Conhecendo a Floresta Amazonia



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Extrativismo na Amazônia

Extrativismo na Amazônia

Orientadora: Margarida
Materia: Preservação Ambiental Grupo:

Bruna dos Anjos

Cintia Sena

Luiza Frutuoso

Marina Graciano

Tamires Morais
Faculdade INAP
2011

Introdução
A Floresta Amazônia é conhecida mundialmente por ser um exemplo de estabilidade ambiental mundial e ter inúmeras fontes de matérias primas renováveis e não renováveis. A floresta possui cerca de 5,5 milhões de km², divididos em diversos países da América do Sul, dentre eles o Brasil que possui a maioria do território da floresta.

As atividades extrativistas é a mais antiga atividade humana. O termo é utilizado para designar toda atividade de coleta de produtos naturais. Estas juntamente com as atividades mercantilistas iniciaram-se no território brasileiro no século XVII com a procura das drogas do sertão.

A extração realizada pelos moradores da região são realizadas de acordo com a sustentabilidade da floresta, sempre visando á maneira de extração menos degradante para a biodiversidade da floresta.

A floresta se tornou um grande investimento ao visarem recursos renováveis e não renováveis, que futuramente propiciariam um desenvolvimento socioeconômico da região de maneira autossustentável. Porém com a chegada de empresas sonegadoras a floresta está sendo desmatada de maneira ilegal por estes clandestinos destruindo a única fonte de renda que as famílias da região possuem para a sua sobrevivência.



Floresta Amazônia
Localização            
A floresta Amazônica localizada na América do Sul, possui uma extensão aproximada de 5,5 milhões de km², sobrepondo-se a área da bacia hidrográfica amazônica com sete milhões de km². Essa enorme floresta distribui-se em diversos países nas seguintes proporções: 60% no Brasil, e 40% pela Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Guiana Francesa, Peru, Suriname e Venezuela.

Clima, relevo e hidrografia.

O clima equatorial úmido se distingue na região em apenas duas estações por não se perceber a presença de variações estacionais no decorrer do ano, distribuído nos períodos da seca e da precipitação.

Caracterizada pela temperatura elevada, grande umidade atmosférica e enorme quantidade de rios, apresenta grande exuberância, porém, os solos em que essa se encontra não possuem grande riqueza em nutrientes. Apenas na margem dos rios podem-se encontrar solos férteis. Estes solos se devem ao período das cheias, pois com a grande quantidade de águas uma enorme quantidade de nutrientes é carregada através desta.

Os solos amazônicos possuem uma restrita camada de matéria orgânica denominada húmus, onde os organismos vivos que vivem nela reciclam os nutrientes dispostos no ambiente. Sem contar que com a alta temperatura durante todo o ano, a umidade relativa do ar em enorme escala presente na região e a pequena variedade do clima contribui para a sustentação da floresta.

A hidrografia amazônica possui rios que se diferem quanto à qualidade das aguas e a geomorfologia. Quanto à coloração dos rios eles são classificados em três categorias:

De agua preta: Rio Negro

Apresentam esta coloração devido à presença dos ácidos húmicos e fúlvidos da decomposição incompleta do húmus

De agua clara: Rio Tapajós

Possuem suas cabeceiras nos escudos cristalinos pré-cambrianos

De agua barrenta: Rio Solimões e Amazonas

Originam-se em regiões montanhosas carregando elevadas quantidades de material em suspensão, garantindo a coloração amarronzada.

Flora

A floresta revela uma alta diversidade e complexidade de ecossistemas. A biodiversidade torna-se cada vez mais valorizada por possuir uma fonte potencial de informações genéticas, ecológicas, microbiológicas e químicas. A Amazônia possui 3.650.000 km² de florestas contínuas que se dividem em quatro categorias:


Florestas de Igapó: ocorrem em solos que permanecem alagados cerca de seis meses, em áreas próximas aos rios. As árvores podem atingir até 40 metros de altura e raramente perdem as folhas.

Florestas de Várzea: as árvores são de grande porte (até 40 metros de altura) e apresentam características semelhantes ao igapó - embora a várzea apresente maior número de espécies.

Florestas de Terra Firme: apresentam grande porte, variando entre 30 e 60 metros;

Campinaranas ou Caatingas do Rio Negro: caracterizadas pela presença de árvores mais baixas, com troncos finos e espaçados.


Fauna


A principal explicação para grande variedade na Amazônia é a teoria do refúgio. Nos últimos 100.000 anos, o planeta sofreu vários períodos de glaciação, em que as florestas enfrentaram fases de seca ferozes. Desta forma as matas expandiram-se e depois se reduziram. Nos períodos de seca prolongados, cada núcleo de floresta ficava isolado do outro.

A riqueza da biodiversidade de animais cresce a cada dia com as novas descobertas, mas está ameaçada pela caça, pela degradação e devastação das florestas e de seus vários ecossistemas. Ainda há muitos animais e plantas ainda não catalogados. Na Amazônia só se conhece 30% das espécies do reino animal.

Esses números, entretanto, devem ser considerados apenas como aproximados, pois certamente serão modificados na medida em que revisões taxonômicas forem realizadas e novas áreas sejam amostradas.

Extrativismo

O termo extrativismo, em geral é utilizado para designar toda atividade de coleta de produtos naturais, seja de origem mineral, animal ou vegetal.

“Há quem diga que a "extração" significa qualquer forma de apropriação de recursos cuja ocorrência natural não tenha sido intencionalmente aumentada para fins de exploração." Esta definição incluiria o uso de recursos renováveis e não renováveis, sem levar em conta os níveis de utilização, quer sejam sustentáveis ou não. Como o interesse é transmitir a experiência das reservas extrativistas do Brasil, vamos entender o extrativismo como a utilização sustentável proposta para as reservas, ou seja, como a coleta racional na biota, de recursos renováveis destinados ao mercado.

O Brasil herdou seu nome da extração do "Pau-Brasil" (Caesalpínia eclimata). A atividade extrativista tem sido uma constante da história econômica do país. Durante a colonização praticou-se o extrativismo da madeira e de minerais, especialmente do ouro.

A partir do século passado, o extrativismo voltou-se mais para a Região Norte, atrás de madeiras, plantas medicinais, cacau e seringueira. Durante este século, na região Amazônica tem sido praticado o extrativismo principalmente da borracha (Hevea brasiliensis) e da castanha (Bertolletia excelsa); depois da segunda guerra intensificou-se o extrativismo da madeira, que nos últimos cinco anos estão sendo mais bem controlado. O extrativismo mineral tem sido incrementado na região a partir dos anos sessenta, especialmente o do ouro, ferro, bauxita e cassiterita.

Em alguns estados da Região Norte e Nordeste pratica-se o extrativismo do babaçu (Orbygnia martiana) e no Nordeste da carnaúba (Opernícia Cerifera). Em outras regiões do país há localidades extrativistas de madeiras, plantas medicinais e ornamentais, flores ou frutos silvestres; especialmente há inúmeras comunidades dedicadas à pesca artesanal.

A evolução histórica ora estudada, tem como objetivo facilitar a compreensão do aparecimento das reservas extrativistas ela não analisa o extrativismo do Brasil como um todo, mas apenas os aspectos históricos que se relacionam com as reservas. "Assim sendo, será analisada especificamente a evolução histórica do extrativismo na Região Norte do país, onde estão concentradas as experiências com as reservas.”

Rafael Pínzon Rueda

Os habitantes da Amazônia, desde o início da colonização em 1500 até os presentes dias, dedicaram-se a atividades extrativistas e mercantilistas, inserindo entre 1840 e 1910 o monopólio da borracha. Todo esse processo de colonização gerou mudanças como a redução da população indígena, redução de algumas espécies de animais e plantas e outras consequências.

A extração de produtos nativos da biodiversidade da floresta amazônica vem fazendo parte da historia do Brasil desde a descoberta. A atividade extrativista passou por muitas fases desde o inicio da atividade.

A atividade extrativista na Amazônia teve inicio no século XVII, com a exploração de vários produtos da floresta conhecidos como drogas do sertão (cacau, urucu, canela anil, ervas medicinais, raízes aromáticas, puxurí, madeiras e outros), que eram especiarias nativas do Brasil comercializadas com a Índia que não possuíam na Europa, assim, os estrangeiros que vieram para o país contrabandearam os produtos brasileiros.

A segunda fase do extrativismo na floresta foi por volta de 1840, quando o Amazonas era o único produtor de látex da seringueira, que se prolongou até 1920. Grande parte da população que foi explorar essa matéria prima foram os nordestinos refugiados da seca, que acabaram contribuindo para a fundação das primeiras cidades nas redondezas da floresta.

Os seringueiros coletavam a borracha e a vendiam para os seringalistas que organizavam e controlavam a comercialização com o mercado externo. O ciclo da borracha durou apenas trinta, mas financiou a expansão de duas cidades da Amazônia, Belém e Manaus. Como os seringueiros foram pouco beneficiados muitos continuaram na pobreza endividados com a implementação do sistema de abastecimento e comercialização da produção. Por volta de 1920, o auge da borracha no Brasil termina com a entrada da produção da Malásia no mercado externo, que oferecia uma mercadoria mais desenvolvida e originado das sementes das seringueiras brasileiras.

Durante a 2ª Guerra Mundial o Japão por volta de 1940 deu ao Brasil uma nova chance de ingressar no mercado, por ter se ocupado das plantações asiáticas fechando-os para o Ocidente. Desde então a borracha vem sofrendo altos e baixos, mas se manteve com a implementação do programa de subvenção do governo do Amazonas.

Após a decadência da borracha, a castanha passou a ser a principal fonte extrativista da região, com interesses externos de exportação. É importante enfatizar que a exploração destas árvores nativas são protegidas por lei (1994).

Esta espécie tem sido plantada na região com o objetivo de reflorestamento de áreas devastadas, mas apesar da produção agrícola ter diminuído progressivamente devido a utilização da floresta para a pecuária e a extração da madeira.

O babaçu, uma espécie de palmeira mais conhecida no estado do Maranhão, também se encontra na Amazônia próxima a região das bacias hidrográficas. O principal produto extraído desta arvore são as amêndoas, que geram de 3 a 5 em cada fruto. Por ter sua extração manual em sistema caseiro e de subsistência é praticamente realizado por famílias da população interiorana das regiões onde tem ocorrência desta espécie.

A indústria a fim de tirar proveito também da atividade e desta arvore fez inúmeras tentativas de programar a utilização de maquinas na tarefa de quebrar o fruto. Porem por ter uma casca com uma dureza inigualável, a extração das amêndoas são realizadas tradicionalmente cm um fio de um machado preso pelas pernas da quebradeira, depois de abatido inúmeras vezes com um pedaço de pau o coco se abre chegando às amêndoas.

Este fruto como as outras palmeiras extraídas da região tudo se aproveita, se sua folha faz-se utilitários domésticos, durante a seca estas servem de alimento para as criações. O estipe quando apodrecido serve de adubo para as plantações, e se encontrar em boas condições é usado na marcenaria rustica. Das palmeiras jovens se extrai o palmito e da seiva que fermentada se torna vinho bastante apreciado. A casca do coco bem preparada oferece carvão, fonte de combustível exclusiva de varias regiões do nordeste do Brasil.

Ainda com a implementação das fazendas na região dos babaçuais, esta era uma atividade livre e espontânea, por gerar muitas fontes de renda, mas os fazendeiros estão derrubando e proibindo a coleta. Surgindo a necessidade de se criai unidades de conservação que defendam a espécie e permitem a sobrevivência das famílias que dependem desta atividade.

Este tipo de atividade manual ainda gera renda para muitas famílias amazonenses, porem com a implementação de usinas de beneficiamento com a local esta sendo reduzida. São vendidas castanhas com casca provenientes do beneficiamento do alimento, mas as mais procuradas são as colhidas manualmente das famílias por ter mais qualidade vital para o consumidor.

Nos últimos 30 anos a iniciativa privada juntamente com o governo tem praticado o extrativismo mineral grandes projetos extraem ferro, bauxita, cassiterita, ouro e manganês. Porém muitos rios nas áreas indígenas tem-se praticado a garimpagem, ação clandestina de maior ocorrência na Amazônia, ocasionando a poluição dos rios. O governo tenta combater essas ações, mas elas são grandes e não se conseguem controla-las facilmente.

A exploração da madeira na Amazônia tem ocorrido há mais de 300 anos. Inicialmente a exploração não ocasionava impactos ambientais, pois era explorado um pequeno numero de espécies, transportando as toras pelos rios. Entretanto nos últimos trinta anos a exploração tem se tornado cada vez mais intensiva e predatória. O aumento da intensidade da exploração se deve a abertura de novos caminhos permitindo a redução do custo dos transportes.

A atividade extrativista da madeira na Amazônia independente da finalidade da extração não é um processo típico para os moradores da floresta. O incentivo de grandes empresas por meio de intermediários para esta atividade gera lucro, e mesmo com benefícios muitas delas burlam as concessões obtidas para obter madeiras ilegais.

Os habitantes da floresta que usam desta atividade para gerar renda de sobrevivência usam esta fonte de maneira artesanal nas próprias moradias e nos meios de transporte, os nativos da região que são subornados ou pressionados pelo governo chegam a vender a madeira por altíssimos preços.

Esta pressão foi aumentada de tal maneira que ate os moradores intermediários participam dos esquemas para vender aos intermediários



Diferenciação madeira certificada e madeira ilegal

1. Madeira certificada:

1.1 Planos de manejo de contenha regras da atividade;


1.2 Aprovações do IBAMA ou órgão estadual competente;

1.3 Instituições credenciadas pelo Conselho de Manejo Florestal auditam o processo;

1.4 Na produção as árvores mais velhas caem para a implantação de novas;

1.5 Uma área de um hectare podem ser retiradas de 2 a 3 arvores a um ciclo de 25 a 30 anos;

1.6 O transporte ocorre em veículos credenciados com a lei;

1.7 O produto é acompanhado de um Documento de Origem Florestal e nota fiscal com carimbo comprovando origem, quantidade e respeito com as leis;

1.8 Utilizações de equipamentos de segurança pelos funcionários;

1.9 Madeiras certificadas não se originam com as demais;

1.10 Comprar móveis com selos de madeira certificada o consumidor estimula as praticas legais e éticas assegurando o pagamento de impostos e o respeito pelos trabalhadores locais;

1.11 Se utilizada de forma sustentável à floresta de recupera em um período de 25 a 30 anos significando que ela não perdera sua biodiversidade e funções de regulação do clima;

2. Madeira Ilegal

2.1 Critérios ambientais são desrespeitados;

2.2 As árvores mais valorizadas são retiradas destruindo o seu redor;

2.3 A legislação trabalhista é ignorada tendo mão de obra escrava e infantil;

2.4 A floresta derrubada dá origem a pastagens e plantios agrícolas;

2.5 Madeiras são transportadas de maneira precária;

2.6 A documentação quando existe é fraudada por meio de corrupção de agentes ou dados incorretos;

2.7 A empresa ilegal segue a sonegação fiscal;

2.8 Processamentos da madeira se dão próximas à floresta dificultando a fiscalização;

2.9 Produtos derivados de madeira ilegal chegam a baixo custo ao mercado;

2.10 Quando o consumidor adquiriu produtos de origem ilegal aumenta o desmatamento da floresta deixando-a não sustentável e com a biodiversidade prejudicada;

Diminuição do extrativismo na Amazônia

Durante um período de 20 anos de 1965 a 1985, o Brasil praticou uma politica de ocupação na Amazônia, e da expansão da fronteira agrícola. Abriram-se estradas, distribuiu terras e deu inúmeros incentivos para se instalar fazendas agropecuárias e de empreendimentos madeireiros. Essa politica de destruição da floresta diminuiu e acabou em muitas regiões com a atividade extrativista. Desestruturando assim a atividade em varias regiões, transformando essas áreas de extração em pastagens, os extrativistas se tornaram peões ou pequenos agricultores. Com a força e a motivação dos próprios moradores nativos, eles impuseram suas vidas em favor da floresta e a pressão das instituições nacionais e internacionais ajudou a conscientizar o governo que apartar de 1985 começou a se importar e conscientizar com a conservação das florestas.



Desenvolvimento sustentável e extrativismo amazônico

Devido a Segunda Guerra Mundial, a Amazônia passou a integrar o processo de desenvolvimento nacional. A criação do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia – Inpa (1952), a implantação das agências de desenvolvimento regional como a Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia – Sudam (1966) e a Superintendência da Zona Franca de Manaus – Suframa (1967) passaram a contribuir na execução de projetos voltados para a região. Destacam-se:

a) o Projeto Jari;

b) os projetos agropecuários incentivados pela Sudam;

c) a colonização ao longo da Transamazônica e da Rodovia Cuiabá-Porto Velho;

d) o aproveitamento hidrelétrico de Tucuruí e Balbina;

e) Programa Grande Carajás;

f) exploração de petróleo na Bacia do rio Urucu.

Apesar de projetos serem implantados para a melhora da região, os projetos independentemente do porte causaram impactos ambientais, nos quais provocam destruição da floresta.

No ponto de vista econômico não interessa as riquezas naturais que a floresta proporciona, mas sim o uso alternativo do solo causando aridez, acidez e degradação do solo, uma vez que este é pobre em nutrientes, futuramente poderá ocasionar a desertificação da região.

Para algumas pessoas o interesse econômico dos recursos renováveis e não renováveis que a região pode propiciar é totalmente lucrativo para o desenvolvimento socioeconômico da região, esquecendo-se das consequências que uma atividade mal inspecionada poderá causar futuramente a floresta. Os recursos minerais, por sua vez, são amplamente explorados. As reservas extrativistas constituem-se em uma alternativa interessante para a região, pois estimulam a utilização dos recursos naturais renováveis, conciliando o desenvolvimento social, a conservação e a tradição cultural. Estas reservas, que são protegidas pelo poder público, destinam-se à autosustentação. Trabalham nas reservas populações tradicionalmente extrativistas, com de concessão real de uso das terras. O extrativismo, em particular da borracha, não pode ser visto somente do ponto de vista econômico, já que este sistema desempenha funções sociais gerando empregos e renda. Além da função ambiental, não degradando áreas extensas e possibilitando a fiscalização feita pelos próprios seringueiros. Outros produtos como a madeira, a castanha e outros recursos naturais não madeireiros podem ser trabalhados neste sistema, propiciando melhores condições de vida à população local.

Referências:

http://www.ambientebrasil.com.br

http://www.florestas.am.gov.br/programas_02.php?cod=1171

http://www.ibama.gov.br/resex/textos/h1.htm

Evolução Histórica do Extratvivsmo - Rafael Pínzon Rueda



Amazonia Extrativista - Mary Alegretti

http://ambientes.ambientebrasil.com.br/amazonia/floresta_amazonica/floresta_amazonica_-_localizacao.html

www.mre.gov.br
www.unisantos.br
http://pt.wikipedia.org/wiki/Extrativismo_no_Brasil
www.mundovestibular.com.br/.../Extrativismo/Paacutegina1.html
SOUZA, Marcio. Amazônia e Modernidade. Revista Estudos Avançados, 16 (45), 2002, pág. 35.
http://www.moderna.com.br/moderna/didaticos/em/geografia/projensinogeo/geobrasil/0027
O Portal de Notcias da Globo 10/07/09 - 10h33 - Atualizado em 10/07/09 - 11h14



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