Dr. Caetano munhoz da rocha



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INSTITUTO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO "DR.CAETANO MUNHOZ DA ROCHA"

RUA JOÃO EUGÊNIO, nº894, Bairro Costeira, Paranaguá - Paraná

Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio – 2014
Orientadora: Professora Andréia Maria Digiovanni Frumento

Professores:

Célia Regina Andrioli Silva Barbosa

ClauryPatricio Cabral dos Santos

Eroni de Jesus Avila

Glauce Verônica Cabral dos Santos

Julio Cesar Amorim de Moura

Patricia Renata Lopes

Rosemary Liberatto
ETAPA II CADERNO III

CIÊNCIAS DA NATUREZA

REFLEXÃO E AÇÃO 4

INVESTIGAÇÃO TEMÁTICAA LEITURA DA CONTA DE ENERGIA ELÉTRICA PARA UM CONSUMO CONSCIENTE EM UMA ABORDAGEM INTERDISCIPLINAR

A população em geral não tem consciência sobre a produção e o consumo da energia, tendo um gasto demasiado, sem se preocupar com a origem dos recursos renováveis e não-renováveis, para tanto se faz necessário um conhecimento da conta de energia que recebemos em nossas residências e que registra dados importantes, tais como a bandeira tarifária, variações de KWH de acordo com os períodos do ano, entre outras. Esse artigo tem o objetivo de esclarecer dúvidas e conscientizar através de uma abordagem interdisciplinar.

A eletricidade é a principal fonte de luz, calor e força nos tempos modernos. Utilizada desde atividades mais simples a complexas que seriam impossíveis se não houvesse energia.

A energia elétrica no Brasil é gerada, principalmente, nas usinas hidrelétricas, usando o potencial energético da água, porém, ela pode ser produzida também através do potencial energético dos ventos, do sol entre outras.

A energia produzida através da água, do sol ou dos ventos é considerada como energia limpa por apresentar baixos níveis de produção de poluentes sem contar que são fontes de energia renováveis.

Com o objetivo de aplicar o conhecimento adquirido através desse estudo foi elaborado uma problematização inicial que será analisada e discutida com o intuito também de disseminar informações relevantes a todos.



Quando refletimos sobre o problema abordado, surgem divesos questionamentos tais como: Qual a importância de compreender a origem da energia elétrica utilizada em nossas residências? Como podemos contribuir para a redução do consumo de energia? Quais as conseqüências para o meio ambiente do consumo indiscriminado dos recursos naturais? Existe diferença de consumo dependendo do horário de utilização? O que significa bandeira tarifária? Qual a importância da troca de lâmpadas incandescente por fluorescente e LED?

No Brasil, quase toda a produção vem de hidrelétricas, que usam a força da água para movimentar um gerador. Depois de produzida, a energia vai para as cidades por meio das linhas e torres de transmissão de alta tensão. "Viajando por centenas de quilômetros de fios, ela sofre inúmeras alterações de voltagem", explica José Ferreira Abdal Neto, diretor de Operações da Geração da CPFL Energia. Nas áreas residenciais, cada circuito de cerca de 13,8 mil volts atende de 5 mil a 10 mil casas. O percurso da eletricidade se completa quando ligamos interruptores e aparelhos eletroeletrônicos na tomada, consumindo-a no mesmo momento em que é produzida.  Durante todo o caminho, a energia está sujeita a interrupções. Raios, tempestades, ventos fortes e queda de árvores podem atingir o sistema, causando o problema (NOVA ESCOLA – online). Porque precisamos saber disso? É necessário que cada um que utiliza a energia elétrica compreenda a origem e as etapas que se estabelecem de sua origem até chegar a nossos lares, só assim será possível compreender a importância de se economizar e ter idéia dos custos envolvidos para que essa tecnologia esteja disponível nos lares de forma prática e eficaz.

Em relação à economia de energia não devemos olhar apenas pelo lado financeiro, mas também pelo lado ambiental. Com base nos dados da FIGURA 1 podemos repensar o tempo de uso de alguns aparelhos e assim contribuir de forma significativa na economia de energia.



Figura 1 - Tabela de consumo mensal médio de aparelhos eletrodomésticos (FONTE: HTL Instalação e manutenção elétrica)

Já em relação às consequências das hidroelétricas (produção de energia mais utilizada no Brasil) são alagamentos de vastas áreas causando impacto ambiental indesejável, com prejuízos à fauna e à flora regional em virtude da quantidade de água represada a fim de mover as turbinas na produção da energia elétrica. Em nossa atual realidade, onde abrimos a torneira e temos água, acionamos um interruptor e temos energia, pouco se pensa em quanto o meio ambiente está sendo degradado para que tenhamos conforto em nossas casas. Aumentando o consumo de energia, as empresas responsáveis pelo fornecimento terão que, cada vez mais, aumentar a produção, consequentemente denegrindo mais e mais o meio ambiente. Ao economizarmos estamos de certa maneira economizando nossos recursos não renováveis mas também os renováveis, que com o passar dos anos está cada vez mais raro, pois usamos muito em pouco tempo não dando oportunidade do meio se auto renovar, um exemplo bem atual é a seca que assola boa parte do país causando falta de água em Estados que nunca tiveram problemas com relação a esse caso.

Outra excelente maneira de se economizar energia elétrica é evitar os horários chamados de pico, entre 18 e 21 horas, pois nesse horário o consumo de energia elétrica é muito mais alto. Isso porque estão funcionando ao mesmo tempo, além de empresas, a iluminação pública, a residencial, vários eletrodomésticos e a maioria dos chuveiros. Para evitar as consequências que o horário de pico traz, em alguns estados brasileiros foi instituído o horário de verão para que se aproveite ao máximo a energia solar, figura entre os meses outubro e março, aproximadamente.

Com o período de seca em 2014, que baixou o nível dos reservatórios, o governo implantou a bandeira vermelha no país (menos em Roraima, Amapá e Amazonas), em janeiro. O sistema funciona assim:



  • Bandeira verde - indica que o país está em um momento bom para a geração de energia. Por isso, não há acréscimo na conta. 

  • Bandeira amarela - as condições exigem atenção. A conta aumenta R$ 2,50 a cada 100 quilowatt-hora.

  • Bandeira vermelha - no pior cenário para geração de energia, a conta sobe R$ 5,50 a cada 100 quilowatt-hora. 

Em relação a substituição das lâmpadas tradicionais pela iluminação LED, existem vantagens principalmente em termos de durabilidade e economia. Tanto que, após perceber que há uma redução real nos custos com energia, muitas empresas e residências começaram a optar pela iluminação LED (FIGURA 2 e 3).




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