Filosofia



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MÓDULO II – A AÇÃO HUMANA E OS VALORES
Unidade 1. A ação humana – análise e compreensão do agir

1.1. A rede conceptual da ação

1.2. Determinismo e liberdade na ação humana

Unidade 2. Os valores – análise e compreensão da experiência valorativa

2.1. Valores e valoração – a questão dos critérios valorativos

2.2. Valores e cultura – a diversidade e o diálogo de culturas

Unidade 3. Dimensões da ação humana e dos valores

3.1. A dimensão ético-política – análise e compreensão da experiência convivencial

3.1.1. Intenção ética e norma moral

3.1.2. A dimensão pessoal e social da ética – o si mesmo, o outro e as instituições

3.1.3. A necessidade de fundamentação da moral – análise comparativa de duas

perspetivas filosóficas.

Da secção 3.1.3., selecionam-se como autores de referência Kant e Stuart Mill.

O facto de o teste intermédio não conter especificamente itens com base em «Módulo Inicial –

Iniciação à atividade filosófica» não impede que os alunos mobilizem, na resolução da prova,

competências e conhecimentos adquiridos no seu percurso de aprendizagem deste módulo.


COMPETÊNCIAS

PROBLEMATIZAÇÃO

· Identificar problemas filosóficos;

· Formular problemas filosóficos;

· Relacionar problemas filosóficos com outros problemas;

· Justificar a relevância de um problema filosófico.

CONCEPTUALIZAÇÃO

· Identificar conceitos filosóficos;

· Clarificar o significado dos conceitos recorrendo, por exemplo, à sua definição, classificação,

explicitação ou contextualização;

· Relacionar conceitos, por exemplo, por oposição, por interdependência, por convergência,

por hierarquização;

· Aplicar conceitos, por exemplo, na formulação de problemas, na análise, na reconstituição ou

na produção de teses e de argumentos.

ARGUMENTAÇÃO

· Identificar teses que sejam respostas a problemas filosóficos;

· Formular teses que constituam ou se integrem em teorias filosóficas;

· Comparar teses relativas a um mesmo problema filosófico;

· Defender uma tese apresentando razões, argumentos ou exemplos;

· Criticar uma tese, apresentando argumentos, objeções ou contraexemplos.

ANÁLISE, INTERPRETAÇÃO E CRÍTICA

· Analisar teorias filosóficas segundo os seus pressupostos, alcance e limites;

· Interpretar textos filosóficos;

· Avaliar criticamente teorias filosóficas.



Valorização dos conteúdos

I 1. A ação humana – análise e compreensão do fenómeno do agir: 60 a 70 pontos

II 2. Os valores – análise e compreensão da experiência valorativa: 60 a 70 pontos

III 3. A dimensão ético-política – análise e compreensão da experiência convivencial: 65 a 75 pontos


Unidade 1. A ação humana – análise e compreensão do agir


    1. A rede conceptual da ação


Qual a especificidade da ação humana?

Ação é uma interferência consciente e voluntária do ser humano (o agente) no normal decurso das coisas, que sem a sua interferência decorreriam de um modo diferente. Deste modo a ação supõe a existência de um agente, de motivações, de intenções e de uma vontade para concretizar a ação.

Todos nós temos um conjunto de necessidades básicas, cuja satisfação é indispensável à nossa sobrevivência. Deste modo, todos os seres humanos encontram diversas formas para satisfazer essas diferentes necessidades (“atividade inventiva”).

A esta “atividade inventiva” damos o nome de ação. É através dela que o ser humano interage com o mundo em que vive, transformando-o de acordo com as suas necessidades, e se molda também a si mesmo, construindo-se assim como ser humano.


O agente, ou sujeito da ação deve ser capaz de reconhecer-se a si mesmo como autor da ação:

-Com consciência (perceção de si como autor da ação)

-Com uma intenção (definição do propósito da ação)

-Com um motivo (porquê da ação)



-Dotado de livre arbítrio ou vontade (capacidade de opção)





  • O agente da ação

P
Com esta pergunta tentamos entender a motivação do sujeito ”Coração do problema da ação”
orque é que o sujeito A praticou tal ação?


Tentamos desvendar o interior do agente (interior de uma caixa fechada)



Constituído por elementos que se articulam dinamicamente, interagindo uns sobre os outros

Rede conceptual

Intenção (o quê) – o que vais fazer à cozinha?

Motivação (porquê) – vou porque vou beber água



Finalidade (para quê) – para tomar um comprimido

Agente

Ação

pratica

Caixa

constituem

Causa eficiente da ação

Se contém algo no interior

Se o que contém no seu interior não se pode compreender. Ex: psicopata

Apenas se compreende se considerarmos: intenção, motivo, finalidade







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