Dossier de Imprensa



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Eu e Tu

+ A luz da terra antiga


Bernardo Bertolucci | Luís Oliveira Santos

Ter 12 Nov 21h30

Cinema | M/12 | 4€

Sala Principal | 103 Min.

Exibição com a presença do realizador de “A luz da terra antiga”, Luís Oliveira Santos; filme nomeado para os prémios Sophia 2013 da Academia Portuguesa de Cinema.


Eu e tu

Lorenzo é um jovem solitário de 14 anos, diferente dos outros. Um dia, engana os pais e falta a uma viagem escolar para realizar o sonho de se esconder numa cave abandonada do prédio onde mora. Durante uma semana, pode finalmente evitar todos os conflitos e as pressões e comportar-se como um adolescente dito normal. A chegada inesperada da meia-irmã Olivia vai mudar tudo.



Ficha Técnica:

Longa-metragem

Realizador - Bernardo Bertolucci

Duração - 103´

Produtor – Mario Gianani, Lorenzo Mieli, Olivia Sleiter

Actores - Jacopo Olmo Antinori, Tea Falco, Sonia Bergamasco

País - Itália
A luz da terra antiga

O filme A Luz Da Terra Antiga, baseado no livro, "Portugal Luz e Sombra - o país depois de Orlando Ribeiro", é uma viagem com Duarte Belo à procura dos territórios da fotografia de Orlando Ribeiro e da inexorável passagem do tempo.



Ficha Técnica:

Documentário

Realizador – Luís Oliveira Santos

Duração – 15’

Produtor - Luís Oliveira Santos

Distribuição – Cine-Clube de Avanca / Filmógrafo / Portugal


Links: Trailer: http://www.youtube.com/watch?v=c5m-rh5zZJE

Imdb: http://www.imdb.com/title/tt1801061



Porto S.Bento


Ao Cabo Teatro | TNSJ

Sex 15 Nov 21h30

Teatro | M/12 | 5€

Sala Principal | 70 Min.
Porto S. Bento é um projeto de Teatro e Dança que pretende simultaneamente cruzar a barreira entre estes dois campos das artes do espetáculo e cruzar a barreira entre o profissional e o amador.
“De Facto é meio-dia a toda a hora na televisão, mas a aldeia global em nada lembra a cidade eterna. Complexa rede de subúrbios sem nome, guetos desoladores, bairros degradados [...] creches-cárceres, etc., a tal aldeia global é a mais dolorosa encenação do reino da exclusão. E, quanto mais bem divididos os excluídos, em tribos ditas urbanas e supostas deprimidas, mais facilmente reinam os senhores da massa e da matraca”

Regina Guimarães e Isabel Alves Costa


Porquê o Porto S. Bento?

Porque sim!

Porque… entre a Estação de Comboios, a Estação de Metro e os Semáforos que as separam, se encenam os trajetos que fazem do Porto uma cidade viva, cheia de histórias, de rostos, prenhe do Agora.

Porque... nas ruas e ruelas que dali emanam, se constrói a identidade desta cidade e também a vida dos que, ali mesmo encostados, vivem o segredo mal escondido da miséria, que a cidade contemporânea e azafamada de negócios não recorda.

Porque... de todos os territórios de criação, o mais interessante é o que força a barreira da comunidade e permite, simultaneamente, cumprir o sentido último da prática artística e dar voz a quem só conhece o silêncio da privação ou a surdez do preconceito.

Porque... através da abertura de uma atividade artística a espaços físicos e humanos, outros, isto é, habitualmente excluídos não apenas da prática artística talvez possamos elevar os palcos a tribunas de cidadania.

E talvez o passo apressado que tão bem define o pulsar de todos os Portos S. Bento se transforme em lento passeio de reflexão...
Porquê a Ao Cabo em Porto S. Bento?

Porto S. Bento é mais uma iniciativa de diversificação dos modos de trabalho da ACT e dos seus públicos.

O cruzamento da equipa habitual da Ao Cabo Teatro com um grupo de interpretes não profissionais, bem como, as possibilidades que se abrem na relação com as comunidades donde provêm, permitirão a inscrição do trabalho desta equipa numa realidade diferente do circuito convencional da criação teatral, produzindo benefícios concretos para todas as partes envolvidas.

Para as comunidades envolvidas, que verão a sua realidade transformar-se num território da ficção, tendo acesso privilegiado à criação contemporânea e a uma intervenção no próprio processo de criação como ação transformadora do quotidiano.

Para os criadores e intérpretes locais que assim intensificam e alargam a sua experiência e encontram outros canais de expressão e sentido.

Para a Ao Cabo Teatro e a sua equipa criativa e de produção, que assim experimentam um modo de trabalho diferente, a exigir soluções organizativas e técnicas inovadoras, e aprofunda a sua pesquisa estética e ética, interpolando no repertório clássico moderno que tem sobretudo explorado um recentramento nas matrizes das “ Realidades da Vida”, fios constitutivos da tapeçaria a que chamamos sociedade, do hoje, interrogando os arquétipos da nossa cidadania de uma maneira que possibilitará um incremento da experiência e da intervenção social que funda a palavra Teatro.


Ficha Artística/ Técnica:

Encenação | Nuno Cardoso

Assistência de Encenação | Víctor Hugo Pontes

Cenografia | F. Ribeiro

Desenho de Luz |José Álvaro Correia

Som | Rui Lima e Sérgio Martins

Elenco | Daniel Pinto, João Melo, Mafalda Deville e Alexandra Calado, Amélia Pereira, Ana Sousa, Catarina Pontes, Celeste Fagundes, Eurico Santos, Guilherme Castro, Hélio Pereira, Hugo Olim, Jaime Ribeiro, Lurdes Fernandes, Pedro Quiroga, Sandra Alberto, Zulmiro Santos

Colaboração | Companhia Instável

Co-produção | TNSJ, Manobras no Porto
Links:

Descarregar Imagem: https://www.dropbox.com/s/sf6k0ilk3m56gg5/--%C2%ABTUNA_TNSJ-PORTOsBENTOvideo-7145.jpgwww.aocaboteatro.pt ; http://www.facebook.com/pages/Ao-Cabo-Teatro/161095267032


Biografias:
Nuno Cardoso

Nuno Cardoso iniciou o seu percurso teatral no CITAC – Círculo de Iniciação Teatral da Academia de Coimbra.

Como ator, destacam-se: Um Processo, a partir de Franz Kafka (enc. Paulo Lisboa,

CITAC/1994); O Subterrâneo, de F. Dostoievski (enc. Paulo Castro, Visões Úteis/1995); Gato e Rato, de Gregory Motton (enc. João Paulo Seara Cardoso, Visões Úteis/1997); Na Solidão dos

Campos de Algodão, de Bernard-Marie Koltès (enc. Nuno M Cardoso, Teatro Só/1999); Projeto X.2 – A Mordaça, de Eric-Emmanuel Schmitt (dir. Francisco Alves, Teatro Plástico/2000); Gretchen, a partir de Urfaust, de Goethe (enc. Nuno M Cardoso, O Cão Danado, TNSJ/2003); Otelo, de W. Shakespeare (enc. Nuno M Cardoso, O Cão Danado, TNSJ/2007), Querido Monstro, de Javier Tomeo (enc. José Neves, Projéc~, 2009), Filho da Europa, a partir de Peter Handke (enc. João Garcia Miguel, JGM/Ao Cabo Teatro, 2010) e T3+1, a partir de A. Tchekov (enc. Victor Hugo Pontes, José Eduardo Silva e Luís Araújo, TNSJ/Ao Cabo Teatro, 2010).

Foi um dos fundadores do coletivo Visões Úteis, onde encenou As Aventuras de João Sem Medo, a partir da obra homónima de José Gomes Ferreira (1995); Casa de Mulheres, de D. Maraini (1996); e Porto Monocromático (1997).

Encenou Paysage Choisi, a partir de textos de Federico García Lorca (Teatro Rivoli/1999); De Miragem em Miragem se Fez a Viagem, de Carlos J. Pessoa (FITEI/2000); Antígona, de Sófocles e PRJ. X. Oresteia, a partir de Ésquilo (projeto da Porto 2001 realizado no Estab. Prisional de Paços de Ferreira); e The Golden Vanity, ópera de Benjamin Britten (Casa da Música/2004). De 1998 a 2003, foi Diretor Artístico do ANCA.

No TNSJ, assumiu a Direção Artística do Teatro Carlos Alberto entre 2003 e 2007.

Como criador residente no TNSJ, encenou: Pas-de-Cinq + 1, de Mauricio Kagel (1999); O Despertar da Primavera, de Frank Wedekind (2004); Woyzeck, de Georg Büchner (2005); e Plasticina, de Vassili Sigarev (2006).

Outras encenações: Ricardo II, de W. Shakespeare (TNDM II,2007); R2, Shakespeare interpretado por jovens do Bairro da Cova da Moura; Boneca, a partir de H. Ibsen (Cassiopeia, C. C. Vila Flor/TNDM II/Theatro Circo,2007); Platónov, de Anton Tchekov, Menção Especial da Assoc. Portuguesa de Críticos de Teatro, Melhor Espetáculo do Guia dos Teatros e designação pelo Público como Melhor Espectáculo do Ano, (TNSJ, 2008); A Boa Alma de Sechuan, de Brecht (C. Dram. Galego, 2008); Love and Marriage, a partir de Ibsen (T. N. de Bordeaux Aquitaine/2009); Jornada para a Noite, de Eugene O’Neill (TEP, 2010).

Para a Ao Cabo Teatro encenou: Antes dos Lagartos, de Pedro Eiras (2001), estreado no Porto, no âmbito do PoNTI 2001 e apresentado em Bratislava, no Festival da Convenção Teatral Europeia; Purificados, de Sarah Kane (2002), Valparaíso, de Don DeLillo (2002), Parasitas, de Marius von Mayenburg (2003), Jardim Zoológico de Cristal, de Tennessee Williams, considerado pelo jornal Público como um dos melhores do ano (2009); A Gaivota, de A. Tchekov (2010); As Três Irmãs, de A. Tchekov (2011); Desejo sob os Ulmeiros, Eugene O´Neill (2011).
Ao Cabo Teatro

A Ao Cabo Teatro começa a sua atividade no ano 2000.

Fundada por um grupo de alunos da ESMAE liderado por Hélder Sousa, assume-se como estrutura com a vocação de apoiar criadores independentes sem meios próprios de produção.

Em 2001, inicia uma relação de cumplicidade com o encenador Nuno Cardoso, da qual resultaram os seguintes projetos: Antes dos Lagartos, de Pedro Eiras (co-produção TNSJ/2001), Purificados, de Sarah Kane (2002), Valparaiso, de Don Dellilo (co-produção Rivoli e Culturgest/2002) e Parasitas, de Marius Von Mayenburg (2003). A estes projetos, a associação assegurou a produção e uma ampla digressão nacional. Esta colaboração permitiu criar um conjunto fixo de colaboradores que ainda hoje perdura e plasmar a co-produção e o

funcionamento em rede, como o método base de produção.

Em 2003, no âmbito de Coimbra-Capital Nacional da Cultura, a Ao Cabo Teatro assume a realização do Festival SITE-Semana Internacional de Teatro, dirigido por José Luís Ferreira.

Em 2004, a Ao Cabo Teatro entra num período de inatividade dada a vontade dos seus colaboradores em desenvolver outros projetos.

Em 2009, retomou a atividade, agora com Nuno Cardoso e José Luís Ferreira como mentores da estrutura. O primeiro projeto desta nova fase consistiu na criação do espetáculo Jardim Zoológico de Cristal, de Tennessee Williams, em co-produção com Centro Cultural Vila Flor, Theatro Circo de Braga, Teatro Aveirense, Teatro Viriato e «As Boas Raparigas...», assegurando ainda a circulação por Lisboa (Teatro Taborda), Faro (TM Faro), Portimão (TEMPO), Guarda (TM Guarda) e Santiago de Compostela (Centro Dramático Galego).

No 2º semestre de 2010, fez a produção de «A Gaivota», de A. Tchekov, em co-produção com o Teatro Nacional São João, o Centro Cultural Vila Flor, o Teatro Aveirense e o Teatro Maria Matos, em colaboração com «As Boas Raparigas...». Ainda nesse ano, a associação, que tem procurado a colaboração de outros núcleos de criação para levar a termo os seus projetos, empreendeu o movimento em sentido contrário, iniciando um conjunto de colaborações que resultaram na participação na co-produção do espetáculo «Filho da Europa», a partir de Kaspar Hauser, de Peter Handke, com encenação de João Garcia Miguel, e de «Rendez-Vous», com direção de Victor Hugo Pontes. A finalizar 2010, a Ao Cabo Teatro envolveu-se com o Teatro Nacional São João num projeto experimental de montagem de três peças curtas de A. Tchekov, dirigidas por três jovens encenadores (Victor Hugo Pontes, José Eduardo Silva e Luís Araújo) que resultou no espetáculo «T3+1».

Em 2011, o Ao Cabo Teatro em co-produção com o Teatro nacional d. Maria II, o Centro cultural Vila flor e o FITEI, produz As Três Irmãs, de Tchekov. Seguiu-se a obra Desejo sob os Ulmeiros, de Eugene O´Neill, numa co-produção com o Teatro do Bolhão e o Teatro Nacional São João, e finalmente termina o ano com a peça Inverno, uma co-produção com a companhia Comédias do Minho, apresentada em Paredes de Coura, Valença, Melgaço, Monção e Vila Nova de Cerveira.

Medida por Medida, de William Shakespeare foi a peça que abriu 2012, tendo sido apresentada em Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura, no Teatro Nacional São João e no S. Luíz Teatro Municipal.



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