Contagem regressiva para a única apresentaçÃo da ópera de l´infedelta delusa (infidelidade frustrada) de joseph haydn



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CONTAGEM REGRESSIVA PARA A ÚNICA APRESENTAÇÃO DA ÓPERA DE L´INFEDELTA DELUSA (INFIDELIDADE FRUSTRADA) DE JOSEPH HAYDN

A ÓPERA L`INFEDELTÀ DELUSA SERÁ APRESENTADA EM PRIMEIRA AUDIÇÃO NA AMÉRICA

LATINA NESTA QUARTA-FEIRA, 21,

NO 35º FESTIVAL INTERNACIONAL DE INVERNO DE CAMPOS DE JORDÃO
A orquestra é composta por 13 professores convidados e 13 alunos bolsistas

do Festival


O cenário e figurino chegam no Auditório Cláudio Santoro neste domingo, 18. Os ensaios já estão adiantados e todos os dias o Maestro Roberto Minczuk, Hugo Possolo, os cantores e orquestra ensaiam a comédia lírica que será apresentada pela primeira vez e em única apresentaço na América Latina, nesta quarta-feira.
A comédia Lírica L`INFEDELTÁ DELUSA, de Joseph Haydn teve a sua primeira

audição em Viena, no dia 26 de julho de 1773, no Palácio Esterházky.


Apesar de conter momentos divertidos, L'Infedeltà não é uma ópera bufa. Se

Fosse roteiro de filme, seria classificada como uma comédia romântica para a

sessão da tarde, como no século seguinte também o seriam La Gazza Ladra de Rossini ou La Sonnambula de Bellini, que os respectivos autores chamaram de melodrama.
Comédia lírica em dois atos
L'INFEDELTÀ DELUSA, de Joseph Haydn
ROBERTO MINCZUK direção musical e regência
HUGO POLOSSO direção cênica

ROSANA LAMOSA - Vespina, jovem espirituosa, irmã de Nanni e namorada de

Nencio - soprano

EDNA D'OLIVEIRA – Sandrina, uma jovem modesta namorada de Nanni - soprano

FERNANDO PORTARI – Nencio, rico fazendeiro - tenor

MARCOS THADEU – Fillipo, velho camponês, pai de Sandrina - tenor

MANUEL ALVAREZ – Nanni, namoradao de Sandrina - barítono

ORQUESTRA INTERNACIONAL DO FESTIVAL

VÂNIA PAJARES cravo e correpetição
Em 1775, Josefh Haydn constituiu uma companhia lírica estável na corte, o

Teatro Eszterháza tornou-se um centro de referência para a ópera, rivalizando com centros importantes como Londres e São Petersburgo.


L'Infedeltà Delusa - A Infidelidade Frustrada - é a quarta ópera escrita por Haydn para a corte dos Esterházy, e a sua terceira a estrear no teatro do novo palácio.

Foi apresentada pela primeira vez no dia 26 de julho de 1773, dentro da Programação das festividades em torno do dia onomástico da princesa Maria Anna Louise von Esterházy, a viúva de Anton. A apresentação da ópera foi seguida por um magnífico baile de máscaras, e as comemorações só terminaram no dia seguinte, com uma grande queima de fogos de artifício.


O libreto de L'Infedeltà Delusa foi escrito por Marco Coltellini, que sucedeu a

Metastasio como poeta cesareo na Corte Imperial de Viena, e adaptado pelo

tenor Carl Friberth, membro da companhia estável e protegido de Haydn. Em vez de divindades ou nobres, personagens comuns em grande parte dos libretos da época, o autor preferiu ambientar a narrativa entre singelos camponeses, criando uma trama simples de enganos amorosos que se resolvem com um final feliz.

Para criar as cenas cômicas, o libreto permitiu a Haydn lançar mão de um procedimento que ele já havia utilizado em uma ópera anterior, Lo Speziale, onde um jovem apaixonado volta a cena com vários disfarces para conseguir conquistar sua amada. Il Barbiere di Siviglia de Rossini e Il Campanello de Donizetti contém cenas similares. Em L'Infedeltà, quem se disfarça - quatro vezes - é Vespina,

espécie de antepassada da não menos esperta Despina do Così fan tutte mozartiano. Será que a grande semelhança entre os dois nomes é mera coincidência ?
O primeiro ato da ópera se passa na cabana do velho camponês Filippo (tenor), o pai de Sandrina (soprano). Filippo acaba de prometer a mão de sua filha a Nencio (tenor), o rico fazendeiro da região. Este acordo deixa dois jovens camponeses muito preocupados: Nanni (barítono), que ama Sandrina e é correspondido, e

Vespina (soprano), a irmã de Nanni, que havia sido namorada de Nencio e é

ainda apaixonada pelo fazendeiro.
Sandrina entra em cena. O pai lhe anuncia o vantajoso noivado com Nencio,

sem se importar com os protestos da filha, a quem nada resta senão obedecer,

embora jure continuar amando Nanni para sempre. Quando Nanni vem visitá-la, Sandrina, mantendo a promessa feita ao pai, o rejeita.
Na cena seguinte, os irmãos se encontram, e após conversarem sobre seus

Amores frustrados, resolvem vingar-se. Enquanto isso, Filippo convenceu seu

futuro genro a fazer uma serenata sob a janela de Sandrina para conquistá-la. Escondidos, os dois irmãos espiam Nencio cortejar Sandrina após a serenata. Mal-sucedido, ameaça levá-la

à força. É quando Vespina, perdendo o controle, sai do esconderijo e esbofeteia

Nencio. O ato termina num grande concertato em que todos os personagens

Brigam entre si.


No segundo ato, Vespina engendra um plano para impedir o casamento.

Disfarçando-se como uma velha manca, ela diz a Filippo que anda pelo mundo em busca do perverso marido de sua pobre filha, um certo Nencio, que a abandonou. Tal revelação deixa Sandrina e Filippo alarmados, e quando Nencio chega para visitar a noiva, pai e filha o recebem com insultos. Filippo avisa que o noivado está rompido.


Pouco depois, ainda completamente confuso, Nencio encontra um empregado

Alemão (Vespina em novo disfarce), que anuncia a iminente chegada de seu amo, o marquês de Ripafratta, que vem casar-se com Sandrina. Nencio fica furioso, e está a ponto de procurar Filippo para pedir satisfações quando o marquês (outro disfarce de Vespina) entra pomposamente, anunciando sua intenção de casar Sandrina com um dos ajudantes de sua cozinha. Entusiasmado com a idéia de que Filippo será enganado - será sogro de um cozinheiro, não de um marquês - Nencio se oferece imediatamente como testemunha de casamento.


Em quanto isso, em sua casa, Filippo trata de preparar a filha para uma vida de luxo, em meio à nobreza. Mas a jovem não quer nada disso: prefere viver numa humilde cabana como esposa de Nanni. Entra Vespina, agora disfarçada como notário, acompanhada do irmão, também disfarçado como criado do marquês. O

notário-Vespina prepara o contrato nupcial que Sandrina é obrigada a assinar, logo seguida de Nencio como testemunha. Alegando representar o marquês, que está atrasado (e que na verdade nunca virá), o "criado" assina o contrato em seu lugar.


Os irmãos revelam suas verdadeiras identidades. Sandrina descobre que ao

assinar, acabou de casar-se com seu amado Nenni. Ao mesmo tempo, Nencio, examinando o contrato percebe que se casou com Vespina !


Embora o velho Filippo tenha sido enganado, sua raiva se transforma rapidamente em reconciliação, e a ópera termina com um jubiloso concertato onde todos se

confraternizam.


Como de costume nas óperas da segunda metade do século XVIII, a maior

parte da ação de L'Infedeltà Delusa se desenvolve através de recitativos secos que desembocam em árias, muito felizes em caracterizar perfeitamente os personagens, como acontece com as árias dos dois sopranos, que estabelecem o contraste entre a ardilosa e simpática Vespina e a suave e resignada Sandrina. Assim como nas outras óperas de Haydn, notamos também aqui a experiente mão do compositor de música instrumental, enriquecendo as árias com uma orquestração elaborada e elegante, com conteúdo melódico e harmônico muito superior aos encontradas nas óperas italianas mais populares da mesma época.



ROBERTO MINCZUK

Regente
Diretor artístico adjunto e regente associado da Osesp, regente associado

da Filarmônica de Nova York e diretor artístico do Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão, Roberto Minczuk já regeu as filarmônicas de Nova York e Los Angeles e as orquestras da Filadélfia, Saint Louis, Detroit, Baltimore, Houston, Colorado, Indianapolis, Seattle, Columbus, Kansas City, Phoenix, Carolina do Norte, San Diego, Toronto, Vancouver e Ottawa. Na Europa, esteve à frente da

Filarmônica de Londres, da Hallé de Manchester, da Tonkünstler de Viena e das sinfônicas da Basiléia e do Reino Unido.
Nesta temporada, além dos concertos em Nova York e com a Osesp, Roberto

Minczuk volta a reger as orquestras da Filadélfia, Saint Louis, Colorado,

Columbus, Phoenix, Vancouver, Ottawa, Indianápolis e Basiléia; e estréia à frente da Orquestra Nacional de Lyon, da Filarmônica Nacional Húngara, das sinfônicas de Calgary e Edmonton e da Chicago Civic Orchestra.
Nascido em São Paulo, iniciou-se musicalmente aos seis anos na Igreja

Assembléia de Deus Russa do Brasil, onde o pai, José Minczuk, era diretor musical. Aos nove foi estudar trompa com Enzo Pedini na Escola Municipal de Música.


Estreou como solista aos dez anos no Theatro Municipal de São Paulo. Aos

13, já ocupava o posto de primeira trompa da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo e, no ano seguinte, partiu para Nova York, onde estudou na Juilliard. Com 15, formou e regeu durante três anos a Orquestra da Igreja Evangélica Ucraniana em Nova Jersey.

Aos 16, estreou no Carnegie Hall como solista à frente da Filarmônica Jovem de Nova York e, aos 20, integrou a Orquestra Gewandhaus de Leipzig, na Alemanha.
De volta ao Brasil, estudou com Eleazar de Carvalho e, em 1994, assumiu a

Direção da Sinfonieta da UNB -Universidade Nacional de Brasília. No ano seguinte, assumiu o cargo de regente titular da Sinfônica de Ribeirão Preto, com a qual reinaugurou o Theatro Pedro II e desenvolveu intenso trabalho didático. Em 1997, iniciou as atividades como adjunto de John Neschling na Osesp e alcançou o primeiro lugar no concurso para regente assistente da Filarmônica de Nova York.


Entre concursos e prêmios que ganhou, destacam-se o Prêmio Martin Segall

para o talento de maior destaque das instituições do Lincoln Center; o primeiro

lugar no I Prêmio Eldorado de Música (1985); o Prêmio Moinho Santista Juventude

(1991); o Prêmio APCA de Revelação (1980 trompista, 1998 regente); e o Prêmio APCA de Melhor Regente (1999).


Recentemente gravou com a Osesp três CDs com a integral das Bachianas

brasileiras de Villa-Lobos, outro com danças sinfônicas de compositores brasileiros, e, à frente da Filarmônica de Londres, um CD com obras de Ravel, Piazzolla, Martin e Tomasi.


Roberto Minczuk é casado com Valéria Minczuk e tem quatro filhos: Natalie,

Rebecca, Joshua e Julia.


ROSANA LAMOSA

Soprano

Natural do Rio de Janeiro, onde iniciou os estudos com Vera Canto e Mello

(canto) e Alda Bonfim (piano). Em São Paulo, aperfeiçoou-se com Leilah Farah e em Nova York com o maestro Franco Iglesias. Iniciou a carreira internacional com apresentações na Ásia e Europa, especialmente na Suíça, onde foi solista do Stadttheater St.Gallen.
Apresentou-se com as mais importantes orquestras e teatros brasileiros, interpretando as óperas, La Traviata, L'Elisir d'Amore, Carmen, La Bohème,

Orfeo ed Euridice, Don Giovanni, A Flauta mágica, As Bodas de Fígaro, Così fan

Tutte, Il Guarany, Don Casmurro, Alma (estréia mundial de Claudio Santoro), entre

outras.
Em seu repertório também se incluem oratórios, missas e cantatas, tendo sido solista na Sinfonia n° 2 de Mahler, Nona de Beethoven, A Criação de Haydn, Réquiem e Missa em dó menor de Mozart, Magnificat de Bach e Carmina Burana de Orff.

É convidada regularmente para os principais festivais brasileiros, como Campos de Jordão, Itu e Manaus, e para eventos como o Projeto Aquarius do Jornal O

Globo, a visita do Papa ao Brasil e Avon Woman in Concert no Parque do Ibirapuera, em São Paulo.


A crítica especializada reconhece o talento de sua atuação em recitais, concertos e óperas, tendo lhe concedido o Prêmio APCA como melhor cantora erudita em

96. Em 99, foi agraciada pela Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo com o

Prêmio Carlos Gomes - Hors Concours, por sua carreira de destaque na música lírica.
No ano passado, participou do concerto de comemoração dos 500 anos do

Descobrimento junto à Osesp, e da produção de Il Guarany no Teatro São Carlos de Lisboa e, mais recentemente, apresentou-se em Manon de Massenet, no Festival de Manaus e La Sonnambula, de Bellini, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro.


Ainda para este ano, Rosana Lamosa grava CD de canções de Claudio Santoro

para a Olympia Records, com o pianista Marcelo Bratke, e a ópera Jupyra, de

Francisco Braga, com a Osesp.

EDNA D'OLIVEIRA

Soprano
Edna d'Oliveira tem se destacado como um dos mais importantes sopranos de

Sua geração. Dona de um timbre doce e cristalino, a cantora já se apresentou

com sucesso em produções como as de Orfeo ed Eurydice, (Glück), La Bohème e Gianni Schicchi (Puccini), L'Elisir d'Amore (Donizetti) e Porgy & Bess (Gershwin).
Na Inglaterra participou de masterclasses e festivais com a cantora Barbara Bonney; Opera Performance com os maestros Alex Imgram e Lionel Friend, da English National Opera e Canto com Joy Mammon da Royal Academy of London. No Brasil é aluna do renomado barítono Carmo Barbosa.
Na temporada 2000, colheu o aplauso entusiasmado de público e crítica cariocas

atuando como "Gilda", na montagem de Rigoletto (Verdi), e como "Adele", na

opereta O Morcego (Strauss II), ambas no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Neste mesmo ano, obteve um êxito excepcional interpretando "Bess", na versão em concerto da ópera de Gershwin, realizada pela Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, sob regência do Mto. Roberto Minczuk.
O talento da cantora foi reconhecido em importantes concursos de canto nacionais, sendo premiada no II Concurso Maria Callas, no III Concurso Nacional de Canto (FUNARTE) e no Prêmio Jovens Solistas da OSESP. Apresentou-se em

várias cidades italianas como solista do Grupo Brasilessência, com o qual gravou três discos com obras de André da Silva Gomes. Atualmente, Edna d'Oliveira participa regularmente dos cursos promovidos pela Royal Academy, em Londres.


A solista participou do V Festival Amazonas de Ópera, em 2001, cantando

"Musetta", na montagem de La Bohème (Puccini). Apresentou-se, também, junto à OSESP, na Grande Missa em Dó Menor KV 427, de Mozart, sob regência do Maestro. Roberto Minczuck. Cantou no Teatro São Pedro, em São Paulo, na montagem da ópera L' Oca Del Cairo e O Empresário (Mozart), e, pouco depois, participou da produção do espetáculo Barroco!, no Centro Cultural Banco do Brasil, RJ, e de vários outros concertos e recitais.


Em 2002, a cantora foi convidada a participar do espetáculo dirigido por Marcelo

Tas, "ZAP, o resumo da ópera", e na antológica versão de As Valquírias, sob direção de Aidan Lang, ambos os espetáculos programados no VI Festival Amazonas de Ópera.


Nesse mesmo ano, cantou na aclamada montagem da ópera João e Maria Hänsel und Gretel, de Humperdink), no Teatro Municipal de São Paulo; na Sinfonia nº 9 (Beethoven), no Teatro Guaíra, em Curitiba, e, também, foi "Micaëla", na Carmen (Bizet) encenada no Teatro Amazonas. Por fim, cantou a bela "Prayers of Kierkegaard", de Benjamin Britten, na Sala São Paulo.
Na abertura da Temporada Lírica 2003 do Theatro Municipal de São Paulo,

Edna D'Oliveira protagonizou "Elena" na ópera Chapéu de Palha de Florença,

de Nino Rota e "Hortência" na estréia mundial da ópera Anjo Negro, de J. G. Ripper, baseada na peça de Nelson Rodrigues e "Gilda", na ópera Rigoletto, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro.
FERNANDO PORTARI

Tenor
Nascido no Rio de Janeiro, filho do tenor Pedro Portari, Fernando iniciou seus

estudos musicais com o próprio pai e teve aulas de arte dramática com Antonio Mercado. Em 1991 venceu o Concurso Lina Kubala em Cascavel, Paraná, o que lhe rendeu uma bolsa para estudar na Escola Superior de Música de Karlsruhe,

Alemanha, na classe de Aldo Baldin.
Participou de várias produções operísticas em âmbito internacional, como Così fan Tutte, Orfeu e Eurídice, Il Barbiere di Siviglia, Os Pescadores de Pérolas, Don

Giovanni, Turandot, La Cenerentola, Carmen e La Bohème, entre muitas outras, ocasiões em que teve a oportunidade de apresentar-se ao lado de grandes nomes, como Eva Marton, Vladimir Bogachov, Enzo Dara, Renato Bruson, Dennis O'Neill e Kristjan Johansson.


Em 1997, recebeu os prêmios Carlos Gomes da Secretaria de Estado da Cultura e APCA - Associação Paulista de Críticos de Arte - como melhor cantor lírico do ano por suas atuações em Otello e L'Elisir d'Amore. Em 98, estreou em Veneza no papel de Jaquino da ópera Fidélio.

MARCOS THADEU

Tenor
Considerado pela crítica especializada um dos melhores tenores do País, omineiro Marcos Thadeu estudou com Sérgio Magnani, Berenice Menegale, Eládio Perez-Gonzáles e Hugo Silva, especializando-se em canto, piano e regência coral.
Foi o maestro Carlos Eduardo Prates quem percebeu a extensão das possibilidades dramáticas da voz de Marcos Thadeu, convidando-o a integrar o elenco da ópera Carmen, de Bizet, no Palácio das Artes de Belo Horizonte.
Atuou sob a regência de importantes maestros, como Michael Corboz, Eugene

Kohn, Eleazar de Carvalho, Robert Shaw, David Machado e Sérgio Magnani, e

apresentou-se ao lado de celebridades da cena lírica mundial, como a soprano Aprile Millo (em Andréa Chénier), Henrieta Davies (em Porgy and Bess) e Eva Marton (em Turandot).

Professor de canto desde 1972, já revelou alguns dos mais talentosos cantores em atividade no Brasil, como as sopranos Clarice Maciel e Lílian Assumpção, o

baixo-barítono Francisco Meira e o barítono Sebastião Teixeira.
MANUEL ALVAREZ

Barítono
Iniciou seus estudos vocais com o professor Sydnei Carvalho e aperfeiçoa-se com a professora Ilza Correia, no Rio de Janeiro. Estreou no cenário lírico em 1999 na

ópera Lo Schiavo, de Carlos Gomes interpretando "Iberê", apresentada em sete estados brasileiros.


Membro do Corpo Artístico do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Alvarez

participou das produções de Il Guarany, Carmen, Simon Boccanegra e La Traviata, assim como em produções experimentais de La Bohème, La Gioconda, Nabucco e Il Trovatore.


Em 2001 foi premiado com o 2º lugar no Concurso Internacional de Canto Bidu Sayão, realizado em Belém do Pará e participou da ópera Jerusalém, de Verdi, no

Teatro Roma em Buenos Aires.


Em 2002 voltou a Belo Horizonte para interpretar "Amonasro" na remontagem

da ópera Aída, no Palácio das Artes. Participou, ainda, da montagem de Madama

Butterfly, como "Sharpless", no Theatro Municipal do Rio de Janeiro e no Teatro Nacional de Brasília.
Em 2003, foi "Escamillo", ao lado do tenor Luís Lima, na produção da ópera Carmem, no Luna Park de Buenos Aires e participou da ópera Falstaff interpretando "Ford" no Theatro Municipal de São Paulo.

VÂNIA PAJARES

Piano e co-repetição
Iniciou seus estudos musicais em sua cidade natal, Gastão Vidigal, ingressando, mais tarde, no Conservatório Musical de Monte Aprazível, onde concluiu o curso

de Piano e também cursou e lecionou Violão Erudito e Popular.


No ano de 1986 foi aprovada no vestibular para o curso de Regência da

Universidade Estadual de Campinas e, em 1988, também aprovada para o curso de Piano da mesma Universidade, fazendo parte da classe do Prof. Fernando Lopes. Obteve o grau de Bacharel em Música nas duas modalidades citadas, no ano de 1991, tendo se formado em primeiro lugar na sua turma.


Durante o Bacharelado, estudou Canto e Técnica Vocal com a Professora Niza

de Castro Tank, sendo sua monitora junto às classes das referidas disciplinas no

curso de Música da UNICAMP. Na qualidade de Monitora, ministrou aulas de Técnica Vocal e Canto para o Ator, no Departamento de Artes Cênicas da universidade citada.
Em 1991, ingressou no curso de Mestrado em Artes, no Instituto de Artes da

UNICAMP, sendo a sua linha de pesquisa a Técnica Vocal no Brasil. Orientada por Niza de Castro Tank e Adriana Giarola Kayama, Professoras Doutoras do

Departamento de Música, escreveu sua Tese de Mestrado apoiada na vida e obra do grande pedagogo espanhol radicado em Piracicaba, Fabiano Lozano, inspirada pela devoção do mesmo à Pedagogia Vocal e Musical e pelas técnicas por ele utilizadas para o Canto e seu ensino. Defendeu sua Tese em 1995, obtendo a nota máxima (Dez com louvor) e o Grau de Mestre em Artes.
Em 1999, Vânia Pajares prestou concurso público para a Cadeira de Docente

da UNICAMP, na qualidade de Professor do Departamento de Artes Cênicas.

Foi aprovada, ficando destarte responsável pelas disciplinas Técnica Vocal e Canto para o Ator.
Iniciou, no ano 2000, suas atividades como professora admitida da referida

universidade. Também leciona, na UNICAMP, Ópera Estúdio e Canto, disciplinas do Departamento de Música.


No que se refere à sua carreira acadêmica, atualmente Vânia se dedica à

pesquisa de uma técnica vocal aplicada à Música Brasileira e aos caminhos que



podem levar à concretização de uma Escola Brasileira de Canto. Como cantora lírica, desenvolve seu repertório sob a orientação do Prof. Caio Ferraz, sendo o seu registro vocal o de mezzo-soprano coloratura.

Apresentação

Dia 21 de julho, quarta-feira, às 21h - R$ 60,00

Auditório Cláudio Santoro

Informações

www.festivaldeinverno.sp.gov.br
A Ticketmaster disponibiliza os ingressos pelo atendimento Call Center, no

número: (11) 6846-6000, de SEGUNDA A SÁBADO, das 9h às 21h.

Na Sala São Paulo (Praça Julio Prestes sem nº ): de SEGUNDA A

SEXTA-FEIRA, das 10h às 18h e aos sábados, das 10h ás 16h30.

Na cidade de Campos do Jordão:

Bilheteria do Auditório Claudio Santoro (Av Dr. Arrobas Martins, 1880 -

Tel. 12 3662 2334) todos os dias, das 9h até o início do espetáculo do

dia. Bilheteria na Praça de Capivari, todos os dias, de 10h às 19h.
Assessoria de Imprensa

Mona Dorf e Adriana Monteiro – 11 8141 7780 e 11 9905 6285

Adriana Vasconcellos e Ana Ligia de Carlo - 11 3022 2783 e 11 3021 3522

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Em Campos do Jordão – ATENDIMENTO À IMPRENSA

Marcel e Guilherme - (12) 8114-0412 / (11) 9932-2687 /

(12) 3662-1020 / 3004 / 2101



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