Escola estadual padre anchieta ensino fundamental



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7.4 - AVALIAÇÃO


Para realizar uma avaliação coerente com as concepções vigentes, o professor precisa ter claro que ela é um processo contínuo que vai acontecendo gradativamente. Para bem avaliar, o professor precisa ter noções de como se dá o processo de desenvolvimento e aprendizagem do aluno; quais as estratégias mais adequadas para tratar os diferentes conteúdos; quais os melhores instrumentos para verificar as aprendizagens realizadas, bem como, respeitar os limites individuais e quais as variáveis que podem interferir nesse processo avaliativo. A avaliação fornecerá, ao professor, pistas concretas do caminho que o aluno está trilhando para aprimorar sua capacidade linguística e discursiva em práticas de oralidade, leitura e escrita.

Nessa concepção a avaliação formativa, que considera ritmos e processos de aprendizagens diferentes nos estudantes, e na sua condição de contínua e diagnóstica, aponta dificuldades, possibilita que a intervenção pedagógica aconteça a tempo, informando os sujeitos do processo (professor e alunos), ajudando-os a refletirem e a tomarem decisões.

Nessa perspectiva, a oralidade será avaliada primeiramente em função da adequação do discurso/texto aos diferentes interlocutores e situações. Num seminário, num debate, numa troca informal de ideias, numa entrevista, numa contação de histórias, nas narrativas de fatos cotidianos, as exigências de adequação de fala são diferentes e isso deve ser considerado numa análise da produção oral dos estudantes. É necessário também, que o aluno se posicione como avaliador de textos orais com os quais convive (noticiários, discursos políticos, programas televisivos, etc.) e de suas próprias falas, mais ou menos formais, tendo em vista o resultado esperado.

A avaliação da leitura deve considerar as estratégias que os estudantes empregaram no decorrer da leitura, a compreensão do texto lido, o sentido construído para o texto, sua reflexão e sua resposta. Essa avaliação precisa considerar as diferenças de leituras de mundo e repertório de experiências dos alunos.

Em relação à escrita, considerar o que determina a adequação do texto escrito: as circunstâncias de sua produção e o resultado dessa ação. É a partir daí que o texto será avaliado nos seus aspectos textuais e gramaticais. Tal como na oralidade, o aluno precisa posicionar-se como avaliador dos textos que o rodeiam quanto de seu próprio texto.

O posicionamento do aluno como avaliador de seus textos orais e escritos é essencial para que ele adquira autonomia.

Considera-se que o trabalho com a língua oral e escrita supõe um processo de formação inicial e continuada que possibilita ao professor estabelecer as devidas intervenções, buscando realizar a recuperação paralela, quando esta for necessária. Para isso serão utilizados recursos tais como exercícios estruturais, reescrita de textos, diversificação de práticas de leitura, trabalhos de pesquisa, através de metodologias diferenciadas das que já foram utilizadas no desenvolvimento dos conteúdos dos quais os alunos não se apropriaram.
7.5 - REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BRASIL/MEC- LDB – Lei 9394/96 - Leis de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.

FARRACO, Carlos Alberto. Português: Língua e Cultura. Curitiba – PR Base – 2005.
GARCIA, Othan M. Comunicação em Prosa Moderna. FGV. 2003.
PLATÃO e FIORINO. Lições de Texto: Leitura e Redação. São Paulo – SP. Ática.
PPP - PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA ESCOLA – CONSTRUÇÃO COLETIVA, Equipe Pedagógica e Professores. Escola Estadual Padre Anchieta – Ensino Fundamental . Barracão – PR, 2008.
REGIMENTO ESCOLAR. Escola Estadual Padre Anchieta – Ensino Fundamental . Barracão – PR, 2008.
SEED – Secretaria de Estado da Educação. Currículo Básico para a Escola Pública do Estado do Paraná. Curitiba – PR. 1990.
________________________________ DCEs - Diretrizes Curriculares da Educação. Disciplina de Língua Portuguesa para o Ensino Fundamental. Curitiba - PR Imprensa Oficial, 2009.
_________________________________ DCEs - Diretrizes Curriculares de Língua Portuguesa para a Educação Básica. Curitiba – PR. Imprensa Oficial, 2009.
VIANA, Antonio Carlos. VALENÇA, Ana. Cardoso, Denise P. MACHADO, Sonia. Roteiro de Redação Lendo e Argumentando. São Paulo – SP. Scipione – 2003.

VIEIRA, Maria das Graças; FIGUEREDO, Regina. Ler, entender, criar. São Paulo – SP. Ática.



8 – PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR DE MATEMÁTICA:
8.1 - APRESENTAÇÃO GERAL DA DISCIPLINA DE MATEMÁTICA

A escola pública está aberta a todas as classes sociais, aos sujeitos pertencentes às diversas culturas e etnias, bem como todos os alunos que apresentarem necessidades educacionais especiais.

A busca por uma escola de qualidade, com condições de ser um espaço de inclusão e democratização, consolida a função da escola pública de formar cidadãos com autonomia e condições de atuar na sociedade com profissionalismo e participação ativa.

Acreditamos que o ensino não deve restringir a Matemática em si mesma, mas ampliar o universo aos problemas práticos do cotidiano, essa ciência deve ser vista em constante avaliação e não como um saber acabado, fechado em verdades absolutas; o conhecimento matemático deve ser adquirido por meio de interação sucessiva, para que a Matemática torne-se significativa, deve estar relacionada com outras ciências. Assim, a apropriação do conhecimento matemático resulta das relações que se consegue entre a Matemática e a situação do cotidiano, entre a Matemática e as outras áreas de conhecimento e, também, entre os diferentes temas da própria Matemática.

A Matemática é considerada uma ciência em constante construção coletiva que se desenvolve enquanto é experimentada. Essa experimentação só é possível quando há a articulação entre a teoria e a prática. Assim, proporciona oportunidades de potencialização do conhecimento, onde o educando construa, através de saberes matemáticos, valores e atitudes que visem a formação integral do ser humano.

A importância da Matemática no ensino e na formação das pessoas ocorreu na Grécia nos séculos VI e V a.C. Os platônicos viam na Matemática um instrumento que instigava o pensamento do homem. Esta concepção exerce influência nas práticas docentes até os dias de hoje.

A Educação Matemática configurou-se, então, como campo de estudo de modo que os professores encontraram fundamentação teórica e metodológica para direcionar sua prática docente. Embora as discussões sobre a Educação Matemática remontem ao final do século XIX e início do século XX no Brasil, ela “teve início a partir do Movimento da Matemática Moderna, mais precisamente no final dos anos 70 e durante a década de 1980”.

Ao longo da História o ensino da Matemática passou por transformações significativas, porém, foi somente com o surgimento das escolas e a organização dos sistemas de ensino é que o ensino da Matemática passa por mudanças; privilegiando seu aspecto empírico.

O ensino da Matemática voltado as atividades práticas passou a ser necessário devido ao avanço da navegação, indústria e comércio.

No Brasil a Matemática foi introduzida como disciplina nos currículos escolares pelos Jesuítas, embora sem muito destaque nas práticas pedagógicas.

Com a revolução francesa e industrial, ocorre a intervenção estatal na educação, para atender aos novos moldes da economia e política capitalista, sendo assim, a pesquisa Matemática direciona-se a atender aos processos da industrialização, colocando-se à prova as teorias Matemáticas criadas, as quais não poderiam falhar.

Foi somente no final do século XVI em conseqüência de um novo cenário político-econômico é que passou a ocorrer a nível mundial a renovação do ensino da Matemática.

As ideias reformadoras do ensino da Matemática se inseriram no contexto das discussões introduzidas pelo movimento da Escola Nova, que propunha um ensino orientado por uma concepção empírico-ativista, sendo que sua proposta básica era o desenvolvimento da criatividade e das potencialidades e interesses individuais.

Outras tendências concomitantemente à empírica ativista influenciaram o ensino da Matemática em nosso país. Muitas delas continuaram fundamentando o ensino da Matemática até hoje. Fiorentini (1995), destacou a Formalista Clássica, Formalista Moderna, Tecnicista, Construtivista, Socioetnocultural, Histórico - Crítica .

A História da Ciência Matemática demarca a construção histórica do objeto matemático, esse objeto é composto pelas formas espaciais e quantidades. Um dos objetivos da disciplina de Matemática é transpor para a prática docente, o objeto matemático construído historicamente e possibilitar ao estudante um ser conhecedor desse objeto.

As metodologias a serem adotadas serão norteadas de acordo com os conteúdos estruturantes articulados com os conteúdos específicos, sendo realizados na medida em que os conceitos e situações de aprendizagem são retomados e aprofundados. Dentre as Tendências Matemáticas as propostas metodológicas que se destacam são: Resolução de problemas, a Modelagem Matemática, o uso de Mídias tecnológicas, a Etnomatemática, a História da Matemática e a Investigação Matemática.

Nesse contexto, a Educação Matemática encaminha-se para uma prática pedagógica que possibilita ao estudante realizar análises, discussões, conjecturas, apropriação de conceitos e formulação de idéias. Para tanto o ensino da matemática deve partir de situações do cotidiano para o conhecimento elaborado cientificamente. Os conceitos entendidos como cotidianos são as aparência reais, porém superficiais, que, ao serem registrados como idéias espontâneas dos indivíduos, fazem parte de senso comum. Ir além do senso comum pressupõe conhecer a teoria científica, cujo papel é oferecer condições para a apropriação dos aspectos que vão além daqueles observados pela aparência da realidade.

Por intermédio do conhecimento matemático e trabalho com os desafios educacionais contemporâneos, construir valores e atitudes de natureza diversa, visando a formação integral do ser humano.


8.2 - CONTEÚDOS


6º ano


Bimestre

Conteúdos Estruturantes

Conteúdos Básicos


Números e Álgebra

Grandezas e Medidas

Geometrias

Tratamento da Informação


Sistema de Numeração

Números Naturais

Medidas de Comprimento

Medidas de Tempo

Geometria Plana

Dados e Tabelas



Números e Álgebra


Grandezas e

Medidas

Geometrias



Tratamento da Informação

Múltiplos e Divisores

Potenciação e Radiciação

Números Fracionários

Medidas de Comprimento

Medidas de Massa

Medidas de Área

Medidas de Tempo

Medidas de Volume

Geometria Plana e Espacial

Dados e Tabelas




Números e Álgebra

Grandezas e Medidas

Geometrias

Tratamento da Informação

Números Fracionário e Decimais


Medidas de comprimento

Medidas de área e tempo

Medidas de ângulos

Sistema Monetário

Geometria Plana e Espacial


Dados,tabelas e gráficos

Porcentagem




7º ano



Bimestre

Conteúdos Estruturantes

Conteúdos Básicos


Números e Álgebra

Grandezas e Medidas

Geometrias

Tratamento da Informação

Números Naturais

Números Racionais

Números inteiros

Medidas de Temperatura

Geometria Plana

Média Aritmética



Números e Álgebra

Grandezas e Medidas

Geometrias

Tratamento da Informação

Equação e inequação do 1º grau

Razão e Proporção

Medidas de Ângulos

Geometrias plana e espacial

Pesquisa Estatística

Média Aritmética



Números e Álgebra

Grandezas e Medidas

Geometrias

Tratamento da Informação

Razão e Proporção

Regra de Três Simples

Medidas de ângulos

Geometria não-euclidiana

Moda e Mediana

Juros Simples



8º ano


Bimestre

Conteúdos Estruturantes

Conteúdos Básicos


Números e Álgebra


Grandezas e Medidas


Geometrias

Tratamento da Informação

Números Racionais e Irracionais

Sistema de equação do 1º grau

Medidas de comprimento, área e volume

Geometria plana
Gráfico e Informação




Números e Álgebra

Grandezas e Medidas

Geometrias

Tratamento da Informação

Potências

Monômios e polinômios

Medidas de área

Medidas de volume

Geometria Analítica

Geometria plana

Gráfico e Informação






Números e Álgebra

Grandezas e Medidas

Geometrias

Tratamento da Informação

Produtos notáveis

Medidas de ângulo

Geometria não- euclidiana


População e Amostra





9º ano


Bimestre

Conteúdos Estruturantes

Conteúdos Básicos



Números e Álgebra

Grandezas e Medidas

Geometrias

Tratamento da Informação



Números Reais

Propriedades dos Radicais


Relações métricas no triângulo retângulo


Geometrias Plana e Espacial

Análise Combinatória




Números e Álgebra

Grandezas e Medidas

Funções

Geometrias



Tratamento da Informação

Equação de 2º Grau

Teorema de Pitágoras

Relações métricas no triângulos retângulo

Noção intuitiva de função afim


Geometrias Plana, Espacial

E Analitica

Noções de Probabilidade







Números e Álgebra

Grandezas e Medidas

Funções

Geometrias



Tratamento da Informação


Equações irracionais

Regra de três Composta


Trigonometria no triângulo retângulo

Noção intuitiva de Função Quadrática

Geometrias não-euclidiana

Estatística

Juros Compostos



8.3 – ENCAMINHAMENTOS METODOLÓGICOS:
Para que o ensino da Matemática contribua para a formação integral do aluno é de suma importância explorar temas em que o aluno compreenda a real necessidade dessa ciência par sua vivência.

Para tanto algumas tendências matemáticas poderão ser adotadas como formas metodológicas que permitam a conexão de conteúdos matemáticos, valorizando o aluno no seu contexto social e assim oportunizando um aprendizado significativo, assim destacamos:



  • Resolução de problemas: visa a construção de conceitos matemáticos, estimulando e despertando a curiosidade matemática. Apoiando-se em problemas concretos, o professor conduzirá o aluno à solução, dando ênfase ao processo de resolução (discussão e comparação das estratégias utilizadas) e ao por que do resultado obtido.

  • Etnomatemática: procura conhecer e compreender o saber matemático ao longo da história da humanidade, fazendo um contexto com a realidade local de certa comunidade. Práticas matemáticas como as dos feirantes, comerciantes, grupos étnicos, entre outros se encaixam na pesquisa etnomatemática.

  • Modelagem Matemática: procura valorizar o processo ensino aprendizagem com uma problematização do cotidiano, ou seja, situações onde procura valorizar o aluno no seu contexto social relacionando com outras áreas da realidade. Essa tendência matemática contribui para a formação de conceitos matemáticos com um aprendizado significativo.

  • Mídias tecnológicas: propicia ao educando momentos de aprendizagem que dinamizam os conteúdos e reforçam o processo ensino aprendizagem. Com o uso de tecnologias como computador pode enriquecer as possibilidades de observação e investigação, favorecendo experimentações matemáticas. Permitindo processos onde a construção, a interação e o trabalho coletivo são desenvolvidos na teoria e na prática.

  • A História da Matemática: num contexto de prática escolar é um recurso necessário para que os alunos compreendam as descobertas matemáticas e será inserida em conteúdos em que sua abordagem ofereça um recurso orientador nas descobertas em que esses conceitos sejam significativos no contexto em que está inserido.

  • Investigação Matemática: é um problema aberto, as coisas acontecem de forma diferente do que na resolução de problemas e exercícios. O método de investigação deverá ser indicado através de uma introdução oral, de maneira que o aluno compreenda o significado de investigar. Ele é chamado a agir como um matemático, não apenas porque é solicitado a propor questões, mas porque formula conjecturas a respeito do que está investigando. Precisam verificar qual é a mais adequada à questão investigada, realizando provas e contestações, discutindo e argumentando com seus colegas e com o professor. Dos conteúdos estruturantes: Números, e Álgebra, Grandezas e Medidas, Geometria e Tratamento da Informação serão articulados os Desafios Educacionais Contemporâneos: a Educação Fiscal; História e Cultura Afro-brasileira; Educação Ambiental; Prevenção ao uso indevido de Drogas, Sexualidade Humana; Enfrentamento à Violência contra a Criança e o Adolescente.

Do conteúdo estruturante tratamento da informação insere-se os conteúdos específicos coleta, organização e descrição de dados, leitura e interpretação de tabelas e gráficos e noção de probabilidade nos quais será contemplada a cultura Afro-brasileira, Educação no Campo e Educação Indígena.

Quanto a educação fiscal, assistir o filme elaborado pela Receita Estadual no ano 2004, disponível em CD-Rom, conversando sobre educação fiscal, aprofundando conhecimentos e buscar compreender as atitudes que se adotam frente aos tributos e sua utilização pelo governo.

Sendo uma escola localizada no campo parte dos conteúdos serão voltados a assuntos de interesse aos jovens do campo através de: entrevistas, pesquisas, coleta e análise de dados, situações problemas, envolvendo os conteúdos estruturantes: medidas (medidas agrárias, massa, capacidade, padrões de medidas regionais); geometria (formas geométricas, cubagem de madeira, áreas e perímetros); números e operações (6 operações, impostos pagos na venda e compra de produtos, porcentagem, regra de três); tratamento da informação ( coleta de dados, construção e análise de tabela e gráficos). Serão aceitos durante o ano sugestões de pais e alunos de assuntos voltados ao campo, que a medida do possível serão adaptados dentro de cada série.

No que diz respeito a recuperação, será um processo contínuo, propiciando ao educando, sempre que necessário, oportunidades de aprendizagem com ênfase em conteúdos em que a aprendizagem não correspondeu aos objetivos propostos. Os conteúdos serão abordados e inter-relacionados de maneira que possibilitem ao educando a compreensão de que o ensino da matemática transita em toda sua vivência escolar, propiciando o conhecimento e valor nota, vindo como uma consequência.


8.4 - AVALIAÇÃO

No processo ensino aprendizagem a avaliação é fundamental como resposta de mediação desse processo.

A avaliação interfere diretamente na formação integral do aluno, onde além de verificação de aprendizado reorienta o trabalho de professor. Sendo assim, as avaliações devem ser diversificadas delimitando os conhecimentos essenciais de cada assunto, dando significado e compreensão nas questões relativas aos critérios que serão avaliados.

Nesse contexto podemos destacar alguns critérios que devem orientar a prática do professor para verificar se o aluno:



  • comunica- se matematicamente, oral ou por escrito;

  • compreende, por meio de leitura o problema matemático;

  • elabora um plano que possibilite a solução do problema;

  • encontra meios diversos para a resolução de um problema matemático;

  • realiza o retrospecto da solução de um problema;

  • Observação do processo de construção do conhecimento;

  • Exploração das possibilidades que resultam em erros, tendo assim uma visão de como o aluno contemplou o conteúdo;

  • Avaliar de forma integrada o papel formativo desse processo;

  • Reflexão por parte do aluno com relação ao próprio erro, através da intervenção do professor;

  • Coerência entre avaliação e objetivos propostos.

Considerando os critérios citados destacamos os instrumentos avaliativos:



  • Trabalhos, exercícios, portfólios, provas e outros recursos com base científica.

  • Pesquisa em jornais, revistas, internet para a realização da leitura e interpretação de gráficos.

  • Organização de coletas de dados estatísticos.

  • Pesquisas, relatórios de pesquisa de campo a cerca da Educação Fiscal;

A recuperação paralela deve reintegrar o aluno no processo de aprendizagem e não se limitar a recuperar apenas notas, abrir espaço para o aluno repensar o conteúdo, descobrir os próprios erros e reconstruir, propiciando a aprendizagem, o número de notas, será mera consequência.

8.5 - REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS
BASSANEZI, R.C. Ensino-aprendizagem com Modelagem Matemática: uma nova estratégia. São Paulo: Contexto, 2002.
D’AMBRÓSIO, U. Etnomatemática: elo entre as tradições e a modernidade. Belo Horizonte: Autêntica, 2001.
LUCKESI, C.C. Avaliação da Aprendizagem Escolar.14.ed.São Paulo: Cortez, 2002.
MIORIM, M.A. Introdução à História da Educação Matemática. São Paulo:Atual, 1998.
MIRANDA NETO, Marcílio Hubner, et al. Experiências e Possibilidades.Curitiba: SEED/PR, 2005. vol.1.
PARANÁ, Secretaria de Estado da Educação. Superintendência de Educação.

DIRETRIZES CURRICULARES DE MATEMÁTICA PARA O ENSINO FUNDAMENTAL Curitiba: SEED/PR, 2006.
PARANÁ, Secretaria de Estado da Educação. Superintendência de Educação. Cadernos temáticos: Educação do Campo.Curitiba:SEED/PR, 2005.
PARANÁ, Secretaria de Estado da Educação. Superintendência de Educação. Cadernos temáticos. Curitiba:SEED/PR, 2005.
PPP – PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA ESCOLA – CONSTRUÇÃO COLETIVA, Equipe Pedagógica e Professores. Escola Estadual Padre Anchieta – Ensino Fundamental. Barracão – PR, 2008.
REGIMENTO ESCOLAR. Escola Estadual Padre Anchieta – Ensino Fundamental. Barracão – PR, 2008.
SAVIANI, D. Pedagogia Histórico-Crítica: primeiras aproximações. 2.ed. São Paulo: Cortez, 1991.

9 - PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR DE LÍNGUA ESTRANGEIRA MODERNA – INGLÊS


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