Evidência que exige um veredito



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BIBLIOGRAFIA

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ELE TRANSFORMOU MINHA VIDA
de Josh McDowell
Jesus Cristo está vivo. O fato de eu estar vivo e fazendo as coisas que faço é uma evidência de que Jesus Cristo ressuscitou dentre os mortos.

Tomás de Aquino escreveu: "Toda alma tem sede de felicidade e significado". Nos meus tempos de adolescência eu queria ser feliz. Não há nada de errado nisso. Eu queria ser um dos indivíduos mais felizes em todo o mundo. Eu também queria ter um propósito na vida. Desejava obter respostas para as minhas dúvidas. "O que sou?" "Por que estou aqui?" "Para onde vou?"

Mais do que tudo, eu queria ser livre. Queria ser um dos indivíduos mais livres do mundo inteiro. Liberdade para mim não é sair e fazer o que quiser. Qualquer um pode fazer isso e uma porção de gente está agindo desse modo. Liberdade é ter o poder de fazer aquilo que se sabe que deve ser feito". A maioria das pessoas sabe qual o seu dever, mas não consegue fazê-lo. Elas são prisioneiras.



Comecei então a procurar respostas. Parece que quase todo mundo pertence a algum tipo de religião, fiz portanto o óbvio e fui para a igreja. Devo ter, no entanto, encontrado a igreja errada. Alguns de vocês sabem do que estou falando: eu me sentia pior por dentro do que aparentava. Ia para a igreja pela manhã, à tarde, e à noite.

Sempre fui muito prático e quando uma coisa não funciona eu a ponho de lado. Rejeitei a religião. A única coisa que lucrei com ela foram os 25 centavos que colocava na oferta e os 35 que tirava para o refrigerante. Isso é praticamente tudo que muitos conseguem extrair da "religião".

Comecei a me perguntar se prestígio seria a resposta. Ser um líder, aceitar uma causa, entregar-se a ela, e "ser conhecido" talvez resolvesse o problema. Na primeira universidade que freqüentei, percebi que os líderes entre os alunos é que manejavam o dinheiro e faziam o que queriam. Candidatei-me então a presidente da turma do primeiro ano e fui eleito. Gostei muito de conhecer todo mundo no campus e receber os cumprimentos deles. Era ótimo tomar decisões, gastar o dinheiro da universidade e dos alunos, e escolher os preletores que me interessavam. Foi muito bom no começo, mas acabou virando rotina como tudo o mais que eu tentara. Na segunda-feira de manhã eu geralmente me levantava com dor de cabeça por causa da farra da noite anterior, e logo pensava, "Tenho de agüentar mais cinco dias". Eu me arrastava de segunda a sexta. A felicidade se restringia a três noites por semana: sexta-feira, sábado e domingo. O círculo vicioso se repetia então.



Fingi muito bem na universidade. Todos pensavam que eu era o rapaz mais sem problemas entre todos. Durante as campanhas políticas usamos a frase, "Felicidade é Josh". Dei mais festas com o dinheiro dos alunos do que qualquer outra pessoa, mas eles nunca descobriram que a minha alegria se assemelhava à de muitos outros. Ela dependia das minhas circunstâncias. Se tudo ia bem, eu me sentia bem. Quando as coisas ficavam feias, eu perdia o ânimo.

Eu era como um barco no oceano, lançado ao sabor das ondas: as circunstâncias. Existe um termo bíblico para descrever esse estilo de vida: inferno. Mas eu não conseguia achar ninguém que vivesse de outro modo nem alguém que pudesse ensinar-me como viver de modo diferente, ou ajudar-me a fazê-lo. Todos me diziam o que deveria fazer, mas ninguém tinha condições de dar-me o poder para realizar o meu intento. Comecei a sentir-me frustrado.

Suspeito que poucas pessoas nas universidades e faculdades deste país possam ter sido mais sinceras na sua tentativa de encontrar sentido, verdade e propósito para a vida do que eu. Não descobrira essas coisas até então, mas não percebi isso a princípio. Comecei depois a notar na universidade um pequeno grupo de pessoas: oito alunos e dois professores, em cuja vida havia algo diferente. Eles pareciam saber a razão da sua fé. Gosto de conviver com pessoas assim. Não me importa quando não concordam comigo. Alguns de meus amigos mais íntimos contestam algumas de minhas crenças, mas eu admiro o homem ou mulher de convicção. (Não conheço muitos, mas os admiro quando tenho oportunidade de encontrar-me com eles.) Esse o motivo que me faz sentir mais à vontade com alguns líderes radicais do que com muitos cristãos. Alguns dos cristãos que encontro são tão vacilantes que fico me perguntando se talvez 50% deles não estão apenas fingindo ser cristãos. Mas as pessoas naquele pequeno grupo pareciam saber para onde iam. Isso é incomum entre alunos universitários.

Os indivíduos que comecei a notar não falavam apenas sobre o amor. Eles se envolviam nele. Pareciam estar sempre acima das circunstâncias da vida na escola. Todos os demais, no entanto, davam a impressão de estar carregando um fardo. Uma coisa importante que me chamou a atenção foi que eles pareciam possuir uma felicidade, um estado de mente, que não dependia das circunstâncias. Pareciam ter uma fonte interior permanente de alegria. Eram desgostosamente felizes. Possuíam algo que eu não possuía.

Como quase todo estudante, quando alguém tinha uma coisa que eu não tinha, logo queria também outra igual. É por isso que as bicicletas precisam ficar presas com cadeado nas universidades. Se a educação fosse realmente a resposta, a universidade seria provavelmente a sociedade mais elevada num sentido moral. Mas isso não acontece. Decidi então fazer amizade com aquelas pessoas que me intrigavam.



Duas semanas após essa decisão, estávamos todos sentados ao redor de uma mesa no centro estudantil, seis alunos e dois professores. A conversa começou a girar em torno de Deus. Quando você é inseguro e a conversa toma esse rumo, você no geral coloca uma fachada. Todo campus ou comunidade tem um "tagarela", alguém que diz, "Ah! Cristianismo, ha, ha! Isso é para os coitados e não para os intelectuais". (No geral, quanto maior a falação tanto maior o vazio.)

Eles já estavam me aborrecendo e olhei então finalmente para uma das estudantes, uma moça bonita (eu costumava pensar que todas as cristãs eram feias); inclinando-me para trás em minha cadeira, por que não queria que os outros pensassem que eu estava interessado, indaguei dela: "Diga-me, o que mudou a vida de vocês? Por que elas são tão diferentes das dos outros estudante, dos líderes do campus, dos professores? Por que?"

Aquela jovem deve ter tido muita convicção. Ela me olhou diretamente nos olhos, sem sorrir, e disse duas palavras que jamais julguei que ouviria como parte de urna solução na universidade.

Ela disse, "Jesus Cristo". Eu respondi, "Oh, por favor, não comece com esse lixo. Estou farto de religião; farto da igreja; farto da Bíblia. Não me fale desse lixo de religião". Ela retrucou de imediato, "Moço, eu não disse religião, eu disse Jesus Cristo". Ela salientou algo que eu jamais soubera antes, o cristianismo não é uma religião. Religião é o homem tentando abrir caminho até Deus através de boas obras. O cristianismo é Deus se aproximando dos homens e mulheres através de Jesus Cristo, oferecendo a eles uma relação com a sua Pessoa.



Existem provavelmente nas universidades mais gente com idéias erradas sobre o cristianismo do que em qualquer outro lugar do mundo. Encontrei recentemente um auxiliar de professor que comentou num seminário de estudos que "toda pessoa que entra numa igreja se torna cristã". Eu repliquei, "Entrar numa garage transforma você num carro?" Não existe correlação. O cristão é alguém que coloca sua fé em Cristo.

Meus novos amigos me desafiaram a examinar intelectualmente as alegações de que Jesus Cristo é o Filho de Deus; que ao tomar forma humana Ele viveu verdadeiramente entre homens e mulheres e morreu na cruz pelos pecados da humanidade, que Ele foi sepultado e ressuscitou três dias mais tarde e que tinha poder para transformar a vida de uma pessoa no século XX.

Eu julgava tudo isso uma farsa. De fato, na minha opinião a maioria dos cristãos não passava de idiotas ambulantes. Já conhecera alguns deles. Eu costumava esperar que um crente dissesse alguma coisa na sala de aula para poder arrasá-lo por completo e dar golpes de morte no professor inseguro. Imaginava que se um cristão tivesse uma célula no cérebro ela morreria de solidão. Eu não sabia realmente nada.



Aquelas pessoas, porém, continuaram me desafiando. Eu aceitei finalmente o desafio. Mas fiz isso por orgulho, para poder refutá-las. Eu não sabia que existiam fatos. Não sabia que havia evidência passível de avaliação.

Acabei chegando à conclusão de que Jesus Cristo deve ter sido quem Ele dizia ser. Em meus dois primeiros livros, meu objetivo era combater o cristianismo. Quando não pude fazer isso, tornei-me cristão. Faz agora 13 anos que venho documentando a razão de crer que a fé em Jesus Cristo é intelectualmente possível.

Naquela ocasião, porém, eu tinha um grande problema. Minha mente dizia que tudo isso era verdade, mas minha vontade me puxava em outra direção. Descobri que tornar-se cristão era anular o ego. Jesus Cristo fez um desafio direto à minha vontade para confiar nele. Permita uma paráfrase. "Olhe! Tenho estado à sua porta e batido constantemente. Se alguém ouvir meu chamado e abrir a porta, eu entrarei" (Apocalipse 3.20). Eu não me importava se Ele andara na água ou transformara a água em vinho. Eu não queria um desmancha-prazeres por perto. Não podia pensar num meio mais rápido de estragar uma diversão. Ali estava eu então: minha mente me dizia que o cristianismo era verdadeiro e a minha vontade se opunha.

Toda vez que me aproximava daqueles cristãos entusiastas, o conflito surgia de novo. Se você já ficou perto de pessoas felizes quando se sente horrível, compreende como isso é perturbador. Elas eram tão alegres e eu tão infeliz, que literalmente me levantava e fugia correndo do centro estudantil. Cheguei ao ponto de ir para a cama às 10 da noite sem conseguir dormir até as 4 da manhã. Sabia que tinha de tirar tudo aquilo da cabeça antes de perder a cabeça! Eu sempre tive a mente aberta, mas não tão aberta a ponto de perder os miolos.

Mas como a minha mente era mesmo aberta, no dia 19 de dezembro de 1959, à 8:30 da noite, durante meu segundo ano de universidade, me tornei cristão.



Alguém me perguntou, "Como sabe disso?" Respondi: "Olhe, eu estava lá. Isso mudou minha vida". Naquela noite orei. Orei quatro coisas, a fim de estabelecer uma relação com o Cristo ressurreto e vivo, que desde então transformou minha vida.

Primeiro, eu disse, "Senhor Jesus, agradeço por ter morrido na cruz por mim". Segundo, eu disse, "Confesso aquelas coisas em minha vida que não agradam ao Senhor e peço que me perdoe e purifique". (A Bíblia diz, "Ainda que os vossos pecados são como a escarlate, eles se tornarão brancos como a neve" [11.18]). Terceiro, eu disse, "Neste momento, da melhor forma que sei, abro a porta do meu coração e da minha vida e confio no Senhor como meu Salvador e Senhor. Tome o controle de minha vida. Me transforme inteiramente. Torne-me o tipo de pessoa que me criou para ser". A última coisa que orei foi, "Obrigado por entrar em minha vida pela fé". Não era uma fé baseada na ignorância, mas na evidência e no fatos da história e da Palavra de Deus.



Estou certo de que você já ouviu várias pessoas religiosas contando a respeito do "relâmpago" que caiu sobre elas. Comigo, no entanto, depois que orei não aconteceu nada. Quero dizer, nada mesmo. E eu ainda continuo sem asas. De fato, depois que tomei essa decisão, me senti pior. Tive enjôos, pensando que fosse vomitar. Me sentia doente por dentro. "Oh! Veja no que você foi se meter! "eu ficava pensando. Na verdade me parecia que perdera a cabeça (e tenho certeza que muitos tinham a mesma opinião!)

Posso dizer-lhe uma coisa: depois de um período de seis meses a um ano descobri que não enlouquecera. Minha vida estava mudada. Eu comecei a discutir com o chefe do departamento de história numa universidade do Meio-Oeste e contei-lhe que minha vida fora transformada. Ele me interrompeu com as palavras, "McDowell, você está tentando afirmar que Deus mudou realmente sua vida no século XX? Em que áreas?" Depois de 45 minutos ele disse, "Está bem, isso basta".

Um dos problemas de que falei foi a minha inquietação. Eu precisava estar sempre ocupado. Tinha de ir para a casa da namorada ou conversar com alguém. Eu atravessava o campus e minha mente girava como um remoinho de conflitos. Eu me sentava, tentando estudar ou pensar e não conseguia. Mas, alguns meses depois de ter aceito Cristo, uma espécie de paz mental surgiu. Não me entenda mal. Não estou falando da ausência de conflito. O que descobri foi que a relação com Jesus não era tanto a ausência de problemas, mas a capacidade de enfrentá-los. Não trocaria isso por nada deste mundo.

Outro ponto em que comecei a mudar foi o meu mau gênio. Eu costumava explodir só de alguém me olhar esquisito. Conservo ainda as cicatrizes por ter quase morto um homem em meu primeiro ano de universidade. Meu gênio era uma parte tão integrante da minha personalidade que não tentei mudá-lo conscientemente. Cheguei certa vez a uma crise em que normalmente perderia o controle, mas descobri que minha raiva desaparecera! Em 20 anos só perdi a calma numa ocasião — e quando explodi, dessa vez passei seis anos me arrependendo!

Há um outro aspecto do qual não me orgulho. Quero, porém, mencioná-lo porque existem inúmeras pessoas que necessitam a mesma mudança em suas vidas, e eu encontrei a fonte da mudança: uma comunhão com o Cristo vivo, ressurreto. Esse problema é o ódio. Minha vida estava cheia de ódio. Não se tratava de uma coisa aparente, mas ele me corroía por dentro. Eu me aborrecia com as pessoas, com coisas, com detalhes. Como muitos outros, eu era inseguro. Toda vez que encontrava alguém diferente de mim, esse indivíduo constituía uma ameaça.

Eu odiava no entanto um homem mais do que qualquer outra pessoa no mundo. Meu pai. Odiava tudo nele. Ele era para mim o bêbado da cidade. Se você mora numa cidade pequena e um de seus pais é alcoólatra, já sabe do que estou falando. Todos sabem. Meus amigos chegavam na escola e faziam piadas sobre meu pai estar bebendo nos bares do centro. Eles não achavam que isso pudesse magoar-me. Eu fazia o que todos fazem, ria por fora e chorava interiormente. Eu ia para o celeiro e via minha mãe caída no estéreo, sem poder levantar-se, por ter apanhado muito. Quando amigos nos visitavam, eu levava meu pai e o amarrava no estábulo, estacionando o carro num lugar escondido. Dizíamos aos amigos que ele tivera de sair. Acho que ninguém poderia odiar uma pessoa como eu odiava meu pai.

Depois de ter tomado minha decisão por Cristo, talvez cinco meses mais tarde, um amor vindo de Deus através de Jesus Cristo, entrou em minha vida e era tão forte que desalojou o ódio, mudando-o completamente. Eu consegui olhar meu pai de frente e dizer, "Pai, amo você" E era verdade. Depois de algumas das coisas que eu tinha feito, isso o abalou.

Quando me transferi para uma universidade particular sofri um acidente grave de carro. Com o pescoço num aparelho de tração, fui levado para casa. Jamai esquecerei quando meu pai entrou em meu quarto e perguntou, "Filho, como pode amar um pai como eu?" Respondi, "Pai, há seis meses eu desprezava você". Depois contei a ele minhas conclusões sobre Jesus Cristo: "Pai, deixei que Cristo entrasse em minha vida. Não posso explicar muito bem, mas como resultado desse relacionamento descobri a capacidade de amar e aceitar não só você, mas também outras pessoas como elas são".

Quarenta e cinco minutos mais tarde uma das maiores emoções da minha vida ocorreu. Alguém de minha própria família, alguém que me conhecia tão bem que eu não podia enganar de jeito algum, me disse, "Filho, se Deus pode fazer na minha vida o que eu vi que Ele fez na sua, então quero dar-lhe essa oportunidade". Bem ali, na minha frente, meu pai orou comigo e confiou em Cristo.



As mudanças geralmente ocorrem num período de vários dias, semana ou meses, até mesmo um ano. Minha vida se transformou em cerca de seis meses a um ano e meio. A vida de meu pai mudou diante de meus olhos. Era como se alguém tivesse estendido a mão e ascendesse uma lâmpada. Jamais vi uma transformação tão rápida antes ou depois. Meu pai só tocou em bebida uma vez novamente. Ele a levou aos lábios e foi só. Cheguei a uma conclusão: a relação com Jesus Cristo muda vidas.

Você pode rir do cristianismo, pode zombar dele e ridicularizá-lo, mas ele funciona. Ele transforma vidas. Se você vier a confiar em Cristo, comece observando seu próprio comportamento e ações, porque Jesus está ocupado em mudar vidas.

O cristianismo não é, porém, algo que você empurra garganta abaixo da pessoa ou força sobre alguém. Você tem de viver sua vida e eu a minha. Tudo o que posso fazer é contar-lhe o que aprendi. Depois disso, a decisisão é sua.

Talvez a oração que fiz ajude você: "Senhor Jesus, preciso do Senhor. Dou graça por ter morrido na cruz por mim. Perdoe-me e purifique-me. Neste justo momento creio que é Salvador e Senhor. Torne-me o tipo de pessoa que me criou para ser. Em nome de Cristo. Amém".

(Extraído do livro de Josh McDowell (More Than a Carpenter). Mais Que um Carpinteiro Wheaton: Thyndale House Publishers, Inc., 1977. Usado com permissão.)

EVIDÊNCIA QUE EXIGE UM VEREDITO
FONTES HISTÓRICAS ADICIONAIS PARA ESTUDO DO CRISTIANISMO

A seguir são apresentadas outras fontes seculares que fazem menção de Cristo e do cristianismo:

(1) JOSEFO.Antigüidades, Livro 18, capítulo 5, parágrafo 2. Esta é uma



referência interessante a João Batista e a sua execução em Maque-ro, por ordem de Herodes Antipas.

(2) TRAJANO, Imperador romano. (In: PLÍNIO o Jovem. Epístolas 10:

97). Esta é uma carta escrita pelo imperador a Plínio, dizendo-lhe para não punir aqueles cristãos que eram forçados pelos romanos a abandonar as suas crenças. Diz a Plínio que as autoridades romanas não devem aceitar informações anônimas a respeito dos cristãos.

(3) MACRÓBIO. Saturnália, livro 2, capítulo 4. Pascal (Pensamento

753) menciona essa citação de Augusto César como uma confirmação de matança das criancinhas em Belém.

(4) ADRIANO, Imperador romano. (JUSTINO Mártir. A Primeira Apolo-



gia, capítulos 68, 69). Justino cita a carta de Adriano a Minúcio Fundano, procônsul da Ásia Menor. A carta trata de acusações dos pagãos contra os cristãos.

(5) Antonino Pio, Imperador romano. (JUSTINO Mártir. A Primeira



Apologia, capítulo 70). Justino, ou um de seus discípulos, cita a carta de Antonino à Assembléia Geral da Ásia Menor. Basicamente a carta diz que as autoridades da Ásia Menor estavam ficando preocupadas com os cristãos da província e que não haveria mudanças no método de Antonino lidar com os cristãos dali.

(6) MARCO AURÉLIO, Imperador romano (JUSTINO Mártir. A Pri-

meira Apologia, capítulo 71). Essa carta enviada pelo imperador ao Senado romano foi acrescida ao manuscrito de Justino por um de seus discípulos. O imperador descreve o desempenho em combate por parte de soldados cristãos do exército romano.

(7) JUVENAL. Sátiras, 1, linhas 147-157. Juvenal faz uma menção velada

da tortura de cristãos em Roma, por parte de Nero.



(8) SÊNECA, Epístolas Morais, Epístola 14, "Das Razões para Retirar-se

do Mundo", parágrafo 2. À semelhança de Juvenal, Sêneca descreve as crueldades com que Nero tratou os cristãos.

(9) HIERÓCLES (EUSÉBIO. O Tratado de Eusébio, capítulo 2) Essa citação feita por Eusébio preserva parte do texto do livro perdido de Hierócles, Philaletes, ou Amante da Verdade. No trecho citado Hierócles condena Pedro e Paulo como sendo feiticeiros.

Ao estudar Cristo como uma personagem da história, uma das mais importantes coleções de material é um livro publicado em 1923, em Cambridge, por C. R. Haines, com o título de Heathen Contact with Christianity During Its First Century and a Half (Contato de Pagãos com o Cristianismo Durante os Seus Primeiros Cento e Cinqüenta Anos). O livro tem como subtítulo "Being Ali References to Christianity Recorded in Pagan Writings During that Period" (Todas as Referências ao Cristianismo Registradas em Escritos Pagãos Durante Esse Período).

INFORMAÇÕES SOBRE AUTORES CITADOS

Albright, W. F. Doutor em Filosofia, Doutor em Letras, ocupou a cadeira W. W. Spence de Línguas Semíticas, no Seminário Oriental, do qual também foi professor. Esse seminário pertence à Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, na qual Albright foi professor de 1929 a 1958. Foi presidente da International Organization of Old Testa-ment Scholars (Organização Internacional de Estudiosos do Antigo Testamento), diretor da American School of Oriental Research (Escola Norte- Americana de Pesquisa Oriental), localizada em Jerusalém, e liderou inúmeras expedições arqueológicas no Oriente Médio. Escreveu mais de 800 livros e artigos sobre temas arqueológicos, bíblicos e orientais. Em 1933 ele se descreveu como uma pessoa "nem conservadora nem radical no sentido comum dessas palavras" {Bulletin of the American Schools of Oriental Research (Boletim das Escolas Norte-Americanas de Pesquisa Oriental), (51): 5,6, set. 1933).

Anderson, J. N. D. Oficial da Ordem do Império Britânico, Doutor em Letras, membro da Academia Britânica, tem, durante muitos anos, dado aulas sobre Direito Islâmico. É professor de Direito Oriental e diretor do Instituto of Advanced Legal Studies (Instituto de Estudos Legais Avançados) da Universidade de Londres.

Archer Jr, Gleason L. É diretor da Divisão de Antigo Testamento na Tri-nity Evangelical Divinity School (Escola Teológica Evangélica Trindade), localizada em Deerfield, ülionois, Estados Unidos. Bacharelou-se em Ciências Humanas pela Universidade de Harvard, onde também fez mestrado em Ciências Humanas e Doutorado em Filosofia. É ainda formado em Direito pela Escola de Direito da Universidade Suffolk, localizada em Boston, e em Teologia pelo Princeton Seminary (Seminário Princeton).

Bruce, Alexander Balmain (1831-1899). Doutor em Teologia, lecionou Teologia (Apologética e Exegese do Novo Testamento) na Free Church College (Faculdade da Igreja Livre), em Glasgow, Escócia, atual Trinity College (Faculdade Trindade).

Bruce, F. F.Mestre em Ciências Humanas, Doutor em Teologia, foi professor da cadeira Rylands de Crítica Bíblica e Exegese na Universidade de Manchester (Inglaterra).

Delitzsch, Franz Julius (1813-1890), estudou na Universidade de Leipzig, na Alemanha, tendo sido professor em Rostock em 1846, e em Erlan-genem 1850.

Earle, Ralph. É chefe do Departamento de Novo Testamento do Nazarene Theological Seminary (Seminário Teológico Nazareno), em Kansas City, Estados Unidos.

Edersheim, Alfred (1825-1889). Estudou na Universidade de Viena, Áustria. Foi professor de idiomas em Pest, na Hungria. Foi professor da cadeira Warbutonian no Lincoln's Inn (que é uma espécie de Ordem dos Advogados da Grã-Bretanha, localizado em Oxford). E foi professor da cadeira Grinfield de Septuaginta.

Free, Joseph P. Doutor em Filosofia, é professor de Arqueologia e de História na Bemidji State College (Faculdade Estadual de Bemidji). Anteriormente foi diretor de Estudos Arqueológicos na Wheaton College (Faculdade Wheaton).

Geisler, Norman L. Formou-se em Filosofia pela Wheaton College (Faculdade Wheaton) e fez mestrado em Teologia na Wheaton Graduate School (Escola de Pós-Graduação Wheaton). Também estudou na Detroit Bible College (Faculdade Bíblica de Detroit), onde obteve o título de Bacharel em Teologia. Atualmente Geisler é professor assistente de Bíblia e Filosofia na Trinity College (Faculdade Trindade), em Deerfield, estado de Illinois, Estados Unidos.

Green, Cônego E.M. B.É diretor da St. John's College (Faculdade de São João), em Nottingham na Inglaterra. Deu aulas de Literatura Clássica na Exeter College (Faculdade Exeter), em Oxford, e de Teologia na Queen's College (Faculdade da Rainha), em Cambridge.

Greenlee, J. Harold. É professor de Grego Neo-testamentário na Oral Roberts University (Universidade Oral Roberts), nos Estados Unidos.



Hengstenberg, Ernst Wilhelm (1802-1869). Aos dezessete anos de idade qualificou-se para entrar na Universidade de Berlim, Alemanha. Lá ele recebeu uma base tão boa em línguas e filosofias orientais que, com apenas vinte e um anos, foi capaz de preparar uma edição de uma obra árabe em alemão.

Hort, Fenton John Antony (1828-1892). Estudou em Rugby (escola Rugby) e na Trinity College (Faculdade Trindade), em Cambridge. Em 1857 tornou-se pastor da igreja de Santo Hipólito, próxima a Cambridge. A Universidade de Cambridge freqüentemente o convidava a servir como examinador, conferencista e professor. Durante seis anos deu aulas sobre temas vinculados ao Novo Testamento e à Patrís-tica na Emmanuel College (Faculdade Emanuel) em Cambridge. Em 1878 foi nomeado professor de Teologia da cadeira Hulsean.



Kenyon, Sir Frederic George. Foi um estudioso e administrador britânico. Foi depositário-assistente de manuscritos do Museu Britânico (1898-1909). Tornou-se então diretor do museu, cargo que ocupou até 1930. Publicou numerosas obras, inclusive: The Palaeography of Greek Papyri (A Paleografia dos Papiros Gregos), Our Bible and Ancient Manuscripts (Nossa Bíblia e os Manuscritos Antigos), Hand-book to the Textual Criticism of the New Testament (Manual da Crítica Textual do Novo Testamento) e The Bible and Archaeology (A Bíblia e a Arqueologia).

Kevan, Ernest F. É diretor da London Bible College (Faculdade Bíblica de Londres), na Inglaterra. É bacharel em Divindades e Mestre em Teologia pela Universidade de Londres.

Lewis, C. S. Foi, até falecer em 1963, professor de Literatura Medieval e Renascentista, na Universidade de Cambridge, na Inglaterra.



Little, Paul. Foi diretor de evangelização da Inter-Varsity Christian Fellow-ship (Comunidade Cristã Universitária, entidade filiada à Comunidade Internacional de Estudantes Evangélicos, a qual também é filiada a Aliança Bíblica Universitária do Brasil). Teve oportunidade de falar em mais de 180 faculdades e universidades por todos os Estados Unidos e em 29 países da Europa e da América Latina. Periodicamente Paul Little desempenhou funções de professor assistente de Evange-lismo na Trinity Evangelical Divinity School (Escola Teológica Evangélica Trindade), em Deerfield, estado de Illinois, Estados Unidos.

Metzger, Bruce M.É professor de Língua e Literatura do Novo Testamento no Princeton Theological Seminary (Seminário Teológico Prince-ton).

Montgomery, John Warwick. Foi porfessor e diretor da Divisão de História Eclesiástica e História do Pensamento Cristão, bem como Diretor da Biblioteca da Trinity Evangelical Divinity School (Escola Teológica Evangélica Trindade). Atualmente leciona várias matérias na Melody-land School of Theology (Escola de Teolagia Melodyland), em Anaheim, estado da Califórnia, Estados Unidos.

Morris, Henry M. Estudou na Universidade de Minnesota (onde obteve os títulos de Mestre em Ciências e Doutor em Filosofia) e na Universidade Rice (onde obteve o título de Bacharel em Ciências). Foi professor de Engenharia Hidráulica e Chefe do Departamento de Engenharia Civil do Virgínia Polytechnic Institute (Instituto Politécnico de Virgínia). No momento é Diretor do Christian Research Science Center (Centro Cristão de Ciências e Pesquisa) e Vice-Presidente Acadêmico da Christian Heritage College (Faculdade Herança Cristã), em San Diego, estado da Califórnia, Estados Unidos.

Nix, William. Ensinou na Detroit Bible College (Faculdade Bíblica de Detroit), LeTourneau College (Faculdade LeTourneau), Kilgore College (Faculdade Kilgore) e Trinity College (Faculdade Trindade). É doutor em Filosofia pela Universidade de Oklahoma.

Ramm, Bernard. É atualmente professor de Teologia no Eastern Baptist Theological Seminary (Seminário Teológico Batista do Leste). É Doutor em Filosofia pela Universidade do Sul da Califórnia e escreveu livros como Protestant Christian Evidences (Provas Cristãs Protestantes), The Christian View of Science and Scripture (O Ponto-de-Vista Cristão sobre a Ciência e a Bíblia) e Protestant Biblical Interpretation (A Interpretação Protestante da Bíblia).

Ramsey, Sir William. Foi um arqueólogo britânico. Foi professor de Arqueologia Clássica em Oxford (1885-1886) e de Língua e Literatura Latina na Universidade de Aberdeen (1886- 1911). Fez descobertas de geografia e topografia na Ásia Menor, como também de sua história antiga. Escreveu The Historical Geography of Ásia Minor (A Geografia Histórica da Ásia Menor), The Chies of St. Paul (As Cidades de São Paulo) e The Letters to the Seven Churches in Ásia (As Cartas às Sete Igrejas da Ásia).

Smith, Wilbur. Doutor em divindade, foi professor de Bíblia Inglesa no Fuller Theological Seminary (Seminário Teológico Fuller) e na Trinity Evangelical Divinity School (Escola Teológica Evangélica Trindade). Suas obras incluem: The Supematuralness of Jesus (A Sobrenatu-ralidade de Jesus) e Therefore Stand: Christian Apologetics (Permanecei, Pois, Firmes: Apologética Cristã).

Sparrow-Simpson, W. J. Foi capelão do Hospital de Santa Maria, em Ilford, na Inglaterra, sendo pessoa muito respeitada na Grã- Bretanha. Foi um dos colaboradores da Biblioteca de Teologia Prática da Universidade de Oxford.

Stauffer, Ethelbert. Estudou e foi professor em algumas universidades alemãs. Foi professor assistente nas Universidades de Halle e de Bonn, e foi professor de Estudos Néo-Testamentários e de Numismática Antiga na Universidade de Erlangen. Também escreveu seis livros sobre Cristo e sobre a Teologia Cristã.



Stoner, Peter W. Mestre em Ciências, foi diretor do Departamento de Matemática e Astronomia em Pasadena City College (Faculdade da Cidade de Pesadena) até 1953, diretor do Departamento de Ciências da Westmont College (Faculdade Westmont) entre 1953 e 1957, sendo atualmente professor emérito de Ciências, da Westmont Colle-

Stott, John R. W.É pastor da Ali Souls Church (Igreja de Todas as Almas), em Londres, Inglaterra, autor de vários livros e comentários bíblicos.

Tenney, Merrill C. É deão da Wheaton Graduate School (Escola de Pós-Graduação Wheaton) e professor de Filosofia e Bíblia no Wheaton College (Faculdade Wheaton), em Wheaton, estado de Illinois, Estados Unidos. É doutor em Filosofia pela Universidade de Harvard.

Unger, Merrill F. Tem o Bacharelado em Ciências Humanas e o Doutorado em Filosofia pela Universidade Johns Hopkins, e o Mestrado em Teologia e em Divindade pelo Dallas Theological Seminary (Seminário Teológico de Dallas). Leciona no Dallas Theological Seminary.

Vos, Howard F. Recebeu sua educação na Wheaton College (Faculdade Wheaton; Bacharel em Ciências Humanas), Dallas Theological Seminary (Seminário Teológico de Dallas; Mestre em Teologia e em Divindade), Northwestern University (Universidade do Noroeste; Mestrado em Ciências Humanas, Doutorado em Filosofia), Universidade Metodista do Sul e Instituto Oriental da Universidade de Chicago. Leciona História na Trinity College (Faculdade Trindade), em Deerfield, estado de Illinois, Estados Unidos.

Warfield, Benjamin. Deu aulas de Língua e Literatura do Novo Testamento no Western Theological Seminary (Seminário Teológico do Oeste), em Pittsburgh. Recebeu em 1892 o título de Doutor em Direito de duas escolas, a College of New Jersey (Faculdade de Nova Jer-sey) e a Davidson College (Faculdade Davidson), em 1911 o título de Doutor em Letras da Lafayette College (Faculdade Lafayette), e em 1913 o título de Doutor em Teologia Sacra da Universidade de Utrecht. Em 1886 foi chamado para suceder a Archibald Alexander Hodge como professor de Teologia Sistemática no Princeton Theological Seminary (Seminário Teológico Princeton), posição que ocupou com grande distinção até seu falecimento, em 1921.



Westcott, Brooke Foss (1825-1901). Estudou na King Edward VI's School (Escola do Rei Eduardo VI), em Birmingham, Inglaterra, e na Trinity College (Faculdade Trindade), em Cambridge, tendo-se formado com distinção.

Wiseman, Donald J. Desde 1948 serve como depositário-assistente do Departamento de Relíquias Egípcias e Assírias (atualmente denominado Departamento de Relíquias da Ásia Ocidental) do Museu Britânico. Estudou na King's College (Faculdade do Rei), em Londres, e na Wadham College (Faculdade Wadham), em Oxford. Tem feito escavações em Ninrode, Iraque, e em Harã, sul da Turquia, e tem participado de equipes de pesquisa arqueológica em outros países do Oriente Próximo. É professor de Assiriologia na Universidade de Londres.

Young, E. J. É formado pela Universidade Stanford. Recebeu o título de Doutor em Filosofia na área de Ensino do Hebraico e Línguas Cogna-tas, da Dropsie College (Faculdade Dropsie), na Filadélfia, Estados Unidos. Passou dois anos na Palestina, Egito, Itália e Espanha estudando línguas antigas, e estudou na Universidae de Leipzig enquanto esteve na Alemanha. Desde 1936 tem atuado como professor de Antigo Testamento no Westminster Seminary (Seminário Westmins-ter), localizado na Filadélfia.



PÁGINA 1: APRESENTANDO O LIVRINHO
Quando você tirar o livrinho das Quatro Leis Espirituais do bolso ou da bolsa, você pode usar uma destas declarações que já se comprovaram eficientes para introduzir o livrinho na conversação:

1. "Você já ouviu falar das Quatro Leis Espirituais? (Então, começando na página 2) Exatamente como há leis físicas que governam..."

2. "Eu gostaria de ouvir a sua opinião sobre um livrinho especial. O conteúdo dele mudou a minha vida. Chama-se as Quatro Leis Espirituais, e mostra que exatamente como há leis físicas que governam..."

3. Sabe de uma coisa? Eu descobri um livrinho que explica claramente como podemos ter um relacionamento pessoal com Deus (ou, que explica claramente qualquer outro assunto que vocês estejam comentando). Chama-se Quatro Leis Espirituais, e diz que exatamente como há leis físicas que governam..."



4. Se você pensa que a pessoa é cristã mas não tem certeza, você pode dizer: "Há algum tempo descobri como expressar minha fé de maneira que realmente faz sentido, e gostaria de partilhar isso com você. Já ouviu falar das Quatro Leis Espirituais?"






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