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GREVE SINASEFE



Boletim da Greve - Nº 35 – 11 de novembro de 2005

e




Editorial
Guerra de posições: governo dissimula,

o sindicato resiste e se movimenta.
Estamos atingindo 74 dias da deflagração da nossa greve. Nesse período, muitas coisas aconteceram, posições se alteraram. De início, o governo federal se negou a reconhecer nossos pleitos. Ele alternou posições entre afirmar o mais completo desconhecimento de nossa pauta de reivindicações ou minimizá-la, a ponto de reduzi-la a implementação da classe especial para o pessoal docente – reivindicação acordada desde a greve de 2001 e que, portanto, não pode servir de “moeda de troca” na presente greve.

Não havia mesas de negociação. O tempo entre uma reunião e outra com o governo, era marcado por um longo “compasso” de espera. A tática do governo era a de “cansar” o movimento grevista, desgastá-lo em suas comunidades para, finalmente, derrotá-lo. A persistência do SINASEFE na greve obrigou o governo a sentar à mesa de negociações e finalmente apresentar uma proposta ao nosso Sindicato.



Nessa proposta, o governo insistiu em querer incluir a implementação da classe especial na presente rodada de negociações. Para confundir o movimento, ele apresentou proposta criando quatro níveis de progressão para a classe especial, além de um aumento sobre a GEAD. Para os técnico-administrativos a proposta foi ainda mais insuficiente: os recursos orçamentários previstos para a implementação da segunda fase do PCCTAE e para o VBC, diminuíram dos 420 milhões de reais previstos, para um orçamento de 250 milhões.

O pano de fundo das propostas apresentadas pelo MEC foi demarcado pelo blefe da limitação orçamentária imposta pela área econômica do Governo. Segundo os seus interlocutores, esta é a “política do possível”. Nada disso é verdade! Dinheiro há! O que falta é vontade política para atender às reivindicações do movimento. O governo pretende prender o Sindicato à lógica do reajuste sobre a carreira, privando-nos de uma política salarial. Em resumo, nada de reajuste salarial nos anos de 2005 e 2006.



O CNG do SINASEFE divulgou a proposta do governo em suas bases, orientando a realização de uma rodada de Assembléias de Base e, através de um imenso processo político de mobilização, convocou sua 69ª Plenária Nacional, para os dias 9 e 10 últimos, para que se fizesse uma avaliação mais abalizada da proposta.

Paralelamente a esse trabalho de avaliação e construção de uma contraproposta, o CNG do SINASEFE, tomou para si a ação de reforçar o trabalho junto aos parlamentares no Congresso Nacional. Construiu-se um comitê suprapartidário de deputados e senadores para que estes juntos tencionassem o MEC e o governo federal em seu conjunto, para a realização de uma efetiva negociação com o movimento grevista.

As propostas do governo, como não poderiam deixar de ser diferente, foram prontamente rechaçadas pelo conjunto da categoria em suas Assembléias de Base. Coube à 69ª Plenária Nacional do SINASEFE, construir uma contraproposta a ser apresentada ao governo federal. Antenada aos anseios de nossa base, esta Plenária fez um imenso esforço político para eleger prioridades, reduzindo, ainda mais, a nossa pauta emergencial de reivindicações. Tomou como elemento central o reajuste linear médio de 18% sobre o vencimento básico para Docentes e TAEs. Além de outros pontos da nossa pauta para cada segmento: para os Docentes - a transformação da GEAD e GED em gratificação fixa como antecipação da Carreira Docente do Magistério Federal; a implementação e cumprimento da Classe Especial, conquista da Greve de 2001, também já acordada com o Governo Lula nos anos de 2002, 2003, 2004 e 2005; e criação de GT e, consequentemente, criação da Carreira Docente do Magistério Federal para janeiro 2007, inclusive dando garantias de recursos para isso; para os TAEs – a segunda fase do PCCTAE, com os percentuais de qualificação e capacitação; a resolução do VBC, propiciando o reajuste para todos com o aumento do STEP; e o estabelecimento de todas as comissões e GTs relacionados com a implantação e implementação do PCCTAE.

As cartas estão na mesa. A indefinida continuação da greve põe em risco o ano letivo. Cabe ao governo viabilizar as condições que possibilitem nosso retorno ao trabalho.

Nesse momento, cabe ao SINASEFE apelar para a força de suas bases para que fortaleçam, ainda mais, o movimento grevista. Por isso, estamos propondo para o dia 17 de novembro próximo – quando deveremos estar recebendo nova proposta do governo para os docentes – a realização de um dia nacional de lutas. Onde a greve já está instalada, que se façam ações públicas para dar VISIBILIDADE ao movimento. Nos locais de trabalho onde ela ainda não foi deflagrada, que se faça o esforço para fazê-lo imedia-tamente. Também é necessário que se faça um trabalho com os parlamentares em cada Estado e com as Direções das IFEs, para que tomem para si a defesa dos nossos pleitos.

 



69ª PLENA
Realizada nos dias 9 e 10 de novembro, a 69ª PLENA do SINASEFE serviu para estabelecer o rumo que a nossa Greve e as negociações irão tomar no próximo período.

Além de definir a proposta que foi apresentada na mesa de negociação ao MEC, a PLENA estabeleceu um processo de construção e mobilização da nossa Greve que visam fortalecer o movimento e o processo de negociação que ora se intensifica. Além disso, a PLENA também definiu que ainda existe espaço para ampliar a Greve onde ainda não foi deflagrada e fortalecer os locais onde já existe o movimento paredista.

Ficou bastante claro para a Plenária que a Base da Categoria está disposta a resistir em Greve enquanto o governo não atender às suas reivindicações. Todos entendem que a Greve e as negociações estão demoradas, mas agora com a apresentação de uma contraproposta da nossa parte a solução da Greve está nas mãos do governo, que caso queira de fato negociar a nossa Greve deverá atender as nossas reivindicações. O esforço político feito pela base e pela última PLENA demonstram que a intransigência não tem sido a posição do movimento e sim do governo federal que insiste em querer reduzir a níveis ínfimos o atendimento à nossa Greve.

Observe agora as deliberações da 69ª PLENA:




  • Fortalecimento da Greve nas Bases, viabilizando a construção de Assembléias onde ainda não foi deflagrada a Greve e o reforço nas Bases que já estão paralisadas. O Comando Nacional de Greve estará organizando essa campanha de deflagração da Greve através da DN e das Seções que já estão em Greve;

  • Realizar em 17 de novembro (próxima 5ª feira) o DIA NACIONAL DE LUTA, com mobilização em todas as Bases em Greve e com a paralisação das atividades naquelas que ainda não estão paralisadas;

  • Arrastão junto aos parlamentares (Senadores e Deputados) em cada local e/ou região na busca de apoio e ajuda na pressão junto ao governo para o atendimento das nossas propostas nas negociações e para mais orçamento que contemple às nossas propostas;

  • Criar carta padrão enviando às bases para trabalhar os encaminhamentos da PLENA e da Greve junto aos parlamentares da região;

  • Audiência Pública no parlamento com a participação de ANDES, FASUBRA, ANDIFES, CONEAF e CONCEFET buscando apoio para a Greve e para as negociações;

  • Encaminhar nos próximos boletins um documento que venha ressaltar a importância dos Sindicatos Locais estarem repassando o fundo de greve.


Audiência no MEC
Relatório da reunião SINASEFE/MEC para tratar das reivindicações dos Docentes de 1º e 2º graus – 10 de novembro.
A representação do CNG do SINASEFE esteve no MEC participando da audiência, para apresentar a sua posição sobre as propostas encaminhadas pelo Ministério em resposta à nossa pauta de reivindicações, através dos ofícios de números 594 e 599, para Técnicos-Administrativos e Docentes, respectivamente.

A resposta aos dois ofícios apresentados pelo MEC passaram por debate na 69ª Plena, realizada nos dias 9 e 10 de novembro, convocada especificamente para tratar das questões relativas a Greve.

Estiveram presentes na reunião além dos representares do CNG, o Diretor do CEFET GO, Professor Paulo, representando o CONCEFET, Márcia Abreu, representando a deputada Fátima Bezerra, os representantes do MEC, Secretário Executivo Ronaldo Teixeira, Sub-Secretário Sylvio Petrus, Nina pela CGGP e os representantes da SETEC, Gleisson e Getúlio.

O Secretário Executivo Adjunto, Ronaldo Teixeira, fez a abertura da reunião dizendo que não trataria da questão dos Técnicos-Administrativos naquela mesa considerando que esse ponto seria discutido junto com a FASUBRA em uma outra oportunidade. Em seguida comunicou da necessidade da sua ausência durante a reunião devido a outros compromissos.

O SINASEFE na sua intervenção fez a solicitação de que fossem feitos esforços pelo MEC para não mais ocorrerem modificações nas datas e horários previamente acertados para reuniões, haja vista serem os mesmos norteadores das nossas atividades e que muitos compromissos e atividades são programados a partir de tais marcações. Dissemos ainda que o SINASEFE, por estar em Plenária Nacional, estaria aguardando o resultado daquela reunião para dar prosseguimento aos seus debates e deliberações.

Argumentamos na mesa que as propostas que ora apresentamos eram fruto de debates ocorridos nas Assembléias de Base e, posterior a isso, do que foi discutido na Plenária Nacional do SINASEFE. Em relação ao procedimento do Diretor do Colégio Pedro II, que continua provocando a categoria e ameaçando com o corte de ponto, mesmo não havendo nenhuma determinação do MEC quanto a isso, informamos que a Plenária do SINASEFE havia deliberado por encaminhar como posicionamento somente dar continuidade às negociações caso o Ministério solucionasse as irregularidades cometidas pelo referido Diretor a respeito do corte de ponto, considerando que estas comprometeriam as negociações, ora em curso, além do que não havia respaldo legal para tal procedimento. Especificamente em relação aos demais pontos, conforme consta no documento que protocolamos ontem no MEC e que já foi remetido às Bases por e-mail, fizemos as argumentações para cada um destes e alertamos aos representantes do MEC que houve a compreensão da base de flexibilizar a sua já reduzida pauta de reivindicações, numa demonstração clara de tentar contribuir com a finalização das negociações. Em relação a nossa resposta não houve por parte dos representantes do Ministério contestações quanto ao formato das mesmas. Os questionamentos foram feitos sobre o impacto financeiro, havendo uma discordância no ponto da transformação da GED e GEAD em gratificação fixa, pelo maior valor da titulação, como antecipação da Carreira Docente do Magistério Federal.

Em resposta aos nossos questionamentos, o Sr. Sylvio Petrus propôs como encaminhamento: haverá uma conversa com a Direção Colégio Pedro II para tentar solucionar a questão do corte de ponto e que a resposta aos demais pontos será dada até a próxima quinta-feira, dia 17 em reunião ou, no mínimo, por escrito. O representante do CONCEFET manifestou a sua posição de apoio às reivindicações do SINASEFE, salientando a posição de seriedade dos trabalhadores e trabalhadoras em greve e que se colocava a disposição para mediar às questões da greve, considerando suas preocupações com o semestre letivo.

A avaliação do Comando é que a reunião trouxe alguns poucos avanços nas negociações Docentes e que agora se o governo realmente tem interesses em resolver a nossa greve com rapidez, poderá apresentar um aumento significativo na parte orçamentária e também viabilizar a Classe Especial como cumprimento do acordo da Greve 2001 e não transforma-la em elemento de negociação para a Greve de 2005. A bola está com o governo e a ele compete dar solução a um impasse que já o reduzimos em muito com a posição tomada pela nossa 69ª PLENA.


Construção no Parlamento

SINASEFE intensifica ação junto aos parlamentares

Nessa semana, o SINASEFE teve uma intensa presença junto ao Parlamento. Tal ação foi decorrente da avaliação da necessidade de envolvimento de novos atores no cenário das negociações, com vistas à construção de uma solução para o impasse decorrente da ruptura de negociações em relação aos Técnico-Administrativos e da insuficiência da proposta apresentada pelo MEC para os docentes.

Graças a essa ação, conseguimos, na terça-feira, audiência com o Secretário de Educação Básica e Profissional, Eliezér Pacheco. Ainda na terça-feira, realizou-se reunião de ANDES, FASUBRA e SINASEFE com os Parlamentares Wasny de Roure, Fátima Bezerra, Alice Portugal, Iara Bernardi, Ivan Valente, Gilmar Machado, Walter Pinheiro e Paulo Rubem Santiago para traçar uma estratégia mais intensa de ação junto ao Executivo, com vistas à superação do quadro de inércia nas negociações.

Na quarta-feira, entregamos Carta aos Parlamentares solicitando apoio às nossas reivindicações e explicando a situação atual da greve. Foram priorizados aqueles que pertencem à Comissão de Educação da Câmara e do Senado de todos os partidos, bem como os que, mesmo estando em outras comissões, costumam apoiar nossas lutas e mobilizações.

Tais ações resultaram na aprovação, pela Comissão de Educação da Câmara dos Deputados em um Pedido de Audiência com o Ministro da Educação, Sr. Fernando Haddad, que se realizou na própria quarta-feira, às 17 horas, tendo seqüência na quinta-feira pela manhã.

Participaram de tal audiência os(as) deputados(as) Paulo Delgado, Fátima Bezerra, Paulo Rubem Santiago, Alice Portugal, Iara Bernardi, Antonio Carlos Biffi, Rogério Teófilo, Chico Alencar, Neide Aparecida, João Alfredo, Gilmar Machado, Ivan Valente, Wasny de Roure, Átila Lira e Zezeu Ribeiro, além do Senador Augusto Botelho.

Na quarta-feira à noite, estivemos em reunião com os Parlamentares para viabilizar a reabertura das negociações referentes aos Técnico-Admistrativos em Educação, existindo a previsão de uma reunião para o dia de hoje (sexta-feira).

Estamos procurando manter os parlamentares a par de cada novo acontecimento da greve e das negociações. Como na semana que vem temos feriado na terça-feira, é de extrema importância que em cada estado, cada seção sindical mantenha a pressão sobre os parlamentares de todos os partidos. O resultado desses contatos devem ser repassados para o Comando Nacional de Greve do SINASEFE. Mãos à obra!


Reunião na SETEC
Reunião com o Secretário da SETEC
Através da assessoria da Deputada Maria do Rosário, o SINASEFE agendou uma reunião com o Secretário da Educação Profissional e Tecnológica, Eliezer Pacheco. Na reunião, relatamos o estágio da negociação dos técnico-administrativos e docentes de 1º e 2º Graus, manifestando nossa preocupação com o acirramento demonstrado pelo governo no caso dos TAEs e com as seguintes questões relativas aos docentes: Baixo orçamento apresentado para a solução da greve dos docentes de 1º e 2º graus; a proposta de 4 níveis para a Classe Especial que representa um empecilho para a solução da greve; não inclusão dos aposentados na Classe Especial; atendimento dos docentes de outros Ministérios na verba orçamentária do MEC.

Solicitamos a atuação do Secretário no sentido de garantir os recursos para a implementação da segunda fase do PCCTAE e para a solução para aqueles que recebem VBC, além de retirar a proposta de 4 níveis para a Classe Especial, incluindo os aposentados, a ampliação dos recursos e a não cobrança do PSS no montante orçamentário para os Docentes.



O Secretário ficou de entrar em contato com Ronaldo Teixeira, Secretário Executivo Adjunto do MEC, para levar o nosso pleito. Colocou-se, ainda, à disposição para nos receber posteriormente, se acharmos necessário.
Colégio Pedro II

SINASEFE e MEC acordam na audiência do dia 10 de novembro solução para o impasse do corte de ponto no Pedro II
Após deliberação da Base dos Trabalhadores do Colégio Pedro II de não discutir e encaminhar a reposição das aulas caso ocorra novo corte de ponto praticado pela Direção Geral daquela IFE, e a deliberação da 69ª PLENA de informar ao Ministério que tal corte seria impeditivo para a continuidade das negociações da Greve de 2005 serviram para estabelecer um acordo e solução para o referido impasse. A reunião entre MEC, SINASEFE e CONCEFET, realizada ontem, dia 10 de novembro, definiu que seria feito um contato do Ministério e do próprio CONCEFET na tentativa de impedir que o corte de ponto ocorresse, conforme determinava o Diretor Geral do Colégio Pedro II em nota oficial divulgada na IFE, que pressionava os Trabalhadores daquela Instituição a retornarem ao Trabalho.

Quando estávamos discutindo o fechamento desse Boletim de Greve, recebemos a informação telefônica de representante do MEC de que havia ocorrido acordo com o Diretor Geral do Colégio Pedro II de que não mais haveria o corte do ponto e dos salários dos Servidores em Greve naquela Instituição Federal de Ensino.

Gostaríamos de ressaltar que a força da Base do Pedro II, que manteve bravamente a Greve, independentemente das tentativas de desestabilizar o movimento, promovidas pela Direção da IFE, e a posição firme aprovada pela 69ª PLENA do SINASEFE, foram decisivas para a solução de um problema que os Trabalhadores há muito tentavam resolver e que as autoridades governamentais protelavam como forma de pressionar e fragmentar a Greve naquela Base.

Acreditamos que com esse acordo a Direção Geral do Colégio Pedro II deva se colocar na correta posição de aguardar a solução das negociações da Greve, não criando mais obstáculos ou constrangimentos para o movimento que vem sendo promovido pela nossa Seção Sindical – SINDSCOPE.



Por fim, parabenizamos os Docentes e Técnicos-Administrativos do Colégio Pedro II, verdadeiros responsáveis pela resolução encontrada, a partir da sua firme posição de dar continuidade à greve, e que hoje contribui significativamente para o fortalecimento do nosso movimento e das nossas negociações em nível nacional que ora promovemos.

CURTAS
SEÇÕES SINDICAIS APROVAM SUSPENSÃO E/OU ADIAMENTO DE VESTIBULARES E PROCESSOS SELETIVOS Segunido orientação do Comando Nacional de Greve, várias Seções já colocaram em debate nas suas IFEs a suspensão dos processos seletivos e vestibulares por conta da Greve. Esse é um elemento fundamental na pressão junto ao Governo e devemos transformá-lo numa tarefa de todo o SINASEFE.

Veja as Seções e IFEs que já aprovaram em seus fóruns deliberativos:



  • SINTEF/GO – CEFET-GO

  • SINTEF/PB - CEFET-PB

  • SINTEF/PB - CEFET-PB / Uned Cajazeiras

  • S. S. Jataí-GO – CEFET-GO / Uned de Jataí

  • S. S. Pelotas - CEFET-RS

  • S.S. Florianópolis – CEFET-SC

  • SINDSCOPE – Colégio Pedro II


SEÇÕES SINDICAIS DE PELOTAS E SAPUCAIA/RS SE MANIFESTAM EM FÓRUM INTERNACIONAL SOBRE EDUCAÇÃO Representantes dessas duas Seções Sindicais estiveram presentes em Encontro Internacional sobre Educação, realizado em Gravataí, com dois ônibus, na abertura do Encontro Internacional de Educação na cidade de Gravataí/RS. Autoridades do MEC (Jairo Jorge e Eliezer Pacheco) foram “recepcionados” com faixas e bandeiras dos dois ônibus encaminhados pelas nossas Seções. Ainda, em conversa com os representantes do Ministério, os companheiros solicitaram o atendimento da nossa pauta de reivindicações.

Na abertura do encontro o Secretário Executivo do MEC, Jairo Jorge, saudou os “bravos companheiros do SINASEFE que se encontram em greve”. O que nós esperamos do MEC e de suas autoridades é que façam sua saudação através do aumento do orçamento e o atendimento da nossa pauta de reivindicações, finalizando, assim, a nossa greve.


RIO POMBA/MG EM ESTADO DE GREVE – Em sua Assembléia Geral a Seção deliberou pelo “Estado de Greve” a partir desta semana em apoio ao movimento paredista e aos encaminhamentos tirados no Congresso e agora na PLENA do SINASEFE. Os companheiros (as) de Rio Pomba estarão discutindo na sua próxima Assembléia a adesão à Greve.
SEÇÃO SINDICAL DE CÁCERES/MT NA LUTA – A Seção, após um período de inatividade, retoma os seus trabalhos e delibera “Estado de Greve”, a partir de 03/11, em repúdio às propostas do Governo Federal. Paralisaram atividades naquela IFE no dia 10 de novembro em apoio ao dia nacional de luta pelas negociações e agora já assumiram o compromisso de encaminhar nas próximas Assembléias a deflagração da Greve naquela IFE. Parabenizamos os companheiros daquela Seção Sindical pelo esforço e empenho no fortalecimento da luta.
OURO PRETO/MG – A Assembléia conjunta entre SINASEFE, ADUFOP, SINDCEFET e a ASSUFOP, realizada na Praça Tiradentes, onde contou com uma boa participação da comunidade, definiu mais um passo na unidade do movimento que está ocorrendo naquela Cidade.
PAIS, ALUNOS E SERVIDORES DO CEFET-SC SE MOBILIZAM - Para ampliar o movimento de greve e sua viabilização, a Comunidade do CEFET/SC realizou diversas atividades conjuntas, entre elas: Debate sobre 2º Semestre Letivo 2005 – Implicações da Greve e Gincana da Mobilização.

 

COLÉGIO PEDRO II – O SINDSCOPE, a partir da articulação do Deputado Federal Chico Alencar conseguir realizar audiência com o Secretário Executivo Adjunto do MEC para tratar das várias irregularidades praticadas pela Direção Geral do Colégio Pedro II. Também foi tratado o corte de ponto, praticado irregularmente pelo Colégio.


AGENDA DO MOVIMENTO


DATA

ATIVIDADE

LOCAL

11/11

REUNIÃO NO MEC COM FASUBRA E SINASEFE SOBRE OS TAES

BRASÍLIA/DF

14/11

TRABALHO JUNTO AOS PARLAMENTARES NOS ESTADOS

TODO BRASIL

16/11

TRABALHO JUNTO AOS PARLAMENTARES NO CONGRESSO NACIONAL

BRASÍLIA/DF

17/11

ENTREGA DA RESPOSTA DO MEC ÀS NOSSAS PROPOSTAS E AUDIÊNCIA DO SINASEFE COM O MEC (A CONFIRMAR)

BRASÍLIA/DF



QUADRO DA GREVE NO SINASEFE



INSTITUIÇÕES

SITUAÇÃO

CEFETs (Sedes)

  1. CEFET/CE (em Fortaleza)

Greve

  1. CEFET/PA (em Belém)

Greve

  1. CEFET de Campos/RJ

Greve

  1. CEFET/RN (em Natal/RN)

Greve

  1. CEFET Ouro Preto/MG

Greve

  1. CEFET/RS (em Pelotas/RS)

Greve

  1. CEFET/SP (em São Paulo/SP)

Greve

  1. CEFET/GO (em Goiânia)

Greve

  1. CEFET/PB (em João Pessoa)

Greve

  1. CEFET/ES (em Vitória/ES)

Greve

  1. CEFET Uberlândia/MG

Greve

  1. CEFET/ SC (em Florianópolis)

Greve

  1. CEFET Cuaibá (em São Vicente/MT)

Greve

  1. CEFET/PE (em Recife)

Greve

  1. CEFET RIO VERDE/GO

Greve

  1. CEFET UBERABA/MG

Greve

  1. CEFET RIO POMBA/MG

Estado de Greve, com Assembléia da Greve no dia11/11/05

CEFETs (Uneds)

  1. CEFET/CE – Uned de Juazeiro do Norte

Greve

  1. CEFET/PA – Uned de Tucuruí

Greve

  1. CEFET de Campos – Uned de Macaé/RJ

Greve

  1. CEFET/RN – Uned de Mossoró/RN

Greve

  1. CEFET/RS – Uned de Sapucaia/RS

Greve

  1. CEFET/ BA - Uned Vitória da Conquista/BA

Greve

  1. CEFET/SP – Uned de Cubatão/SP

Greve

  1. CEFET GO – Uned de Jataí/GO

Greve

  1. CEFET/ PB – Uned de Cajazeiras

Greve

  1. CEFET/ES – Uned de Colatina/ES

Greve

  1. CEFET/SC – Uned de São José

Greve

  1. CEFET/SC – Uned de Jaraguá do Sul

Greve

  1. CEFET/SC – Uned de Joinville

Greve

ESCOLAS TÉCNICAS E AGROTÉCNICAS

  1. Escola Técnica de Palmas/TO

Greve

  1. Escola Agrotécnica de Iguatu/CE

Greve

  1. Escola Agrotécnica Santa Teresa/ ES

Greve

  1. Escola Agrotécnica de Santa Maria/RS

Greve

  1. Escola Agrotécnica de Guanambi/BA

Paralisação de 96 horas (dias 10, 11, 14 e 15)

EDUCAÇÃO BÁSICA

  1. Colégio Pedro II (no Rio de Janeiro)

Greve



OBS: É muito importante que as Bases que ainda não deflagraram as suas Greve ou processo de paralisações, realizem Assembléias pautando a Greve como prioridade. Dependendo da necessidade, as Seções poderão se articular com o Comando de Greve que estará organizando a participação da DN, do Comando Nacional de Greve ou das Seções Sindicais mais próximas que já estejam participando do movimento grevista.

Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica e Profissional – SINASEFE

SCS, Quadra 2, Bloco C, sala 109/ (Ed. Serra Dourada) Brasília- DF – CEP 70300-902

Telefones (61) 3225.1915 e 3321.7556 – Fax: (61) 3226.9442 – e-mail: dn@sinasefe.org.br – www.sinasefe.org.br

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Responsáveis por este boletim: William Carvalho, Giorlando, Carlão, Eliana e Silvio Rotter (todos da DN), Jandir (Florianópolis/SC), Brongar (Pelotas/RS), Ednaldo (Natal/RN), Marcílio (Natal/RN), Marcelo (ATEF/CE), Manoel (Pelotas/RS), Edmar (SINDSCOPE/RJ), Flávia (SINTEF/GO) e Lindeir (Ouro Preto/MG)



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