Horta escolar para alfabetizaçÃo científica e ecológica: investigando possibilidades darlene Teixeira Ferreira1, Silvia Maria Pacheco Rodrigues2, Josyane Barros Abreu3, Nadia Magalhaes da Silva Freitas4



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III CIECITEC Santo Ângelo – RS – Brasil




HORTA ESCOLAR PARA ALFABETIZAÇÃO CIENTÍFICA E ECOLÓGICA: INVESTIGANDO POSSIBILIDADES
Darlene Teixeira Ferreira1, Silvia Maria Pacheco Rodrigues2, Josyane Barros Abreu3, Nadia Magalhaes da Silva Freitas4

1 Campus Universitário do Marajó – Breves, Universidade Federal do Pará/Faculdade de Ciências Naturais, dtferreira@ufpa.br

2 Campus Universitário do Marajó – Breves, Universidade Federal do Pará/Faculdade de Ciências Naturais, silviamaria1986@hotmail.com

3 Instituto de Educação Matemática e Científica, Universidade Federal do Pará, josyanebarros@gmail.com

4 Instituto de Educação Matemática e Científica, Universidade Federal do Pará, nadiamsf@yahoo.com.br

RESUMO: Este texto apresenta o resultado de uma pesquisa que teve como objetivos: investigar as possibilidades e desafios da utilização da horta escolar para alfabetização científica e ecológica; realizar levantamento sobre a existência de horta nas escolas públicas no município de Breves; verificar como escolas que possuem hortas a utilizam no processo de ensino e aprendizagem; e investigar se os professores de Ciências utilizam as hortas para alfabetização científica e ecológica. A pesquisa foi baseada nos princípios da paradigma qualititativo e como instrumento de coleta de dados adotamos o questionário. Os resultados indicaram que apesar da riqueza de possibilidades oferecida pelo espaço da horta dentro de escolas, constatamos que o mesmo não é explorado por professores, em especial pelos professores de Ciências. Na maioria da escola do municipío de Breves a horta não existe, e nas escolas que há o espaço destinado a horta o mesmo ainda é pouco utilizado.

Palavras Chaves: alfabetização ecológica. Alfabetização científica. horta escolar.

1 INTRODUÇÃO


O mundo passa por intensas transformações que conectadas afetam todos os setores da vida em sociedade. Vivemos cercados pelos conhecimentos científicos e tecnológicos, vivemos em um mundo dinâmico, e é “[...] na tensão entre as possibilidades e os riscos criados pelo conhecimento das Ciências Naturais e sua tecnologia que vivemos no mundo contemporâneo” (DELIZOICOV; ANGOTTI; PERNABUNCO, 2009, p. 127).

Em nenhum outro momento da história tivemos acesso a tanto conhecimento, no entanto em nenhum outro momento destruímos tanto os ecossistemas. Consideramos que neste cenário marcado por intensa transformações socioambientais, o conhecimento científico é fundamental, pois como destaca Chassot (2003) o entendimento da ciências contribui para o controle e previsão das transformações que ocorrem na natureza, assim poderemos ter condições de fazer com que essas transformações conduzam a uma melhor qualidade de vida.

No entanto, de acordo com Angotti & Auth (2001) essas intervenções humanas tem ocasionado graves desequilíbrios ecológicos decorrentes da poluição, da desertificação, do uso de pesticidas e agrotóxico em geral, da produção de transgênico, do uso exacerbado dos recursos naturais não-renováveis, da contaminação tóxica e radioativa, efeito estufa e aquecimento global, o que ameaça o delicado equilíbrio da ecosfera.

Assim, é importante que o ensino de Ciências incorpore questões relacionadas a problemas socioambientais, como poluição atmosférica, uso de agrotóxico, poluição das águas, etc. que são consequências do desenvolvimento científico e tecnológico. Nesse sentido Santos (2007) afirma que é necessário a criação de vínculos dos conteúdos científicos com temas ambientais que possuam relevância social no sentido do desenvolvimento de uma educação crítica em relação ao ambiente.

Santos (2007) afirma ainda que está vinculação dos conteúdos científicos com temas ambientais que possuam relevância não apenas social, bem como a compreensão da dinâmica dos ecossistemas é de fundamental importância para a preparação dos estudantes, pois ao compreender o mundo e as mudanças que nele ocorrem serão capazes de posicionar-se frente aos dilemas que surgem sempre que novos conhecimentos são incorporados na sociedade.

Daí a necessidade da alfabetização científica, que para Chassot (2000) significa um conjunto de conhecimentos que facilitam a leitura do mundo por homens e mulheres que nele habitam. De acordo com Chassot (2003) a “[...] alfabetização científica pode ser considerada como uma das dimensões para potencializar alternativas que privilegiam uma educação mais comprometida”.

Portanto, se a alfabetização científica é importante para que possamos atuar nesse mundo, a alfabetização ecológica também é, pois não podemos continuar a desenvolver a ciência e a tecnologia destruindo o meio ambiente. Precisamos nos tornar [...] ecologicamente alfabetizados. Segundo Capra (1996, p. 231) “ser ecologicamente alfabetizados, ou ‘ecoalfabetizado’, significa entender os princípios de organização das comunidades ecológicas (ecossistemas) e usar esses princípios para criar comunidades humanas sustentáveis”.

Ainda segundo Capra (2006, p. 10), a alfabetização ecológica,

implica que a pessoa tenha no mínimo conhecimentos básicos de ecologia, de ecologia humana e dos conceitos de sustentabilidade, bem como dos meios necessários para a solução de problemas. Assim, de acordo com esse autor, é preciso ensinar às crianças, desde os anos iniciais de escolarização, as valiosas lições que o estudo dos ecossistemas pode proporcionar. Isso pode ser possível a partir da aprendizagem dos princípios básicos da Ecologia, pois ser ecologicamente alfabetizado significa entender os princípios de organização dos ecossistemas para saber aplicá-los nas comunidades humanas. 

Na perspectiva da alfabetização científica atrelada a alfabetização ecológica, a horta escolar se configura como um excelente espaço para essas alfabetizações, pois podem ser entendidas como laboratório vivo ao ar livre para as aulas de ciências e para apresentar, discutir e desenvolver atividades voltadas para a sensibilização da necessidade de cuidar dos ecossistemas. No espaço da horta temos a possibilidade vivenciar conceitos e definições na prática, podemos falar de recursos naturais, água, solo, composição e nutrientes presentes no solo, as espécies vegetais que podem ser cultivadas, desenvolvimento dos vegetais, a importância do sol para os seres vivos, temperatura, relação entre plantas e insetos, alimentação, entre outros temas.

Constatamos, portanto que na horta escolar há inúmeras possibilidades para a promoção de aprendizagens de Ciências Naturais. Para Weissmann (1998, p. 157) a horta

Pode ser, também, um eixo organizador que permite estudar e integrar sistematicamente ciclos, processos, dinâmica de fenômenos naturais e relações entre os elementos que compõem o sistema. Além disso, pode possibilitar o tratamento de problemas reais que se originam, desenvolvem e reformulam naturalmente, sem necessidade de apresentação de situações problemáticas artificiais.

Há também inúmeras possibilidades, para promover a alfabetização ecológica, pois como destaca Capra (2003) a horta é um projeto ideal quando se pretende experimentar e conhecer o pensamento sistêmico e os princípios da ecologia, pois ao plantar uma horta e utilizá-la como recurso para o preparo da merenda escolar, por exemplo, podemos buscar estabelecer conexões com os fundamentos da alimentação, que são os próprios fundamentos da vida, além de possibilitar a integração de praticamente todas as atividades tornando-as mais interessante.

De acordo com Gadotti (2003, p. 62)

Um pequeno jardim, uma horta, um pedaço de terra, é um microcosmos de todo o mundo natural. Nele encontramos formas de vida, recursos de vida, processos de vida. A partir dele podemos reconceitualizar nosso currículo escolar. Ao construí-lo e cultivá-lo podemos aprender muitas coisas. As crianças o encaram como fonte de tantos mistérios! Ele nos ensina os valores da emocionalidade com a Terra: a vida, a morte, a sobrevivência, os valores da paciência, da perseverança, da criatividade, da adaptação, da transformação, da renovação.

Portanto, ao optar pela adoção de uma horta no ambiente escola a comunidade escolar pode utilizá-la como um espaço de múltiplas aprendizagens, entre elas a aprendizagens de conceitos relacionados a ecologia e as ciências naturais. A horta proporciona uma ligação direta com o ambiente natural o que permite ao professor apresentar conceitos ao mesmo tempo que os alunos podem observá-los na prática, manipulando, experimentado o ambiente.

Este texto apresenta o resultado de uma pesquisa que teve como objetivos: investigar as possibilidades e desafios da utilização da horta escolar para alfabetização científica e ecológica; realizar levantamento sobre a existência de horta nas escolas públicas no município de Breves; verificar como escolas que possuem hortas a utilizam no processo de ensino e aprendizagem; e investigar se os professores de Ciências utilizam as hortas para alfabetização científica e ecológica.

2 METODOLOGIA


Para a realização da pesquisa adotamos os princípios do paradigma qualitativo. A pesquisa qualitativa objetiva conhecer as perspectivas dos participantes, em suas práticas do dia a dia e em seu conhecimento cotidiano em relação ao estudo (Filck, 2009). Na maioria das vezes, as pesquisas qualitativas não empregam procedimentos estatísticos ou pelo menos não possuem a intenção maior abordar problemas a partir desses procedimentos.

Ao longo do desenvolvimento da pesquisa realizamos pesquisas bibliográficas e pesquisa de campo. O inicio da pesquisa foi marcado pelo levantamento de artigos e livros que abordavam o assunto em pauta, pois o contato como informações sobre o tema através de diferentes fontes caracteriza a pesquisa bibliográfica, necessária em qualquer pesquisa (Lakatos & Marconi, 2010).

Após o início das pesquisas bibliográficas começamos a planejar a pesquisa de campo. Para Lakatos & Marconi (2010, p.169) a “[...] pesquisa de campo é aquela utilizada com objetivo de conseguir informações e/ ou conhecimentos acerca de um problema [...]”. Como instrumento de coleta de dados utilizamos o questionário.

Para iniciar a coleta de dados fomos até a Secretaria Municipal de Educação do município de Breves – SEMED, para realizar o levantamento de quantas escolas municipais tem na sede do município. De posse dessa informação passamos a visitar as escolas. Nas escolas que já possuíram horta a intenção era descobrir porque a horta deixou de existir e nas escolas que possuem horta o objetivo era solicitar que o responsável pela horta escolar respondesse ao questionário que possuía questões relacionadas ao tempo que a horta existe na escola; quem elaborou o projeto; quem executa o projeto; quais atividades são desenvolvidas no espaço da horta e quais professores utilizam este espaço e como fazem isso.

Para realização das análises dos dados optamos pela análise do conteúdo, pautando-se nas orientações de Bardin (2011). As escolas que possuíam horta ou que já possuíram foram inseridas na pesquisa e serão apresentadas nos resultados apenas pelas iniciais do nome da instituição.

3 RESULTADOS E ANÁLISE


O levantamento de informações realizados na SEMED do município de Breves indicou que das 28 escolas localizadas na sede do município, apenas 2 possuem atualmente projeto de Horta Escolar, são elas EG e PR. Porém este cenário é recente visto que em anos anteriores o números de escolas que desenvolviam projetos relacionados a horta era maior. Entre as escolas que possuíram horta no passado encontramos a LS, SA e BJ e como justificativa para o término do projeto os representantes dessas escolas alegaram falta de recursos financeiros e falta de profissionais disponíveis para atuarem no projeto.

Infelizmente, muitas escolas perderam a oportunidade de manter esse ambiente e contribuir de forma efetiva para a construção de aprendizagens. A horta escolar é um projeto muito interessante, quando bem desenvolvido, pois como ressalta Capra (2006) a horta é uma “sala de aula” capaz de religar as crianças aos fundamentos básicos com a essência da vida, ao mesmo tempo que integra e enriquece todas as atividades escolares.

Verificamos através da análise das respostas do questionário que a escola EG, possui horta há um ano. O projeto da horta foi elaborado pela direção e vice-direção da escola, em conjunto com a coordenação do programa Mais Educação e alguns professores. O projeto é desenvolvido pelos monitores do Mais Educação. As atividades relacionadas a horta na escola EG são relacionadas a sustentabilidade, segurança alimentar, preservação do meio ambiente e farmácia viva.

Na escola PR, a horta já existe há quatro anos e foi idealizado por um professor que atuava na 4ª série, atualmente denominada 5º ano, em parceria com o engenheiro agrônomo da Agência de Defesa Agropecuária do Pará – ADEPARÁ, do município de Breves. O diretor da escola ressaltou que a horta era um desejo de toda a comunidade escolar, o que resultou no envolvimento intenso de funcionário que chegaram a limpar uma parte do terreno para a implantação da horta. O diretor ressaltou que a parceria com o engenheiro agrônomo durou somente um ano e depois ficou a cargo apenas da escola manter o projeto da horta. Atualmente, a horta é cuidada pelos monitores do projeto Mais Educação, assimo comona escola EG.

Para Morgado (2006) o engenheiro agrônomo, como profissional da produção de vegetais que atua em todas as situações nas quais existam interações entre o homem e a planta, pode exercer a sua função de promover a educação ambiental na escola por meio de atividades educativas relacionadas com o desenvolvimento da comunidade. Consideramos que a participação no engenheiro agrônomo foi muito importante para a implantação da horta.

Na escola PR as atividades desenvolvidas no espaço da horta são organização, limpeza, adubação. De acordo com o responsável pela escola essas atividades são desenvolvidas pelo monitor do Programa Mais Educação, mas afirmou que no espaço da horta são realizadas aulas práticas.

Quanto as possibilidade pedagógicas da horta, perguntamos aos responsáveis se os professores, em especial os de Ciências, utilizavam o espaço para minstrar aulas práticas.As atividades práticas no ensino de Ciências, voltadas para questões ecológicas relacionadas a sustentabilidade podem contribuir para que o aluno perceba-se como “[...] integrante, dependente e agente transformador do ambiente, identificando seus elementos e as interações entre eles, contribuindo ativamente para a melhoria do meio ambiente” (Brasil, 1998).

No entanto, na escola EG o responsável relatou que os professores ainda não utilizam a horta espaço para aulas práticas, porém afirmou que já foi lançado o convite para os professores, no entanto nenhum ainda desenvolveu ou apresentou propostas de atividades para utilizar à horta como recurso “ambiente didático”. Na escola EG as atividades desenvolvidas são relacionadas a adubação, a conservação e importância dos alimentos, utilização de alimentos balanceados e preservação dos ambientes naturais.



Constatamos que nesta escola o ambiente da horta é utilizado tanto para o ensino de Ciências como para o ensino de apectos relacionados ao meio ambiente. De acordo com Capra (2006) na horta podemos observar os ciclos e os fluxos dos ecossistemas, demonstrando que na natureza o resíduo de uma espécie é o alimento de outra. Essas observações contribuem para uma melhor compreensão do funcionamento dos ecossistemas e dos conceitos científicos. Ainda para Capra (2006) a horta colabora com uma educação para uma vida sustentável que possibilita a criação de vínculos emocionais com a natureza, e isso aumenta a probabilidade de formar cidadãos responsáveis e realmente preocupados com a sustentabilidade da vida.

O mesmo cenário encontramos na escola PR. De acordo com o responsável ainda não há professores que utilizam a horta como recurso didático, somente os monitores do programa Mais Educação utilizam a horta como recurso didático, no entanto, também já foi registrado em reuniões pedagógicas com os educadores da escola o convite para utilizar a horta como recurso didático. Apesar de não haver ainda envolvimento de professores de Ciências no projeto o responsável pela horta da escola PR afirmou que o espaço é utilizado para o ensino de ciências, principalmente atividades interligadas com os ambientes naturais questões como preservação conservação e utilização de alimentos livres de agrotóxicos, que são chamados de “orgânicos” referindo-se a alimentos produzidos sem a adição de adubos químicos e de agrotóxicos.



De acordo com Capra (2006) quando a horta escolar passa a fazer parte do currículo, é possivel ensinar e aprender sobre os ciclos alimentares naturais aos ciclos de plantio, cultivo, colheita, compostagem e reciclagem. Além disso, ainda para Capra (2006) no desenvolvimento de atividades práticas na horta, descobrimos que ela em sua totalidade, está embutida em sistemas maiores que são teias vivas.

O responsável pela escola EG afirmou que os produtos cultivados são utilizados na merenda escolar e em alguns casos esses produtos são distribuidos para as famílias do entorno da escola, principalmente as plantas medicinais. Na escola PR os produtos como pimentinha, couve, maxixe, alface, e cheiro verde são utilizados na merenda escolar, porém não sao todos os dias que esses produtos podem ser utilizados.

Segundo Fetter et al. (2006), sendo construída dentro da escola que é um espaço privilegiado dentro do contexto social, a horta pode ainda contribuir para a promoção da preservação da natureza, além de atender a família e envolver a comunidades em suas atividades. Ainda de acordo com Fetter el al., (2006) a construção de uma horta na escola pode proporcionar uma melhoria na qualidade da merenda escolar, com uma compreensão dos alunos sobre a importância dos vegetais na alimentação e a necessidade de preservação do ambiente natural, apresentando a horta como um instrumento interativo de novas descobertas.



4 CONCLUSÕES


A horta escolar constitui-se como um ambiente que pode proporcionar tanto a alfabetização científica como a alfabetização ecológica, pois oferece elementos para que os professores, em especial os professores de Ciências possam conectar conhecimentos dos conteúdos científicos a conhecimentos sobre sustentabilidade.

Apesar da riqueza de possibilidades oferecida pelo espaço da horta dentro de escolas, constatamos que o mesmo não é explorado por professores, em especial pelos professores de Ciências. Na maioria da escola do municipío de Breves a horta não existe, e nas escolas que há o espaço destinado a horta o mesmo ainda é pouco utilizado.

Consideramos que o incentivo para desenvolvimento de projetos como horta escolar é fundamental se pretendemos alfabetizar científica e ecologicamente nossos alunos.

5 REFERÊNCIAS


ANGOTTI, José André Peres & AUTH, Milton Antonio. Ciência e tecnologia: implicações sociais e o papel da educação. Ciência & Educação. vol. 7, p. 15-27. 2001

BARDIN, Laurence. Analise de Conteúdo. São Paulo: Edições 70, 2011. 279p.

BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais – terceiro e quarto ciclos do ensino fundamental. Ministério da Educação e Desporto. Brasília, 1998.
CAPRA, Fritjof. A Teia da Vida: Uma nova compreensão científica dos sistemas vivos. São Paulo: Editora Cultrix, 1996.

CAPRA, Fritjof. Como a natureza sustenta a Teia da Vida. In: STONE, Michel K. e BARLOW, Zenobia (Org.). Alfabetização Ecológica: a educação das crianças para um mundo sustentável. São Paulo: Cultrix, 2006. p. 13-15.

CHASSOT, Attico. Alfabetização Científica: uma possibilidade para a inclusão social. Revista Brasileira de Educação. n. 22, p. 89 – 100, 2003.

DELIZOICOV, Demétrio; ANGOTTI, José André; PERNAMBUCO, Marta Maria.



Ensino de Ciências: fundamentos e métodos. 3. ed. São Paulo: Cortez, 2009. 366p.

FETTER, S.I.; MÜLLER, J.; SILVA, M.C. Horta escolar: teoria e prática para uma vida saudável. Educação ambiental na Escola estadual João Mosmann/Parobé/SC. Revista Brasileira de Agroecologia. v.1, n.1, p.1053-1055, nov. 2006.

FILCK, U. 2009. Desempenho da pesquisa qualitativa. 3. Ed. Porto Alegre: Artmed, 405p.

GADOTTI, Moacir . Boniteza de um sonho: ensinar-e-aprender com sentido. Novo Hamburgo: Feevale, 2003.

LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Maria de Andrade, Fundamentos de Metodologia Científica. 7. ed. São Paulo : Atlas, 2010. 297p.

MORGADO, F.S. A horta escolar na educação ambiental e alimentar: experiência do Projeto Horta Viva nas escolas municipais de Florianópolis. 2006, 50f. Trabalho de Conclusão de Curso (Curso de Agronomia). Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2006.



SANTOS, W.L.P. Contextualização no ensino de ciências por meio de temas CTS em uma perspectiva crítica. Ciência & Ensino, vol. 1, número especial, novembro. 2007.



URI, 10-12 de junho de 2015.




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