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Lição 11 O segundo encontro Pag.



Estimados irmãos o texto do estudo adicional apenas está disponível em inglês. Foi feita uma tradução, sem certificação, para poder ajudar na compreensão da lição. No final desta tradução está o original em inglês para quem tenha facilidade em compreender a língua inglesa.

The Signs of Times, 29 de Janeiro de 1880.
Capítulo 16

José no Egipto (continuação)
A seca continuou nos campos de Canaã, e, com o correr do tempo, o suprimento de trigo que fora trazido do Egipto estava quase esgotado. Os filhos de Jacob bem sabiam que seria inútil, e mesmo perigoso, apresentarem-se eles, sem Benjamim, perante o primeiro-ministro do Egipto; também sabiam quão desesperado seria qualquer esforço para mudar a resolução de seu pai, e aguardavam o desenlace em silêncio. O ancião viu os rostos de todos no acampamento ficarem pálidos e magros de fome; ele ouvia o choro das crianças por pão: e finalmente disse: “Tornai, comprai-nos um pouco de alimento”. Génesis 43:2.

Judá respondeu: “Fortemente nos protestou aquele varão, dizendo: Não vereis a minha face, se o vosso irmão não vier convosco. Se enviares connosco o nosso irmão, desceremos, e te compraremos alimento; mas se não enviares, não desceremos; porquanto aquele varão nos disse: Não vereis a minha face se o vosso irmão não vier convosco”. Génesis 43:3-5. Vendo que a resolução de seu pai começava a vacilar, acrescentou: “Envia o mancebo comigo, e levantar-nos-emos, e iremos para que vivamos, e não morramos, nem nós, nem tu, nem os nossos filhos” (Génesis 43:8); e se ofereceu como fiador por seu irmão, e para assumir a culpa para sempre se deixasse de restituir Benjamim a seu pai.

Jacob não mais podia recusar o seu consentimento, e determinou a seus filhos que se preparassem para a viagem. Ordenou-lhes também que levassem ao governador um presente das coisas que o país devastado pela fome, oferecia: “um pouco de bálsamo, e um pouco de mel, especiarias, mirra, terebinto, e amêndoas”, bem como uma dobrada porção de dinheiro. “Tomai também a vosso irmão, e levantai-vos”, disse ele, “e voltai àquele varão.”

Quando seus filhos estavam prestes a deixá-lo, partindo em jornada incerta, o velho pai se levanta e, de pé no meio deles, levanta as mãos ao Céu e roga ao Senhor que vá com eles, e pronuncia sobre os filhos graciosa bênção. 'E Deus Todo-poderoso vos dê misericórdia diante do varão, para que deixe vir convosco vosso outro irmão, e Benjamim; e eu, se for desfilhado, desfilhado ficarei.’ (Génesis 43:14).”

De novo viajaram ao Egipto, e apresentaram-se perante José. Caindo seu olhar sobre Benjamim, o filho de sua própria mãe, ficou ele profundamente comovido. Ocultou, entretanto, a sua emoção, mas ordenou que fossem levados para sua casa, e que se fizessem preparativos para comerem com ele. Sendo conduzidos ao palácio do governador, os irmãos estavam grandemente alarmados, receando ser chamados a dar contas do dinheiro encontrado nos sacos. Pensavam que tivesse sido propositalmente colocado ali, para dar motivo de os fazer escravos. Em sua aflição consultaram o mordomo da casa, relatando-lhe as circunstâncias de sua visita ao Egipto; e em prova de sua inocência o informaram de que haviam novamente trazido o dinheiro encontrado nos sacos, como também mais dinheiro para comprar alimento; e acrescentaram: “Não sabemos quem tenha posto o nosso dinheiro nos nossos sacos”. Génesis 43:22.

O homem respondeu: “Paz seja convosco, não temais; o vosso Deus, e o Deus de vosso pai, vos tem dado um tesouro nos vossos sacos; o vosso dinheiro me chegou a mim”. Génesis 43:23. Estas palavras aliviaram a sua ansiedade; e, quando Simeão, que fora liberto da prisão, se uniu com eles, entenderam que na verdade Deus lhes era misericordioso, como seu pai tinha suplicado que fosse.

Quando o governador voltou para casa, os irmãos deram-lhe os presentes, fazendo perante ele a habitual vénia. De novo seus sonhos lhe vieram à mente. Havia um que incluía seu pai, e agora, depois das habituais saudações aos convidados, apressou-se a perguntar: “Vosso pai, o velho de quem falastes, está bem, ainda vive?” “Bem está o teu servo, nosso pai vive ainda”, foi a resposta, enquanto de novo se inclinaram. Então seu olhar repousou em Benjamim, filho da mesma mãe que ele, e como para ter certeza perguntou, “Este é o vosso irmão mais novo de quem me falastes?” “Deus te abençoe, meu filho”; mas, dominado pelos sentimentos de ternura, nada mais pôde dizer sem trair as suas emoções. Ele retirou-se apressadamente para a sua câmara privada, e encontrou alívio nas lágrimas.

Tendo recuperado o domínio de si, e eliminado qualquer vestígio de lágrimas, voltou, e ordenou que o banquete fosse preparado. Entre os Egípcios, as castas eram muito estritas, e aos egípcios era vedado comer com o povo de qualquer outra nação. Mesas separadas foram preparadas para os egípcios, outra para os irmãos de José e ainda outra para o governador do reino. Quando todos estavam sentados, os irmãos ficaram surpresos por verem que estavam dispostos na ordem exacta, o mais velho primeiro e o mais novo no fim, como era costume quando as suas idades eram conhecidas. José enviou uma porção de alimento a cada um, a Benjamim enviou cinco vezes mais comida do que para os outros. Fez isso não só para mostrar sua especial consideração pelo irmão Benjamim, mas para testar os outros irmãos, vendo se eles nutriam por Benjamim a mesma inveja que tinham tido para com ele. Supondo ainda que José não compreendia a sua língua, eles conversavam livremente uns com os outros na presença dele, assim teve ele boa oportunidade de conhecer seus verdadeiros sentimentos.

Ainda assim ele desejava mais uma prova. Não havia mais desculpa para os deter mais tempo, e de seguida ordenou ao seu mordomo, que o seu próprio copo de prata fosse escondido no saco do mais moço, e que os deixassem ir.

Alegremente partiram na jornada para casa. Simeão e Benjamim estavam com eles, seus sacos estavam carregados de trigo, e todos entendiam haver escapado em segurança dos perigos que pareciam cercá-los. Todavia, apenas tinham alcançado os arredores da cidade quando foram surpreendidos pelo mordomo do governador, que proferiu a incisiva pergunta: “Por que pagastes mal por bem? Não é esta a taça por que bebe meu senhor, e de que se serve para as advinhações? Fizestes mal no que fizestes”. Génesis 44:4, 5. Reis e governadores tinham uma taça da qual bebiam, a qual era considerada seguro detector de qualquer substância venenosa posta na bebida. À acusação do despenseiro responderam os viajantes: “Por que diz meu senhor tais palavras? Longe estejam teus servos de fazerem semelhante coisa. Eis que o dinheiro, que temos achado nas bocas dos nossos sacos, te tornamos a trazer desde a terra de Canaã; como pois furtaríamos da casa de teu senhor prata ou ouro? Aquele dos teus servos em quem for achado, morra; e ainda nós seremos escravos do meu senhor”. Génesis 44:7-9.

“Ora seja também conforme as vossas palavras”, disse o mordomo; “aquele em quem se achar será meu escravo, porém vós sereis desculpados”. Génesis 43:10.

Começou-se imediatamente a verificação. “Eles apressaram-se, e cada um pôs em terra o seu saco” (Génesis 44:11), e o mordomo examinou cada um, começando com o de Rúben, e fazendo-o por ordem, até o do mais moço. No saco de Benjamim foi encontrado o copo.

Todos ficaram grandemente surpresos ante essa descoberta; e, para expressar sua terrível angústia, eles rasgaram as vestes, como era costume quando se estava em grande aflição. Eles voltaram à cidade pesarosos e com medo. Pensavam que a mão de Deus estava contra eles pela iniquidade do passado. Os temores de seu pai, pensavam eles, iriam realizar-se completamente. Pela sua própria promessa, Benjamim estava condenado a uma vida de escravidão.

Acompanharam o mordomo até o palácio, e, encontrando ainda ali o primeiro-ministro, prostraram-se diante dele. “Que é isto que fizestes?” disse ele. “Não sabeis vós que um homem como eu pode, muito bem adivinhar?” Génesis 44:15. José fez esta pergunta para levar os seus irmãos a um reconhecimento da sua errada trajetória deles no passado, para que seus verdadeiros sentimentos podessem ser plenamente revelados. Nunca pretendera o poder de adivinhação, mas queria fazê-los crer que podia ler os secretos actos de suas vidas. Judá respondeu: “Que diremos a meu senhor? que falaremos? e como nos justificaremos? Achou Deus a iniquidade de teus servos; eis que somos escravos de meu senhor, tanto nós como aquele em cuja mão foi achado o copo”. Génesis 44:16. A resposta foi, não permita Deus que eu tal faça, mas “o varão em cuja mão o copo foi achado, aquele será meu servo; porém vós subi em paz para vosso pai”. Génesis 44:17.

Em sua profunda angústia Judá aproxima-se então do governador, e exclama: “Ai senhor meu, deixa, peço-te, o teu servo dizer uma palavra aos ouvidos de meu senhor, e não se acenda a tua ira contra o teu servo; porque tu és como Faraó.” Com palavras de tocante eloquência descreveu a dor de seu pai pela perda de José, e sua relutância em deixar Benjamim vir com eles ao Egipto, visto ser ele o único filho que restava de sua mãe Raquel, a quem Jacob amava tão ternamente. “Agora pois”, disse ele, “indo eu a teu servo meu pai, e o moço não indo connosco, como a sua alma está atada com a alma dele, acontecerá que, vendo ele que o moço ali não está, morrerá; e teus servos farão descer as cãs de teu servo, nosso pai, com tristeza, à sepultura. Porque teu servo se deu por fiador por este moço para com meu pai, dizendo: Se não to tornar, eu serei culpado a meu pai todos os dias. Agora, pois, fique teu servo em lugar deste moço por escravo de meu senhor, e que suba o moço com seus irmãos. Por que como subirei eu a meu pai, se o moço não for comigo? para que não veja eu o mal que sobrevirá a meu pai”. Génesis 44:18, 30-34.

José estava satisfeito. Vira em seus irmãos os frutos do verdadeiro arrependimento. Ouvindo o nobre oferecimento de Judá, deu ordens para que todos, excepto aqueles homens, se retirassem; então, chorando em voz alta, exclamou: “Eu sou José; vive ainda meu pai?” Génesis 45:3. Seus irmãos ficaram imóveis, mudos de temor e espanto. Era governador do Egipto seu irmão José, aquele irmão a quem invejavam e teriam morto, e que finalmente venderam como escravo! Todos os seus maus-tratos ao mesmo passaram diante deles. Lembraram-se como tinham desprezado seus sonhos, e agido para impedir o seu cumprimento. Haviam contudo desempenhado o seu papel no cumprimento desses sonhos; e, agora que estavam completamente em seu poder, vingar-se-ia ele indubitavelmente do mal que tinha sofrido. José vendo sua confusão, disse bondosamente: “Peço-vos, chegai-vos a mim”; e, aproximando-se eles, continuou: “Eu sou José, vosso irmão, a quem vendestes para o Egipto. Agora, pois, não vos entristeçais, nem vos pese aos vossos olhos por me haverdes vendido para cá; porque para conservação da vida, Deus me enviou diante da vossa face”. Génesis 45:4, 5. Entendendo que já haviam sofrido muito pela sua crueldade para com ele, procurou nobremente banir seus temores, e diminuir a amargura da exprobração a si mesmos. “Porque”, continuou ele, “já houve dois anos de fome no meio da terra, e ainda restam cinco anos em que não haverá lavoura nem sega. Pelo que Deus me enviou diante da vossa face, para conservar vossa sucessão na terra, e para guardar-vos em vida por um grande livramento. Assim não fostes vós que me enviastes para cá, senão Deus, que me tem posto por pai de Faraó, e por senhor de toda a sua casa, e como regente em toda a terra do Egipto. Apressai-vos, e subi a meu pai, e dizei-lhe: Assim tem dito o teu filho José: Deus me tem posto por senhor em toda a terra do Egipto; desce a mim, e não te demores; e habitarás na terra de Gosen, e estarás perto de mim, tu e os teus filhos, e os filhos dos teus filhos, e as tuas ovelhas, e as tuas vacas, e tudo o que tens. E ali te sustentarei, porque ainda haverá cinco anos de fome, para que não pereças de pobreza, tu e tua casa, e tudo o que tens. E eis que vossos olhos vêem, e os olhos de meu irmão Benjamim, que é minha boca que vos fala. “E lançou-se ao pescoço de Benjamim, seu irmão, e chorou; e Benjamim chorou também ao seu pescoço. E beijou a todos os seus irmãos, e chorou sobre eles; e depois seus irmãos falaram com ele”. Génesis 45:6-15.

Confessaram humildemente seu pecado, e rogaram perdão. Haviam muito tempo sofrido de ansiedade e remorso, e agora regozijavam-se de que ele ainda estivesse vivo. José alegremente perdoou a seus irmãos, e mandou-os de volta abundantemente supridos de provisões, e transportes, e tudo o que era necessário para a mudança de todas as suas famílias e acompanhantes, para o Egipto. A Benjamim ele concedeu presentes mais valiosos do que aos outros irmãos. Ele, temeu as disputas e divisões que poderiam acontecer entre eles na jornada de regresso a casa, assim deu-lhes um encargo significativo, “Não contendais pelo caminho”

Chapter 16

Joseph in Egypt (continued)
The drouth still continued in the land of Canaan; and, as time passed on, the grain that had been brought from Egypt was consumed. The sons of Jacob well knew how useless and even dangerous it would be to present themselves, without Benjamin, before the prime minister of Egypt; they knew, too, how desperate must be any effort to change their father’s resolution, and they awaited the issue in silence. The aged man saw the faces of all in the encampment grow pale and thin with hunger; he heard the cries of the children for bread; and at last he said, “Go again, buy us a little food.”{ST January 29, 1880, par. 1}

Judah answered, “The man did solemnly protest unto us, saying, Ye shall not see my face, except your brother be with you. If thou wilt send our brother with us we will go down and buy thee food; but if thou wilt not send him, we will not go down; for the man said unto us, Ye shall not see my face except your brother be with you.” Seeing that the resolution of his father was giving way, he added, Send the lad with me, and we will arise and go; that we may live, and not die, both we, and thou, and also our little ones; and he offered to be surety for his brother, and to take upon himself the father’s blame forever if he did not restore Benjamin to him.{ST January 29, 1880, par. 2}

Jacob could no longer withhold his consent, and he bade his sons prepare for the journey. They were to take to the ruler a present of such things as the destitute country afforded, a little balm, and a little honey, spices, myrrh, nuts and almonds, also “double money’ in their sacks,-that formerly returned, and some for the present purchase. “Take also your brother, and arise, go again unto the man.”{ST January 29, 1880, par. 3}

As his sons were about to start on their doubtful journey, the aged father arose, and, standing in their midst, raised his hands to Heaven and pronounced on them a gracious benediction: “And God Almighty give you mercy before the man that he may send away your other brother, and Benjamin. If I be bereaved of my children, I am bereaved.”{ST January 29, 1880, par. 4}

So they went down again into Egypt, and presented themselves before Joseph. As his eye fell upon Benjamin, from whom he had been so long separated, he was deeply moved. He gave no token of recognition, however, but ordered the ruler of his house to take them to his princely residence, and there prepare for an entertainment. They were greatly alarmed at this, fearing that it was for the purpose of calling them to account for the money found in their sacks. They thought that it might have been intentionally placed there, to furnish occasion to make them slaves, and that they were brought into the governor’s palace better to accomplish this object. They sought the steward of the house, and related to him the circumstances, and in proof of their innocence informed him that they had brought back the money found in their sacks, also other money to buy food; and they added, “We cannot tell who put the money in our sacks.”{ST January 29, 1880, par. 5}

The man replied, “Peace be to you; fear not; your God, and the God of your father, hath given you treasure in your sacks. I had your money.” These words relieved their anxiety, and when Simeon, who had been released from prison, joined them, they felt that God was indeed gracious unto them, as their father had entreated that he would be.{ST January 29, 1880, par. 6}

When the governor came home, they offered him their presents, making before him the customary obeisance. Again his dreams came into his mind. There had been one including his father; and now, after the usual salutations to his guests, he hastened to ask, “Is your father well, the old man of whom ye spake? Is he yet alive?” “Thy servant our father is in good health, he is yet alive,” was the answer with another obeisance. Then his eye rested upon Benjamin, his own mother’s son, and as if to make the matter sure he asked, “Is this your younger brother, of whom ye spake unto me? God be gracious unto thee, my son;”—but, overpowered by feelings of tenderness, he could say no more without betraying his emotion. He hastened to his own private chamber, and there found relief in tears.{ST January 29, 1880, par. 7}

Having recovered his self-possession and removed all traces of tears, he returned, and ordered the feast to be prepared. Among the Egyptians, caste was very strict, and they never ate with the people of another nation. Separate tables were therefore set for them, another for Joseph’s brethren and still another for the governor of the kingdom. When seated at the table his brethren were surprised to see that they were arranged in exact order, the eldest being placed first, and the youngest last, as was customary when their ages were known. Joseph sent a portion of food to each, Benjamin’s five times as large as any of the others. He did this, not only to show his particular regard for Benjamin, but to prove his brethren, to see if they regarded their youngest brother with the same feelings of envy and hatred which they had manifested toward himself. Still supposing that Joseph did not understand their language, they freely conversed with one another in his presence, therefore he had a good opportunity to learn the true state of their feelings.{ST January 29, 1880, par. 8}

Still he desired further proof. There could be no excuse for detaining them longer; and, after directing his steward to conceal his drinking-cup of silver in the sack of the youngest, he let them go.{ST January 29, 1880, par. 9}

Joyfully they set out on the homeward journey. Simeon was with them, their sacks were filled with grain, and they felt that they had escaped safely from the perils that had seemed to surround them. But they had only reached the outskirts of the city when they were overtaken by the governor’s steward, who uttered the scathing inquiry, “Wherefore have ye rewarded evil for good? Is not this it in which my lord drinketh, and whereby, indeed, he divineth? Ye have done evil in so doing.” Kings and rulers had a cup from which they drank, which was considered a sure detective if any poisonous substance was placed in their drink. To the accusation of the steward the travelers answered, “Wherefore saith my lord these words? God forbid that thy servants should do according to this thing. Behold, the money which we found in our sacks’ mouths, we brought again unto thee out of the land of Canaan; how then should we steal out of thy lord’s house silver or gold? With whomsoever of thy servants it be found, both let him die, and we also will be my lord’s bondmen.”{ST January 29, 1880, par. 10}

The steward said, “Now also will it be according unto your words; he with whom it is found shall be my servant and ye shall be blameless.”{ST January 29, 1880, par. 11}

The search began immediately. The sacks were placed on the ground, and the steward examined them all, beginning with Reuben’s and going down to the sack of the youngest. The cup was found in Benjamin’s sack!{ST January 29, 1880, par. 12}

At this discovery all were speechless. To express their utter wretchedness they rent their garments, as was the custom when in deep affliction. As they sadly returned to the city they felt that the hand of God was against them for their past wickedness. The fears of their father, they thought, would now be fully realized. By their own promise, Benjamin was doomed to a life of slavery.”{ST January 29, 1880, par. 13}

They followed the steward to the palace, and, finding the prime minister still there, they fell before him on the ground. “What deed is this that ye have done?” he said. “Wot ye not that such a man as I can certainly divine? Joseph asked this question to draw forth from his brethren an acknowledgment of their past wrong course, that their true feelings might be more fully revealed. He did not claim any power of divination, but was willing his brethren should believe that he could read the secret acts of their lives. Judah answered, “What shall we say unto my lord? what shall we speak? or how shall we clear ourselves? God hath found out the iniquity of thy servants. Behold, we are my lord’s servants, both we, and he also with whom the cup is found.” The reply was, God forbid that I should do so; but the man in whose hand the cup is found, he shall be my servant; and as for you, get you up in peace unto your father.”{ST January 29, 1880, par. 14}

In his intense distress, Judah now drew near to the ruler, and exclaimed, “O my lord, let thy servant, I pray thee, speak a word in my Lord’s ears, and let not thine anger burn against thy servant; for thou art even as Pharaoh;” and he related to him the reluctance of his father to let Benjamin come with them to Egypt, the father’s deep grief at the loss of Joseph, and that Benjamin was all that was left of the mother whom Jacob loved. “Now therefore, when I come to thy servant my father, and the lad be not with us (seeing that his life is bound up in the lad’s life), it shall come to pass, when he seeth that the lad is not with us, that he will die; and thy servants shall bring down the gray hairs of thy servant our father with sorrow to the grave. For thy servant became surety for the lad unto my father, saying, If I bring him not unto thee, then I shall bear the blame to my father forever. Now therefore, I pray thee, let thy servant abide instead of the lad a bondman to my lord; and let the lad go up with his brethren. For how shall I go up to my father, and the lad be not with me? lest per- adventure I see the evil that come on my father.”{ST January 29, 1880, par. 15}

Joseph was satisfied. He had proved his brethren and had seen in them the fruits of true repentance for their sins. He was so deeply affected that he could no longer conceal his feelings, and he gave orders that all but these men should leave the hall; then he wept aloud, and cried out, “I am Joseph; doth my father yet live?” His brethren could not answer him, for surprise and terror. They could not realize that the ruler of Egypt was their brother Joseph, whom they had envied and would have murdered, but were finally content to sell as a slave. All their ill-treatment of him passed before them. They remembered how they had despised his dreams; and had labored to prevent their fulfillment. Yet they had acted their part in fulfilling these dreams; and now they stood before him condemned and amazed. As Joseph saw the confusion he said to them, “Come near to me, I pray you;” they came near. And he said, “I am Joseph your brother, whom ye sold into Egypt. Now therefore be not grieved, nor angry with yourselves, that ye sold me hither; for God did send me before you to preserve life.” He nobly sought to make this occasion as easy for his brethren as possible. He had no desire to increase their embarrassment by censuring them. He felt that they had suffered enough for their cruelty to him, and he endeavored to comfort them. He went on, “For these two years hath the famine been in the land; and yet there are five years in the which there shall be neither earing nor harvest. And God sent me before you to preserve you a posterity in the earth, and to save your lives by a great deliverance. So now it was not you that sent me hither, but God; and he hath made me a father to Pharaoh, and lord of all his house, and a ruler throughout all the land of Egypt. Haste ye, and go up to my father, and say unto him, Thus saith thy son Joseph, God hath made me lord of all Egypt. Come down unto me, tarry not. And thou shalt dwell in the land of Goshen, and thou shalt be near unto me, thou, and thy children, and thy children’s children, and thy flocks, and thy herds, and all that thou hast. And there will I nourish thee; for yet there are five years of famine; lest thou, and thy household, and all that thou hast, come to poverty. And behold, your eyes see, and the eyes of my brother Benjamin, that it is my mouth that speaketh unto you. And ye shall tell my father of all my glory in Egypt, and of all that ye have seen; and ye shall haste and bring down my father hither. And he fell upon his brother Benjamin’s neck, and wept; and Benjamin wept upon his neck. Moreover he kissed all his brethren, and wept upon them, and after that his brethren talked with him.”{ST January 29, 1880, par. 16}



They humbly confessed the wrongs which they had committed against Joseph, and entreated his forgiveness. They were greatly rejoiced to find that he was alive; for they had suffered the keenest anxiety and remorse since their cruelty toward him. Joseph gladly forgave his brethren, and sent them away abundantly supplied with provisions, and carriages, and everything necessary for the removal of all their families and attendants to Egypt. On Benjamin he bestowed more valuable presents than upon his other brethren. Then, fearing that disputes and divisions would rise among them on the homeward journey, he gave them, as they were about leaving him the significant charge, “See that ye fall not out by the way.”{ST January 29, 1880, par. 17}




The Signs of the Times, 29 Jan 1880 Joseph in Egypt 7, Março, 2015




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