Edital: acervo enid backes: conhecimento é poder concurso de monografia, artigo, ensaio e relato de experiência



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EDITAL: ACERVO ENID BACKES: CONHECIMENTO É PODER

CONCURSO DE MONOGRAFIA, ARTIGO, ENSAIO E RELATO DE EXPERIÊNCIA.
Seleção pública destinada a premiar trabalhos escritos com enfoque feminista e de gênero, observando as dimensões de classe social, raça, etnia, geração, deficiência e orientação sexual das mulheres no Rio Grande do Sul, nas modalidades: monografia (nível de Graduação), artigos (nível de Graduação e Pós-Graduação) e ensaios e relatos de experiência (ambos) conforme o disposto neste Edital.

CAPÍTULO I – DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 1º. Coletivo Feminino Plural, em parceria com a Fundação Luterana de Diaconia, tendo o apoio de Grupo de Estudos do CFP, Núcleo Interdisciplinar de Estudos Sobre Mulher e Gênero da UFRGS, Núcleo de Estudos de Gênero da PUCRS, Núcleo de Estudos e Pesquisa em Violência, Ética e Direitos Humanos da PUCRS, Programa de Extensão da UERGS, Programa de Gênero e Religião e Núcleo de Pesquisa de Gênero da Faculdades EST, Rede Feminista de Saúde Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos e o Conselho Municipal dos Direitos da Mulher de Porto Alegre/Comdim/POA, tornam público o lançamento do presente Edital e convidam estudantes dos níveis de ensino de graduação e pós-graduação a apresentar monografias, artigos científicos, ensaios e relatos de experiências.

CAPÍTULO II – DA COORDENAÇÃO E COMISSÃO ORGANIZADORA

Art. 2º. A Coordenação do concurso ACERVO ENID BACKES – CONHECIMENTO É PODER 2016 - é de responsabilidade do COLETIVO FEMININO PLURAL, sendo sua comissão organizadora composta pelas entidades acima citadas.

CAPÍTULO III – DO OBJETIVO

Art. 3°. O concurso ACERVO ENID BACKES – CONHECIMENTO É PODER tem por objetivo promover a reflexão e estimular a produção crítica de conhecimentos sobre as relações de gênero, tendo como ênfase o empoderamento político das mulheres, com enfoque da diversidade e considerando o conceito de Justiça de Gênero contido na Política de Justiça de Gênero da Fundação Luterana de Diaconia, disponível em: http://www.fld.com.br/uploads/publicacoes/Poltica_de_Justia_de_Gnero_web.pdf.

CAPÍTULO IV – DO TEMA

Art. 4º. O concurso Acervo Enid Backes abordará exclusivamente os seguintes temas:

O empoderamento político das mulheres em espaços formais e informais de participação. Propõe-se a reflexão sobre o empoderamento político das mulheres por meio de sua participação nos espaços formais e informais da política, as desigualdades de poder, a presença/ausência nos espaços de poder e decisão, impactos das violências, discriminações, estereótipos de gênero na presença/ausência das mulheres nos processos decisórios; e o debate sobre a qualidade da democracia e da cidadania frente à baixa representação das mulheres na política.

CAPÍTULO V – DAS MODALIDADES, DO PÚBLICO ALVO E DA SELEÇÃO:

Art. 5º Poderão ser inscritos trabalhos nas seguintes modalidades:



  1. Monografias – destinado a selecionar melhores trabalhos em nível de Graduação, deverão conter o mínimo de 05 (cinco) páginas e o máximo de 07 (sete), de acordo com o formato contido no artigo 7 deste concurso. Deverão conter na capa: título, autoria e palavras-chave (3); introdução, desenvolvimento, conclusão e referências bibliográficas.

  2. Artigo científico – destinado a trabalhos em nível de Graduação e Pós-Graduação, deverão ter o mínimo de 10 e o máximo de 15 páginas (Graduação), e o mínimo de 15 e o máximo de 20 páginas (Pós-graduação). Em ambos os casos devem ter: título, resumo, palavras-chave (3), introdução, objetivos, metodologia, discussão teórica, conclusões e referências (segundo as orientações estabelecidas no anexo I deste edital).

  3. Ensaio – destinado para nível de Pós-graduação, deverá ter no mínimo de 15 e o máximo de 20 páginas. Deve conter título, resumo, introdução, desenvolvimento, notas conclusivas e referências (segundo as orientações estabelecidas no anexo I deste edital). Após a introdução deve conter um parágrafo justificando a escolha da modalidade ensaio.

  4. Relato de Experiência – destinado a trabalhos de nível de Graduação e Pós-Graduação, deve conter o mínimo de 5 e o máximo de 10 páginas, sobre o tema proposto contendo: título, introdução, justificativa, objetivos (específico e geral), público alvo, metodologia, recursos utilizados, resultados alcançados, produtos e referências (ver orientações gerais no Anexo I).

Parágrafo único. Os relatos de experiência poderão ser enriquecidos com até 02 fotos dos registros das atividades.

Art. 6º - Os 05 trabalhos premiados em cada categoria constarão de Número Especial da Revista eletrônica “Coisas do Gênero”, editada sob a responsabilidade do Programa de Gênero e Religião das Faculdades EST, e suas/seus autoras/res serão convidados a apresentá-los em Workshop em Março de 2017, em Porto Alegre (RS). http://periodicos.est.edu.br/index.php/genero

CAPÍTULO VI – DO FORMATO DOS TRABALHOS

Art. 7º. Todos os trabalhos devem ser apresentados impressos, observadas as seguintes formatações:



  • página – tamanho A4;

  • fonte – Times New Roman;

  • tamanho da fonte – corpo: 12 e para citações de mais de três linhas: 11;

  • margens – superior, inferior, esquerda e direita de 2,5 cm;

  • espaçamento entre linhas de 1,5 cm e

CAPÍTULO VII - DAS INSCRIÇÕES

Art. 8. As inscrições para o concurso são gratuitas e poderão ser realizadas no período de 1º de Outubro a 10 de Dezembro de 2016, conforme descrito abaixo, devendo ser acompanhadas de uma ficha de identificação que deve ser solicitada pelo email: coletivofemininoplural.conc@gmail.com. Nela deverá constar o vínculo acadêmico, podendo o mesmo ser objeto de verificação.

Art. 9. Serão aceitas inscrições enviadas pelo Correio no seguinte endereço: Travessa Andrade Neves, 159, conjuntos 84/85, Porto Alegre/RS. CEP 90010-210 ou entregues na sede do Coletivo Feminino Plural, mediante protocolo de recebimento. No envelope não deverá conter o nome de autora ou autor que deverão estar na ficha de identificação, em envelope pequeno fechado inserido no envelope maior com o texto impresso.

Par. Único: Não serão aceitas inscrições enviadas por e-mail.

Art. 10. As documentações e inscrições submetidas após o dia 10 de Dezembro não serão aceitas.

Art. 11. Em todas as categorias do concurso cada participante poderá inscrever somente um trabalho, que deverá ser individual e inédito.

Art. 12. As inscrições com dados, informações e documentações falhas e/ou incompletas, não serão aceitas.

Art. 13. O ato de inscrição implica na aceitação irrestrita, pela(o) concorrente, de todas as condições constantes neste edital, podendo a inscrição ser impugnada em qualquer fase da seleção, se for constatada qualquer irregularidade ou desconformidade com as normas aqui discriminadas.

Parágrafo Único – Não serão aceitas inscrições que não cumpram com as exigências contidas neste edital, nem as apresentadas fora do prazo nele estabelecido.

CAPÍTULO XIV – ANÁLISE E SELEÇÃO DOS TRABALHOS

Art. 14. A análise e o julgamento dos trabalhos obedecerão aos seguintes procedimentos:

I. Análise preliminar dos trabalhos realizada pela Comissão Julgadora para enquadramento e homologação das inscrições, observando as exigências contidas neste edital de acordo com a modalidade na qual a(o) candidata(o) está se inscrevendo;

II. Análise, pela comissão de pareceristas, formada por profissionais que trabalham com as questões de gênero, para as modalidades estudantes de graduação e pós-graduação.

III. A comissão julgadora tem autonomia para definir a quantidade de trabalhos premiados, respeitando o limite máximo por modalidade, de acordo com os critérios estabelecidos neste edital.

CAPÍTULO XV - DOS CRITÉRIOS DE JULGAMENTO DOS TRABALHOS

Art. 15 As redações serão analisadas pela comissão julgadora, observando-se:


  1. Relevância do problema apresentado e relação com a proposta do certame.

  2. Enfoque de gênero, diversidade e justiça de gênero.

  3. Qualidade do texto, que observe as Normas ortográficas e gramaticais da Língua Portuguesa.

  4. Sequência que observe no mínimo uma introdução, desenvolvimento e conclusão.

  5. Inovação e criatividade

  6. Ineditismo.

CAPÍTULO XVI - DA COMISSÃO JULGADORA

Art. 16. A comissão julgadora será constituída por profissionais ligadas(os) às áreas temáticas do Edital.

Art. 17. A comissão julgadora será indicada pelo Coletivo Feminino Plural e entidades parceiras.

CAPÍTULO XVII – DOS TRABALHOS ACEITOS E DOS RESULTADOS DO JULGAMENTO

Art. 18. O resultado do julgamento deverá ser homologado pela Coordenação deste Prêmio.

Art. 19. A relação dos trabalhos aceitos e a lista das premiações serão divulgadas no site do Coletivo Feminino Plural www.femininoplural.org.br

Art. 20. O prazo de recurso será de 48 (quarenta e oito) horas, a contar da publicação no site.

CAPÍTULO XVIII – DO CRONOGRAMA


  1. DATA DE LANÇAMENTO: 1º DE Outubro de 2016 – por site

  1. DURAÇÃO: 1º DE Outubro a 20 de Novembro de 2016

  1. ANÁLISE PRELIMINAR: 21 a 25 de Novembro

  1. PUBLICAÇÃO DA 1ª LISTA: 25 de Novembro de 2016

  1. Análise e Julgamento dos trabalhos: 26 de Novembro de 2016 a 09 de Dezembro de 2016

  1. Divulgação do resultado final no site do Coletivo Feminino Plural: 10 de Dezembro de 2016

  1. Período de interposição de recursos aos resultados: 11 e 12 de Dezembro de 2016

  1. Resultado final: 15 de Dezembro de 2016

  1. Workshop para apresentação e discussão dos trabalhos: 17de Março de 2017

CAPÍTULO XIX - DAS CONSIDERAÇÕES FINAIS

Art. 21. As/os concorrentes ao Prêmio concordam com a eventual publicação, pelas entidades conveniadas, dos trabalhos selecionados, no todo, em parte ou em texto resumido pela (o) autora, em formato a ser definido.

Art. 22. É de inteira responsabilidade da pessoa que se inscreveu o ônus relativo aos direitos autorais de textos, imagens e outros meios que acompanharão seu trabalho. Se constatada qualquer tentativa de dolo, fraude, falsificação, adulteração, plágio, ou outro tipo de irregularidades nos trabalhos apresentados a candidata ou candidato está automaticamente desclassificada (o) sem prejuízo das sanções administrativas e penais cabíveis.

Parágrafo Único: As pessoas premiadas concordam com a divulgação do resultado de forma apropriada em eventos desta natureza e serão convidadas a comparecer ao Workshop para Apresentação e Debate a ocorrer em 17 de Março de 2017, em Porto Alegre/RS.

Art. 23. Os casos omissos serão resolvidos pela comissão julgadora, ouvidas as instituições promotoras.

Art. 24. Este Edital entra em vigor na data de sua publicação. Porto Alegre, 1º de Outubro de 2016.



ANEXO I (único)

ORIENTAÇÕES PARA ESCRITA E REFERENCIAÇÃO BIBLIOGRÁFICA DOS TEXTOS

Os seguintes aspectos devem ser observados na escrita dos textos:

a) Aspas para palavras com emprego não convencional ou citações;

b) Itálico para palavras estrangeiras e neologismos;

c) Negrito para títulos de obras e publicações;

d) As notas devem ser sempre de rodapé, numeradas em ordem crescente;

e) As referências bibliográficas no corpo do texto, quando se tratar de uma citação direta, ou seja, quando se utiliza as mesmas palavras da autora ou autor, devem aparecer com o seguinte formato: (sobrenome do autor ou autora/espaço, ano de publicação, página), por exemplo: (Beauvoir, 1960, p. 36).

f) Diferentes títulos do mesmo autor ou autora publicados no mesmo ano devem ser identificados por uma letra depois da data (por exemplo: Saffioti, 1992b, p. 78).

g) Por uma questão de gênero, deve-se evitar abreviar com as letras iniciais os nomes de autores e autoras nas referências bibliográficas para que a autoria das mulheres seja visibilizada. (por exemplo: BEAUVOIR, Simone de. O segundo sexo: fatos e mitos. São Paulo: Difusão Europeia do Livro, 1960).

h) bibliografias referências devem ser apresentadas no final do trabalho, em ordem alfabética e respeitando os formatos representados nos exemplos a seguir. Pede-se cuidado especial quanto à pontuação, espaçamento, o uso de negrito e de letras maiúsculas.

1. Livro ou monografia no todo (inclui folheto, trabalho acadêmico, manual, guia, catálogo etc.). Os elementos essenciais são: autoria, título, subtítulo (se houver), edição, local, editora e data da publicação, seguindo a forma abaixo de acordo com o tipo de texto consultado:

Livro

BEAUVOIR, Simone de. O segundo sexo: fatos e mitos. São Paulo: Difusão Europeia do Livro, 1960.



Trabalho acadêmico

DUBEUX, Carolina. Quando o assunto é sexo: um estudo geracional a respeito da transmissão de valores sobre a sexualidade em famílias de camadas médias. Recife, 1998. 132f. Dissertação (Mestrado em Antropologia), Departamento de Ciências Sociais, Universidade Federal de Pernambuco.



Relatório

BEMFAM (Sociedade civil de bem-estar familiar no Brasil). Comportamento e intenções reprodutivas da população masculina. Pesquisa Nacional sobre Demografia e Saúde. Rio de Janeiro: BEMFAM, 1999.



Catálogo

MUSEU DA IMIGRAÇÃO (São Paulo, SP). Museu da Imigração – São Paulo: catálogo. São Paulo, 1999.

2. Capítulo de livro ou parte de monografia (inclui capítulo, volume, fragmento e outras partes de uma obra, com autoria e/ou títulos próprios). Os elementos essenciais são: autoria, título, subtítulo (se houver) da parte, seguidos da expressão “In:”, e da referência completa do livro ou da monografia no todo. No final da referência deve-se informar a paginação ou outra forma de individualizar a parte referenciada, seguindo a forma abaixo de acordo com o tipo de texto consultado:

Parte de coletânea

FALCI, MiridanKnox. Mulheres do Sertão Nordestino. In: DEL PRIORE, Mary (org.). História das Mulheres no Brasil. 7. ed. São Paulo: Contexto, 2004. p. 241-277.



Capítulo de livro

PINTO, Céli Regina Jardim. O novo feminismo nasce na ditadura. In: Uma história do feminismo no Brasil. São Paulo: Editora Fundação Perseu Abramo, 2003. cap. 2. p. 41-66.

3. Publicação Periódica (inclui coleção como um todo, fascículo ou número da revista, volume de uma série, número de jornal, caderno, etc. na íntegra, e a matéria existente em um número, volume ou fascículo de periódico).

a) Publicação do periódico como um todo: título, local de publicação, editora, data de início da coleção e data de encerramento da publicação, se houver.

REVISTA ANTHROPOLÓGICAS. Recife: Programa de Pós-Graduação em Antropologia da Universidade Federal de Pernambuco, 1996. Semestral.

b) Partes de uma publicação periódica (volume, fascículo, caderno ou outras): título da publicação, título da parte (se houver), local de publicação, editora, numeração do ano e/ou volume, numeração do fascículo, as informações de períodos e datas de sua publicação e as particularidades que identificam a parte, seguindo a forma abaixo de acordo com o tipo de texto consultado:



Artigo de revista

FRASER, Nancy. Mapeando a imaginação feminista: da redistribuição ao reconhecimento e à representação. Rev. Estud. Fem., Florianópolis, v. 15, n. 2, p. 291-308, maio/ago. 2007.



Artigo de jornal científico

RUHL, Lealle. Dilemmas of the will: uncertainty, reproduction, and the retoric of control. Signs: Journal of Women in Culture and Society. Chicago University, v. 27, n. 3, p. 641-64. Spring 2002.



Suplemento de periódico

PESQUISA NACIONAL POR AMOSTRA DE DOMICÍLIO. Mão de obra e previdência. Rio de Janeiro: IBGE, v. 7, 1983. Suplemento.



Fascículo de revista

REVISTA ESTUDOS FEMINISTAS. Florianópolis: UFSC, maio/ago. 2007.

c) Artigo e/ou matéria de Jornal: autoras(es) (se houver), título, subtítulo (se houver), título do jornal, local de publicação, data de publicação, seção, caderno ou parte do jornal e a paginação correspondente, seguindo a forma abaixo de acordo com o tipo de texto consultado:

Artigo de jornal diário

Feminismo histórico. Diário de Pernambuco, Recife, 06 ago. 1926. Caderno 4, p. 4.

 Quando não houver seção, caderno ou parte, a paginação do artigo ou matéria precede a data.

Matéria de jornal assinada

FREYRE, Gilberto. As mulheres sul-americanas. Diário de Pernambuco, Recife, 08 set. 1919. Caderno 4, p. 3.

4. Artigo, matéria, reportagem em periódicos, jornais e outros, EM MEIO ELETRÔNICO: autoras (es), título/subtítulo (da parte e/ou obra como um todo), dados da edição, dados da publicação (local, editor/a, data), nos mesmos padrões recomendados até agora, de acordo com o tipo de texto consultado. Em seguida, devem-se acrescentar as informações relativas à descrição física do meio ou suporte.

Quando se tratar de obras consultadas online, são essenciais as informações sobre o endereço eletrônico, apresentado entre os sinais [ ], precedido da expressão “disponível em:” e a data de acesso ao documento, precedida da expressão “Acesso em: “,seguindo a forma abaixo de acordo com o tipo de texto consultado:



Artigo de revista

FRASER, Nancy. Mapeando a imaginação feminista: da redistribuição ao reconhecimento e à representação. Rev. Estud. Fem., Florianópolis, v. 15, n. 2, 2007. Disponível em: . Acesso em: 31 Jul 2008.



Matéria de revista não assinada

WINDOWS 98: o melhor caminha para a atualização. Pc World, São Paulo, n. 75, set. 1998 Disponível em: . Acesso em: 10 Set 1998.



Artigo de jornal científico

KELLY, Robert. Eletronic publishing at APS: its not Just online journalismo. APS NEWS ONLINE, Los Angeles, nov. 1996. Disponível em: . Acesso em: 25 nov. 1998.

5. Autoria

a) Autoria pessoal: indica(m)-se as/o(s) autor(es)/as pelo último sobrenome, em maiúsculas, seguido do(s) prenome(s) e outros sobrenomes abreviados(s) ou não. Os nomes devem ser separados por ponto e vírgula, seguido de espaço. Por exemplo:

BEAUVOIR, Simone de. O segundo sexo: fatos e mitos. São Paulo: Difusão Europeia do Livro, 1960.

b) Quando existirem mais de três autores, indica-se o primeiro, acrescentando-se a expressão et al. Exemplo:

FARIA, Nalu. et al. (Orgs). Gênero e Educação. Cadernos Sempre Viva. São Paulo: SOF, 1999.

c) Quando houver indicação explícita de responsabilidade pelo conjunto da obra, em coletâneas de vários/as autores/as, a entrada deve ser feita pelo nome do responsável, seguida da abreviação, no singular, do tipo de participação (organizador/a, coordenador/a, etc.), entre parênteses. Exemplo:

AGUIAR, Neuma (org.). Gênero e Ciências Humanas: desafio às ciências desde a perspectiva das mulheres. Rio de Janeiro: Record/ Rosa dos Tempos, 1997.

MARCONDES, E.; LIMA, I. N. de (coord.). Dietas em pediatria clínica. 4 ed. São Paulo: Sarvier, 1993.

d) Em caso de autoria desconhecida, a entrada é feita pelo título. O termo anônimo não deve ser usado em substituição ao nome do/a autor/a desconhecido/a. Exemplo:

DIAGNÓSTICO do setor editorial brasileiro. São Paulo: Câmara Brasileira do Livro, 1993. 64p.



Fontes:

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023 – Informação e Documentação – Referências – Elaboração. Rio de Janeiro, 2000.



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