Dossier de Imprensa



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Jay-Jay Johanson


Sáb 16 Nov 22h00

Música | M/6 | 1.ª Plateia 15€ | 2.ª Plateia 12€ | Balcão 10€

Sala Principal | 70 Min.
O sueco, conhecido pelo seu registo vocal melancólico e pela instrumentação eletrónica, trará um novo álbum a par da revisitação da sua carreira, onde figuram os marcantes álbuns Whiskey e Tattoo.
Há quem diga que Jay Jay Johanson é o “dandy mais cool” do planeta e um dos mais modernos músicos contemporâneos. Nascido na Suécia, o andrógino Jay Jay já foi ovacionado em festivais, recebeu belas críticas de importantes medias, foi elogiado por Françoise Hardy e documentado pelo canal francês ARTE. O cantor que afirma só fazer boa música em momentos tristes e depressivos, lançou dia 4 de Março um álbum retrospetiva – Best of 1996-2013.

Quisemos descobrir Jay Jay na intimidade do seu estúdio, a partir de uma entrevista publicada no seu site oficial (http://jayjayjohanson.tumblr.com/):



- Olá!

Olá!


- Como tem passado?

Tenho passado bastante tempo em estúdio, a escrever, a trabalhar, enfim, a gravar o novo álbum entre outras coisas.



- Como é que cria partes da música, em diferentes instrumentos?

Geralmente a música começa apenas minha voz, costumo cantar quando caminho, depois anoto a caneta num papel e sento-me ao piano, às vezes com a guitarra no meu colo.



Já escreveu canções demasiado pessoais para partilhar?

Às vezes escrevo poemas em sueco e algumas destas letras são demasiado “à flor da pele” para ser capaz de as cantar, porém, como são traduzidas para inglês cria-se um pequeno intervalo entre a minha realidade e o trabalho acabado, e essa pequena distância torna possível gravar a canção e cantá-la em palco, uma e outra vez (…)



Qual é a primeira música que se lembra de cantar em criança?

O primeiro disco que comprei foi o álbum de estreia dos KISS em 1975, intitulado KISS”, mas antes disso costumava cantar Ricky Wilde – “I´m an Astronaut”.



Conte-nos algo que tenha tido uma profunda influência no seu crescimento?

Nos anos de adolescência, eu apanhava o barco para Inglaterra uma ou duas vezes por ano, apenas para ser uma parte da cultura jovem. Descobrir e desenvolver a minha própria música fazendo, e ver Chet Baker num concerto ao vivo na minha cidade natal.

Parece ter uma relação especial com a França?

Os franceses foram os primeiros a "me descobrir” através do albúm "Whiskey", e foi aqui que a minha carreira começou. A França tornou-se a minha segunda casa e os meus fãs franceses são os que melhor me conhecem, então sim, eles significam muito para mim e e é aí que minha popularidade é ainda maior, parece-me.



Quem é o seu cantor favorito francês?

Francoise Hardy veio aos bastidores após o meu primeiro concerto em Paris, eu adoro-a! O álbum La Question de 1971, é incrível! Gosto muito de Francis Lai, Daft Punk, Michel Legrand, Serge Gainsbourg.



O que é que está a ler agora?

O “Diário de Andy Warhol”.



Qual é aquela canção que lhe dá mais arrepios?

Tenho muitas e há muitos tipos diferentes de arrepios, mas aqui estão alguns: Suicide is Painless de Johnny Mandel, Beth Gibbons Mysteries, Nico Chelsea Girls, Chet Bakers The Thrill is Gone, La Chanson d’Hélène with Romy Schneider. Song to the Siren de Cocteau Twins, Come Wander With Me de Twillight Zone, Joy Division Love Will Tear Us Apart.



Gostava de fazer um disco totalmente diferente do que tudo que fez até agora?

Eu poderia imaginar compor um dia um álbum instrumental, às vezes, fico tão entediado com a minha própria voz, que é por isso que gosto de fazer bandas sonoras.



Considera-se um viciado em melancolia?

Eu não penso assim, mas talvez eu me sentisse sozinho sem ela (…)



O que faria se não fosse músico?

- Eu acho que estaria a trabalhar numa revista, ou como pintor. Mas eu também me consigo imaginar a trabalhar na Lavandaria da esquina, ali no vapor, a passar camisas, a fazer das coisas sujas coisas agradáveis e bonitas.



Qual é a coisa mais importante na sua vida?

A família vem em primeiro lugar, embora eu não seja capaz de funcionar sem a arte, ou algum tipo de produção criativa.



Quais são os seus planos futuros?

Concluir o meu novo álbum “Cockroah”, que está quase pronto. Fazer os vídeos e as artes finais. Sair em tournée. E no meio de tudo isto, tenho uma esposa e um filho para me divertir.



Links: Descarregar Imagem: https://www.dropbox.com/s/dvu4lcio1grn2qq/jay-jay_desd.bmp

O que há na barriga de uma sinfonia?


Orquestra Filarmonia das Beiras

À Conversa com a Música! - Concertos para a Família!

Dom 17 Nov 16h00

Famílias | M/4 | 4€

Sala Principal | 60 Min.
O público é, em conjunto com a música, o centro destes concertos. Comentados por um apresentador, e envolvendo a participação do público na explicação das obras tocadas.
À Conversa com a Música! - Ciclo: Concertos para a Família! é um ciclo de concertos comentados, que decorrem num ambiente descontraído e alegre com a participação de crianças, jovens e famílias que têm a oportunidade de ouvir obras de repertório dito erudito, com explicações que as tornam claras, transformando a sua audição num prazer. Estes concertos, pretendem conquistar novos adeptos para a música e renovar o prazer de escutar e de tocar, enriquecendo a vida cultural do público.
Este concerto, dirigido pelo Maestro Ernst Schelle e apresentado por António Vassalo Lourenço, terá como tema base “O que há na Barriga de uma Sinfonia?”. Será estabelecida uma analogia entre a Orquestra e o corpo humano, bem como entre a música e as funções vitais do organismo. Partindo desta metáfora será possível abordar a constituição da orquestra, a complementaridade dos instrumentos, a organização e interação. Quando toda a orquestra toca, surge a música que se estrutura a partir de frases, motivos, cadências e tantas outras coisas, tal como os órgãos do corpo humano que desenvolvem diferentes funções vitais.
Programa:

Gioachino Rossini – Abertura Il signor Bruschino

W. A. Mozart – Sinfonia nº 40
Ficha Artística / Técnica:

Orquestra Filarmonia das Beiras

António Vassalo Lourenço, apresentador

Ernst Schelle, maestro convidado principal

Estrutura Financiada pelo Secretário de Estado da Cultura / Direção-Geral das Artes.
Biografias:
António Vassalo Lourenço

Diretor Artístico da Orquestra Filarmonia das Beiras desde 1999 e do Coro Regina Coeli entre 1983 e 2008, é ainda responsável pelas classes de Coro e Direção da Universidade de Aveiro desde 1997, e Maestro Adjunto da Orquestra Sinfonietta de Lisboa desde 1995. Com estes grupos tem dado particular atenção à música portuguesa, tendo realizado diversas estreias, primeiras audições modernas e gravações de obras de compositores portugueses.

Em 1996 terminou o mestrado em Direção de Coro e Orquestra pela Universidade de Cincinnati (EUA), onde também foi Assistente, tendo concluído o Doutoramento em Direção de Orquestra em 2005. Nesta universidade estudou Orquestração com Samuel Adler, Direção de Coro com Elmar Thomas, Earl Rivers e John Leman e Direção de Orquestra com o Maestro e Compositor Gerhard Samuel e ainda com Christopher Zimmerman, de quem foi Assistente de Direcção.

A sua formação e atividade musicais iniciaram-se aos 8 anos na Fundação Calouste Gulbenkian onde estudou violino e fez parte do Coro Infantil. Estudou Canto na Academia dos Amadores de Música com a professora Maria Amélia Abreu tendo concluído em 1990 o Curso Superior no Conservatório Nacional de Lisboa na classe da professora Filomena Amaro.

Cantou em diversos grupos profissionais entre os quais o Coro Gulbenkian, entre 1982 e 1993, e dirigiu diversos coros em Portugal. A sua carreira como Maestro iniciou-se no Coro Regina Coeli tendo obtido com este grupo prémios em concursos internacionais.

Frequentou cursos de Direção Coral em Portugal, Espanha, França e Bélgica, onde trabalhou com Manuel Cabero, Josep Prats (Barcelona), Erwin List (Strasbourg), Hélène Guy (Lyon), Edgar Saramago, Fernando Eldoro (Lisboa), Paul Brandevick (Boston), Johan Duijck (Gent) e Laszlo Héltay (Londres) e realizou também estudos de Direção de Orquestra, desde 1990, em Portugal, Espanha e França com Octave Calleya (Roménia), Jeno Rehah (Hungria), Ernst Schelle (Alemanha) e Jean-Sébastien Béreau (Paris). Foi aluno da classe de Direção da Orquestra Metropolitana de Lisboa, sob a orientação de Jean-Marc Burfin.

Foi Maestro Adjunto da Orquestra da Juventude Musical Portuguesa e Assistente de Direção da Concert Orchestra de Cincinnati. Como maestro convidado dirigiu diversas orquestras e coros em Portugal, Espanha, França e nos Estados Unidos da América.

Desde 1987 tem participado, como monitor, em diversos Cursos de Direção Coral e tem sido Diretor Musical de peças teatrais.

Foi Diretor Artístico do Festival Internacional de Música de Aveiro entre 2000 e 2004 e desempenhou o cargo de Coordenador Artístico da Orquestra Sinfónica Portuguesa e do Coro do Teatro Nacional de S. Carlos entre 2002 e 2003.

Em 2006 criou o Estúdio de Ópera de Centro, projeto que tem desenvolvido importante atividade formativa e tem realizado por todo o país produções de ópera que incluem, para além da apresentação de importantes óperas de repertório, produções em português, ópera portuguesa e ópera para crianças.

Atualmente é diretor do Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro.
Orquestra Filarmonia das Beiras

A Orquestra Filarmonia das Beiras (OFB) deu o seu primeiro concerto no dia 15 de Dezembro de 1997, sob a direção de Fernando Eldoro, seu primeiro diretor artístico. Criada no âmbito de um programa governamental para a constituição de uma rede de orquestras regionais, tem como fundadores diversas instituições e municípios da região das beiras, associados da Associação Musical das Beiras, que tutela a orquestra.

A OFB é composta por 23 músicos de cordas de diversas nacionalidades e com uma média etária jovem e, desde 1999, é dirigida artisticamente pelo Maestro António Vassalo Lourenço. Norteada por princípios de promoção e desenvolvimento da cultura musical, através de ações de captação, formação e fidelização de públicos e de apoio na formação profissionalizante de jovens músicos, democratizando e descentralizando a oferta cultural, a OFB tem dado inúmeros concertos, além de desenvolver frequentes e constantes atividades pedagógicas (programas pedagógicos infanto-juvenis, cursos internacionais vocais, instrumentais e de direção de orquestra, etc.). Também sob estes princípios, apresenta, desde 2006, produções de ópera diversas (infantil, de repertório ou portuguesa).

Do seu vasto histórico de concertos constam participações nos principais Festivais de Música do país (Algarve, Aveiro, Coimbra, Estoril, Évora, Gaia, Guimarães, Leiria, Lisboa, Maia, Óbidos, Porto, Póvoa de Varzim, Festa da Música e Dias da Música do Centro Cultural de Belém) e do estrangeiro (Festival de Guyenne, França, em 1998, Festival de Mérida, Espanha, em 2004, Concurso Internacional de Piano de Ferrol, Espanha, como orquestra residente, em 2007) ou importantes cooperações e co-produções com outros organismos artísticos. São estes os casos de espetáculos no Coliseu de Recreios de Lisboa (com a companhia Cirque du Soleil, em 2000) e no Coliseu do Porto (concertos Promenade); da interpretação da música de Bernardo Sassetti para o filme “Maria do Mar” de Leitão de Barros, desde 2001; da execução da ópera infantil “A Floresta”, de Eurico Carrapatoso, numa co-produção com o Teatro Nacional de São Carlos, Teatro São Luís, Teatro Aveirense e Teatro Viriato, em 2004, reposta em 2008; das colaborações com a Companhia Nacional de Bailado na produção dos bailados “Sonho de uma Noite de Verão”, com o encenador Heinz Spoerli, em 2004 e, em 2006, “O Lago dos Cisnes” de Piotr Tchaikowsky, ambos sob a direção de James Tuggle.

Ao longo da sua existência, a OFB tem sido regularmente dirigida por alguns maestros estrangeiros e pelos mais conceituados maestros em atividade em Portugal e tem colaborado com músicos de grande prestígio nacional e internacional, de onde se destacam os violinistas Régis Pasquier, Valentin Stefanov e Wojciech Garbowski, os violoncelistas Irene Lima, Paulo Gaio Lima, Teresa Valente Pereira e Aliaksandr Znachonak, os flautistas Patrick Gallois, Felix Renggli e Istavn Matuz, os oboístas Pedro Ribeiro, Alex Klein e Jean Michel Garetti, os pianistas Pedro Burmester, Jorge Moyano, António Rosado, Miguel Borges Coelho, Gabriela Canavilhas, Adriano Jordão, Anne Kaasa, Valery Starodubrovsky e Valerian Shiukaschvili, os guitarristas Carlos Bonell, Alex Garrobé, Aliéksey Vianna, Jozef Zsapka, Paulo Vaz de Carvalho e Pedro Rodrigues, ou o saxofonista Henk van Twillert, assim como os cantores Elsa Saque, Elisabete Matos, Isabel Alcobia, Luísa Freitas, Patrícia Quinta, Paula Dória, Margarida Reis, Susana Teixeira, Carlos Guilherme, João Cipriano Martins, João Merino, Mário Alves, Nuno Dias, Rui Taveira, Tiago Matos, Luís Rodrigues, Jorge Vaz de Carvalho, Armando Possante, José Corvelo ou José Carreras, sendo que dois concertos realizados, em 2009, com este conceituadíssimo tenor constituirão, com toda a certeza, um marco para a história desta orquestra. Simultaneamente, tem procurado dar oportunidade à nova geração de músicos portugueses, sejam eles maestros, instrumentistas ou cantores.

Do repertório da OFB constam obras que vão desde o Século XVII ao Século XXI, tendo a Direção Artística dado particular importância à interpretação de música portuguesa, quer ao nível da recuperação do património musical, quer à execução de obras dos principais compositores do século XX e XXI. Aí se incluem estreias de obras e primeiras audições modernas de obras de compositores dos Séculos XVIII e XIX. Neste contexto, da sua discografia fazem parte orquestrações do compositor João Pedro Oliveira sobre Lieder de Schubert, a Missa para Solistas, Coro e Orquestra de João José Baldi e as 3ª e 4ª Sinfonias de António Victorino d’ Almeida, sob a direção do próprio (2009). Outras áreas musicais como a música para filmes ou o teatro musical são também incluídas, de forma a chegar ecleticamente ao público, através da colaboração com diversos artistas do panorama nacional onde se incluem Maria João, Mário Laginha, Bernardo Sassetti, Dulce Pontes, David Fonseca, Nuno Guerreiro, Mariza, Gilberto Gil, Carlos do Carmo, Alessandro Safina, Maria Amélia Canossa, Nancy Vieira, Paulo Flores, Rui Reininho, Camané, Luís Represas, Carminho, João Gil, Boss AC, Vitorino, Paulo de Carvalho, Rui Veloso ou James.






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