Coréia do sul



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CORÉIA DO SUL

A Coréia do Sul, tem uma divida externa compatível, tem superávit anual de dezenas de bilhões de US$, tem uma boa industria, um IDH superior a 0.85, mas 2.2 de analfabetismo. E embora não haja um parâmetro para medir o desenvolvimento, eu diria que ainda não pode ser considerado um país desenvolvido, pois sujeito ainda a instabilidade econômica, social e política, além de um país, tecnicamente, em guerra.


Nome Oficial: Coréia do Sul
Capital: Seul
Idioma: coreano (oficial)
Data Nacional: 15 de agosto (Independência)
Nacionalidade: sul-coreana
Moeda: WON NORTE-COREANO
Tipo de Governo: República com forma mista de governo
Religião: cristianismo 26,5% (protestantes 19,8%, católicos 6,7%), budismo

23,3%, confucionismo 0,4%, wonbulgyo 0,2%, chundo kyo 0,1%, sem filiação 48,9%, outras 0,6% (1995)


País nascido da divisão do antigo território da Coréia após a II Guerra Mundial, a Coréia do Sul se torna um dos chamados Tigres Asiáticos depois de duas décadas de acelerado desenvolvimento econômico. Seu PIB cresce, em média, 9,1% ao ano, entre 1980 e 1993, uma das taxas mais altas do mundo. O país sente, a partir de 1997, o impacto da crise financeira mundial, o que leva o governo a intensificar a abertura ao capital estrangeiro. Mesmo assim, a Coréia do Sul se mantém como importante exportador de produtos eletrônicos, componentes para computadores e automóveis.
Desde 1950 o país está tecnicamente em guerra com a comunista Coréia do Norte, com a qual compartilha a última fronteira da Guerra Fria - região vigiada por 35 mil soldados norte-americanos. Mas um encontro histórico entre o presidente sul-coreano e o líder comunista norte-coreano, em junho de 2000, dá início ao processo de pacificação da península Coreana.
O empenho pela reunificação da Coréia é afirmado mais uma vez em setembro, quando as delegações sul e norte-coreanas desfilam juntas na cerimônia de abertura das Olimpíadas de Sydney. A Coréia do Sul é um país montanhoso, com litoral bastante recortado. Na capital, Seul, vive cerca de 25% da população. A língua coreana é falada em todo o país. Apesar de gramaticalmente semelhante ao japonês, ela não é escrita com ideogramas, e sim com um alfabeto fonético de 24 letras.

HISTÓRIA

A Coréia do Sul possui 2 mil anos de história em comum com a Coréia do Norte . O Estado sul-coreano surge em maio de 1948, quando a zona ocupada pelos EUA, na metade sul da península, torna-se um país independente, sob a liderança do nacionalista Syngman Rhee.


Em 1950, a nova nação é invadida pela Coréia do Norte, dando início à Guerra da Coréia, que dura até o armistício de 1953. Rhee permanece no poder até 1960, quando renuncia em meio a acusações de corrupção. Seu sucessor, Chang Myon, é deposto em maio de 1961, em um golpe militar chefiado pelo general Park Chung Hee. Após uma fase conturbada na Presidência, em que é confirmado no cargo por eleições consideradas fraudulentas pelos opositores, Park instaura uma ditadura militar em 1972.
Milagre econômico e repressão - A era Park, na qual o autoritarismo coexiste com uma vertiginosa modernização industrial, termina com seu assassinato, em outubro de 1979. Um mês depois, o general Chun Doo-Hwan assume o poder por meio de um violento golpe militar. Protestos estudantis, em 1980, são reprimidos com a decretação da lei marcial, prisões e a morte de mais de 200 manifestantes na província de Kwangju. Sob o regime de Chun, a economia sul-coreana mantém o crescimento acelerado.
Em 1986, o país obtém pela primeira vez saldo positivo na balança comercial. A partir daí, suas exportações aumentam rapidamente. Democratização - Novos protestos, em 1987, obrigam Chun a convocar eleições diretas para a escolha de seu sucessor. O candidato governista, Roh Tae Woo, vence, beneficiado pela divisão da oposição.
As manifestações estudantis continuam, exigindo a reunificação das Coréias e a retirada das tropas norte-americanas, estacionadas no país desde o fim da Guerra da Coréia. Nas eleições de 1988, Roh perde a maioria no Parlamento para uma aliança de partidos de oposição. Um inquérito parlamentar comprova a existência de corrupção nos altos escalões do governo. Acuado, o presidente pede desculpa à nação, mas não renuncia ao cargo e desencadeia uma onda de repressão contra os opositores. Em 1990 recupera a maioria parlamentar ao promover a fusão do partido do governo com a facção oposicionista liderada por Kim Young-Sam.
Candidato de Roh, Kim Young-Sam vence as eleições presidenciais de 1992 com 41% dos votos. Em 1994 agrava-se a tensão com a Coréia do Norte, diante da recusa do país vizinho em permitir a inspeção internacional de seus reatores nucleares. A crise é encerrada com um acordo promovido pelos EUA. Kim Young-Sam lança uma campanha nacional anticorrupção que atinge o auge em 1996, com a condenação à prisão de dois ex-presidentes militares, Chun Doo-Hwan e Roh Tae Woo, também julgados por envolvimento no golpe de Estado de 1979 e no massacre de Kwangju (1980). Eles são anistiados em 1997.
Crise financeira
O ano de 1997 é marcado por grandes abalos no país. A nova legislação trabalhista, que acaba com a estabilidade no emprego e permite redução salarial e contratações temporárias, gera protestos a partir de janeiro. Em outubro, a crise financeira no Sudeste Asiático atinge a economia sul-coreana. A Bolsa de Seul registra quedas vertiginosas em meio a boatos sobre um ataque especulativo à moeda nacional, o won.
O governo decreta um pacote para atrair dólares, mas o won sofre forte desvalorização. O país recorre ao FMI, que em dezembro aprova um empréstimo de 58,3 bilhões de dólares com outros organismos internacionais. É o maior aporte destinado a uma só nação. Em contrapartida, o FMI exige aumento de impostos e dos juros, facilidades legais para demissão de funcionários e permissão para que o capital estrangeiro detenha mais de 50% das ações de empresas. Reformas - No mesmo mês, o oposicionista Kim Dae-Jung vence as eleições presidenciais com 40,3% dos votos. Kim assume em fevereiro de 1998 e convoca a formação de um comitê tripartite (empresários, trabalhadores e governo) para discutir a superação da crise.
O comitê fecha um acordo para liberar demissões e contratações de mão-de-obra temporária. A central sindical KCTU anuncia uma greve geral, mas decide suspendê-la por causa da crise econômica. A queda nas bolsas continua, as reservas do país caem para 6 bilhões de dólares e 20 mil pequenas e médias empresas decretam falência. Os chaebol - grandes conglomerados que dominam a economia sul-coreana -, em dificuldades, fecham empresas deficitárias e concentram investimentos nos setores mais dinâmicos. O governo, cumprindo o acordo com o FMI, liquida companhias e bancos com problemas financeiros e anuncia a privatização de 11 estatais.
O desemprego, que atinge 7% da força de trabalho (contra 3% antes da crise), provoca greves e protestos. O PIB cai 5,8% em 1998. Apesar do alto custo social, as medidas de ajuste começam a dar resultado. A Coréia do Sul fecha 1998 com superávit externo recorde de 38 bilhões de dólares e reservas de 57 bilhões de dólares. A causa é a queda expressiva nas importações e no consumo. Além disso, as exportações crescem. O governo também consegue controlar o ritmo de entrada de capital estrangeiro. O conglomerado Hyundai vence em 1998 a concorrência para comprar outro chaebol, a Kia, que está falida.
Continente: ÁSIA

Localização: leste da Ásia

Área: 99,237.00 Km2

Principais Cidades: Seul (aglomerado: 11.768.000 em 1996; Cidade: 10.776.201 em 1991), Pusan (3.814.325), Taegu (2.449.420), Inch'on (2.308.188), Taljon (1.272.121) (1995


Total da População (Est. Jul/2001): 47,904,370

Composição Étnica: coreanos 99,9%, chineses 0,1% (1990)

Mortalidade Infantil: 46.4

Expectativa de Vida: 69/76 H/M



Analfabetismo: 2.2

IDH: 0.854



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