo o rje executa os seguintes procedimentos: - o arquivo submetido a transmissao sera gerado pelo rje no diretorio intermediario /usr/rje/spool, segundo os parametros do comando send ja citado acima. - caso ocorra queda de linha, ou o IBM nao responder apos 15 tentativas, ocorrera erro no rje, os processos servidores serao eliminados automaticamente e apos 1 minuto o rje sera reinicializado. - os arquivos que estao em /usr/rje/spool sao novamente reativados para a transmissao. Isto significa que o rje tentara transmitir novamente o arquivo caso a conexao com o IBM nao foi reativada, ou por qualquer motivo o IBM nao responder, todo o processo se repetira, ate que o rje consiga transmitir o arquivo. Neste caso voce deve executar o seguinte procedimento: $ rjecntl -k t Apos este comando o rje e' reinicializado e esta pronto para a comunicacao. Suponha que voce seja uma concessionaria, ou uma revendedora da Autolatina e possuir pacotes como sincro, datadif, autocom ou autonet. Toda vez que voce coloca em execucao um desses pacote, este enfileirara automaticamente um arquivo contendo sua identificacao e senha no IBM da Autolatina, portanto em caso de erro, ficarao tantos arquivos aguardando a sua transmissao, quanto o numero de tentativas feitas. Caso voce nao identifique seu problema com uma dessas situacoes, ligue para Central de Suporte que um analista o atendera, e o orientara para a solucao do seu problema. OBS: Para maiores detalhes consulte a documentacao do pacote rje presente no manual on-line, executando: $ man -a rje $ man rjecntl $ man rjestat $ man send $ man vpmstat $ man vpmset $ man rje Em numeros futuros falaremos mais detalhadamente sobre o arquivo lines e outras dicas. Ate a proxima. ================================================================================ +-----------------------------------------------------------------------------+ | Artigo: Configura5bo do UUCP | +-----------------------------------------------------------------------------+ | Sistema: ED600 | | Analista de Suporte Responsavel pelo Artigo: Renato Cardoso | +-----------------------------------------------------------------------------+ | OBS: | +-----------------------------------------------------------------------------+ | Nome do Arquivo: edn03-03.txt | +-----------------------------------------------------------------------------+ 1. INTRODUCAO O pacote UUCP/CU (UNIX to UNIX copy/Call UNIX) acompanha o Sistema Operacional EDIX 5, e pode ser utilizado para interligar sistemas compativeis com o UNIX, como o EDIX5, o XENIX, o HP-UX, o 386ix, SCO/UNIX etc. Atraves dele e' possivel emular um terminal do sistema remoto, ou copiar arquivos entre dois sistemas de modo seguro e confiavel. Este artigo mostra um exemplo simples de interligacao entre dois sistemas EDIX. E' o tipo de ligacao mais frequentemente encontrado entre nossos clientes, e cada passo e' explicado detalhadamente, de forma que voce possa basear-se neste exemplo para tentar configuracoes mais complexas. 2. LIGACAO FISICA O primeiro passo necessario para conectar dois sistemas e' a ligacao fisica. E' necessario dispor de uma porta tty disponivel em cada sistema, e a conexao pode ser direta, atraves de pares trancados, ou remota, usando um par de modens. Se precisar adquirir modens, certifique-se de que o fornecedor vai ajuda-lo no estrapeamento dos mesmos, a menos que voce domine completamente este procedimento. Caso voce nao possua os conhecimentos necessarios para instalacao de perifericos em seu equipamento recomendamos contratar os servicos do seu suporte de Hardware EDISA. Desta forma voce estara evitando possiveis danos ao seu equipamento. O exemplo mostrado neste artigo ligara a tty1 de um sistema, chamado AAA, a tty2 de outro sistema, chamado BBB, a velocidade de 1200 BPS, paridade impar, 7 bits. O nome dos sistemas e' importantissimo para a conexao logica, e nao pode ter mais de seis caracteres alfanumericos de tamanho. 3. LIGACAO LOGICA (CALL UNIX) Uma vez que a ligacao fisica esteja concluida, devemos definir qual sera o sistema mestre e qual sera o escravo. O mestre e' visto pelo sistema escravo como se fosse um de seus terminais, ou seja, o sistema mestre e' quem tomara a iniciativa de "logar-se", fornecendo Identificacao e Senha para estabelecer a comunicacao. No nosso exemplo o sistema AAA sera mestre. Como e' visto como um terminal, nao faz sentido ter um processo getty executando na sua tty1. Portanto isso devera ser inibido no arquivo /etc/inittab, substituindo "respawn" por "off" na linha TY1. No sistema BBB, por sua vez, e' necessario que exista um processo getty na sua tty2, pois e' atraves dele que o sistema AAA vai se "logar" como se fosse um usuario comum. O /etc/inittab portanto devera ter "respawn" na linha TY2. No sistema escravo os parametros de comunicacao sao determinados pelo ultimo argumento do comando getty, que referencia uma entrada do arquivo /etc/gettydefs. Normalmente este valor e' 5, que atribui a porta uma velocidade de 9600 BPS, paridade impar e 7 bits. No nosso exemplo usaremos o valor 3, que especifica velocidade de 1200, paridade impar e 7 bits. Com isso a ligacao logica esta completa, e ja e' possivel emular um terminal do sistema remoto. Abra uma sessao em qualquer terminal do sistema mestre, e execute: cu -l /dev/tty1 -s 1200 -o Aparece a mensagem "Conectado." e, se tudo estiver OK, a tela de login do sistema escravo, onde voce pode entrar e executar comandos. Para voltar ao sistema mestre tecle <~><.> (til, barra de espaco e ponto) no inicio de alguma linha de comando. Leia a entrada cu(1) do Manual de Referencia do EDIX para conhecer as possibilidades deste recurso. Se nao funcionar da forma que esta descrita, ha algum problema com o que foi feito ate aqui. Revise tudo, pois se este comando nao funcionar nao adianta nem tentar passar aos proximos passos, pois nao ha uma conexao fisica confiavel entre os dois sistemas. 4. CONFIGURACAO DO UUCP Finalmente podemos comecar com a configuracao do UUCP propriamente dito. E' necessario fornecer varias informacoes ao UUCP, como por exemplo a porta que esta sendo usada, que usuarios podem transmitir, que arquivos podem ser transmitidos, que sistemas podem transmitir ou receber arquivos, qual o procedimento para se "logar" no sistema remoto, etc. A configuracao do UUCP consiste em colocar dados adequados em alguns arquivos do diretorio /usr/lib/uucp. Para nosso exemplo apenas os arquivos L-devices, L.sys e USERFILE precisam ser editados. Configuracoes mais complexas exigiriam tambem a edicao de outros arquivos deste diretorio. O arquivo L-devices mostra ao UUCP quais as portas usadas para comunicacao, e qual a velocidade das mesmas. E' necessario configurar este arquivo nos dois sistemas. Acrescente a linha: DIR tty1 0 1200 no arquivo L-devices do sistema AAA, e DIR tty2 0 1200 no arquivo L-devices do sistema BBB. O DIR especifica que e' uma ligacao direta. Na verdade, mesmo que esteja usando modem deve ser colocado DIR no primeiro campo, exceto no caso de discagem automatica. No campo seguinte vem a tty que esta sendo usada para comunicacao, depois um campo que pode ter 0 ou a tty usada, conforme o valor do primeiro campo seja DIR ou ACU respectivamente. Por ultimo vem a velocidade. No arquivo L.sys do sistema mestre o UUCP pega informacoes necessarias para se conectar no sistema remoto. No nosso exemplo a linha abaixo sera acrescentada neste arquivo: BBB Any,5 tty1 o1200 tty1 "" EOT \033t ED-0 dent nuucp enh b Ela especifica que o sistema BBB pode ser chamado a qualquer dia e hora, que entre uma tentativa de chamada e outra devem se passar no minimo 5 minutos, que a conexao se dara atraves do dispositivo tty1, que a linha tem velocidade de 1200 BPS e paridade impar ("o"), e como a linha e' direta repete-se tty1 onde deveria haver um numero de telefone. Ainda na mesma linha vem a sequencia de login, que mostra como deve ser a "conversa" entre os dois sistemas para que a conexao seja feita. A sequencia de login muda conforme o sistema escravo seja EDIX, XENIX, UNIX, HP-UX, SCOUNIX, etc. Esta e' uma das maiores dificuldades para configurar o UUCP. No nosso exemplo o sistema mestre espera nada (nulo), envia EOT, espera \033t, envia ED ou 0, espera dent, envia nuucp, espera enh e envia b. Para minimizar os efeitos do ruido na linha, apenas uma fracao do que e' enviado em cada passo deve constar aqui. Se o mestre espera receber "Identificacao.........:" e' maior o risco de um caractere ser perdido, e a tentativa abortar. Neste ponto da configuracao a linha de comando cu(1) mostrada anteriormente pode ser simplificada para: cu BBB Como se pode ver na sequencia de login, o sistema mestre fornece a senha "b" para o usuario nuucp. Portanto e' necessario que tal usuario exista no sistema escravo, que sua senha seja "b", e alem disso que o shell escolhido para ele (ultimo campo de sua linha no arquivo /etc/passwd) seja /usr/lib/uucp/uucico. O arquivo USERFILE deve, tanto no sistema AAA como no BBB, ter informacoes que serao usadas pelo UUCP para estabelecer niveis de seguranca na conexao. Existem varias possibilidades de restricao de acesso, bem explicadas na pagina 6.17 do Manual de Referencia do UUCP. Nao esqueca que um sistema com modem e' um sistema virtualmente "aberto" a usuarios externos a instalacao. No nosso exemplo o USERFILE do sistema AAA criara as seguintes restricoes: - Apenas a usuaria bruna pode expedir arquivos - Arquivos podem ser expedidos apenas para o sistema BBB - So podem ser expedidos arquivos cujo nome absoluto inicie com /usr/spool/uucppublic/env, o que significa que para ser enviado para fora do sistema o arquivo tera primeiramente que ser copiado para este diretorio. Para isso a linha abaixo sera acrescentada a este arquivo: bruna,AAA /usr/spool/uucppublic/env O USERFILE do sistema BBB, por sua vez, determinara o seguinte: - So podem ser recebidos arquivos do sistema AAA, e apenas se a conexao foi feita pelo usuario nuucp. - O sistema AAA so pode gravar arquivos no diretorio /usr/spool/uucppublic/rec do sistema BBB. O resto do sistema de arquivos nao pode ser acessado por aquele sistema. a linha a ser acrescentada neste arquivo sera: nuucp,AAA /usr/spool/uucppublic/rec Isso encerra, para este exemplo, a configuracao do UUCP. 5. PERMISSOES, RECOMENDACOES E OPERACAO Terminada a configuracao do conteudo dos arquivos, resta garantir que todas as permissoes, dono e grupo dos arquivos envolvidos estejam corretas: - Os arquivos /usr/lib/uucp/*, /usr/spool/uucp/*, /usr/bin/uucp e /bin/cu devem ter as permissoes originais da fita de instalacao - O arquivo /dev/tty1 do sistema AAA deve ter dono e grupo uucp - Os diretorios /usr/spool/uucppublic/env do sistema AAA e /usr/spool/uucppublic/rec do sistema BBB devem ter permissoes 777 - O arquivo colocado no diretorio /usr/spool/uucppublic/env do sistema AAA deve ter permissao de leitura para todos. Algumas recomendacoes podem evitar problemas na utilizacao do UUCP depois de configurado: - E' comum usuarios do sistema EDIX colocarem permissao 777 quando nao sabem as permissoes corretas de um arquivo executavel. Cuidado, pois isso nao funciona sempre. - Se voce tem o uucp configurado, faca um backup dos arquivos /usr/lib/uucp/*, /etc/gettydefs e /etc/inittab. - Crie um arquivo no diretorio /usr/lib/uucp que contenha uma listagem longa (ls -l) dos arquivos cujas permissoes, dono e grupo sejam significativos para o UUCP, citados anteriormente. Encerrada a configuracao do nosso exemplo, que foi extremamente simples, a usuaria bruna do sistema AAA pode transmitir o arquivo /usr/trab/DF55A0 para o sistema BBB da seguinte maneira: $ cp /usr/trab/DF55A0 /usr/spool/uucppublic/env $ chmod 666 /usr/spool/uucppublic/env/DF55A0 OBS: Se a ligacao fisica for via modem, estabelecer a conexao $ uucp /usr/spool/uucppublic/env/DF55A0 BBB!/usr/spool/uucppublic/rec 6. CONCLUSAO O exemplo mostrado neste artigo mostra uma pequena parte das capacidades do UUCP. Com ele e' possivel configurar redes com diversos sistemas, usando ligacao direta, linha discada, TRANSDATA ou RENPAC, permitindo trocar arquivos e mensagens, executar comandos automaticamente de forma programada, emular terminais de qualquer um dos sistemas integrantes, etc. E' um assunto extenso, no qual vale a pena se aprofundar. Os Manuais de Referencia do UUCP e do EDIX contem todas as informacoes necessarias para configurar o UUCP para qualquer tipo de utilizacao. O primeiro aborda o assunto de forma didatica, numa linguagem simples e com exemplos. O segundo adota uma linguagem extremamente sucinta e tecnica, dirigida a usuarios mais experientes. Sobre o assunto UUCP, a Central de Suporte a Clientes esta pronta para esclarecer quaisquer duvidas sobre operacao ou ate mesmo, desde que sejam especificas, algumas duvidas de configuracao. Questoes genericas de configuracao, que exigem analise dos sistemas envolvidos, devem ser resolvidas com as informacoes obtidas em cursos ou em documentacao. Efetuar configuracoes no UUCP pode exigir especialistas em TP com bons conhecimentos de sistema operacional, e sabemos que este perfil e' raro de encontrar e caro de manter em instalacoes pequenas e medias. Por isso as filiais da EDISA tem equipes especializadas para efetuar sob consultoria qualquer tipo de servico em seu sistema, o que inclui configuracoes de UUCP, estudos de topologia de rede e seguranca de dados, redes, etc. 7. LITERATURA RECOMENDADA - Manual de Referencia do UUCP (comando man -a uucp) - Manual de Referencia EDIX, entradas uucp(1), cu(1), uux(1) e uustat(1) - RS-232 Tecnicas de Interface - Joe Campbel - Edit. Brasileira - SCO XENIX System V - System Administrator's Guide Capitulo 11: Building a Remote Network with UUCP - UUCP HP-UX Concepts and Tutorials - Hewlett Packard - Nutshell Handbook Series - Using UUCP and Usenet Grace Todino - UNIX Communications - Bart Anderson, Bryan Costales e Harry Henderson - Artigos de Rebecca Thomas na revista UNIX World: Bringing Up Unix Systems Communications - Jun/86 Operating And Maintaining Unix Communications - Jul/86 ================================================================================ ____VIX3-4 Cobol em Ambiente Xenix Heitor Yokomizo Analista de Suporte UTILIZACAO DE TERMINAIS ED-3638/3636 Existem dois compiladores COBOL disponiveis para ambiente XENIX da serie VIX, o VS-COBOL e o COBOL/2, cada um deles possuem caracteriticas bem proprias, contudo para este enfoque podemos ressaltar que : . VS-COBOL, compativel com o COBOL-600 disponivel em ambiente EDIX-5, utiliza o termdesc para acessar as caracteristicas dos terminais em uso pelo COBOL. . COBOL/2, compativel com o COBOL/HP-UX disponivel em ambiente HP-UX, utiliza o terminfo para acessar as caracteristicas dos terminias em uso pelo COBOL. A dificuladade que temos acompanhado com maior frequencia em nossos usuarios de VIX, e' que ao adquirirem o VS-COBOL de uma dada distribuidora, estes se defrontam com a ausencia de descricao dos terminais ED-3636 e em consequencia disto, percebem a ocorrencia do erro de RTS: 191 terminal type not defined, or not in termdesc file contudo a solucao e' bastante simples, basta copiar no termdesc recebido no software original, umaa descricao deste retirado diretamente de um equipamento ED-600 ou na dificuldade desta, digitar o texto correspondente. Sugerimos utilizar o editor ed para editar o texto, pois ele nao introduz caracteres estranhos ao arquivo original. Por exemplo, voce pode duplicar a descricao do terminal ansi e editar por cima. Tambem recomendamos trabalhar com uma copia do arquivo original, por seguranca. Segue uma copia desta descricao para os que quiserem copiar diretamente dele: ARQUIVO TERMDESC ( /usr/lib/cobol/termdesc ) ORIGINAL # ***** EDISA ***** termdesc ***** 15/08/88 ***** 16:10 ***** # # Descricao de terminais para o Pacote COBOL-600 # ED|ED-3636|EDISA VERSAO 01.00:\ :ABM=Encerrar execucao ? (S/N):\ :ABC=S:\ :ABP=\E=7R:\ :ABT=\177:\ :EDC= :\ :EDI=Modo INSERCAO :\ :EDP=\E=7Z:\ :ENT=\0100\^M^J:\ :OTM=Fim de campo :\ :OTP=\E=7Z:\ :CEF=^W:\ :CES=^D:\ :CF=^X:\ :CS=^Z:\ :DEL=\EO:\ :DSA=\E&Y0\E&O0:\ :ENA=\E&Y1\E&O1\E&o0\Ep #^A1\r\Ep!#^A2\r\Ep"#^A3\r\Ep##^A4\r \Ep$#^A5\r\Ep%#^A6\r\Ep&#^A7\r\Ep'#^A8\r\Ep(#^A9\r\Ep)#^AA\r\Ep*#^AB\r \Ep+#^AC\r\Ep,#^AD\r\Ep-#^AE\r\Ep.#^AF\r\Ep/#^A0\r\Ep0#^AG\r\Ep1#^AH\r \Ep2#^AI\r\Ep3#^AJ\r\Ep4#^AK\r\Ep5#^AL\r\Ep6#^AM\r\Ep7#^AN\r\E&K0:\ :END=^E:\ :FLP=^F:\ :INM=\EQ:\ :INS=^O:\ :M1=^A1\r:\ :M2=^A2\r:\ :M3=^A3\r:\ :M4=^A4\r:\ :M5=^A5\r:\ :M6=^A6\r:\ :M7=^A7\r:\ :M8=^A8\r:\ :M9=^A9\r:\ :M10=^AA\r:\ :M11=^AB\r:\ :M12=^AC\r:\ :M13=^AD\r:\ :M14=^AE\r:\ :M15=^AF\r:\ :M65=\177:\ :M66=\EV:\ :M67=\EU:\ :M68=^T:\ :M69=^V:\ :M70=\EN:\ :M71=\EG:\ :RPM:\ :RST=^T:\ :RTP=^R:\ :STF:\ :UN=^Y:\ :bc=\ED:\ :bt=^B:\ :cd=\EJ:\ :ce=\EK:\ :cl=^Z:\ :cm=\E=%+ %+ :\ :co#80:\ :kb=^H:\ :kd=\EB:\ :kh=\EN:\ :kl=\ED:\ :kr=\EC:\ :ku=\EA:\ :k1=^A1\r:\ :k2=^A2\r:\ :k3=^A3\r:\ :k4=^A4\r:\ :k5=^A5\r:\ :k6=^A6\r:\ :k7=^A7\r:\ :k8=^A8\r:\ :k9=^A9\r:\ :k10=^AA\r:\ :k11=^AB\r:\ :k12=^AC\r:\ :k13=^AD\r:\ :k14=^AE\r:\ :k15=^AF\r:\ :k16=^A0\r:\ :k17=^AG\r:\ :k18=^AH\r:\ :k19=^AI\r:\ :k20=^AJ\r:\ :k21=^AK\r:\ :k22=^AL\r:\ :k23=^AM\r:\ :k24=^AN\r:\ :li#24:\ :se=\E[0m:\ :so=\E[1m ED|ED3630|EDISA VERSAO 01.00:\ :ABM=Encerrar execucao ? (S/N):ABC=S:ABP=\E=7R:ABT=\177:\ :EDC= :\ :EDI=Modo INSERCAO :EDP=\E=7Z:\ ( continua ) Note que foi descrito linha a linha de cada variavel para facilitar a interpretacao mas, naturalmente nao e' necessario estar desta forma no seu arquivo. ======================================FIM=======================================



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