Hora do conto na Educação Infantil: o papel do educador



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Rio Grande/RS, Brasil, 23 a 25 de outubro de 2013.



Hora do conto na Educação Infantil: O papel do educador.

SOARES, Debora Amico

MARTINS, Cláudia Mentz

debinhasale@hotmail.com
Evento: Congresso de Iniciação Científica

Área do conhecimento: Ensino-Aprendizagem
Palavras-chave: Hora do conto; Educação Infantil.
INTRODUÇÃO
Considerando as potencialidades que a prática da hora do conto possibilita para as crianças da Educação Infantil e que a Infância é um período de descobertas de diferentes linguagens, o presente trabalho tem o intuito de investigar qual é o papel do educador da Educação Infantil na prática de contação de histórias.

MATERIAIS E MÉTODOS (ou PROCEDIMENTO METODOLÓGICO)
Para realização do trabalho, a metodologia consistiu em uma investigação bibliográfica, tendo como foco de análise o papel do educador. ara a efetivação da pesquisa, alguns autores foram consultados, destacando-se entre eles, Bethy Coelho, Nelly Novaes Coelho, Maria Craidy, Gládis Kaercher e Celso Sisto.
RESULTADOS e DISCUSSÃO
Após as leituras realizadas, percebemos que o papel do educador, na prática de contação de história, seria o de proporcionar o contato da criança, desde cedo, com o livro; estar atento à faixa etária e às características da turma para a escolha do livro, e observar o modo como será organizado ambiente da sala de aula, o qual deve ser convidativo e agradável para a escuta atenta das histórias. Para que a contação de histórias seja atrativa para as crianças, o educador deve fazer com que esse momento seja mágico e, para isso, ele deve dar vida à história, através da voz, dos gestos e de roupas.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Destacamos que o educador da Educação Infantil deve ter clareza sobre sua prática docente e deve ter presente a importância que as histórias infantis tem para os pequenos. Ele necessita saber (e não esquecer sob nenhuma hipótese) que trabalhar a literatura junto as crianças, contribui para a formação integral delas. Porém, para que suas ações a partir da contação de histórias obtenham sucesso, precisa estar ciente das necessidades individuais e coletivas das crianças, e que suas atividades envolvendo a contação de histórias não se tratam de mero divertimento ou de uma tarefa simplesmente lúdica.

REFERÊNCIAS

COELHO, Bethy. Contar histórias: uma arte sem idade. São Paulo: Ática, 2000.

COELHO, N. N. Literatura Infantil: Teoria, análise, didática. 1. ed. São Paulo:Moderna, 2000.

CRAIDY Maria; KAERCHER Gládis. Educação Infantil: pra que te quero? Porto Alegre: Artmed, 2001.



SISTO, Celso. Textos e Pretextos sobre a arte de contar histórias. 3. ed. rev. ampl. Belo Horizonte: Aletria, 2012.




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