Escola estadual padre anchieta ensino fundamental



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2.5 - REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BIZZO, Nélio; JORDÃO, Marcelo. Ciências BJ. 1. ed. São Paulo: Editora do Brasil, 2006.
DELIZOICOV, Demétrio; ANGOTTI, José André. Metodologia do Ensino de Ciências. 2. ed. São Paulo: Editora Cortez, 2000.
LABURU, Carlos Eduardo; ARRUDA, MELLO, Sérgio de; NARDI, Roberto. Pluralismo metodológico no ensino de ciências., Bauru: Ciência & Educação v.9, n. 2, p.247- 260, 2003.
PARANÁ, Secretaria de Educação do Estado do. Diretrizes Curriculares de Ciências para o Ensino Fundamental. Curitiba: SEED, 2009.
PPP – PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA ESCOLA – CONSTRUÇÃO COLETIVA, Equipe Pedagógica e Professores. Escola Estadual Padre Anchieta – Ensino Fundamental. Barracão – Paraná, 2008.
REGIMENTO ESCOLAR. Escola Estadual Padre Anchieta – Ensino Fundamental. Barracão – Paraná, 2008.

3 - PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR DE EDUCAÇÃO FÍSICA
3.1 - APRESENTAÇÃO GERAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA


A disciplina de Educação Física historicamente, no Brasil, tinha a finalidade de uma formação que privilegiasse as habilidades físicas para assim, baseada em teorias que vinham da Europa, sob a égide de conhecimentos médicos e da instrução militar, a então denominada ginástica surgiu, principalmente, a partir de uma preocupação com o desenvolvimento da saúde e a formação moral dos cidadãos brasileiros.

No início do século XX, especificamente a partir de 1929, a disciplina de Educação Física tornou-se obrigatória nas instituições de ensino para crianças a partir de 6 anos de idade e para ambos os sexos, por meio de um anteprojeto publicado pelo então Ministro da Guerra, General Nestor Sezefredo Passos.

Esse período histórico foi marcado pelo esforço de construção de uma unidade nacional, o que contribui sobremaneira para intensificar o forte componente militar nos métodos de ensino da Educação Física nas escolas brasileiras.

O objeto de estudo e de ensino de Educação Física é a Cultura Corporal, a qual a disciplina se insere neste projeto ao garantir o acesso ao conhecimento e a reflexão crítica das inúmeras manifestações ou práticas corporais historicamente produzidas pela humanidade, na busca de contribuir com um ideal mais amplo de formação de um ser humano crítico e reflexivo, e conhecendo-se como sujeito que é produto, mas também agente histórico, político, social e cultural

A Educação Física precisa ser considerada um ato pedagógico que aborda uma concepção dialética de ensino (teoria e prática), superando a ideia equivocada de que a aula de Educação Física não ”se deve falar, não se deve sentar e discutir” (BRACHT, 1992) e utilizar recursos pouco típicos das aulas: textos, fotos, cartazes, desenhos, grupos de discussão, seminários, pesquisas, etc.

Educação Física é movimento, mas é necessário diálogo, reflexão e o uso da palavra para que o aluno não só pratique como também saiba “se posicionar criticamente diante dessa cultura” (BRACHT, 1992), adotando uma visão crítica do mundo e da sociedade na qual está inserido.

Os alunos têm que ser respeitados em suas próprias limitações e características corporais e a competição deve ser entendida como um exercício de superação de obstáculos individuais, buscando sempre privilegiar a ludicidade, isto é, a alegria, o prazer, a cooperação e a socialização, levando o aluno a se tornar sujeito de sua aprendizagem enfocando o desenvolvimento do sujeito onilateral, afirmando valores e sentidos que melhorem a formação do aluno e evitem a discriminação, segregação e competição exacerbada.

A Educação Física visando o desenvolvimento do educando, em sua totalidade, tem por princípios básicos em sua ação pedagógica, estimular a reflexão sobre o acervo de formas e representações do mundo que o ser humano tem produzido, exteriorizadas pela expressão corporal em jogos e brincadeiras, danças, ginásticas e esportes.

Nesse sentido, partindo de seu objeto de estudo e de ensino, Cultural Corporal, a Educação Física se insere neste projeto ao garantir o acesso ao conhecimento e à reflexão crítica das inúmeras manifestações ou práticas corporais historicamente produzidas pela humanidade, na busca de contribuir com um ideal mais amplo de formação de um ser humano crítico e reflexivo, reconhecendo-se como sujeito, que é produto, mas também agente histórico, político, social e cultural.

Como elementos articuladores que fundamentam os estudos teórico-metodológicos dos conteúdos estruturantes para educação básica, encontram-se: a Cultura Corporal e Corpo; Cultura Corporal e Ludicidade; Cultura Corporal e Saúde; Cultural Corporal e Mundo do Trabalho; Cultura Corporal e Desportivização; Cultura Corporal-Técnica e Tática; Cultura Corporal e Lazer; Cultura Corporal e Diversidade; Cultura Corporal e Mídia.

Alguns objetivos da disciplina de Educação Física:

-Desenvolver as diferentes manifestações corporais que são essenciais, no que se refere à educação do corpo, constituindo-se no principal alicerce do processo educativo.

- Propiciar aos alunos uma leitura do fenômeno esportivo com vistas à compreensão de sua complexidade social, histórica e política, permitindo uma compreensão crítica das manifestações esportivas;

- Propor por intermédio da ginástica e suas inúmeras variações, a possibilidade de movimentação, descobrimento e reconhecimento das possibilidades e limites corporais, propiciando a interação, o conhecimento, a inter-relação de experiências e sua inserção crítica no mundo;

- Permitir ao aluno, a transmissão de sentimentos, emoção, afetividade, costumes e regionalidade por meio da dança de modo a contextualizar o papel da mesma no âmbito social;

- Proporcionar ao aluno o entendimento do jogo enquanto conhecimento que constitui o acervo cultural da humanidade, possibilitando sua constatação, sistematização, ampliação e aprofundamento, permitindo a construção das regras, a mensuração de necessidades e proposta de novos d


esafios;

- Oferecer os jogos sociais, as brincadeiras e os esportes como manifestações culturais geradoras de significação, possibilitando a expressão individual, a comunicação corporal, bem como as diferentes representações verbais e não-verbais desta complexa realidade;
3.2 - CONTEÚDOS
6º Ano


Conteúdo Estruturante

Conteúdo Básico

Conteúdo Específico

Abordagens do Conteúdo

ESPORTE

Individuais

ATLETISMO

Atletismo: Histórico; Regras Gerais; A Corrida; O Salto; O Arremesso.

XADREZ

Origem: Evolução e Lendas; As Capacidades desenvolvidas pelo Xadrez, Xadrez um jogo de Gênio? Os Primeiros Passos; O Tabuleiro, Movimento das Peças; Xeque, Aberturas.

Coletivos

ABORDAGEM INTRODUTÓRIA

- DESPORTOS -



Considerações sobre os Desportos; Desportos Individuais; Desportos Coletivos; Técnica e Tática nos Desportos; Regras e Penalidades Desportivas; Teoria e Prática: Benefícios da Prática dos Desportos; Desporto Escolar – Uma proposta para Você; Teoria e Prática: O Árbitro.

FUTSAL

Considerações sobre o Futsal; Um pouco da História do Futsal; Habilidades Técnicas do Jogador de Futsal (Domínio de Bola, Condução de Bola, Passe, Chute ao Gol, Táticas do Futebol de Salão (Goleiro, Fixo, Alas, Pivô); Recomendações Táticas; Sistemas Táticos do Futsal; Recomendações Técnicas; Regras e Penalidades do Futsal (Substituições, Faltas Técnicas, Faltas Pessoais, Falta Disciplinar, Punições, Tiros Livres, Arremessos; Os Sinais do Árbitro de Futsal, Termos e Gírias do Futsal; Planos de Aula – Iniciação Desportiva.

HANDEBOL

Considerações sobre o Handebol, Um pouco da História do Handebol; Técnicas do Handebol (Manejo Bola, Passes, Recepção, Fintas, Arremessos); Recomendações; Movimento e Equilíbrio; Táticas do Handebol (Posse de Bola; Técnica Defensiva – Como Marcar; Posição Básica Defensiva do Jogador; Como deslocar-se na posição defensiva; Movimentação constante dos braços; Saber fazer o uso do corpo para obstruir a ação do adversário; Sistema de Marcação Individual; Sistema de Marcação por Zona; Sistema Defensivo por Zona e Variações; Dicas para ser um bom defensor no Handebol); Sistema Ofensivo (Ataque em Circulação; Ataque Poscional; Contra-ataque; Contra-ataque Direto; Contra-ataque sustentado; Termos do Handebol); Regras e Penalidades do Handebol (A área do goleiro, Tiro Lateral, Tiro Livre, Tiro de Meta, Tiro de Árbitro, Tiro de Sete Metros, Substituições, Advertência, Exclusão, Desqualificação, Expulsão, Os Sinais do Árbitro no Handebol).




Conteúdo Estruturante

Conteúdo Básico

Conteúdo Específico

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JOGOS E BRINCADEIRAS

ABORDAGEM INTRODUTÓRIA

– JOGOS -



CONSIDERAÇÕES SOBRE OS JOGOS

O que são os Jogos; Objetivos; Características; Jogos Recreativos; Jogos Pré-Desportivos; Teoria e Prática: Relaxamento

Brincadeiras, Folguedos e Cantigas de Roda

Jogos (Motores, Sensoriais, Imitativos, Intelectivos): Morto-vivo; Coral infantil; Banho de papel; Quadrinha; Cobra-cega; Abacaxi; A conquista de domínio; Pisca-pisca; Tic-Tac; Passando a Bola; Jogo da Amerelinha; As profissões; Aprendendo as Horas; Caçada de Animais; Corrida de obstáculos; Vassourobol; Boliche; Mãe-Cola; Tira-Teima; o Gato e o rato; Roubar a Calda; Corrida dos bastões; Bola ao Túnel; Salto de três pernas; Dia e noite; Plim; Livre, Leve e Solto; Sinuquinha; Tiro ao Alvo; o Tubarão e os Peixinhos; Corrida de nó; Passar o arco pelo corpo; Dois é bom três é demais; Põe e tira; Stop; Pule a corda; Fechar a porta; Quebra-canela; Bola ao alvo; Pé-na-lata; Arremesso de Moeda; Estica e puxa; Dedobol; Assoprobol; Robô sem direção; Qual é a música? Jogo com Palavras; O Caranguejo Cego; João Bobo; Pega-pega aos Pares; Corrida de Transporte; Diagrama; Formando novas palavras; Briga de Galo; Corrida das Profissões; Impulsione a bola; Jogo de Bolinhas de Gude; Arremesso no Escuro; Arruma-Desarruma; Meu lado direito está vazio; Quem Comanda? Jogo do ABC; Jogando com as Palavras; Colocar o rabo no Leão; Este é o carro vermelho do bombeiro; Minha tia voltou da Bahia; Jogos Especiais; Jogando com bexigas; Futebol gigante; Boliche Legal; Formando Grupos; Limpa Quaadra; Bata Palmas.

Processo de Criação e Origem; O Jogo e a Ludicidade; Fundamentação e Vivência Prática; Os Benefícios dos Jogos; A Importância dos Jogos na Infância; Análise Crítica e Reconstrução dos Jogos.


Jogos Populares

Béts ou Taco; Bilboquê; Bingo; Boliche; Cabo de Guerra; Caçador; Cantigas de Roda; Capoeira; Corda; Dardo; Dominó; Futebol de Botão; Futvôlei; General, Jogo da Amarelinha; Jogo das Cinco Marias; Jogo de Damas; Ludo; Pega-Varetas; Peteca; Pipa; Saltar Elástico; Spiribol; Stop; Teatro; Tiro ao Alvo.

Jogos Pré-Desportivos

Esportes: Jogando Corridas; Distribuir e Recolher; Deitar e Levantar; Lançamento de Pelotas; Tiro ao Alvo; Arremesso no Latão; Lançar, buscar e correr; Devolver a bola; Passar a Bola; Bola em Zigue-zague; Roubar a bola; Alvo Humano; Queimada Maluca; Ponto a Ponto; Queimada de três campos; Limpe a Área; Ultrapassando a linha; Seqüência de Passes; Queimada-gol; Segurando a bola; Chute aos cantos; Chutando a bola; Futebol com quatro gols; Handebol com Alvo; Chamada; Bola ao Cesto; Basquetinho; Lançamento aos Ponteiros; Pingue-Pongue; Bola sobre a Corda; Voleibol com toque no chão; Voleibol no Lençol; Voleibol no Escuro; Peteca; Bola na Base; Minibeisebol; Beisebol Escolar; Beisebol; Bete Ombro; Hóquei com Argola; Tênis com o corpo; Frescobol; Bocha; Xadrez, o Jogo inteligente; Golbol; CopoBol; Rebatida; Agarrabol; Tênis Sem Rede; Golbol; Queimadas; Bola ao Cesto; Gol a gol; Rebatida; Bobinho; Embaixadinha; 21; Mini-vôlei; Mini-Futsal; Basquete de Rua; Rebahand; Ping-Pong em Revista; Invasão; Bola-fora; Padle Adaptado.




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GINÁSTICA

Geral

Movimentos Naturais e Construídos

Evolução da Educação Física: A História; Homem Primitivo; Gregos e Romanos; Idade Média e Renascimento; No Brasil; A Herança; Lazer e Educação Física; Então, pergunta-se: Como deve ser essa Educação Física Escolar? O Corpo; A Educação Física: Os Movimentos; O Programa Básico de Educação Física; Como são realizados os Movimentos; Propriedades dos Músculos; Saúde; A Alimentação do Esportista Atleta; Gasto de Energia por atividade; Benefícios da Educação Física; Efeitos do Exercício físico no Corpo Humano; Teste de Condição Física; Ginástica: Definição; Considerações sobre a Ginástica; Os Conteúdos da Ginástica; As Classificações da Ginástica; Os Aparelhos na Ginástica; Teoria e Prática: A Coluna Vertebral; Teoria e Prática: Aquecimento Muscular e Alongamento; Exercícios de Alongamento.




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LUTAS

Lutas com Aproximação

Judô; Luta olímpica; Jiu-jitsu; Sumô.

Origem das lutas,Mudanças no decorrer da história; Jogos de oposição; Ginga, esquiva e golpes; Rolamentos e quedas; Especificidades de cada Tipo de Luta.




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DANÇA

Atividades Rítmicas de Imitação

Cantigas de Roda; Jogos Rítmicos.

Descobrindo a Dança; Conteúdos da Dança; Experimentando; Criando e Representando: Pezinho; Expressão Corporal; O meu chapéu; Expressão Corporal; Tiro Liro; Brincando de Roda; O Caminho do Trem; A Canoa Virou; Passeando de Carroça; Atenção Concentração; Dramatização; Peixe Vivo; O Jipe do Padre; Atividade Rítmica; Nós Quatro; História Vivenciada; Caranguejo; Atividade Rítmica II; A linda Rosa Juvenil; Expressão Corporal; Enha; la; enha; Dramatização; Polenta; Expressão Corporal; Oh! Susana; Tique-taque, pom-pom; Escravos de Jô.


7º Ano

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ESPORTE

Individuais

ATLETISMO

Atletismo: Histórico; As Provas de Atletismo; Equipamentos e Detalhes Técnicos; As Provas de Lançamento e os Aparelhos; As Provas de Salto; Qualidades Físicas; A técnica da Corrida; O Salto em Altura; O Arremesso de Peso; Os Revezamentos; O Lançamento de Disco; O Lançamento de Dardo.

XADREZ

O Tabuleiro; As Peças; Iniciando uma Partida; O Rei; A Dama; Xeque; Xeque-Mate; Rei Afogado; Registro de uma Posição; Como Anotar; Condução do Rei para o Xeque-Mate; Captura de Peças; O Bispo; O Cavalo; O Peão; Promoção ou Coroação; Em Passant; O Roque; Roque Pequeno; Roque Grande; Teste de Peão.

Coletivos

VOLEIBOL

Considerações sobre o Voleibol; Um Pouco da História do Voleibol; Técnicas do Voleibol (O Saque, o Toque, Cortada); A Bola e a sua trajetória; O Bloqueio; Dicas para ser um bom jogador de Voleibol; Táticas do Voleibol (Sistema Tático Básico); Teoria e Prática; A Prática do Voleibol; Sistema Tático Ofensivo; Sistema Tático Defensivo; Outros Sistemas; Os Termos usados no Voleibol; Regras e Penalidades do Voleibol; Violações no Saque; Violações no Rodízio; Duplo Toque e Condução da Bola; Invasão; Os Sinais do Árbitro no Voleibol.

BASQUETEBOL

Considerações sobre o Basquetebol; Um pouco da História do Basquetebol; O Basquetebol Profissional; Técnicas do Basquetebol (Manejo de Bola, Passes, Condução de Bola, Fintas, Arremessos, Paradas, Bandejas, Jump, Disputa do Rebote,); O Movimento nos Esportes; Necessidade de Treinamento; Táticas do Basquetebol (Posições Ofensivas, Posições Defensivas, Sistemas Táticos Defensivos, Marcação Homem a homem; Marcação por zona, Dicas de Marcação no Basquetebol; Sistemas Táticos Ofensivos; Sistema tático ofensivo contra a marcação homem a homem; Sistema tático ofensivo contra a Marcação por Zona; Dicas para ser um bom atacante no Basquetebol; Características exigidas para cada uma das posições do Basquetebol; Regras e Penalidades do Basquetebol; Regulamentação do Tempo de Jogo; Descontos de Tempo; Limites de tempo; Regulamentação sobre os Jogadores; Bola ao Alto; Lateral; Fundo Bola; Lance Livre; Atraso Bola; Falta Pessoal; Falta Técnica; Falta Antidesportiva; Falta Dupla; Falta Multíplice; Substituição; Desqualificações; Sinais do Árbitro do Basquetebol.




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JOGOS E BRINCADEIRAS

Jogos Recreativos


Atividades e Jogos Recreativos com Acessórios: Bolas, Bexigas, Bola de Meia etc; Bastões, Cadeira e Plinto; Pneus; Jornal e Revistas; Latas e Copos; Corda; Banco Sueco; Colchão; Cones; Arquibancada e Escadas; Saco, Panos e Roupas; Giz, Letras, Números e Folhas de Papel, Arco e Bambolê; Peteca; Na Água; Patins; Corridas de Orientação.

Processo de Criação e Origem; O Jogo e a Ludicidade; Fundamentação e Vivência Prática; Os Benefícios e Importância dos Jogos; Análise e Reconstrução dos Jogos.


Jogos Populares

Béts ou Taco; Bilboquê; Bingo; Boliche; Cabo de Guerra; Caçador; Cantigas de Roda; Capoeira; Corda; Dardo; Dominó; Futebol de Botão; Futvôlei; General, Jogo da Amarelinha; Jogo das Cinco Marias; Jogo de Damas; Ludo; Pega-Varetas; Peteca; Pipa; Saltar Elástico; Spiribol; Stop; Teatro; Tiro ao Alvo.

Jogos Pré-Desportivos

Esportes: Jogando Corridas; Distribuir e Recolher; Deitar e Levantar; Lançamento de Pelotas; Tiro ao Alvo; Arremesso no Latão; Lançar, buscar e correr; Devolver a bola; Passar a Bola; Bola em Zigue-zague; Roubar a bola; Alvo Humano; Queimada Maluca; Ponto a Ponto; Queimada de três campos; Limpe a Área; Ultrapassando a linha; Seqüência de Passes; Queimada-gol; Segurando a bola; Chute aos cantos; Chutando a bola; Futebol com quatro gols; Handebol com Alvo; Chamada; Bola ao Cesto; Basquetinho; Lançamento aos Ponteiros; Pingue-Pongue; Bola sobre a Corda; Voleibol com toque no chão; Voleibol no Lençol; Voleibol no Escuro; Peteca; Bola na Base; Minibeisebol; Beisebol Escolar; Beisebol; Bete Ombro; Hóquei com Argola; Tênis com o corpo; Frescobol; Bocha; Xadrez, o Jogo inteligente; Golbol; CopoBol; Rebatida; Agarrabol; Tênis Sem Rede; Golbol; Queimadas; Bola ao Cesto; Gol a gol; Rebatida; Bobinho; Embaixadinha; 21; Mini-vôlei; Mini-Futsal; Basquete de Rua; Rebahand; Ping-Pong em Revista; Invasão; Bola-fora; Padle Adaptado.




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GINÁSTICA

Olímpica

Artística

A prática da Ginástica Olímpica; Aparelhos; Recomendações; Um Pouco da História da Ginástica Olímpica; A Ginástica de Solo (Rolamento Simples para Frente, Rolamento Simples para Trás, Parada de Três Apoios, Roda ou Estrela, Rodante, Mergulho ou Salto Peixe); Ginástica de Aparelhos: Plinto (Saltos sobre o Plinto, Passagem Lateral, Passagem Sentada, Saltos sobre o Plinto Longitudinal; Subida Grupada e Salto Estendido, Salto sobre sela ou salto afastado (Gratsch), Salto Grupado); Ginástica de Aparelhos: Barra Fixa e Trave de Equilíbrio; Barra Fixa (Balanço, Giro do Macaco, Subida em apoio estendido sobre a barra e queda para a frente, Entrada na barra fixa (oitava), Giro de quadril para trás, Saída em arco da barra fixa); Trave de Equilíbrio.




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LUTAS

Lutas que mantêm a distância

Karatê; Boxe; Muay thai; Taekwondo.

Histórico, filosofia e características das diferentes artes marciais; Lutas X Marciais; Histórico; Estilos de Jogo/Luta/Dança; Musicalização e Ritmo; Ginga; Confecção de Instrumentos; Movimentação; Roda; Artes Marciais; Histórico; Técnicas, Táticas/Estragégias; Apropriação da Luta pela Indústria.




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DANÇA

Danças Circulares

Contemporâneas; Folclóricas; Sagradas.

Expressão Corporal; Atividade Rítmica; Expressão Corporal; Balaio; Despertando o Corpo; Dramatização; Afrodança; Atividade Rítmica; No mesmo Ritmo; Despertando o Corpo; Frevo; Dramatização; Dança Aeróbica; Atividade Rítmica; Giros; Despertando o Corpo; Balainha; Dramatização; Samba; Quadrilha; Despertando o Corpo; Valsa; Saltos; Roda do Funk; Primeiros Ensaios Coreográficos; Uma Viajem as Danças Circulares de Várias Culturas.


8º Ano

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ESPORTE

Individuais

TÊNIS DE MESA

  1. Origem e Evolução;

  2. O tênis de mesa e as habilidades psicomotoras;

  3. Fundamentação Técnica e Tática e Vivência Prática.

XADREZ

Valor Comparativo das Peças; Um pouco mais sobre Anotação; Casos de Empate (Empate por comum acordo, por falta de material, por Rei afogado, por xeque-perpétuo, por tripla repetição, pela regra dos cinqüenta lances); Centro; Iniciando a Partida; Temas de Combinação; O Sacrifício; O Falso Sacrifício, Teste da Torre.

Coletivos

FUTSAL

Futsal: Uma Evolução do Futebol de Salão, Histórico, Características do Jogo, Fundamentos, Posicionamento em Quadra; Treinamento Técnico e Tático.

FUTEBOL

Considerações sobre o Futebol; Um pouco da História do Futebol; Técnicas e Táticas do Futebol; Posições Básicas dos Jogadores; Termos usados no Futebol; Habilidades Técnicas do Jogador de Futebol (Domínio de Bola, Condução de Bola, Finta, Passes, Cabeceio, Tabela e Finalização); Dicas para ser um bom atacante no Futebol; Dicas para ser um bom Defensor no Futebol; Sistemas Táticos no Futebol; Dicas para ser um bom Jogador de Futebol; Momento Edson Arantes do Nascimento (Pelé); Regras e Penalidades do Futebol; Tiro Livre; Lateral; Escanteio; Impedimento; Penalidade Máxima; O Dopping ou Dopagem no Futebol.

HANDEBOL

Histórico; Handebol de Campo; Handebol de Salão; Handebol no Brasil, Características do Jogo; A Quadra de Handebol; Os Fundamentos (Passe, Drible, O Tiro, chute ou Arremesso); O Posicionamento em Quadra; Sistemas Táticos de Ataque e Defesa; A Respiração no Desporto Handebol; Exercícios de Alongamento e Aquecimento; Alongamento Tradicional; Aquecimento Global; Através de Jogos; Ginástica Introdutiva ao manuseio da bola; Arremessos e Dribles com efeitos; Passe; Lançamento e Recepções; Dribles; Tiros e Arremessos ao Gol e Fintas ao Passe; Jogos em Equipes; Jogos e Táticas, Jogo propriamente dito.



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Jogos e Brincadeiras

Jogos de Tabuleiro

Damas, Trilha, Ludo, Gamão, Resta Um, Dominó, Dado ou General, Futebol de Botão, Pega-Varetas, Bingo; Jogos com Cartas – Detetive, Dorminhoco, Pife, Rouba Monte, Tapinha, Trunfo, Canastra, Truco, Pontinho, Bisca ou 3/7.

O Jogo e desenvolvimento psico-social; Aprendizagem e Vivência Prática; Origem e evolução do jogo sócio-cultural; Jogos de Aquecimento? O Jogo e o Esporte: Tão Diferentes Assim? O Jogo-Social; Vivência prática.


Jogos Pré-Desportivos

Esportes: Jogando Corridas; Distribuir e Recolher; Deitar e Levantar; Lançamento de Pelotas; Tiro ao Alvo; Arremesso no Latão; Lançar, buscar e correr; Devolver a bola; Passar a Bola; Bola em Zigue-zague; Roubar a bola; Alvo Humano; Queimada Maluca; Ponto a Ponto; Queimada de três campos; Limpe a Área; Ultrapassando a linha; Seqüência de Passes; Queimada-gol; Segurando a bola; Chute aos cantos; Chutando a bola; Futebol com quatro gols; Handebol com Alvo; Chamada; Bola ao Cesto; Basquetinho; Lançamento aos Ponteiros; Pingue-Pongue; Bola sobre a Corda; Voleibol com toque no chão; Voleibol no Lençol; Voleibol no Escuro; Peteca; Bola na Base; Minibeisebol; Beisebol Escolar; Beisebol; Bete Ombro; Hóquei com Argola; Tênis com o corpo; Frescobol; Bocha; Xadrez, o Jogo inteligente; Golbol; CopoBol; Rebatida; Agarrabol; Tênis Sem Rede; Golbol; Queimadas; Bola ao Cesto; Gol a gol; Rebatida; Bobinho; Embaixadinha; 21; Mini-vôlei; Mini-Futsal; Rouba-Bandeira; Basquete de Rua; Rebahand; Ping-Pong em Revista; Invasão; Bola-fora; Padle Adaptado.



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GINÁSTICA

Rítmica

Desportiva

Concepção, Os Acessórios - Corda, Arco, Bola, Maça, Fitas – O manuseio dos Equipamentos, Movimentos da Ginástica; Atividades com o Corpo, de Andar e Correr, com Obstáculos, com Bastões, com Arcos, com Pneus, com Corda, com Bolas, com Fita, com Colchões e outros Acessórios; Os Segredos do Corpo.

Circense

Acrobática

- O Circo como Componente da Ginástica; - Equipamentos e Acessórios da Ginástica Circense; - Os Malabares, Contorcionistas, Equilibristas, Provas Radicais; - Fundamentos da Ginástica Circense. Livro Didático Público do Ensino Médio: Ginástica: Introdução; O Circo como Componente da Ginástica; A Ginástica entrando em Cena; Circo!!! E isso é Ginástica? Mudanças no circo contemporâneo? Para que e para quem? Hoje tem circo? Tem sim senhor! O Mundo inimaginável do Circo!!! Desvelando o que acontece por trás das cortinas.



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LUTAS

Lutas com Instrumento Mediador

Esgrima; Kendô.

Histórico, filosofia e características das diferentes artes marciais; Lutas X Marciais; Histórico; Estilos de Jogo/Luta/Dança; Musicalização e Ritmo; Ginga; Confecção de Instrumentos; Movimentação; Roda; Artes Marciais; Histórico; Técnicas, Táticas/Estragégias; Apropriação da Luta pela Indústria.

Conteúdo Estruturante

Conteúdo Básico

Conteúdo Específico

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DANÇA

Danças Criativas

Elementos de movimento ( tempo, espaço, peso e fluência); Qualidades de movimento; Improvisação; Atividades de Expressão Corporal.

Ensaios da Coreografia; Criatividade; O Coreógrafo; O Conteúdo; A Forma; A Técnica; A Projeção; Fatores a serem considerados para a elaboração coreográfica; A seleção dos movimentos; O Processo Coreográfico; As Armadilhas; Críticas; Fatores do Movimento; Tempo; Energia; Espaço; Perspectiva da Platéia; Fatores a serem explorados para a elaboração coreográfica; Espaço; Relações Espaciais; Energia; Ao Movimento; Tempo; Explorações e Manipulações; Improvisações; Baseadas no Conteúdo; Oportunidade para a descoberta de movimentos; Improvisação baseada no conteúdo; Área de Execução; Palco Tradicional; Palco Circular; Associação da Dança e Literatura; Capacidade Criadora; Diferentes tipos de movimento; Som e Ritmo.



9º Ano

Conteúdo Estruturante

Conteúdo Básico

Conteúdo Específico

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ESPORTE

Individuais

TÊNIS DE MESA

  1. Origem e Evolução;

  2. O tênis de mesa e as habilidades psicomotoras;

  3. Fundamentação Técnica e Tática

  4. Vivência Prática.

XADREZ

Fases da Partida; Abertura; Miniaturas; Meio Jogo; Combinações; O Final; Finais Elementares; Final de Rei e dois bispos contra Rei; Final de Rei, Bispo e Cavalo contra Rei; Regra do Quadrado; Final de Rei e Peão contra Rei; A Oposição; O Peão da Torre, Teste do Rei.

Coletivos

VOLEIBOL

Fundamentos da Iniciação (Toque, Manchete, Saque, Ataque, Bloqueio, Defesa); Sistemas (Diagonais, Posicionamento do Levantador, Jogadores:meio, ponta, líbero, levantador, oposto..; Armações do Sistema 4X2; Considerações sobre o sistema 4X2; Sistema 5X1; Sistema 6X2; Sistema de Defesa; Sistema de Bloqueio; Sugestão de Exercícios; Preparação Física; Considerações sobre o Voleibol; Curiosidades do Voleibol; Mitos, verdades e mentiras do Voleibol.

PUNHOBOL

Histórico Geral; Abrangência; Regras Básicas; Princípios do Jogo; Campo; Saque; Defesa; Levantada; Batida; O Punhobol no Brasil e no Mundo.

BASQUETEBOL

Basquetebol: Histórico; Características do Jogo (A Quadra e suas Especificações, A Tabela, O Garrafão, etc...); Fundamentos (O Passe, O Drible, O Arremesso, As Fintas, O Rebote); Posicionamento em Quadra (Defesa por Zona, Defesa Pressão pó zona ou Pressão quadra-toda, Defesa Individual ou homem-a-homem, Ofensivo contra zona, Ofensivo contra homem-a-homem, Contra-ataque).




Conteúdo Estruturante

Conteúdo Básico

Conteúdo Específico

Abordagens do Conteúdo

Jogos e Brincadeiras

Jogos Competitivos


Agarrabol, Golbol, Queimadas, Bola ao Cesto, Gol a gol, Rebatida, Bobinho, Embaixadinha, 21, Mini-vôlei, Mini-Futsal, Basquete de Rua, Rebahand, Ping-Pong em Revista, Invasão, Bola-fora, Padle Adaptado, Jogando Corridas, Distribuir e Recolher, Deitar e Levantar, Lançamento de Pelotas, Tiro ao Alvo, Arremesso no Latão, Lançar, Buscar e correr, Devolver bola, Passar a bola, Bola em zigue-zague, Roubar a bola, Alvo Humano, Ponto a Ponto, Limpe a área, Ultrapassando a linha, Seqüência de passes, Segurando a bola, Chute aos cantos, Chutando a bola, Futebol com quatro gols, Handebol com alvo, Chamada, Bola ao cesto, Basquetinho, Lançamento aos Ponteiros, Bola sobre a Corda, Voleibol com toque no chão, Volençol, Vôlei no escuro, Peteca, Bola na Base, Minibeisebol, Beisebol Escolar, Beisebol, Hóquei com argola, Tênis com o corpo, Frescobol, Bocha.

Jogo, Brinquedo e Brincadeira: Características do Jogo; Significados Usuais dos Termos (Jogo, Brinquedo e Brincadeira); O Jogo na Educação: Jogo Educativo; O Significado Atual do Jogo na Educação; O Jogo na Educação Infantil; Jogos; Jogos Tradicionais Infantis; Jogos de Construção.

Jogos Cooperativos

Jogos Conhecidos – Dominó Humano, Dança da Cadeira Cooperativa, Corrente, Bola Imaginária, Entre Joelhos, Bambolê, Caretas, Nome e Gesto, Tesouro Humano, Quebra-cabeça, Frente a frente, Cordões Coloridos, Peguei, Saudação, Ordem no Banco, Orquestra Cooperativa, Passar Ferro, Onze, Teia de Aranha, Troca-troca, Sorria, O quê? Fabrica de Sapatos, Três Gestos, Robô, Formação de Grupos, Grupinhos, Roda, Fila, Caramba, Balanço, Tronco, Lápis na Garrafa, Pega-Pega, Espiral, Corda, Ponte, Roda de Pernas, Cobertores, Pião Cooperativo, Nariz a Nariz, Centrífuga, Circula!, Massagem Circular, Futpares, Basquete, Nó-humano, Torre de Papel, Baile dos Dedos, Bola Alternativa, Fotos, Punho Fechado, Obstáculos.

Jogos de Criação ou Adaptações Própria: Roda-Roda, Roda da Dança, Roda de Amigos, Roda da Vida, Loja dos Desafios, Quadrilha do Forró, Circuito de Desafios Cooperativos, Pegas-Cooperativos (Pega em Pares, Correntão, Cola fantasia, Mamãe-Cola), Esconde-esconde, Caças-Cooperativos (Caçador de Amizades com ou sem Estratégias, Caçador na Floresta, Queimada Geral, Caça-Correntão, Caça-Saci, Caça-Coração), Ponte Humana, Circuito Cooperativo Multiesporte, Caças ao Tesouro Cooperativo, Teatralização e Mímicas (Um dia em sua Vida, É uma partida de Futebol, Diversão, O corpo, Lagartos e Lagartixas), Danças Circulares Cooperativas; Jogos Desportivos-Cooperativos (Voleizão, Fut-Cola, Basquetão, Handembola).

Origem e evolução do jogo sócio-cultural; Jogos de Aquecimento? O Jogo e o Esporte: Tão Diferentes Assim? O Jogo-Social; Vivência prática.

Origem e Propósito dos Jogos Cooperativos; Liberdade Cooperativa; Convivência Cooperativa; Existência Cooperativa; Palavras Cooperativas; O Jogo Cooperativo; Competição X Cooperação na Sociedade; Postura Cooperativa; Postura Competitiva; A Forma de Ser Competitivo; A Forma de Ser Cooperativo; os Jogos Competitivos; Os Jogos Cooperativos; Vivência Prática; Reflexão e Reestruturação Social; A Magia dos Jogos Cooperativos; o Poder Transformador; Principais Objetivos; Enfoques; Criando Novos Jogos; A Proposta; a História dos Jogos Cooperativos; Organização de um Evento Cooperativo; Histórias sobre Cooperação; Idéias para Diminuir a Competição; Cooperar é preciso; É de natureza humana competir? A competição traz à tona o melhor de nós? A competição constrói o caráter? A criança precisa aprender a perder? O mercado de trabalho exige competição? A competição é que dá “graça” ao jogo? Aprendendo a conviver por meio dos Jogos Cooperativos; Educando para a paz; Jogos Cooperativos auxiliando na inclusão das diferenças; a Importância da Auto-Estima; Criando e Recriando Jogos Cooperativos.



Jogos de Tabuleiro

Damas, Trilha, Ludo, Gamão, Resta Um, Dominó, Dado ou General, Futebol de Botão, Pega-Varetas, Bingo; Jogos com Cartas – Detetive, Dorminhoco, Pife, Rouba Monte, Tapinha, Trunfo, Canastra, Truco, Pontinho, Bisca ou 3/7.

Origem dos jogos de tabuleiro e afins; O Jogo e desenvolvimento psico-social; Aprendizagem e Vivência Prática.




Conteúdo Estruturante

Conteúdo Básico

Conteúdo Específico

Abordagens do Conteúdo

GINÁSTICA

Aeróbica

LOCALIZADA

(AERO DANCE)



Atividades de Academia: Histórico; Ginástica Localizada: Histórico da Ginástica; Objetivos; Planejamento; A aula de Ginástica Localizada; Aulas Localizadas com e sem aparelhos;Ginástica Aeróbica: Histórico; Mas qual é a diferença entre atividade Aeróbica e Anaeróbica? A aula de Aeróbica; Aeróbica de Alto e Baixo Impacto; Exercícios com Tornozeleiras; Exercícios com Bastão; Ruble Band Slider; Barra Fixa; Local com Step; HBC & HBL; Circuito.

Geral

ALONGAMENTO E FLEXIBILIDADE

Definição; Importância Antes e Após de uma Aula ou Treinamento; Pontos Positivos de um Bom Alongamento; Pontos Negativos de um Mal Alongamento; Exercícios partindo da Posição Sentada; Exercícios partindo do decúbito dorsal; Exercícios partindo da Posição decúbito lateral; Exercícios partindo da Posição decúbito ventral; Exercícios partindo dos apoios nos joelhos; Exercícios partindo da posição em pé; Exercícios para os braços e pescoço; Exercícios com bastão; Exercícios com o Step; Exercícios utilizando a parede; Exercícios na barra e no espaldar; Exercícios em Dupla.



Conteúdo Estruturante

Conteúdo Básico

Conteúdo Específico

Abordagens do Conteúdo

LUTA

Capoeira

Angola; Regional.

Capoeira: Jogo, Luta ou Dança? A Capoeira como expressão de luta pela liberdade; A História da capoeira; Capoeira: Uma contribuição da arte; Benefícios da Capoeira; Roda de capoeira; Projeção e imobilização; Jogos de oposição.

Conteúdo Estruturante

Conteúdo Básico

Conteúdo Específico

Abordagens do Conteúdo

DANÇA

Danças Folclóricas

Fandango; Quadrilha; Dança de Fitas; Dança de São Gonçalo; Frevo; Samba de Roda; Batuque; Baião; Cateretê; Dança do Café; Cuá, Fubá; Ciranda; Carimbo; etc.

Dança, simplicidade de movimentos; A História da Dança; Breve Histórico da Dança; Tipos de Dança; Danças Nacionais e Populares; Dança, mais um pouco de história; A Dança no Brasil (Surgimento do Samba; Início; Reconhecimento; Mudanças; Fim do Movimento, da Bossa Nova a MPB, O Legado; A Capoeira, Os Berimbaus que regem a capoeira; Os toques da capoeira; A Dança na Capoeira; Roda de Capoeira; Capoeira de Angola; Golpes e Movimentos da Capoeira; O Forró; Os Gêneros do Forró; O Frevo; O Carimbo; A Lambada; O Pagode; O Samba; O Samba Comum; Partido Alto; O Pagode; Neo-pagode; Samba-Breque; Samba-Canção; Samba-Exaltação; Samba-Enredo; Bossa Nova; Samba Reggae; Samba de Roda; Samba-Rock; Vanerão; Xote; A Dança Goiana; A Dança do Ventre; Danças Gaúchas.



OBSERVAÇÃO: Os conteúdos específicos são desenvolvidos de 6º ao 9º anos. O tratamento dado no 8º e 9º ano terá maior amplitude, complexidade e aprofundamento. Os mesmos podem ser enriquecidos e ampliados de acordo com as culturas e especificidades da Escola.
3.3 - ENCAMINHAMENTOS METODOLÓGICOS


  • Apresentação aos alunos por meio de aula expositiva, painéis, folders e

  • slides, problematizando e buscando as melhores formas de organização para a execução das atividades a serem desenvolvidas;

  • Pesquisa na Internet e bibliotecas, revistas e textos específicos a cada assunto;

  • Filmes sobre os assuntos desenvolvidos (consumo de drogas – Diário de Um Adolescente e Professor Aloprado. Afro-descendentes – O Balanço do Amor, etc);

  • Visitas a academias que tem aulas de lutas;

  • Desenvolvimento das atividades práticas, movimentos significativos da capoeira, da dança e dos jogos;

  • Apresentação de grupos de capoeira;Confecção da roupa e instrumentos musicais relacionados ao jogo de capoeira;

  • Criação de letras e músicas;

  • Dinâmicas em grupos;

  • Palestras com psicólogo, assistente social e médico;

  • Registros para posterior orientação e/ou intervenção pedagógica quando necessário ou oportuno;

  • Reflexão sobre a prática;

  • Construção de atividades e jogos pelos alunos.

  • Os desafios sócio-contemporâneos (Educação Fiscal, Sexualidade Humana, Prevenção ao uso indevido de Drogas e História e Cultura Afro-brasileira e Africana) serão trabalhados em forma de teatro, textos, aulas expositivas, seminários e projetos interdisciplinares.

  • Atividades extracurriculares: jogos inter-séries, jogos municipais e intermunicipais, Jocops e gincana cultural esportiva cooperativa.


3.4 - AVALIAÇÃO
O processo de avaliação deve estar vinculado ao Projeto Político Pedagógico da Escola, que deverá acontecer de forma coerente, diagnóstica e contínua.

A avaliação em Educação Física no Ensino Fundamental será de forma contínua, formativa, permanente, cumulativa e participativa, observando os progressos dos alunos durante todo o processo educativo.

O processo de avaliação deverá proporcionar ao aluno a reflexão crítica e a construção de uma suposta relação com o mundo.

Poderão ser construídos inúmeros instrumentos de avaliação, tais como: trabalhos de pesquisa, testes escritos e práticos, relatórios de atividades, participação nos trabalhos propostos e construídos e trabalhos em grupo, bem como o estabelecimento de metas a serem atingidas, propostas pelos alunos, tais como:



  1. Participa das atividades agindo de forma cooperativa;

  2. Participa das atividades se dispondo à experiência do movimentar-se mesmo quando parece não gostar da atividade;

  3. Participa da aula demonstrando interesse e dando sugestões para o bom andamento das atividades;

  4. Procura se apresentar para a aula com uniforme adequado à prática de Educação Física;

  5. Durante os jogos ajuda na resolução de conflitos e dúvidas que surgem;

  6. Respeita as diferenças de opinião e de aprendizagem de cada um de seus colegas, compreendendo que cada pessoa tem seu jeito, ritmo e gosto próprio diante de cada atividade;

  7. Demonstra capacidade de construir regras para os jogos e movimentos de forma a não ficar preso a um padrão de comportamento ou de técnicas, democratizando assim o jogo e a participação de todos;

  8. Percebe e compreende que aula de Educação Física não é a mesma coisa que um recreio ou uma recreação de tempo livre e percebe que a intervenção pedagógica do professor é necessária em muitos momentos para ajudar no andamento das atividades;

  9. Colabora com o grupo e com o professor, sabendo ouvir e falar de acordo com as circunstâncias de cada momento de aula;

  10. Ao escolher participar ou não da aula assume a responsabilidade pelo seu ato, crescendo assim em sua autonomia, maturidade e liberdade.

A partir da avaliação diagnóstica, professor e alunos poderão revisar o processo desenvolvido até então, para identificar lacunas no processo de ensino e aprendizagem, bem como planejar e propor outros encaminhamentos.

A recuperação de estudos deve ser de forma paralela ao processo de ensino e aprendizagem. Consiste na retomada de conteúdos já trabalhados através de atividades, visando maior aproveitamento.



3.5 - REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BRASIL. LDB 9394/96 Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Brasília, 1996.



DIRETRIZES CURRICULARES DA EDUCAÇÃO FÍSICA PARA O ENSINO FUNDAMENTAL, Curitiba, SEED – PR, 2008;
LIVRO DIDÁTICO PÚBLICO – EDUCAÇÃO FÍSICA, Curitiba, SEED-PR, 2006;
PPP - PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA ESCOLA – CONSTRUÇÃO COLETIVA, Equipe Pedagógica e Professores. Escola Estadual Padre Anchieta– Ensino Fundamental . Barracão – PR, 2008.
REGIMENTO ESCOLAR. Escola Estadual Padre Anchieta – Ensino Fundamental . Barracão – PR, 2008.
4 - PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR DE ENSINO RELIGIOSO
4.1 - APRESENTAÇÃO GERAL DA DISCIPLINA:
Historicamente a primeira forma de inclusão dos temas religiosos na educação brasileira, que se perpetuou até a Constituição da República em 1891, pode ser identificada nas atividades de evangelização promovidas pela Companhia de Jesus e outras instituições religiosas de confissão católica. Cuja meta da educação de forma geral e também especificamente do ensino das sagradas escrituras e da doutrina católica era, conduzir os indígenas ao abandono de suas crenças e costumes e a sua consequente submissão ao conjunto de preceitos e sacramentos da Igreja Católica Apostólica Romana.

O Ensino Religioso era, tradicionalmente o ensino de Religião Católica Apostólica Romana, conforme determinava a Constituição de 1824. Após a Proclamação da República, o ensino passou a ser laico, público, gratuito e obrigatório de modo que foi rejeitada a hegemonia católica – o monopólio dessa religião sobre as demais.

A partir de 1960 o Ensino Religioso foi bastante questionado por ter uma função catequética, porém na prática continuava a ser de caráter proselitista, ministrado por professores leigos e voluntários, com o objetivo de converter outros para sua própria religião. O que fragilizou bastante a identidade do Ensino Religioso, enquanto disciplina curricular, pois o Estado não comprometeu-se em regularizar a situação da disciplina.

A ausência de Licenciaturas para professores de Ensino Religioso, abriu espaço para que os professores preparados por religiosos, continuando assim, atrelados aos princípios catequéticos.

Em 1995, até 2002, o Ensino Religioso era de matrícula facultativa sem ônus para o poder público, havendo esvaziamento do Ensino Religioso na rede pública do Paraná.

Em 2002 o Conselho Estadual do Paraná aprovou a Deliberação 03/02 que regulamentou o Ensino Religioso.

Assim foram obtidos alguns avanços na disciplina, o compromisso com a formação docente, a consideração da diversidade Religiosa do Estado, a necessidade do diálogo e do estudo na escola sobre as diferentes manifestações religiosas.

No contexto da disciplina de Ensino Religioso existem desafios diversos, entre eles superar a prática de aulas tradicionais, inserir conteúdos que tratem a diversidade religiosa, abordar como conteúdo todas as religiões.

O objeto de estudo do Ensino Religioso, nas Diretrizes Curriculares é o sagrado, por estar presente em todas as religiões, que perpassa todo o currículo do Ensino Religioso.

Legalmente, é instituído como disciplina escolar a fim de promover a oportunidade aos educandos de se tornarem capazes de entender os movimentos específicos das diversas culturas e para que o elemento religioso colabore na constituição dos sujeitos. O Ensino Religioso é uma disciplina que contribui para o desenvolvimento humano, além de possibilitar o respeito e a compreensão de que a nossa sociedade é formada por diversas manifestações culturais e religiosas.

São alguns objetivos desta disciplina:


  1. Abordar todas as religiões como conteúdo nas aulas de Ensino Religioso;

  2. Subsidiar os alunos, através de conteúdos á compreensão, comparação e analise das diferentes manifestações do sagrado, com vistas á interpretação dos seus múltiplos significados;

  3. Respeitar as diversidades religiosas dos alunos;

  4. Ampliar a compreensão da diversidade religiosa como expressão da cultura.

  5. Reafirmar com o conhecimento, sem excluir do horizonte os valores éticos que fazem parte do processo educacional.

4.2 - CONTEÚDOS ESTRUTURANTES

São conteúdos estruturantes para o 6º Ano e 7º Ano:

  • Paisagem Religiosa.

  • Universo Simbólico Religioso.

  • Texto Sagrado.

CONTEÚDOS BÁSICOS

6º ANO:

1º Bimestre:

Organizações Religiosas:

As organizações religiosas compõem os sistemas religiosos organizados institucionalmente. Serão tratadas como conteúdos, destacando-se as suas principais características de organização, estrutura e dinâmica social dos sistemas religiosos que expressam as diferentes formas de compreensão e de relações com o sagrado.



  • Fundadores e/ ou lideres Religiosos

  • Estruturas Hierárquicas

  • Exemplos de Organizações Religiosas Mundiais e Regionais: Budismo (Sidarta Gautama), Confucionismo (Confúcio), Espiritismo (Allan Kardec), Taoísmo (Lao Tsé)

2º Bimestre:
Lugares Sagrados:
Caracterização dos lugares e templos sagrados: lugares de peregrinação, de reverencia, de culto, de identidade, principais práticas de expressão do sagrado nestes locais

Lugares na natureza: Rios lagos, montanhas, grutas, cachoeiras, etc.Lugares construídos: Templos, Cidades sagradas, etc.
3º Bimestre:

Textos Sagrados Orais e Escritos
Ensinamentos sagrados transmitidos de forma oral e escritos pelas diferentes culturas religiosas

Literatura oral e escrita (Cantos, narrativas, poemas, orações, etc.

Exemplos: vedas – Hinduismo, Escrituras Bahá l – Fé Bahá l, Tradições Orais Africanas, Afro-brasileiras e Ameríndias, Alcorão – Islamismo, etc.

4º Bimestre:

Símbolos Religiosos
Os significados simbólicos dos gestos, sons, formas, cores e textos:


  • Nos Ritos;

  • Nos Mitos;

  • No cotidiano;

  • Exemplos: Arquitetura Religiosa, Mantras, Paramentos, Objetos, Etc.

São práticas celebrativas das tradições/manifestações religiosas, formadas por um conjunto de rituais. Podem ser compreendidos como a recapitulação de um acontecimento sagrado anterior, é imitação, serve a memória e a preservação da identidade de diferentes tradições/manifestações religiosas e também podem remeter as possibilidades futuras a partir de transformações presentes:

  • Ritos de passagem;

  • Mortuários;

  • Propiciatórios;

  • Outros;

Exemplos: Dança (xire) – Candomblé, kiki (kaingang – ritual fúnebre), Via sacra, festejo indígena de colheita, Etc.
7º ANO:
1º Bimestre

Temporalidade Sagrada

O que diferencia o tempo Sagrado do tempo profano é a falta de homogeneidade e continuidade. Enquanto o homem, em sua vida profana, experimenta a passagem do tempo em que, basicamente, um momento é igual ao outro, na vida religiosa, o homem experimenta momentos qualitativamente diferentes. Os momentos das atividades ordinárias como o trabalho, a alimentação e o estudo são – apesar da possibilidade de serem sacralizados , de maneira geral, semelhantes e podem seguramente ser substituídos uns pelos outros. O tempo da revelação do Sagrado constitui, por outro lado, o momento privilegiado em que o humano se liga ao divino.

Nos ritos, nas festas, nas orações, o homem experimenta um momento especial que pode ser sempre recuperado em outra ocasião. Por essa razão, os ritos são, predominantemente, periódicos. O tempo profano, por sua vez, não pode nunca ser recuperado, pois é entendido segundo a ideia de uma sucessão de “agoras”. O passado nunca pode ser, nesse sentido, revivido. Ele dá lugar constantemente ao presente em que se está.

O tempo profano está ligado, essencialmente, à existência humana. Inicia-se com o nascimento do homem e tem seu fim com a morte. O tempo do divino está, por outro lado, além da vida simplesmente animal do homem e, por isso, se caracteriza geralmente pela ideia de eternidade. Ao homem religioso está sempre aberta a possibilidade de parar a duração temporal profana e, por meio de ritos e celebrações, entrar em contato com o Sagrado. Essa ideia de tempo Sagrado é justamente no que fundamenta a perspectiva de vida após a morte que marca, essencialmente, as religiões.

Pode-se trabalhar a Temporalidade Sagrada apresentando nas aulas de Ensino Religioso o evento da criação nas diversas tradições religiosas, os calendários e seus tempos Sagrados (nascimento do líder religioso, passagem de ano, datas de rituais, festas, dias da semana, calendários religiosos). Entre os exemplos podemos citar o Natal (cristão), Kumba Mela (hinduísmo), Losar (passagem do ano tibetano) e outros.
2º Bimestre
Festas Religiosas
São os eventos organizados pelos diferentes grupos religiosos, com objetivos diversos: confraternização, rememoração dos símbolos, períodos ou datas importantes.

Peregrinações, festas familiares, festas nos templos, datas comemorativas.

Exemplos: festa do dente sagrado (budismo), Ramada (Islâmica), kuarup (indígena), festa de lemanjá (Afro-brasileira), Pessach (Judaísmo), etc.

3º Bimestre

Ritos
Ritos são celebrações das tradições e manifestações religiosas que possibilitam um encontro interpessoal. Essas celebrações são formadas por um conjunto de rituais. Podem ser compreendidas como a recapitulação de um acontecimento Sagrado anterior; servem à memória e à preservação da identidade de diferentes tradições e manifestações religiosas, e podem remeter a possibilidades futuras decorrentes de transformações contemporâneas.

Os ritos são um dos itens responsáveis pela construção dos espaços sagrados. Dentre as celebrações rituais nem todos possuem a mesma função . Destacam-se:



  • os ritos de passagem;

  • os mortuários;

  • os propiciatórios;

  • eliminatórios;

  • de purificação, entre outros.


4º Bimestre
Vida e Morte
As respostas elaboradas para vida além da morte nas diversas tradições/manifestações religiosas e sua relação com o Sagrado.

O sentido da vida nas tradições/ manifestações religiosas:



  • Re-encarnação;

  • Ressurreição – Ação de voltar á vida;

  • Além Morte;

  • Ancestralidade – vida dos antepassados.


4.3 ENCAMINHAMENTOS METODOLÓGICOS
No universo cultural dos alunos há diversas manifestações religiosas, logo as práticas pedagógicas desenvolvidas pelo professor da disciplina poderão reforçar essa diversidade, superando práticas tradicionais do currículo escolar.

A disciplina tem como objeto de estudo o Sagrado, que será a base a partir da qual serão tratados todos os conteúdos de Ensino Religioso.

Dessa forma, pretende-se assegurar a especificidade dos conteúdos da disciplina, sem desconsiderar a sua aproximação com as demais áreas do conhecimento.

Para efetividade do processo pedagógico, será destacado o conhecimento das bases teóricas que compõem o universo das diferentes culturas, nas quais se firmam o Sagrado e suas expressões coletivas.

Ou seja uma aula dialogada partindo da experiência religiosa do aluno e de seus conhecimentos prévios, para em seguida apresentar o conteúdo que será trabalhado. É o momento da mobilização do aluno para a construção do conhecimento.

Essa abordagem inicial, pressupõe sua contextualização, pois o conhecimento só faz sentido quando associado ao contexto histórico, político e social.

Os recursos didáticos que poderão ser utilizados para trabalhar os conteúdos de Ensino Religioso são:


  • Caderno Pedagógico de Ensino Religioso;

  • Aulas expositivas;

  • Recortes de filmes relacionados ao assunto;

  • TV Multimídia;

  • Músicas;

  • Laboratório de Informática, com sugestões e leituras complementares;

  • Palestras com diferentes líderes religiosos.


4.4 - AVALIAÇÃO

O Ensino Religioso não se constitui como objeto de reprovação, bem como não terá registro de notas ou conceitos na documentação escolar, isso se justifica pelo caráter facultativo da matrícula na disciplina.

A avaliação, porém, não deixa de ser um dos elementos integrantes do processo educativo na disciplina, pois avaliar significa olhar o aluno de forma individual e contínua, analisando o que o educando conseguiu aprender, o quanto ele se empenhou e valorizar as suas aptidões, sem fazer comparações entre um e outro.

Assim, a avaliação acontecerá em todos os momentos da disciplina e o professor terá a possibilidade de se auto-avaliar e desenvolver estratégias melhores de trabalho a fim de cativar, motivar e levar o aluno a encontrar motivação pelos conhecimentos estabelecidos pela disciplina.

Convém destacar que todo o conteúdo a ser tratado nas aulas de Ensino Religioso contribuirá para a superação: do preconceito à ausência ou à presença de qualquer crença religiosa; de toda forma de proselitismo, bem como da discriminação de qualquer expressão do sagrado.

Assim, o conteúdo a serem ministrados não tem o compromisso de legitimar uma manifestação do sagrado em detrimento de outra, uma vez que a escola não é um espaço de doutrinação, evangelização de expressão, de ritos, símbolos, campanhas e celebrações.

Para que as aulas de Ensino Religioso sejam significativas, serão utilizados diferentes recursos didáticos como: filmes em DVD, vídeo, fitas cassete, livros, revistas, textos e outros recursos quando houver necessidade, a fim de enriquecer o processo de ensino aprendizagem da disciplina.


    1. - REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BRASIL, Constituição. Constituição da República Federativa do Brasil, Brasília, 1988.

BRASIL. Leis, decretos etc. Lei n.9393/96. Brasília, 1996,

DIRETRIZES CURRICULARES DE ENSINO RELIGIOSO ENSINO FUNDAMENTAL, Curitiba, SEED – PR, 2008;
MARTINELLI, Stefano. A religião na sociedade pós–moderna: entre secularização e dessa cularização – São Paulo: Paulinas, 1995.
PARANÁ. Secretaria de Estado da Educação. Caderno Pedagógico de Ensino Religioso: O Sagrado no Ensino Religioso, 1ª edição, Curitiba, Editora Impresso no Brasil, 2008.
PARANÁ. Secretaria de Estado da Educação. Cadernos Temáticos – A Educação do Campo, Curitiba, 2005,
PARANÁ. Secretaria de Estado da Educação. Cadernos Temáticos – A inserção dos conteúdos de história e cultura afro-brasileira e africana nos currículos escolares, Curitiba, 2005.
PARANÁ. Secretaria de Estado da Educação. Cadernos Temáticos – Educação Fiscal no Paraná, Vivências Pedagógicas: Oficina e Teatro, V.II, Curitiba, 2005.
PPP - PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA ESCOLA – CONSTRUÇÃO COLETIVA, Equipe Pedagógica e Professores. Escola Estadual Padre Anchieta– Ensino Fundamental . Barracão – PR, 2008.
REGIMENTO ESCOLAR. Escola Estadual Padre Anchieta – Ensino Fundamental . Barracão – PR, 2008.
5 - PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR DE GEOGRAFIA
5.1 APRESENTAÇÃO GERAL DA DISCIPLINA
Durante muito tempo, a Ciência Geográfica foi conhecida como Geografia Tradicional, que tinha por objetivo a memorização de lugares, definição de conceitos, se apresentava desinteressada pela sociedade e pelos problemas sociais, sem levar em consideração a construção histórica e a compreensão sócio espacial, sendo incapaz de interpretar o dinamismo da relação entre homem natureza.

Na busca de entender essa transformação do mundo atual, houve uma renovação do pensamento geográfico. As discussões teóricas que se sobressaíram, se centraram em torno do Movimento da Geografia Crítica. As mudanças sociais exigidas pela revolução técnico-científica, pela globalização e pelos problemas ambientais, deram um novo significado ao conhecimento da Geografia. Passou de Geografia meramente descritiva à Geografia Crítica, estabelecendo uma retomada de consciência nas relações de interdependência entre o homem e a natureza e dos fenômenos entre si.

Esse movimento adotou o método do materialismo histórico dialético para os estudos geográficos e para a abordagem dos conteúdos de ensino da Geografia. A chamada Geografia Crítica como linha teórico-metodológica do pensamento geográfico, deu novas interpretações aos conceitos geográficos e ao objeto de estudo da Geografia, trazendo as questões econômicas, sociais e políticas em escalas locais, regionais, nacional e global, como fundamentais para a compreensão do espaço geográfico, como uma totalidade no qual passam todas as relações cotidianas. É sobre essa perspectiva, a de aprender e elaborar raciocínios sobre a realidade e para construir um entendimento do espaço geográfico é que foi desenvolvida a Geografia Crítica.

Nesse contexto, a Geografia Crítica incorpora a dimensão do espaço em sua intrínseca relação com o tempo, ou seja, falar da Geografia Contemporânea significa se apropriar e ir além das informações de relevo, clima e população, presentes nas relações do homem com a terra.

Ao trabalhar os conceitos fundamentais da Geografia, Região, Território, Paisagem, Natureza, Sociedade e Lugar, não se separa o Humano do Físico. É preciso compreender os conceitos e procedimentos básicos, que mostrem a relação que há entre conteúdo e método.

A apropriação do meio ambiente e de seus recursos naturais, para fins lucrativos causam problemas ambientais e desigualdades sociais. Com o objetivo de aumentar o lucro, o capital inventa novas tecnologias, cria organizações internacionais (ONU), provocando divisões políticas, guerras, agressão ao meio ambiente, e, exploração do homem pelo homem. Ao longo do tempo, também foram surgindo novas formas de exploração, através de novas formas de dominação: governos feudais, monarquias, teocracias, escravagistas, repúblicas, liberais, ditaduras, neoliberais, etc.



A disciplina de geografia tem a função de contextualizar o espaço produzido e apropriado pela sociedade, composto por objetos e ações inter relacionados, para que o aluno possa fazer a analise do espaço geográfico, compreendendo o mundo em que vive. Os conteúdos estruturantes devem facilitar a compreensão sócio histórica das relações de produção/exploração capitalista, e, vem aproximar a teoria da prática e da realidade, facilitando o processo ensino e aprendizagem.



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