D. Afonso Henriques & Mafalda de Sabóia



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D. Afonso Henriques & Mafalda de Sabóia

Afonso I, mais conhecido pelo seu nome de Príncipe, D. Afonso henriques, foi o primeiro Rei de Portugal, conquistando a independência portuguesa em relação ao Reino de Leão.

Em vitude das suas múltiplas conquoistas, que ao longo de mais de 40 anos duplicaram o território que o seu pai lhe havia legado, foi cognominado O Conquistador, também é conhecido como O Fundador e O Grande. Os muçulmanos, em sinal de respeito, chamaram-lhe Ibn-Arrik (“filho de Henrique”, tradução lieral do patronímico Henriques) ou El-Bortukali (“o Português”).

Afonso Henriques era filho de Henrique de Borgonha, Conde de Portucalence e da infanta Teresa de Leão. Há quem defenda que era filho de Egas Miniz. Terá nascido em Agosto de 1109 em Viseu. Tradicionalmente, acredita-se que terá nascido e, possivelmente, sido criado em Guimarães, onde viveu até 1128.

D. Mafalda de Sabóia, condessa de Sabóia e Maurienne, também conhecida em português como matilde (do francês Mahaut), foi a primeira Rainha de Portugal, desde 1146 até à sua morte. Esta sepultada no Mosteiro de Santa Cruz, junto do marido.

Era filha do conde Amadeu III de Sabóia e da sua esposa Mafalda de Albon. Casou-se em 1146 com D. Afonso Henriques, primeiro rei de Portugal.

As rainhas de Portugal contaram, desde cedo, com os rendimento de bens, adquiridos, na sua grande maioria, por doação. D. Mafalda, esposa de D. Afonso Henriques, por testamento, reservou à manutenção de uma albergaria que fundara em Canaveses determinados direitos de portagem.

D. Afonso V & Isabel de Coimbra

D. Afonso V, cognominado O Africano pelas conquistas que fez no norte de África, décimo segundo Rei de Portugal (terceira da dinastia de Avis), nasceu em Sintra a 15 de Janeiro de 1432 e morreu na mesma vila a 28 de Agosto de 1481. Era filho do Rei Duarte de Portugal e de sua mulher, a Princesa Leonor de Aragão. Afonso V suceseu a seu pais em 1438 comapenas 6 anos.

Durante a sua menoridade, Portugal foi regido pela sua mãe, Leonor de Aragão, de acordo com o desejo expresso em testamento pelo Rei Duarte de Portugal. No entanto, por ser mulher e estrangeira, Leonor de Aragão não era uma escolha popular e a oposição cresceu. O único aliado da Rainha mãe era Afonso, irmão ilegítimo de Duarte e Conde de Barcelos.

Em 1442. D. Afonso noemeia este tio como primeiro Duque de Bragança. Com este título e terras adjacentes, D. Afonso torna-se no homem mais poderoso de Portugal e num dos mais ricos da Europa. Para assegurar a sua influência junto de D. Afonso, D. Pedro organiza o casamento do jovem Rei com a sua filha Isabel de Coimbra.

D. isabel de Portugal, D. Isabel de Lencastre, d. Isabel de Avis ou D. Isabel de Coimbra, casou em 6 de Maio de 1447 com o seu primo direito D. Afonso V.

A rainha D. Isabel viveu desde a infância um belo caso de amor com o seu Rei e primo, junto de quem foi criada na corte de seu pai, o regente, e que lhe retribuia com fervor essa afeição. Sofreu cruel desgosto com a intriga urdida pelo 1º Duque de Bragança contra seu pai, que veio a culminar na Batalha de Alfarrobeira, não tendo este incidente no entanto diminuido a afeição a confiança absoluta existentes entre o Rei e a sua Rainha.



Richard the Lionheart & Berengaria

Richard I was King of England and ruler of the Angevin Empire from July 6, 1189 until his death. He was known as Richard the Lionheart, or Coeur de Lion, even before his accession, because of his reputation as a great military leader. At only 16, Richard had his own command, putting down rebellions in Poitou against his father, Henry II. Richard was a central Christian commander during the Third Crusade, effectively leading the campaign after the departure of Philip Augustus, and scoring considerable victories against his Muslim counterpart, Saladin. While he spoke very little English and spent very little time in his Kingdom, Preferring to use it as a source of revenue to support his armies, he was seen as a pious hero by his subjects.

Berengaria (Spanish: Berenguela, French: Bérengère), was the eldest daughter of Sancho VI of Navarre and Sancha of Castile. Her maternal grandparents were Alfonso VII of León and Berenguela of Barcelona.

Before leaving Cyprus, Richard married Berengaria. The wedding was held in Limassol on May 12, 1191 at the Chapel of St. George. It was attended by his sister Joan, whom Richard had brought from Sicily. When Ricahrd married Berengaria he was still officially betrothed to Alys, and Richard pushed for the match, in order to obtain Navarre as a fief like Aquitaine for his father. Further, Eleanor championed the match, as Navarre bordered on Aquitaine, thereby securing her ancestral lands' borders to the south. Richard took his new wife with him briefly on this episode of the crusade. However, they returned separately. Berengaria had almost as much difficulty in making the journey home as her husband did and did not see England until after his death. After his release from German captivity Richard showed some regret for his earlier conduct, but he was not reunited with his wife.

Richard had to be ordered to reunite with and show fidelity to Berengaria in the future, being told to "remember the destruction of Sodom and abstain from illicit acts." This may be further evidence that Richard engaged in homosexual activities, although it is argued that "the sin of Sodom" could be interpreted more broadly: the Biblical story concerns attempted male rape; Richard had already been accused of raping women. A common elaboration on that theory is that Berengaria's own brother, the future Sancho VII, was one of Richard's early lovers. Nevertheless, when Richard died in 1199, Berengaria was greatly depressed, apparently having loved her husband very much. The picture is further muddied by the fact that she had to sue the Church to be recognised as his widow. Historians remain divided on the issue of Richard's sexuality.

Ramsés II & Nefertari

Ramsés II foi o terceiro faraó da XIX dinastia egípcia, uma das dinastias que compõem o Império Novo. Reinou entre aproximadamente 1279 a.C. e 1213 a.C. O seu reinado foi possivelmente o mais prestigioso da história egípcia tanto no aspecto econômico, administrativo, cultural e militar.

Ramsés II era filho do faraó Sethi I e da rainha Touya. A família de Ramsés não era de origem nobre: o seu avô, Ramsés I, era um general de Horemheb, o último rei da XVIII dinastia que este nomeou como seu sucessor.

Aos dez anos Ramsés recebeu o título de "filho primogénito do rei", o que correspondia a ser declarado como herdeiro do trono. O seu pai introduziu-o no mundo das campanhas militares quando era ainda um adolescente, tendo Ramsés acompanhado o seu pai em campanhas contra os Líbios e em campanhas na Palestina.

Julga-se que pelo menos dez anos antes da morte do pai Ramsés já era casado com Nefertari e Isitnefert. A primeira seria a mais importante e célebre das várias esposas que Ramsés teve na sua vida, tendo sido a grande esposa real até à sua morte, no ano 24 do reinado de Ramsés. Nefertari, que possui o túmulo mais famoso do Vale das Rainhas, deu à luz o primeiro filho de Ramsés, Amenhotep, conhecendo-se pelo menos mais três filhos e duas filhas de ambos.As pesquisas mostram que Hamsés teve 6 filhos.4 meninos e2 meninas.

Isetnefert é menos conhecida que Nefertari, estando a sua presença melhor atestada no Baixo Egipto. Com ela Ramsés teve um filho que partilhava o seu nome, para além dos príncipes Khaemuaset e Merenptah (este último tornou-se o seu sucessor devido à morte prematura dos filhos mais velhos de Ramsés). Khaemuaset foi sumo-sacerdote de Ptah na cidade de Mênfis e foi responsável pela organização das festas Sed celebradas em honra do pai. A festa Sed celebrava-se em geral no trigésimo aniversário de reinado do faraó e visava simbolicamente regenerar o seu poder; sabe-se que Ramsés celebrou catorze festas deste tipo, a primeira no ano 30, as seguintes num intervalo de cerca de três anos e no final da sua vida celebrou várias praticamente todos os anos. Khaemuaset era um amante de antiguidades e dedicou-se a mandar restaurar vários edíficios. Foi também responsável por mandar construir galerias subterrâneas em Sakara, onde eram sepultados os bois de Ápis.

Ramsés foi também casado com a sua irmã mais nova Henutmiré (segundo alguns autores seria sua filha em vez de irmã) e com três das suas filhas, Meritamon, Bentanat e Nebet-taui. Após a paz com os Hititas, Ramsés recebeu uma filha do rei Hatusilli III como presente com a qual casou no ano 34 do seu reinado; o seu nome original é desconhecido, mas sabe-se que adoptou o nome egípcio de Maathorneferuré. Sete anos depois deste casamento casou com outra princesa hitita, sobre a qual nada se sabe.

Para além destas esposas, Ramsés tinha o seu harém. Da união com estas várias mulheres terão resultado mais de 150 filhos, sepultados num enorme túmulo colectivo do Vale dos Reis (KV5).



Meroveu & Chlodeswinte

Meroveu é o lendário fundador da dinastia merovíngia de reis francos. Ele foi rei dos francos salianos nos anos depois de 450. Sobre ele não existem registros contemporâneos e há pouca informação nas histórias posteriores dos francos. Gregório de Tours registra que possivelmente ele tenha sido filho de Clódio. Ele supostamente liderou os francos na Batalha de Chalons (ou Batalha dos Campos Cataláunicos) em 451.

De acordo com uma lenda, Meroveu foi concebido quando a esposa de Clódio encontrou um Quinotauro, um monstro marítimo que podia mudar de forma enquanto nadava. Apesar de nunca declarar, ela foi impregnada por isso. Essa lenda foi relatada pelo cronista Fredegar no século VII, mas deve ter sido conhecida antes. A lenda é provavelmente de origem folclórica e usada para explicar a origem dos francos salianos como um povo residente próximo ao litoral. O elemento "Mero-" ou "Mer-" no nome sugere alusão a "mar" ou "oceano" (inglês antigo: mere; latim: mare). O termo "saliano" é de fato, uma referência ao sal, uma lembrança de seu lar pré-migração nas praias do mar do Norte. O elemento "-wig/weg/veus" poderia ser visto como uma referência a "viajante", "rota, caminho" ou "transporte, veículo" (em alemão: weg; em latim: via). Por essa interpretação, Meroveu significaria simplesmente "do mar". Uma pequena variação dessa interpretação derivaria da palavra do alto alemão antigo/saxão antigo "wiht" ("coisa" ou "demônio"), relacionada com a agora obsoleta palavra inglesa "wight" (que significa "humano" ou "criatura semelhante a um humano"). Então, Meroveu e suas formas variantes de grafia poderiam facilmente ter levado os cronistas dos francos à referência a uam criatura marítima de algum tipo, e através disso gerando a lenda da origem marítima - qualquer que seja o significado do nome. Meroveu foi o pai de Childerico I, que o sucedeu.

Com Chlodeswinte (também conhecida como Vérica possível mãe de Childerico I. Ela deve ser a filha de Clódio capturada por Átila)



Joana I de Navarra & Filipe IV de França

Joana I de Navarra ou Joana I de Champagne foi rainha da Navarra e condessa de Champagne desde 1274, e rainha consorte de Filipe IV de França de 1284 até à sua morte. Era filha do rei Henrique I de Navarra e de Branca de Artois.

Filipe IV de França, cognominado o Belo, o rei de Mármore ou o rei de Ferro foi rei de França de 1285 até a sua morte, o décimo primeiro da chamada dinastia dos capetianos directos. Por casamento com Joana I de Navarra foi também rei de Navarra e conde de Champagne de 1284 a 1305.

Um ano antes de subir ao trono, a 14 de Agosto de 1284, o Belo casara-se, aos 16 anos de idade, com Joana I de Navarra, filha de Henrique I de Navarra e Branca de Artois. O matrimónio conferiu-lhe os títulos de rei de Navarra e conde de Champagne, como Filipe I, até à morte da sua esposa a 4 de Abril de 1305.

O principal benefício administrativo desta união era que a herança de Joana em Champagne e Brie, adjacente aos domínios reais na Ile-de-France, foi efectivamente unida às terras do rei, formando uma ampla área. Durante os reinados de Joana e dos seus três filhos (12841328), estas terras pertenciam à pessoa do rei.

Fazendo fracassar os planos de Afonso X de Leão e Castela, que pretendia casá-la com um filho seu, aos 13 anos de idade Joana casou-se com o príncipe herdeiro da França, Filipe o Belo, a 16 de Agosto de 1284. No ano seguinte Filipe III de França morreu, Filipe IV subiu ao trono e Joana foi coroada rainha consorte de França. O seu esposo implementou as políticas da França também no reino de Navarra:

Desvalorização da moeda, baixando o seu peso de ouro e de prata


  • Imposição de fortes impostos aos judeus, banqueiros lombardos e ao clero

  • Isenção de obrigações aos servos em troca de dinheiro

  • Venda de títulos nobiliárquicos a burgueses ricos

  • Perseguição à Ordem dos Templários

Joana era uma mulher de grande inteligência e vivacidade, amante das artes e letras, tendo fundado a Universidade de Navarra. Durante o seu reinado chegou liderar um exército contra o conde de Bar quando este se revoltou contra a sua soberania. No entanto não conseguiu anular o Fuero General de Navarra, um aforamento escrito em 1250 pela nobreza para evitar os abusos dos reis.

King Arthur & Queen Guinevere

O King Arthur (também conhecido por Rei Artur) é uma figura da história inglesa, de historicidade discutida. Embora não existam muitos dados concretos sobre a figura, foi muito o que se escreveu sobre ele.

Guinevere (também conhecida por Ginebra ou Genebra, do Gaélico, Gwenhwyfar: a Fada Branca ou o Fantasma Branco) era a rainha consorte do Rei Artur nas lendas do Ciclo Arturiano.

A Bretaha na europa e um sujeito a controvérsias .A historia mais provavel e que o Rei Artur tenha existido na bretagne que e uma regiao da França "Bretagne".Como exemplo os menhirs e os dolmens que existem na vila de carnac e muitas outras que sao vestigios deixados por povos celtas ou gauleses ou "galloise" como pronunciado na França.O fato e que existem varias hipóteses. Aqui temos uma descrição da literatura inglesa. Pode ser que seja a boa, mais ate hoje nao existe nada que prove. Para os curiosos a literatura francesa tambem tem a sua versão da historia. Em princípios do século V, o imperador de Roma, Honório, já farto das revoltas da província da Bretanha mandou retirar as legiões e quadros administrativos dessa provincia; essas legiões deviam ser comitenses, tropas móveis (uma vez que se sabe que as tropas junto à muralha de Adriano continuaram a cumprir o seu dever mesmo sem um império a quem servir).

Em finais do século XII Chrétien de Troyes, um francês, escreve contos sobre as aventuras do King Arthur, Lancelot, Guinevere, Gawain, Perseval. Sabe-se que Artur e os seus cavaleiros eram personagens populares na época e as histórias a partir da Bretanha de língua céltica e de Gales tinham-se espalhado por outros países. Mas Chrétien, apropriando-se de mitos conhecidos, dá-lhe um cunho pessoal e sobretudo ficam guardados para a posterioridade. A partir daí, é um nunca mais terminar: o ciclo da vulgata francesa, o Parzival alemão, o La mort d’Artur de sir Mallory só para citar os mais conhecidos. Alguns escrevem sobre todo o ciclo desde a morte de Jesus Cristo até à morte de Artur, criando uma narrativa de séculos, outros descrevem apenas episódios que acontecem a cavaleiros. São incorporados mitos exteriores sem ligação inicial (a história de Tristão e Isolda, o mito do Graal, A Távola Redonda, Tintagel), novas personagens são criadas (Galahad). As obras são traduzidas para todas as línguas do ocidente cristão, reescritas, fundidas, influenciando muito a maneira de pensar (ou pelo menos o conceito do que deveria ser o ideal) dos cavaleiros. No século XVII dá-se uma certa diminuição do interesse, mas não muito, pois na ópera continua-se a pegar no tema. E o romantismo do século XIX com o seu interesse na Idade Média restaura o interesse (até escritores americanos como Mark Twain o fazem).

D. Pedro I & Inês de Castro

El-Rei D. Afonso IV, Senhor de brandos costumes e firme de valores não aprova tal relação, uma vez que Pedro era casado com D. Constança Manuel, então manda exilar Inês no Castelo de Alburquerque, na fronteira espanhola, em 1344. No entanto, a distância não apagou o amor entre os dois apaixonados e, segundo a lenda, continuavam a corresponder-se com frequência.

Em Outubro do ano seguinte, Constança morreu ao dar à luz o futuro Fernando I de Portugal, deixando Pedro viúvo. Pedro manda regressar Inês do exílio e os dois foram viver juntos para sua casa, vivendo em maridança, o que provocou um grande escândalo na corte e deu um enorme desgosto a El-Rei seu pai. Começa então grande desvario entre o Rei e o Infante.

D. Inês tinha dois irmãos e uma irmã. D. Pedro depressa fica íntimo dos irmãos de D. Inês - Fernando de Castro e Álvaro Pirez de Castro - o que nada agradava aos fidalgos da corte que foram criando várias intrigas junto do velho Rei Afonso que já de si estava magoado com a rebeldia do filho.

D. Afonso IV tenta remediar a situação casando de novo o seu filho com uma dama de sangue real. Porém, Pedro rejeita tal situação alegando que sentia ainda muito a perda de sua mulher Constança e que não conseguia ainda pensar, de novo, em casamento. No entanto, fruto do namoro de Pedro e Inês, vão surgindo um após outro, filhos: Afonso (morre pouco depois de nascer), João, Dinis e Beatriz.

O aparecimento destes filhos foi um novo desastre que, ainda mais, veio agudizar uma situação já de si difícil. A história de Portugal e Espanha estava cheia de casos de situações embaraçosas e perturbações graves provocadas por filhos ilegítimos; o próprio monarca não esquecera as situações incómodas que teve com os bastardos de D. Dinis e que o fizeram perder a serenidade e o respeito pelo seu pai, para grande desgosto da Senhora sua mãe a virtuosa Rainha Santa Isabel.

Por esta altura, Espanha encontrava-se em grave agitação, após a morte de Afonso XI. O reinado de D. Pedro, O cruel, de Espanha estava a ser complicado. Os irmãos de Inês tentam Pedro a juntar os reinos de Leão e Castela a Portugal, pois Pedro era, por sua mãe, neto de D. Sancho IV. Chegam em 1354 a convencer Pedro a pôr-se à frente da conjura, proclamando-se pretendente às coroas castelhana e leonesa. Foi novamente a intervenção enérgica do Afonso IV que evitou que tal sucedesse. O Rei Afonso sempre se manteve numa linha de neutralidade, abstendo-se de intervir na política de outras nações, o que lhe permitia uma paz e respeito perante a comunidade internacional. Ora estas conspirações em que Pedro se envolvia no país vizinho podia comprometer tudo.

Para incendiar mais ainda a situação, querem fazer crer a Afonso IV que os Castros queriam ver o Infante Fernando assassinado, uma vez que era ele o sucessor de Pedro, e não os filhos resultantes da sua união com Inês. O monarca vê o seu coração amargurado e vê-se no meio de uma trama que só ele podia resolver. A culpa de tudo era aquela mulher de nome Inês



Gaius Julius Caesar & Cornelia Cinna Minor

César, que era canhoto, nasceu em Roma no seio de uma antiga família de patrícios chamada Juliae, de acordo com a convenção romana de nomes. A sua ascendência, de acordo com a lenda, chegava a Julus, filho do príncipe troiano Enéas e neto da deusa Vénus. No auge do seu poder, César iniciou a construção de um templo a Venus Genetrix em Roma, em reconhecimento da sua "divina" antepassada. O seu pai era o homónimo Caio Júlio César e a sua mãe uma Aurelia da família Cottae. Enquanto jovem, César viveu no Subura, o bairro dos emigrantes pobres de Roma.

Os Julii Caesarii, embora aristocratas, não eram ricos para os padrões da aristocracia romana da época e por este motivo, nem o seu pai nem o seu avô atingiram cargos proeminentes na República. A sua tia paterna Júlia casou com o talentoso general e reformador Caio Mário, líder da facção populista do senado, os Populares, por oposição aos Optimates (conservadores). Para o fim da vida de Mário, as disputas internas entre as duas facções haviam chegado ao ponto de ruptura. Em 86 a.C. rebentou uma guerra civil interna, cujo resultado a longo prazo foi a ditadura (conceito romano do termo) de Lúcio Cornélio Sulla.

César estava afecto ao lado derrotado de Mário por laços familiares: não só era seu sobrinho, como era também casado com Cornélia Cinnila, filha de Lúcio Cornélio Cinna, aliado de Mário e inimigo pessoal de Sulla. A sua situação não era portanto das mais brilhantes. Sulla ordenou o seu divórcio de Cornélia, mas César recusou abandonar a jovem mulher e fugiu de Roma para evitar as perseguições. O ditador ficou desagradado com o desafio mostrado pelo jovem de vinte anos e mandou caçadores de prémios atrás dele. Foi a intervenção da sua família e amigos influentes que o salvou da proscrição e execução certas. Mas apesar do perdão de Sulla, César decide não ficar em Roma, partindo para a Ásia para realizar o seu serviço militar. Durante a campanha ao serviço de Lúcio Licínio Lúculo na Cilícia, César distinguiu-se pela sua bravura em combate e capacidades de liderança.

Depois da morte de Sulla em 78 a.C., César regressa a Roma e inicia a carreira como advogado no fórum romano e torna-se conhecido pela sua brilhante oratória. As suas principais vítimas serão os políticos corruptos e culpados de extorsão. Com o perfeccionismo que sempre o caracterizou, César não estava contente consigo e viajou para Rodes para estudar filosofia e retórica com o gramático Apollonius Molo. Mas durante a sua viagem, o seu barco foi abordado por piratas que o raptaram. Quando exigiram um resgate de vinte talentos de ouro, César desafiou-os a pedir cinquenta, uma fortuna mesmo em moeda actual. Trinta e oito dias depois, o resgate chegou e César foi libertado depois de um cativeiro confortável onde fez amizade com alguns dos captores. De regresso à liberdade, organizou uma força naval, capturou o refúgio dos piratas e ordenou a sua crucificação.

Em 69 a.C., Cornélia morre ao dar à luz um rapaz nato-morto e pouco depois César perde a tia Júlia, viúva de Mário, de quem era muito próximo. Ao contrário do que era costume, César insistiu em organizar funerais públicos para ambas, com direito a eulogias proferidas da rostra. O funeral de Júlia foi repleto de conotações políticas, visto que César fez questão em incluir a máscara funerária de Caio Mário na procissão, a primeira contestação pública das leis de proscrição de Sulla da década anterior. E apesar de ser público o afecto de César pelas duas mulheres (cf. Suetonius), houve quem interpretasse a atitude como propaganda para as eleições que se avizinhavam para o cargo de questor.



Carolus Magnus & Himiltrude

Carlos Magno (ou Carlos, o Grande, em alemão Karl der Große, em francês Charlemagne, em Latim Carolus Magnus, que deu origem ao adjectivo 'Carolíngio'), foi sucessivamente rei dos Francos (de 771 a 814), rei dos Lombardos (a partir de 774), e ainda o primeiro Imperador do Sacro Império Romano (coroado em 25 de Dezembro do ano 800), restaurando assim o antigo Império Romano do Ocidente.

De sua primeira esposa, Himiltrude, casados a 766 e cujo casamento nunca foi oficialmente anulado

Carlos Magno foi o filho mais velho de Pepino, o Breve, que foi o primeiro rei dos francos, e de Berta de Laon. Foi irmão de Lady Berta, mãe de Rolando, marquês da Bretanha.

Pepino, o Breve empossou o monopólio da cunhagem da moeda, decidindo sobre a actividade das casas de cunhagem, o peso das moedas, o seu valor e os caracteres representados.

A cunhagem de moeda na Europa foi, pois, reiniciada com Pepino, o Breve, que recuperou o sistema utilizado pelos antigos gregos e romanos e mantido no Império Romano do Ocidente (1 libra = 20 solidi = 240 denarii).

Com a morte de Pepino, o reino foi dividido entre Carlos Magno e o seu irmão Carlomano (que governou a Austrásia). Carlomano morreu em 5 de Dezembro de 771, deixando Carlos Magno como líder de um reino Franco reunificado. Carlos Magno esteve envolvido constantemente em batalhas durante o seu reinado. Conquistou a Saxónia no século VIII, um objectivo que foi o sonho inalcançável de Augusto. Foram necessários mais de dezoito batalhas para que Carlos Magno conseguisse esta vitória definitiva. Procedeu à conversão forçada ao cristianismo dos povos conquistados, massacrando os que se recusavam a converter-se. Um dos seus objectivos era, também conquistar a Península Ibérica, mas nunca o alcançou.

Em 800, durante a missa de Natal em Roma, o Papa Leão III coroou Carlos Magno como imperador, título em desuso no ocidente desde a abdicação de Rómulo Augusto em 476 (aproveitando o facto de então reinar no Oriente uma mulher, a imperatriz Irene, o que era considerado um vazio de poder significativo). Ainda que o título o ajudasse a afirmar a sua independência em relação a Constantinopla, Carlos Magno apenas o usou bastante mais tarde, já que receava ficar dependente, por outro lado, do poder papal.

Continuando as reformas iniciadas pelo seu pai, Carlos Magno avançou com um sistema monetário baseado no soldo de ouro - procedimento seguido também pelo rei Offa de Mércia. Instituiu um novo padrão monetário a partir de unidades de medida como a libra e o próprio soldo que eram, até à data, apenas unidades de medida (apenas o denier se manteve como uma das moedas do seu domínio). Note-se que o sistema monetário inglês antes da decimalização tem semelhanças com este: efectivamente, a libra inglesa (pound) valia 20 shillings (analogamente aos sólidos de Carlos Magno) ou 240 pence (de forma semelhante aos deniers instituídos por este imperador).

Carlos Magno aplicou este sistema a uma grande parte do continente europeu, enquanto que o padrão de Offa foi voluntariamente adaptado pela maior parte do território inglês.



Louis XV & Maria Leszczynska

Luís XV de Bourbon, o Bem-Amado, rei da França (1715-1774), filho de Luís, duque de Borgonha, e Maria Adelaide de Sabóia e bisneto de Luís XIV, a quem sucedeu. Após seu falecimento por varíola foi sucedido pelo neto Luís XVI.

Tinha apenas cinco anos quando o trono ficou vago com a morte de Luís XIV. O reino teve dois regentes enquanto o príncipe não atingia a maioridade: Filipe (duque de Orléans), sobrinho de Luís XIV e, depois, o duque de Bourbon, que o fez casar-se com Maria Leszczynska, princesa da Polônia.

Maria Lezsczinska foi rainha de França, por casamento com Luís XV, cognominado O bem-amado. Nascida em território prussiano, era filha de Estanislau I, rei da Polônia e Senhor das terras da Lituânia, e de Catarina Opalynska. Batizada como Maria Carolina Catarina Sofia Felicidade Leszczynska.

Após a queda de seu pai, e a ascensão de Augusto da Saxônia como rei da Polônia, Maria e sua família foram viver na Alemanha, onde sofreram algumas privações. Estanislau empenhou-se em granjear um bom casamento para sua filha, fê-la noiva do duque de Bourbon, regente da França em nome de Luis XV.

Intrigas na corte francesa, encabeçadas pelo próprio duque, e por sua amante,a marquesa de Prie, levaram o jovem Luís XV, então com 15 anos, a desposar Maria, sete anos mais velha. O duque e a marquesa tinham medo de que uma noiva rica, bela e dominadora viesse a tomar influência sobre o rei.

A corte logo comentou sobre a união do rei de França com uma princesa, cujo pai "não fora rei por mais de vinte e quatro horas". Consumado o casamento na primeira noite, durante os dez anos seguintes, a fértil rainha deu à luz dez filhos, embora nem todos tenham sobrevivido.

Pouco antes do nascimento de Madame Septième, a rainha teve de suportar a traição do marido com uma dama da corte, a condessa de Mailly. Logo depois o rei começou a se envolver com as irmãs desta, até que uma delas, Madame de Chatêauroux, foi nomeada sua dama de companhia(dame du palais). Iniciou-se então uma série de abandono por parte do marido e constantes humilhações, como ocorreu nas chamadas Cenas de Metz, quando Luis doente foi aconselhado a mandar embora sua amante, a Chatêauroux. Após sua recuperação, a devota Maria, que tanto chorara ao lado da cama do marido, foi despachada de Metz a Versalhes com extrema rudeza. Para distrir-se na ociosa vida na corte, a rainha pintava e jogava muito, contraindo dívids, pagas por Luis e por seu pai, estabelecido na França como duque de Lorena. Faleceu em Versalhes em 1768, deixando o remorso no coração do rei.



Shaka Zulu & Pampata

At the time of his death, Shaka ruled over 250,000 people and could muster more than 50,000 warriors. His 10-year-long kingship had resulted in more than 2 million deaths by warfare alone, not counting the deaths during mass tribal migrations to escape his armies.

Shaka was probably the first son of the chieftain Senzangakhona and Nandi, a daughter of Bhebhe, the past chief of the Elangeni tribe, born near present-day Melmoth, KwaZulu-Natal Province. He was conceived out of wedlock somewhere between 1781 and 1787. Some accounts state that he was disowned by his father (Tabile Raziya) and chased into exile. Others maintain that his parents married normally. Shaka almost certainly spent his childhood in his father's settlements. He is recorded as having been initiated there and inducted into an ibutho or 'age-group regiment'. In his early days, Shaka served as a warrior under the sway of local chieftain Dingiswayo and the Mthethwa, to whom the Zulu were then paying tribute.

Dingiswayo called up the emDlatsheni iNtanga (age-group), of which Shaka was part, and incorporated it in the iziCwe regiment. Shaka served as a Mthethwa warrior for perhaps as long as ten years, and distinguished himself with his courage, though he did not, as legend has it, rise to great position. Dingiswayo, having himself been exiled after a failed attempt to oust his father, had, along with a number of other groups in the region (including Mabhudu, Dlamini, Mkhize, Qwabe, and Ndwandwe, many probably responding to slaving pressures from southern Mozambique) helped develop new ideas of military and social organisation, in particular the ibutho, sometimes translated as 'regiment'; it was rather an age-based labour gang which included some better-refined military activities, but by no means exclusively. Most battles before this time were to settle disputes, and while the appearance of the impi (fighting unit) dramatically changed warfare at times, it largely remained a matter of seasonal raiding, political pressures rather than outright slaughter. Of particular importance here is the relationship which Shaka and Dingiswayo had.

European entrance into the Zulu nation was granted by Shaka under a rare occasion. H.F. Fynn, noted earlier for his report on Shaka Zulu, provided medical treatment to the king after a battle. To show his gratitude, Shaka permitted European settlers to enter and operate in the Zulu kingdom. This would open the door for future British incursions into the Zulu kingdom that were not so peaceful. Shaka did clearly make an attempt at understanding the European way of life.

The Europeans, however, made little early efforts to understand Shaka. The Zulu king maintained a mysterious but powerful presence both in the Zulu Kingdom and in the European colonies throughout his rule. This allowed the Zulu Revolution to, unlike European revolutions, not be based in ideas of individualism or freedom of the citizen, but in ideals that were wholeheartedly African. Such notions, especially those of Shaka, were not transferable to the European mind.

On the death of Senzangakona, Dingiswayo aided Shaka to defeat his brother and assume leadership in around 1812. Shaka began to refine the ibutho system further, used by Dingiswayo and others, and with Mthethwa's support over the next several years forged alliances with his smaller neighbours, mostly to counter the growing threat from Ndwandwe raiding from the north. The initial Zulu manoeuvres were defensive and offensive, and mostly Shaka preferred to intervene or pressure diplomatically, aided by just a few judicious assassinations. His changes to local society built on existing structures, and were as much social and propagandistic as they were military; there were a number of battles, as the Zulu sources make clear.

Later Dingiswayo was murdered by Zwide, a powerful chief of the Ndwandwe (Nxumalo) clan. Shaka took it upon himself to avenge Dingiswayo's blood. At some point Zwide barely escaped Shaka, though the exact details are not known. In that encounter Zwide's mother, a Sangoma (Zulu word for a seer, more than it is a traditional doctor; this person can consult the spirits of the dead, cast spells, bewitch, heal and many others) was killed by Shaka. Shaka chose a particularly gruesome revenge on Zwide's mother, locking her in a house and placing jackals or hyenas inside. They devoured her and, in the morning, Shaka burned the house to the ground. Despite carrying out this revenge, Shaka was still eager to kill Zwide. It was not until around 1825 that the two great military men would meet, near Phongola, in what would be their final meeting. Phongola is near the present day border of KwaZulu-Natal, a province in South Africa. The victory went to Shaka, however he sustained heavy casualties and lost his head military commander - Umgobhozi Ovela Entabeni.



Shah Jahan & Aryumand Banu Begam

Shabuddin Mohammed Shah Jahan (full title: Al-Sultan al-'Azam wal Khaqan al-Mukarram, Abu'l-Muzaffar Shihab ud-din Muhammad, Sahib-i-Qiran-i-Sani, Shah Jahan I Padshah Ghazi Zillu'llah [Firdaus-Ashiyani]) (also spelled Shah Jehan, Shahjehan. Urdu: شاه ‌جهان), was the ruler of the Mughal Empire in the Indian subcontinent from 1628 until 1658. The name Shah Jahan comes from Persian meaning "King of the World." He was the fifth Mughal ruler after Babur, Humayun, Akbar, and Jahangir. While young, he was a favourite of Akbar.

Even while very young, he could be pointed out to be the successor to the Mughal throne after the death of Jahangir. He succeeded to the throne upon his father's death in 1627. He is considered to be one of the greatest Mughals and his reign has been called the Golden Age of Mughals. Like Akbar, he was eager to expand his empire. The chief events of his reign were the destruction of the kingdom of Ahmadnagar (1636), the loss of Kandahar to the Persians (1653), and a second war against the Deccan princes (1655). In 1658 he fell ill, and was confined by his son Aurangzeb in the citadel of Agra until his death in 1666.

The period of his reign was the golden age of Mughal architecture. Shah Jahan erected many splendid monuments, the most famous of which is the Taj Mahal at Agra built as a tomb for his wife Mumtaz Mahal (birth name Arjumand Banu Begum). The Pearl Mosque at Agra and the palace and great mosque at Delhi also commemorate him. The celebrated Peacock Throne, said to be worth millions of dollars by modern estimates, also dates from his reign. He was the founder of Shahjahanabad, now known as 'Old Delhi'.The important buildings of Shah Jahan were the Diwan-i-Am and Diwan-i-Khas in the fort of Delhi , the Jama Masjid , the Moti Masjid and the Taj.It is pointed out that the Palace of Delhi is the most magnificent in the East.

In 1607 CE (1025 AH) Khurrum was betrothed to Arjumand Banu Begum, the grand daughter of a Persian noble, who was just 14 years old at the time. She would become the unquestioned love of his life. They would, however, have to wait five years before they were married in 1612 CE (1021 AH). After their wedding celebrations, Khurram "finding her in appearance and character elect among all the women of the time," gave her the title Mumtaz Mahal (Jewel of the Palace). The intervening years had seen Khurrum take two other wives known as Akbarabadi Mahal (d.1677 CE, 1088 AH), and Kandahari Mahal (b. c1594 CE, c1002 AH), (m.1609 CE, 1018 AH). By all accounts however, Khurrum was so taken with Mumtaz, that he showed little interest in exercising his polygamous rights with the two earlier wives, other than dutifully siring a child with each. According to the official court chronicler Qazwini, the relationship with his other wives "had nothing more than the status of marriage. The intimacy, deep affection, attention and favor which His Majesty had for the Cradle of Excellence [Mumtaz] exceeded by a thousand times what he felt for any other."

Aleksandr Alexandrovich Romanov & Maria Sofia Frederica Dagmar

Alexandre III (Língua Russa: Александр III Александрович, Aleksandr Alexandrovich Romanov) foi o Czar da Rússia entre 14 de Março de 1881 até à sua morte em 1 de Novembro de 1894.

Após o assassínio de Alexandre II da Rússia, que tinha introduzido reformas sociais e tinha tentado aproximar a Rússia das nações ocidentais, com parlamentos e constituições, Alexandre III e seu filho Nicolau II levaram o Império Russo num sentido diferente, mais autocrático, como que tentando regressar ao despotismo, desprezando o aparelho burocrático que em sua opinião os separava do povo. Alexandre III disse uma vez: "desprezo a burocracia e bebo champanhe à sua destruição".

Dagmar da Dinamarca (Maria Sofia Frederica Dagmar), filha do Rei Cristiano IX da Dinamarca e de sua mulher Luísa de Hesse-Kassel, foi como Maria Feodorovna (Мария Фёдоровна) desde 1894 a esposa de Alexandre III da Rússia e mãe do último czar, Nicolau II.



Em 28 de Setembro de 2006, seus restos mortais foram transladados da Dinamarca para São Petersburgo.



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