Escola estadual padre anchieta ensino fundamental



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5.2 - CONTEÚDOS


O papel do processo produtivo na construção do espaço é conteúdo estruturante na Educação Básica e deve possibilitar ao aluno a compreensão sócio histórica das relações de produção capitalista, para que o mesmo reflita sobre as questões sócio ambientais, políticas, econômicas e culturais, materializadas no espaço geográfico.
6º Ano
1. Dimensão Econômica do Espaço Geográfico.

2. Dimensão Política do Espaço Geográfico.

3. Dimensão Socioambiental do Espaço Geográfico.

4. Dinâmica Cultural e Demográfica do Espaço Geográfico.


  • Formação e transformação das paisagens naturais e culturais;

  • Dinâmica da natureza e sua alteração pelo emprego de tecnologias de exploração e produção;

  • A formação, localização, exploração e utilização dos recursos naturais;

  • A distribuição espacial das atividades produtivas e a (re)organização do espaço geográfico;

  • As relações entre campo e a cidade na sociedade capitalista;

  • A evolução demográfica, a distribuição espacial da população e os indicadores estatísticos;

  • A mobilidade populacional e a manifestação sócio espacial da diversidade cultural.

  • As diversas regionalizações do espaço geográfico;



7º Ano
1. Dimensão Econômica do Espaço Geográfico.

2. Dimensão Política do Espaço Geográfico.

3. Dimensão Socioambiental do Espaço Geográfico.

4. Dinâmica Cultural e Demográfica do Espaço Geográfico.


  • A formação, mobilidade das fronteiras e a reconfiguração do território brasileiro;

  • A Dinâmica da natureza e sua alteração pelo emprego de tecnologias de exploração e produção;

  • As diversas regionalizações do espaço brasileiro;

  • A manifestação sócio espacial da diversidade cultural;

  • A evolução demográfica, a distribuição espacial da população e os indicadores estatísticos;

  • Movimentos migratórios e suas motivações;

  • O espaço rural e a modernização da agricultura;

  • A formação, o crescimento das cidades, a dinâmica dos espaços urbanos e a urbanização;

  • A distribuição espacial das atividades produtivas, a (re)organização do espaço geográfico;

  • A circulação de mão-de-obra, das mercadorias e das informaçõe

8º Ano
1. Dimensão Econômica do Espaço Geográfico.

2. Dimensão Política do Espaço Geográfico.

3. Dimensão Socioambiental do Espaço Geográfico.

4. Dinâmica Cultural e Demográfica do Espaço Geográfico.



  • As diversas regionalizações do espaço geográfico;

  • A formação, mobilidade das fronteiras e a reconfiguração dos territórios do continente americano;

  • A nova ordem mundial, os territórios supranacionais e o papel do Estado;

  • O comércio em suas implicações sócio espaciais;

  • A circulação de mão-de-obra, do capital, das mercadorias e das informações;

  • A Dinâmica da natureza e sua alteração pelo emprego de tecnologias de exploração e produção;

  • A distribuição espacial das atividades produtivas, a (re)organização do espaço geográfico;

  • As relações entre o campo e a cidade na sociedade capitalista;

  • O espaço rural e a modernização da agricultura;

  • A evolução demográfica da população, sua distribuição espacial e os indicadores estatísticos;

  • Movimentos migratórios e suas motivações;

  • As manifestações sócio espacial da diversidade cultural;

  • Formação, localização, exploração e utilização dos recursos naturais.


9º Ano
1. Dimensão Econômica do Espaço Geográfico.

2. Dimensão Política do Espaço Geográfico.

3. Dimensão Socioambiental do Espaço Geográfico.

4. Dinâmica Cultural e Demográfica do Espaço Geográfico.

  • As diversas regionalizações do espaço geográfico;

  • A nova ordem mundial, os territórios supranacionais e o papel do Estado;

  • A revolução técnico científico informacional e os novos arranjos no espaço da produção;

  • O comércio em suas implicações sócio espaciais;

  • A formação, mobilidade das fronteiras e a reconfiguração dos territórios ;

  • A evolução demográfica da população, sua distribuição espacial e os indicadores estatísticos;

  • As manifestações sócio espacial da diversidade cultural;

  • Os movimentos migratórios e suas motivações;

  • A distribuição das atividades produtivas, a transformação da paisagem e a (re)organização do espaço geográfico;

  • A Dinâmica da natureza e sua alteração pelo emprego de tecnologias de exploração e produção;

  • O espaço em rede: produção, transporte e comunicações na atual configuração territorial.


5.3 – ENCAMINHAMENTOS METODOLÓGICOS:
O objeto de estudo da Geografia é o Espaço Geográfico, entendido como o espaço produzido e apropriado pela sociedade, composto por objetos e ações inter-relacionados.

A compreensão deste espaço enquanto um processo histórico desigual e contraditório se faz necessário entender a realidade contemporânea. Para tanto, algumas perguntas orientam o pensamento geográfico: Onde? Quando? Por quem? Por quê? Por que aqui e não em outro lugar? Por que este lugar é assim? Por que as coisas estão dispostas desta maneira? Qual o significado deste ordenamento espacial? Quais as consequências deste ordenamento espacial?

Para responder estes questionamentos os conteúdos são trabalhados de formas dinâmicas, reflexivas e contextualizados, abrangendo as relações políticas, sociais, culturais e econômicas que as orientam e norteiam a um referencial teórico. A abordagem crítica e dinâmica interliga a teoria, prática e realidade, transitando em diferentes escalas espaciais, do local ao global e vice-versa. Por meio desta prática, se pretende que o aluno, a partir de uma problematização inicial, venha a compreender os conceitos geográficos e o objeto de estudo da geografia a qual mobiliza o aluno para o conhecimento, estimulando seu raciocínio, pensamento crítico em suas amplas e complexas relações.
5.4 – AVALIAÇÃO:
A avaliação deve estar articulada aos conteúdos, contemplando a formação dos conceitos geográficos básicos e o entendimento das relações sócio espacial para a compreensão e intervenção na realidade. Deve ser diagnóstica e continuada, contemplando diferentes práticas pedagógicas: leitura, interpretação, produção de textos geográficos, fotos, imagens, mapas, pesquisas, tabelas e gráficos, apresentação de seminários, relatórios e construção de maquetes e avaliações escritas.

Deve ser um processo multilateral onde todos participam de construções e reconstruções, permitindo que o aluno seja observado e então avaliado durante todas as circunstâncias de sua vida escolar.

Os critérios de avaliação devem estar claros para os alunos, para que consigam participar deste processo. O professor deve observar, então, se os alunos formaram os conceitos geográficos e assimilaram as relações de poder, de espaço-tempo e de sociedade natureza para compreender o espaço nas diversas escalas geográficas.

5.5 - REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
BRASIL, Constituição. Constituição da República Federativa do Brasil, Brasília, 1988.

BRASIL. Leis, decretos etc. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional 9394/96. Brasília, 1996.



DIRETRIZES CURRICULARES DE GEOGRAFIA PARA O ENSINO FUNDAMENTAL, Curitiba, SEED – PR, 2008;

PPP - PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO DA ESCOLA – CONSTRUÇÃO COLETIVA, Equipe Pedagógica e Professores. Escola Estadual Padre Anchieta – Ensino Fundamental. Barracão – PR, 2008.


REGIMENTO ESCOLAR. Escola Estadual Padre Anchieta – Ensino Fundamental . Barracão – PR, 2008.
SANTOS, Milton e outros (org.). Território: Globalização e fragmentação do espaço. São Paulo, SP. - Hucitec, 1996.
__________________________ Por uma nova Geografia. 3ªed. São Paulo, SP.- Hucitec, 1996.
___________________________ Pobreza Urbana, São Paulo, SP. - Hucitec, 1979.

SEED - Secretaria de Educação do Estado. Cadernos Temáticos – A Educação do Campo. Curitiba, Pr. Imprensa Oficial 2005,

_______________________Cadernos Temáticos – A inserção dos conteúdos de história e cultura afro-brasileira e africana nos currículos escolares. Curitiba, PR. Imprensa Oficial. 2005.

________________________Cadernos Temáticos – Educação Fiscal no Paraná, Vivências Pedagógicas: Oficina e Teatro. Volume II, Curitiba, Pr. Imprensa Oficial, 2005.



6 - PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR DA DISCIPLINA DE HISTÓRIA
6.1 - APRESENTAÇÃO GERAL DA DISCIPLINA

A História é produto das ações do homem, concretizadas através de suas realizações materiais, culturais, sociais, políticas, científicas e intelectuais, acumuladas em tempos e espaços diferentes, que estão sendo modificadas gradualmente. Sendo assim, o estudo da História é importante, pois permite a aquisição da autonomia intelectual e o pensamento crítico, a capacidade de aprender, de construir significados sobre a realidade social, cultural e política, tornando os sujeitos capazes de compreender o processo de transformação da sociedade. O estudo da história justifica-se devido a necessidade de superar as carências humanas do conhecimento histórico construído ao longo do tempo, tendo como objeto as ações e relações humanas praticadas no tempo pelos sujeitos conscientes ou não de suas ações.

A fundamentação teórica-metodológica, segundo a Nova História, a Nova História Cultural, e Nova Esquerda Inglesa, é norteador deste documento, por que elas dialogam entre si e vem ao encontro à organização do pensamento histórico dos sujeitos. O professor, assim como o historiador deve valorizar a diversidade dos documentos, na construção do conhecimento histórico, permitindo também relações interdisciplinares, propondo ações que visam à superação das condições de vida dos sujeitos do presente, mostrando novas perspectivas da sociedade.

Os Conteúdos Estruturantes para a compreensão da História no Ensino Fundamental, que compõem o trabalho pedagógico e a relação de ensino e aprendizagem na Escola, devem apontar para o estudo das ações e relações humanas que constituem o processo histórico. Assim as relações culturais, de trabalho e de poder, são os recortes dessa produção histórica. Através dos Conteúdos Estruturantes o professor deve também preocupar-se com os problemas contemporâneos, entre eles as temáticas da História Local, História e Cultura Afro-brasileira, História do Paraná e da História da Cultura Indígena.

Partindo destes conteúdos estruturantes, articulam-se os conteúdos específicos buscando uma totalidade das ações humanas no tempo e espaço. Desta forma pode-se trabalhar a cultura de todos os povos, que vieram para o Brasil, demonstrando a sua influência no desenvolvimento econômico e cultural, como também as ações realizadas numa relação intrínseca com os novos desafios contemporâneos.

Dentro dos parâmetros científicos, amplia-se o conhecimento do educando em seu próprio contexto histórico, por meio do estudo do passado da humanidade, relacionando-os com os diversos acontecimentos do mundo contemporâneo, objetivando uma visão crítica da realidade e o espírito participativo. O estudo dos conteúdos dessa disciplina deve propiciar um clima harmonioso de trabalho, valorizando vínculos afetivos e o respeito à individualidade, formando um cidadão consciente e responsável, que crie hábitos de leitura e saiba interpretar, para poder ser capaz de exercer a plena cidadania. Ainda temos como objetivos resgatar a contribuição cultural dos vários grupos sociais, étnicos, profissionais religiosos e outros que formaram e formam o povo brasileiro, contextualizando-as e localizando-as no espaço e no tempo e o aluno deve entender também da melhoria de vida do homem do campo e sua importância na área social e econômica. Tais objetivos orientam a organização da disciplina de História que estão definidos nos pressupostos teóricos e metodológicos.


6.2 - CONTEÚDOS

6º Ano


Conteúdos

Estruturantes

Conteúdos Básicos

Conteúdos Específicos

Relações de

Poder
Relações de

Trabalho

Relações

Culturais


Experiência humana no

tempo;
Sujeitos suas relações

com outro no Tempo;
As Culturas locais e a Cultura Comum;



1-Produção do conhecimento histórico

1.1 O historiador e a produção do conhecimento histórico,

1.2 Tempo, temporalidade, fontes, documentos, patrimônio material e imaterial,

1.3-Articulação da História com outras áreas do conhecimento.




2-A humanidade e a História

2.1 A evolução do ser humano

2.2 A vida humana no Paleolítico

2.3 O Neolítico e a Revolução Agrícola

2.4 A Idade dos Metais

2.5 O surgimento das Cidades



3-O Povoamento da América

3.1 Teorias do surgimento do homem na América

3.2 As Primeiras civilizações na América
4-O povoamento do Brasil

4.1 Lagoa Santa Luzia (MG)- Serra da Capivara(PI)-Sambaquis(PR)


5 -Povos indígenas no Brasil e no Paraná

5.1 Ameríndios do território brasileiro (Kaingang, Guarani, Xetá e Xokleng)

a)Organização política, social e trabalho;

b)Religião;

c)Catequização ( Jesuítas);

d)Massacres e doenças;

e)Troncos linguísticos.

d)Situação do índio no Paraná atual.


6-Primeiras Civilizações na África e da Asia

6.1 Mesopotâmia

6.2 Egito;

6.3 Núbia

6.4 China

6.5 Índia

6.6 Fenícios, Hebreus

a) Aspectos da vida social, política, cultural, religiosa e econômica.


7-Povos da Europa

7.1.Gregos;

7.2.Romanos;

8 -A Crise do Império Romano


7º ano

Conteúdos Estruturantes

Conteúdos Básicos

Conteúdos Específicos

Relações de Poder
Relações de

Trabalho
Relações de

Cultura


As relações de propriedade.
A constituição histórica do mundo do campo e do mundo da cidade;
As relações entre o campo e a cidade;
Conflitos e resistência/ e produção cultural campo/cidade


1-Idade Média

Sociedade, Religião, economia e política




2-O Nascimento e a expansão do Islâ
3-África dos Reinos Ocidentais e orientais
4- O Renascimento das cidades e do comércio
5-O Renascimento


6-O Protestantismo e a Reforma católica
7-Consolidação dos Estados Nacionais
7.1 Absolutismo (inglês e francês)

8-A formação de Portugal e da Espanha

8.1 A Reconquista


8.2 A Revolução de Avis
9-A expansão marítima européia

10-O Continente americano -(séc. XV_XVI)

10.1Incas, Maias, Astecas e Tupi-Guarani


10.2 Modo de vida e de Guerra
11-América espanhola, Portuguesa,
11.1 Colônias francesas, holandesas e inglesas
12-A administração da colônia portuguesa
13-A Economia Canaviera
14-A América holandesa
15-Escravidão e Resistência

( Quilombos Brasil e Paraná)


16-Economia Colonial

16.1Agricultura de exportação

16.2 a pecuária

16.3 Fumo e algodão




8º Ano

Conteúdos Estruturantes

Conteúdos Básicos

Conteúdos Específicos

Relações de Poder
Relações de Trabalho

Relações de Cultura



História das relações da humanidade com o trabalho.
O trabalho e a vida em sociedade.
O trabalho e as contradições da modernidade.
Os trabalhadores e as conquistas de direito.

1-A expansão e consolidação do território da América portuguesa

    1. Missões

    2. Bandeiras

    3. Invasões estrangeiras


2 2-Colonização do Território paranaense

2.1 Economia (mineração, pecuária, erva mate)


3-As sociedades mineiras

3.1 Transformações na Colônia

3.2 Guerra dos Emboabas

3.3 Economia/impostos/sociedade na mineração


4-Das Revoluções Inglesas à Revolução Industrial

4.1 As Revoluções Inglesas do Séc. XVII

4.2 O desenvolvimento da econômico da Inglaterra

4.3 A Revolução Industrial

4.4 As cidades industriais e a vida operária

4.5 As lutas operárias e os sindicatos

4.6 A Segunda Revolução Industrial.

4.7 Cartéis,Trustes, Holdings.


5-Revoluções na América e na Europa

5.1 Iluminismo

5.2 Independência das Treze Colônias da América do Norte

5.3 Revolução Francesa




6-Movimentos de Contestação no Brasil:

6.1 Inconfidência Mineira

6.2 Conjuração Baiana

6.3 Insurreição Pernambucana

6.4 Revolta da Cachaça

6.5 Guerra dos Mascates
7-Expansão Militar na França

7.1 Bloqueio Continental

7.2 Congresso de Viena

7.3 Vinda da Família Real para para o Brasil
8- Processos de Independência da América Espanhola
9-Imperialismo e neocolonialismo
10-Expansão dos Estados Unidos da América.




11-O processo de independência política do Brasil
12-Brasil: o primeiro reinado (1822-1831)
13 Brasil: o governo dos regentes (1831-1840)
14-Brasil: as revoltas contra o império (1835-1845)
15-A sociedade brasileira no Segundo Reinado.

15.1 A Expansão Cafeeira

15.2 Abolição do Trafico Negreiro

15.3 Lei de Terras- 1850

15.4A Imigração

15.5 Abolição da Escravidão


16-Os conflitos entre os países sul-americanos.

16.1 Conflitos Platinos.

16.2 Alianças perigosas.

16.3 A Guerra da Tríplice Aliança.

16.4 A Guerra do Pacífico.
17-Paraná

17.1 Emancipação Política.

17.2 Imigração no estado





9º ano


Conteúdos Estruturantes

Conteúdos Básicos

Conteúdos Específicos

Relações de Poder
Relações de Trabalho

Relações de Cultura



A constituição das instituições sociais.
A formação do Estado.
Sujeitos , guerras e revoluções.



1-A proclamação da República Brasileira (1870-1889)

1.1 Os projetos republicanos.

1.1 A questão religiosa.

1.2 Os militares querem o poder.

1.3 A preparação do golpe.

1.4 Oligarquia, coronelismo, clientelismo


2-Brasil: o governo dos cafeicultores.

2.1 Coronelismo.

2.2 O poder do café.

2.3 A política dos governadores.

2.4 O voto do cabresto.

2.5 O cangaço e suas implicações sócio-culturais


3-Messianismo no Brasil

3.1 Canudos, (relação com a denominação “favela”)

3.2 O Contestado
4-Urbanização e higienismo no Brasil.

4.1 As cidades e as doenças.

4.2 A Revolta da Vacina.

4.3 Urbanização do Paraná

4.4 A Semana da Arte Moderna
5-Primeira Guerra Mundial. ( o avanço do capitalismo)

5.1 Conflito ( causas), confronto

5.2 Estados Unidos entram na guerra.

5.3 O tratado de Versalhes

5.4 Brasil: participação e consequências
6-Revoluções Russas.

6.1 A Rússia czarista.

6.2 A Revolução de 1905; Revolução de Fevereiro; Revolução de Outubro.

6.3 Governo socialista; medidas capitalistas.

6.4 Fortalecimento do Estado.( Comunismo?)
7-Crise de 29 e suas conseqüências no Brasil
8–A Era Getulista (1930-1945)

8-1 O movimento de 1930, golpe ou revolução?

8-3 O poder do voto.

8.4 Governo Provisório de Getúlio Vargas (1930-1934).

8-5 Revolta de 1932

8.6 Comunistas e fascistas no Brasil



8.7 O Estado Novo
9-A Segunda Guerra Mundial

9.1 O início da guerra ( causas).

9.2 Os campos de concentração.

9.3 Frentes de batalha.

9.4 Fim da Guerra; consequências.
10-A Guerra Fria.

10.1 A criação da ONU



11-Descolonização da África e da Ásia.
12-Os Conflitos no Oriente Médio.

12.1 Criação de Israel.

12.2 A guerra árabe

-israelense.

12.3 Os Palestinos.

12.4 A guerra dos Seis Dias.

12.5 A Guerra Irã-Iraque.
13-Populismo na América Latina.

14- Populismo no Brasil

14.1 Subdesenvolvimento brasileiro – JK

14.2 O golpe de Estado no Brasil – Jânio Quadros – João Goulart
15-Construção do Paraná Moderno

15.1 Contextos dos Governos Manoel Ribas; Moisés Lupion; Bento Munhoz da Rocha Neto; Ney Braga.

15.2 A Revolta dos Colonos.

15.3 Década de 50 no Paraná.

15.4 O Regime Militar no Paraná.
16 O fim das liberdades democráticas

15.1 Golpe de Estado (1961-1964)

16.2 Governo militares(1964-1969)

16.3 Milagre econômico (1969-1979)

16.4 Fim da ditadura (1974-1989)

17-Movimentos de contestação no Brasil e no mundo

17.1Resistencia armada

17.2Tropicalismo

17.3 Jovem Guarda

17.4 Novo Sindicalismo

17.5 Movimento estudantil

17.6 Maio de 68 – França

17.7Movimento Negro

17.8Movimento Hippie

17.9Movimento Homossexual

17.10 Movimento Feminista

17.11 Movimento ambiental

21.12 Movimentos populares rurais e urbanos -MST (Movimento dos sem terra )MNLM ( Movimento Socialista Nacional De Luta Pela Moradia) CUT (Central Única dos Trabalhadores) Marcha Zumbi dos Palmares

17.13 MERCOSUL

17.14 ALCA
18-A nova ordem mundial

18.1 Fim da Guerra Fria (1980-1991)

18.2 Desintegração do Bloco Socialista

18.3 Neoliberalismo

18.4 Globalização

18.5 Brasil-Collor a Lula (1990-2005)




6.3 - ENCAMINHAMENTOS METODOLÓGICOS

As Diretrizes Curriculares da Disciplina de História do Ensino Fundamental do Estado do Paraná, enfatizam a concepção das Novas Correntes Historiográficas ( Nova História, Nova História Cultural e Nova Esquerda Inglesa), onde o professor é o mediador do conhecimento construído diariamente no ambiente escolar, com os conteúdos significativos através da leitura de diversos documentos históricos.

Na produção do conhecimento histórico, no Ensino Fundamental..os dos conteúdos estruturantes – Relações de Trabalho. Relações de Poder e Relações Culturais- se articulam aos conteúdos básicos e específicos, priorizando sempre a história local e do Brasil e suas relações com a história geral. O trabalho pedagógico se efetivará através de aulas expositivas, leituras e interpretações de textos, análise de documentos históricos, questionamentos, pesquisas, organização de painéis, entrevistas, memórias do passado, filmes, músicas, fotos e visitas a museus ou locais históricos, levando o aluno a curiosidade e através desta a responder as perguntas para avaliar e transformar suas ações como ser cidadão.

O professor deverá ir além do livro didático, sempre levando em conta a problematização, a curiosidade do aluno, para que entenda de que forma houve a formação deste contexto em que vivemos hoje, ficando atento em relação aos conteúdos para que todos sejam contemplados de forma crítica e racional, onde professor e aluno possam refletir sobre os mesmos. Também fazer com que o aluno preserve documentos escritos, audiovisuais, acervos públicos e particulares, locais de memória para que possamos ter fontes de pesquisa e também dar valor aos pesquisadores.

A biblioteca torna-se fundamental para os alunos ampliar o seu conhecimento, ter acesso a ele e apropriar-se através da leitura. Cabe ao professor problematizar o que pretende de forma clara.

6.4 - AVALIAÇÃO

A avaliação sendo um instrumento a serviço da comunidade escolar deve servir como diagnóstico para alunos e professores, identificando continuamente as lacunas no processo de ensino aprendizagem e a partir daí planejar e propor outros encaminhamentos para a superação das dificuldades.

A avaliação será através de atividades de pesquisa, verificações orais e escritas, em grupo ou individual, interpretação de textos, desenvoltura do educando como cidadão, responsabilidade com as atividades e exposições de trabalhos.

Para avaliar serão considerados os seguintes critérios no decorrer do ano:



  • Apropriação dos conteúdos e conceitos históricos;

  • Construção do conceito de tempo de acordo com os contextos históricos;

  • Compreensão da historia como pratica social, da qual participam como sujeitos;

  • Compreensão de que o conhecimento histórico é produzido a partir distintas fontes históricas;

A avaliação não é um processo definitivo e sim um diagnóstico para detectar as dificuldades de aprendizagem, assim desenvolvendo, sempre que necessário, a recuperação, num processo dinâmico e continuo, traçando novos caminhos. Para que isso aconteça, a recuperação deve ser paralela, onde o professor possa analisar, juntamente com os alunos, os conteúdos que foram estudados durante as aulas, sendo reavaliados através atividades diversificadas, novas pesquisas e produções escritas e orais.

6.5 - REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BRASIL, Constituição. Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, 1988.

BRASIL. Leis, decretos etc. Lei n.9393/96. Brasília, 1996,

FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários a prática da autonomia. 20 ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra S/A, 2001.

LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem escolar. 14 ed. São Paulo: Cortez, 2002.

PARANÁ, Secretaria de Educação do Estado do. Diretrizes Curriculares de História. Curitiba: SEED, 2008.

PARANÁ. Secretaria de Estado da Educação. Superintendência da Educação, Departamento de Ensino Fundamental. Cadernos temáticos: Inserção dos conteúdos de história e cultura afro-brasileira e africana nos currículos escolares. Curitiba: SEED, 2005.

PARANÁ. Secretaria de Estado da Educação. Cadernos Temáticos – A Educação do Campo, Curitiba, 2005,

PARANÁ. Secretaria de Estado da Educação. Cadernos Temáticos – A Educação Fiscal do Paraná, Vivencias Pegagógicas: Oficina e Teatro, V.II, Curitiba, 2005.

PPP – PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA ESCOLA – CONSTRUÇÃO COLETIVA, Equipe Pedagógica, Professores e Funcionários. Escola Estadual Padre Anchieta – Ensino Fundamental . Barracão – PR, 2008.

REGIMENTO ESCOLAR . Escola Estadual Anchieta – Ensino Fundamental. Barracão – PR, 2008.



7 - PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR DE LÍNGUA PORTUGUESA

7.1 - APRESENTAÇÃO GERAL DA DISCIPLINA

Nas últimas décadas do século XIX, a Língua Portuguesa passou a fazer parte dos currículos escolares brasileiros. As primeiras práticas do ensino desta disciplina moldavam-se ao ensino do Latim, sendo eloquente, retórico, imitativo, elitista e ornamental. O intuito nesta época era construir uma civilização claramente reprodutivista.

Em meados do século XVIII, o estudo de Língua Portuguesa torna-se obrigatório, e em 1837 inclui-se no currículo básico de educação sob as formas das disciplinas Gramática, Retórica e Poética (Literatura).

Em 1967, inicia-se um processo de “democratização” do ensino, eliminando-se os exames de admissão, ampliando-se vagas... Então, pessoas de culturas e linguagens diferentes passaram a frequentar a escola, ocasionando um choque entre o real e o ideal.

O processo de industrialização brasileiro conduz a educação visando à qualificação para o trabalho, decorrendo a instituição da pedagogia tecnicista, mais pragmática e utilitária (Lei 5692/71).

Com esta lei, a Gramática deixa de ser o enfoque principal de ensino e a Teoria da Comunicação torna-se o referencial. De 1970 à 1980 o ensino de Língua Portuguesa pautava-se em exercícios estruturais, técnicas de redação e treinamento de habilidades de leitura.

Resultando da grande demanda de professores, a formação pedagógica dos docentes passou para um segundo plano, deixando para o livro didático a responsabilidade do planejamento e da preparação das aulas, e a literatura era focada na historiografia literária. Isso tirou a autonomia do professor, desconsiderando seu conhecimento, experiência e senso crítico.

A partir dos anos 80, o ensino tradicional de Língua Portuguesa cedeu espaço a novos paradigmas, envolvendo questões de uso, contextuais, valorizando o texto como unidade fundamental de análise. As abordagens não são mais de cunho formalista-estruturalista, e sim sociológica (Bakhtin).

Nos anos 70 o Ensino da Literatura restringiu-se ao 2º grau, continuando no ensino estruturalista. Atualmente, esse enfoque ainda resiste, embora haja grande busca baseada em grandes pensadores, em valorizar o leitor e não restringir o estudo de literatura acerca dos cânones, superando o ensino normativo.

O Currículo Básico do Paraná, na década de 90, fundamentou-se na concepção dialógica e social da linguagem. Porém, não efetivou-se na prática, essa concepção enunciativa recaindo ao estigma da gramática tradicional, que trabalha com a frase.

Em fins desta década fundamentaram a proposta para a disciplina de Língua Portuguesa nas concepções interacionista ou discursivas, propondo uma reflexão acerca dos usos da linguagem oral e escrita.

O Currículo Básico tem como embasamento a concepção interacionista ou sócio interacionista de linguagem. Na prática o ensino de Língua Portuguesa precisa relacionar-se a situações reais de comunicação, tornando a sala de aula um espaço de interação, de encontro entre sujeitos, que se relacionam através da linguagem. Pois a linguagem nos acompanha onde quer que estejamos e serve para articular, estabelecendo relações com o mundo, como também a visão que construímos sobre o mundo.

Linguagem se entende, no ensino fundamental e médio, como ação individual orientada por uma finalidade específica; um processo de interlocução que se realiza nas práticas sociais existentes nos diferentes grupos da sociedade, nos distintos momentos de sua história.

A linguagem não só liberta o homem da sua subordinação ao concreto, mas permite-lhe operar também na ausência do concreto pela formação das faculdades, possibilitando as formações dessas operações. Tanto a linguagem como a consciência não são faculdades naturais do homem, nem constituem um dom. A linguagem é o resultado da ação coletiva que o homem desenvolve no processo de trabalho. Bakhtin afirmou: “a linguagem não é um sistema acabado, mas um contínuo processo de vir a ser.”

A partir do ano de 2003, professores, equipes pedagógicas dos Núcleos Regionais de Educação e de técnicos pedagógicos da Secretaria Estadual de Educação constroem um documento orientador do currículo para toda a rede pública estadual, as Diretrizes Curriculares da Educação. Durante a construção realizaram-se inúmeros seminários, simpósios, reuniões técnicas e encontros descentralizados com o objetivo de favorecer a participação dos educadores nas discussões que se deram ao longo de três anos. Buscou-se contemplar as especificidades dos níveis e modalidades de ensino da Educação Básicas.

As Diretrizes Curriculares de Educação organizam-se a partir das disciplinas que compõem a base nacional comum e a parte diversificada. A orientação da organização de cada uma das disciplinas constitui-se de uma abordagem sobre a dimensão histórica da disciplina, com ênfase na problematização das relações entre as ciências de referência e a disciplina escolar.

Por meio desta análise histórica, definiram-se os conteúdos estruturantes que identificam e organizam os diferentes campos de estudo das disciplinas escolares, que são fundamentais para a compreensão do objetivo de estudo das referidas áreas do conhecimento. O conteúdo estruturante é o discurso como prática social/objeto de ensino – a língua em uso, ou seja, os gêneros do discurso.

As DCE de cada disciplina apresentam os Fundamentos Teórico-Metodológicos, os Conteúdos Estruturantes, o Encaminhamento Metodológico, a Avaliação e a Bibliografia. Em face desse documento norteador cabe a escola garantir, através do ensino da língua, a compreensão dos fatos linguísticos de situações de interação e de práticas discursivas que assumem a língua em sua história e funcionamento.

Aos professores, cabe repensar conceitos e valores rompendo com a rotina e hábitos tradicionais, colocando em prática metodologias diferenciadas tendo como parâmetro de que o ensino é um eterno processo de refazer o feito, vendo e educando como um ser construído e em construção através de suas vivências e experiências; enfim, a função desta disciplina é trabalhar a Língua Portuguesa dentro de uma concepção dialógica social e histórica, considerando suas contradições, diferenças e paradoxos do quadro complexo na contemporaneidade.

A disciplina de Língua Portuguesa objetiva:


  • Promover atividades que possibilitem ao aluno, a partir de interações sociais ou dialógicas, a produção de sentido de um texto.

  • Propiciar atividades que possibilitem ao aluno tornar-se um falante cada vez mais ativo e participativo, capaz de compreender os diferentes discursivos e de organizar os seus de forma clara, coesa e coerente.

  • Possibilitar ao aluno condições de produção baseada em experiências reais de uso e em outros gêneros discursivos, ampliando o próprio conceito de gênero discursivo.


7.2 – CONTEÚDOS

6º Ano
Conteúdo Estruturante:


  • O discurso enquanto prática social.


Conteúdos Básicos:
Oralidade


  • As variedades linguísticas e a adequação da linguagem ao contexto de uso;

  • Intencionalidade dos textos;

  • Papel do locutor e do interlocutor na prática da oralidade: participação e cooperação; turnos de falas;

  • Diferenças lexicais, sintáticas e discursivas que caracterizam a fala formal e a informal;

  • Atendimento à natureza da informação ou do conteúdo veiculado;

  • Observação da relação entre os participantes (conhecidos, desconhecidos, nível social, formação, etc.);

  • Especificidades: similaridades e diferenças entre textos orais e escritos; ampla variedade x modalidade única; elementos extralinguísticos (gestos, entonação, pausas, representação cênica) x sinais gráficos;

Especificidades: similaridades e diferenças entre textos orais e escritos; a

  • Materialidade fônica dos textos poéticos (entonação, ritmo, sintaxe do verso);

  • Os processos utilizados na construção do sentido do texto de forma colaborativa: inferências, conhecimento prévio, leitura de mundo, contextualização.

Leitura


  • Intertextualidade;

  • A análise do texto para a compreensão global do mesmo;

  • Utilização de diferentes modalidades de leitura adequadas a diferentes objetivos: ler para adquirir conhecimento, fruição, obter informação, produzir outros textos, revisar, etc.;

  • Construção de sentido do texto: identificação do tema ou ideia central; finalidade; orientação ideológica e reconhecimento das diferentes vozes presentes no texto; identificação do argumento principal e dos argumentos secundários;

  • Contato com gêneros (conto popular em prosa, conto popular em versos, conto fantástico, reportagem notícia, informativo, instrucional, história em quadrinhos, cartas, bilhetes, anúncio, placas, imagens, etc.) das diversas esferas sociais, observando: o conteúdo veiculado; possíveis interlocutores; assunto; fonte; papéis sociais representados; intencionalidade; valor estético.

  • Ampliação do repertório de leitura literária do aluno (textos que atendam e ampliem seu horizonte de expectativas).

  • Diálogo da Literatura com outras áreas do conhecimento;

  • Os diferentes padrões de entonação conforme a natureza das intenções pretendidas pelo enunciador.

  • Escrita

  • A ordem das palavras na frase e os efeitos decorrentes da alteração dessa ordem;

  • Os tipos de frase e sua correlação com os atos de fala ou com as finalidades previstas para a atuação;

  • O uso do artigo como recursos referencial e expressivo em função da intencionalidade do conteúdo textual;

  • Formas de registro dos numerais e situações de uso;

  • Expressividade dos substantivos e sua função referencial no texto;

  • A função do adjetivo e de outras categorias como elementos adjacentes aos núcleos nominais e predicativos;

  • Recursos gráficos e efeitos de uso que contribuem para a estética do texto: letras maiúsculas e maiúsculas, espaçamento, parágrafos, acentuação gráfica;

  • Valor sintático e estilístico dos modos e tempos verbais em função dos propósitos do texto, estilo proposicional e natureza do gênero discursivo;

  • Os procedimentos de concordância entre o substantivo e seus termos adjacentes, entre o verbo e a expressão sujeito da frase;

  • Papel sintático e estilístico dos pronomes na organização, retomadas e sequenciação no texto;

  • A pontuação como recurso sintático e estilístico em função dos efeitos de sentido, entonação e ritmo, intenção, significação e objetivos do texto;

  • A produção e a refacção escrita como processo suscitado por uma real necessidade de prática social. Sugestão: contos, poemas, quadrinhos, fatos cotidianos, paródias, carta , descrições, imagens, reportagens, opinião, instrução, lendas fábulas, anúncio, notícia, provérbio, pesquisa, diário, relatório;

  • Relevância do interlocutor na produção de texto;

  • Utilização de recursos coesivos na produção de texto.


7º ano
Conteúdo Estruturante:


  • O discurso enquanto prática social


Conteúdos Básicos:
Oralidade

  • Papel do locutor e do interlocutor na prática da oralidade: participação e cooperação; turnos de falas;

  • Apresentação de pesquisa;

  • Participação em debates: coerência global, unidade temática de cada gênero oral, adequação da linguagem, concordância nominal e verbal, consistência argumentativa e adequação vocabular;

  • Relatos: os procedimentos e as marcas típicas da conversação; clareza, a sequência e objetividade na exposição de ideias; adequação vocabular;

  • Materialidade fônica dos textos poéticos (entonação, ritmo);

  • Especificidades: similaridades e diferenças entre textos orais e escritos; elementos extralinguísticos (gestos, entonação, pausas, representação cênica) x sinais gráficos; frases mais curtas x frases mais longas;

  • Os processos utilizados na construção do texto de forma colaborativa: inferências, conhecimento prévio, leitura de mundo, contextualização.




  • Leitura

  • Intertextualidade;

  • A análise do texto para a compreensão global;

  • Utilização de diferentes modalidades de leitura adequadas a diferentes objetivos: para adquirir conhecimento, fruição, informação, produção textual, revisão;

  • Construção de sentido do texto: identificação de tema ou ideia central; finalidade; orientação ideológica; reconhecimento das diferentes vozes no texto;

  • Contato com gêneros (conto, crônica, relato e memória,, diário, biografia e autobiografia, poema, notícia, reportagem, artigo, debate, imagem, foto, fôlder, história em quadrinhos, dentre outros), observando: o conteúdo veiculado, possíveis interlocutores, assunto, fonte, papéis sociais, intencionalidade, valor estético;

  • Literatura: amplificação do repertório de leitura do aluno (textos que atendam e ampliem seu horizonte de expectativas); diálogo da literatura com outras áreas do conhecimento;

  • Especificidades dos diferentes textos;

  • A relação entre pontuação, fluência e entonação com o valor expressivo do texto.

Escrita



  • A produção e a refacção escrita como processo suscitado por uma real necessidade de prática social. Sugestão: textos ficcionais, poemas, tiras, fábulas, auto-retrato, biografia, relato de experiências vividas, produção em linguagem não verbal, produção com recursos gráfico-visuais, panfleto turístico, criação de cartum, reportagem, produção individual, produção coletiva, texto argumentativo;

  • Relevância do interlocutor na produção do texto;

  • Coerência com o tipo de situação em que o gênero se situa;

  • Adequação do gênero proposto às estruturas;

  • Trabalho com tópicos gramaticais a partir da refacção dos efeitos de sentido dos recursos linguístico-discursivos;

  • Discursos direto, indireto na manifestação das vozes que falam no texto – sinais gráficos e espaços;

  • Importância dos elementos de coesão e coerência na construção de texto;

  • Expressividade dos substantivos e sua função referencial no texto;

  • A função do adjetivo como determinante do substantivo;

  • A pontuação como recurso sintático e estilístico em função dos efeitos de sentido, entonação e ritmo, intenção, significação e objetivos do texto;

  • Recursos gráficos e efeitos de uso: aspas, travessão, parênteses, acentuação;

  • Valor sintático e estilístico dos modos e tempos verbais em função dos propósitos do texto, estilo composicional e natureza do gênero discursivo;

  • A representação do sujeito no texto (expresso/elíptico; determinado/indeterminado; ativo/passivo) e a relação com as intenções do texto;

  • O procedimento de concordância entre o substantivo e seus termos adjuntos;

  • Figuras de linguagem e os efeitos de sentido (efeitos de humor, ironia, ambiguidade, exagero, etc.);

  • Neologismo e os mecanismos de ressignificação de palavras já existentes;

  • A formação do léxico de uma língua ou os vários processos de composição do seu vocabulário;


8º ano
Conteúdo Estruturante:


  • O discurso enquanto prática social


Conteúdos Básicos:
Oralidade


  • Papel do locutor e do interlocutor na prática da oralidade: participação e cooperação; turnos

  • de falas;

  • Apresentação de pesquisa: unidade temática, adequação da linguagem, coerência e concordâncias nominal e verbal;

  • Participação em debates: coerência global, unidade temática de cada gênero oral, adequação da linguagem, concordância nominal e verbal,consistência argumentativa e adequação vocabular;

  • Relatos: os procedimentos e as marcas típicas da conversação; clareza, a sequência e objetividade na exposição de ideias; adequação vocabular.

Leitura



  • Materialidade fônica dos textos poéticos (entonação, ritmo);

  • Especificidades: similaridades e diferenças entre textos orais e escritos; elementos extra linguísticos (gestos, entonação, pausas, representação cênica) x sinais gráficos; frases mais curtas x frases mais longas;

  • Os processos utilizados na construção do texto de forma colaborativa: inferências, conhecimento prévio, leitura de mundo, contextualização;

  • Intertextualidade;

  • A análise do texto para a compreensão global;

  • Utilização de diferentes modalidades de leitura adequadas a diferentes objetivos: para adquirir conhecimento, fruição, informação, produção textual, revisão;

  • Construção de sentido do texto: identificação de tema ou ideia central; finalidade; orientação ideológica; reconhecimento das diferentes vozes no texto;

  • Contato com gêneros (conto, crônica, relato e memória,, diário, biografia e autobiografia, poema, notícia, reportagem, artigo, debate, imagem, foto, fôlder, história em quadrinhos, dentre outros), observando: o conteúdo veiculado, possíveis interlocutores, assunto, fonte, papéis sociais, intencionalidade, valor estético;

  • Literatura: amplificação do repertório de leitura do aluno (textos que atendam e ampliem seu horizonte de expectativas); diálogo da literatura com outras áreas do conhecimento;

  • Especificidades dos diferentes textos;

  • A relação entre pontuação, fluência e entonação com o valor expressivo do texto.

Escrita



  • A produção e a refacção escrita como processo suscitado por uma real necessidade de prática social. Sugestão: texto ficcional, poemas, contos; com sequência narrativa e descritiva, crônica argumentativa, esquema e resumo, anúncio publicitário, relato de experiências vividas, produção com recursos gráfico-visuais, história em quadrinhos, produção individual, produção coletiva, texto argumentativo;

  • Relevância do interlocutor na produção do texto;

  • Coerência com o tipo de situação em que o gênero se situa;

  • Adequação do gênero proposto às estruturas;

  • Trabalho com tópicos gramaticais a partir da refacção dos efeitos de sentido dos recursos linguístico-discursivos;

  • Atendimento à natureza da informação ou do conteúdo veiculado nos textos;

  • Importância dos elementos de coesão e coerência na construção de texto;

  • A função do advérbio, do adjetivo e respectivas locuções como elementos adjacentes aos núcleos nominais e predicativos;

  • O procedimento de concordância entre o verbo e a expressão sujeito da frase;

  • A pontuação como recurso sintático e estilístico em função dos efeitos de sentido, entonação e ritmo, intenção, significação e objetivos do texto;

  • Recursos gráficos e efeitos de uso: aspas, travessão, parênteses, acentuação;

  • Valor sintático dos tipos de predicados nominal/verbal em função dos propósitos do texto;

  • A representação do sujeito no texto (expresso/elíptico; determinado/indeterminado; ativo/passivo) e a relação com as intenções do texto;

  • A função do verbo transitivo direto/indireto na construção das orações;

  • A função sintática das vozes do verbo na construção das orações;

  • A sequência: sujeito – verbo – complementos na construção da oração chamada “ordem direta”;

  • A ordem inversa empregada como recurso de estilo ou quando há intenção de destaque a outro termo que não seja o sujeito da oração.

  • Os núcleos do sujeito e do predicado como elementos essenciais da oração;

  • Os adjuntos adnominais, adverbiais e predicativos funcionam como satélites dos elementos principais da oração;

  • Os esquemas predicativos dos verbos: argumentos exigidos e argumentos opcionais;

  • As relações e restrições sintáticas e semânticas do verbo com os termos que ocorrem à sua direita e à sua esquerda;

  • As particularidades linguísticas do texto literário;

  • A divisão do texto em parágrafos conforme a distribuição dos tópicos desenvolvidos;

  • A elipse na sequência do texto e a manutenção do tópico em foco;

  • A cadeia de sinônimos, de hiperônimos e de expressões definidoras na continuidade de um texto;

  • Os usos do vocabulário: comum, formal, técnico, especializado, erudito, entre outros;

  • As normas da ortografia oficial.


9º ano
Conteúdo Estruturante:


  • O discurso enquanto prática social


Conteúdos Básicos
Oralidade

  • Papel do locutor e do interlocutor na prática da oralidade: participação e cooperação; turnos de falas;

  • Apresentação de pesquisa: unidade temática, adequação da linguagem, coerência e concordâncias nominal e verbal;

  • Os procedimentos e as marcas das linguísticas típicas da conversação;

  • Elementos composicionais, formais e estruturais dos diversos gêneros discursivos orais usados em diferentes esferas sociais;

  • As variedades linguísticas e a adequação da linguagem ao contexto de uso: diferentes registros, grau de formalidade em relação ao gênero discursivo;

  • Intencionalidade dos textos;

  • Participação em debates: coerência global, unidade temática de cada gênero oral, adequação da linguagem, concordância nominal e verbal, consistência argumentativa e adequação vocabular;

  • Relatos: os procedimentos e as marcas típicas da conversação; clareza, a sequência e objetividade na exposição de ideias; adequação vocabular;

  • Materialidade fônica dos textos poéticos (entonação, ritmo).

Leitura


  • Especificidades: similaridades e diferenças entre textos orais e escritos; elementos extralinguísticos (gestos, entonação, pausas, representação cênica) x sinais gráficos; frases mais curtas x frases mais longas;

  • Os processos utilizados na construção do texto de forma colaborativa: inferências, conhecimento prévio, leitura de mundo, contextualização;

  • Intertextualidade;

  • A análise do texto para a compreensão global;

  • Utilização de diferentes modalidades de leitura adequadas a diferentes objetivos: para adquirir conhecimento, fruição, informação, produção textual, revisão;

  • Construção de sentido do texto: identificação de tema ou ideia central; finalidade; orientação ideológica; reconhecimento das diferentes vozes no texto;

  • Contato com gêneros (conto, crônica, relato e memória, artigo, debate, imagem, foto, fôlder, história em quadrinhos, textos dramáticos, romance, novela, crônica, entrevista, anúncio, seminário, artigo, resumo, resenha, relatório), observando: o conteúdo veiculado, possíveis interlocutores, assunto, fonte, papéis sociais, intencionalidade, valor estético;

  • Literatura: amplificação do repertório de leitura do aluno (textos que atendam e ampliem seu horizonte de expectativas); diálogo da literatura com outras áreas do conhecimento;

  • Especificidades dos diferentes textos;

  • A relação entre pontuação, fluência e entonação com o valor expressivo do texto.

Escrita



  • A produção e a refacção escrita como processo suscitado por uma real necessidade de prática social. Sugestão: textos ficcionais, poemas, conto com sequência narrativa e descritiva, crônica argumentativa, esquema e resumo,anúncio publicitário, relato de experiências vividas, produção com recursos gráfico-visuais, história em quadrinhos, produção individual, produção coletiva, texto argumentativo, entrevista, anúncio, artigo, resenha,etc.;

  • Relevância do interlocutor na produção do texto;

  • Coerência com o tipo de situação em que o gênero se situa;

  • Adequação do gênero proposto às estruturas;

  • Trabalho com tópicos gramaticais a partir da refacção dos efeitos de sentido dos recursos linguístico-discursivos;

  • Atendimento à natureza da informação ou do conteúdo veiculado nos textos;

  • Importância dos elementos de coesão e coerência na construção de texto;

  • A associação semântica entre as palavras de um texto e seus efeitos para a coesão e a coerência pretendida;

  • Os efeitos do uso de certas expressões que revelam a posição do falante em relação ao que diz (o uso das expressões modalizadoras);

  • Os efeitos do uso das figuras de linguagem e de certas expressões com valor homonímico, metafórico e metonímico (efeitos de encantamento, de humor, de ironia, de ambiguidade etc.);

  • As formas de intitular ou de legendar um texto ou o tópico de um texto, conforme as pretensões interacionais escolhidas;

  • As especificidades (prosódicas, lexicais, sintáticas, textuais e pragmáticas) da organização do texto oral formal;

  • As especificidades (lexicais, sintáticas, textuais e pragmáticas) da organização do texto escrito;

  • Os usos do vocabulário: comum, formal, técnico, especializado, erudito, entre outros;

  • As normas da ortografia oficial;

  • A função coesiva e estilística do paralelismo sintático e semântico entre segmentos textuais;

  • A função das conjunções coordenativas e subordinativas na articulação e na conexão do sentido entre o que vem antes e o que vem depois em um texto;

  • A cadeia de sinônimos, de hiperônimos e de expressões definidoras na continuidade de um texto;

  • A pontuação como recurso sintático e estilístico em função dos efeitos de sentido, entonação e ritmo, intenção, significação e objetivos do texto;

  • Recursos gráficos e efeitos de uso: aspas, travessão, parênteses, acentuação, etc.;

  • As especificidades dos textos do espaço cibernético, como e-mail, o site, o bate-papo, o intertexto, etc.;

  • As determinações quanto à regência dos verbos e dos nomes, bem como as mudanças de significado advindas das alterações provocadas pelo uso inadequado destas concordâncias;

  • A função de cada classe de palavras na oração analisadas pela sintaxe;

  • Relações semânticas que as preposições estabelecem no texto;

  • Valor sintático e estilístico dos modos e tempos verbais em função dos propósitos do texto, estilo composicional e natureza do gênero;

  • Concordância e regência: relações de co-ocorrência;

  • Crase e pontuação: questões particulares da escrita.


7.3 - ENCAMINHAMENTOS METODOLÓGICOS:

Na linguagem, o homem se reconhece humano, interage e troca experiências; compreende a realidade em que está inserido e o seu papel como participante da sociedade.

Toda a reflexão sobre a língua só tem sentido se considerarmos, como marco inicial, a dimensão dialógica da linguagem presente em todas as atividades; interagindo alunos e professores através de experiências reais de uso da língua materna em todos os tipos de linguagem: verbais e não verbais.

O estudo da língua se efetivará nas diferentes práticas sociais, e todo o processo de ensino será norteado por metodologias ativas e diversificado. Os trabalhos poderão ser individuais, em duplas, em pequenos grupos ou em conjunto com a turma toda.

É preciso valorizar as experiências pessoais de cada educando, pois um texto leva ao outro, descobrindo as intenções implícitas nos discursos do cotidiano e posicionando-se diante dos mesmos.

A fala, a leitura e a escrita devem ser trabalhadas juntas, já que uma atividade completa a outra. A reestruturação de textos deve acontecer de forma a inserir os elementos gramaticais, oportunizando o esclarecimento do uso da pontuação correta, acentuação, ortografia, concordância, dentre outros, para que o aluno assimile a importância do conhecimento dos mecanismos de funcionamento da língua.

Através de debates proporcionarem a construção de sentidos e significados entre os interlocutores ao longo de suas trocas linguísticas, orais ou escritas. Estes sentidos e significados recebem influências, também, pelas relações que os interlocutores (autor e ouvinte/leitor) mantêm com a língua e entre si, com o tema com o qual se fala ou escreve, ouve ou lê; pelos seus conhecimentos prévios, atitudes e preconceitos; e pelo contexto social em que ocorre a interlocução.

Ao trabalhar literatura, apresentar ao aluno a ideia de que cada texto é “tecido” por todas as partes que o constitui, centrando no leitor maior capacidade de atribuir-lhe significado do que seu próprio autor. Também oportunizar aos alunos, através deste meio uma fuga do realismo midiático, compreendendo que esta arte sabe algo das coisas e muito dos homens (diz - não diz).




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