Ácido úrico-pp fundamento



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Exemplo:


Se A/minuto do teste = 0,0335

Atividade ALT em U/L= A teste X 1746

Atividade ALT = 0,0335 X 1746 = 58 U/L
Cálculo do Fator

Fator = VT × 1000

€ × VA × d

VT = volume total do ensaio (1,1mL)

VA = volume da amostra (0,1 mL)

1000= conversão de U/mL para U/L

 = Absortividade milimolar do NADH em 340 nm= 6,3

d= espessura da cubeta, via da luz (1 cm)


Fator= 1,1 × 1000 = 1746

6,3 × 0,1 × 1



C - Técnica de análise com Calibrador Cat. 410 da Gold Analisa

1 – Pipetar na cubeta ou tubo:



Reagente de Trabalho

1000 µL

Amostra ou Calibrador

100 µL

2 – Homogeneizar, inserir a cubeta no porta-cubetas termostatizado a 37°C e acionar o cronômetro.

3 - Após 1 minuto, fazer a leitura da absorbância inicial (A0).

4 - Fazer novas leituras de absorbância, após exatamente 1,2 e 3 minutos.

5 - As diferenças entre as absorbâncias (A/ minuto) devem ser praticamente iguais, indicando a linearidade do método.

6 - Calcular o decréscimo médio de absorbância por minuto do Calibrador e do Teste (A/ minuto médio).

Notas


  1. Utilizar o Calibrador Cat. 410 da Gold Analisa. Ver instruções de Uso e valor tabelado para ALT.

  2. O desempenho do Calibrador pode ser afetado por vários fatores como: erros de reconstituição, de homogeinização, armazenamento incorreto, contaminação da água ou vidraria.

  3. Uma absorbância inicial inferior a 0,800 indica que a amostra tem uma atividade enzimática de ALT alta. Neste caso, diluir a amostra e repetir o ensaio.

Cálculos

Ver linearidade

Como a metodologia obedece a lei de Lambert- Beer, pode-se efetuar os cálculos através do Fator de Calibração (FC).

A/ minuto médio= Variação média da absorbância por minuto.

AC = Atividade de ALT do Calibrador = × U/L (Ver valor na tabela do Calibrador)

AT = Atividade de ALT do Teste em U/L = A/ minuto do Teste × FC

FC = Fator de Calibração = AC ÷ A/ minuto médio do Calibrador

Exemplo

Se A/ minuto médio do Calibrador = 0,076

Se A/ minuto médio do Teste = 0,022

Se AC = 112 U/L (Valor indicado na tabela do Calibrador)

FC = AC + A/ minuto médio do Calibrador = 112 ÷ 0,076 = 1474

AT = Atividade de ALT do Teste = 0,022 × 1474 = 32 U/L


Atenção

• As técnicas apresentadas são adequadas para fotômetros cujo volume mínimo de solução para leitura é igual ou menor que 1000 µL.

• O analista sempre deve fazer uma verificação da necessidade de ajuste do volume para o fotômetro empregado no seu laboratório.

• Os volumes da amostra e de reagente podem ser modificados proporcionalmente,sem alterar o desempenho do teste e os cálculos.

• Em caso de redução dos volumes é necessário observar o volume mínimo de leitura fotométrica.

• Volumes da amostra menores do que 10 µL são críticos em aplicações manuais e devem ser usados com cautela porque aumentam a imprecisão da medição.


RESULTADOS


Unidade convencional (U/L) × 16,7 = Unidade SI (nKat/L)
CONTROLE DA QUALIDADE

Materiais

Identificar os materiais de controle interno e externo da qualidade, citando fabricante e número de catálogo.

Referenciar POP para limpeza e secagem dos materiais utilizados.

Controle Interno

Descrever a calibração periódica de pipetas, equipamentos utilizados, controle de temperatura ambiente e geladeiras para armazenamento dos kits.

Citar a utilização de soros controles (nível normal –código --------- e patológico –código -------) nas análises realizadas juntamente com a freqüência da utilização dos mesmos. Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e reagentes.

Citar POP para controle interno.



Controle Externo

Descrever os procedimentos utilizados nas avaliações de qualidade feitas por programas de comparação entre laboratórios ou outros controles de qualidade: PNCQ-SBAC e/ou PELM-SBPC



Gerenciamento dos Dados Obtidos no Controle Interno e Externo

Definir como os dados de controle são arquivados e gerenciados.

Fazer referência ao manual ou POP de garantia da qualidade.

VALORES DE REFERÊNCIA (37C)


Homens: 11 – 45 U/L

Mulheres: 10 – 37 U/L

Estes valores devem ser usados como uma orientação. É recomendado que cada laboratório estabeleça seus próprios valores de referência.
SIGNIFICADO CLÍNICO

A alanina aminotransferase (ALT) é uma enzima encontrada predominantemente no fígado, em concentração moderada nos rins e em menores quantidades no coração e nos músculos esqueléticos.

Na célula hepática, a ALT localiza-se no citoplasma (90%) e na mitocôndria (10%).

Qualquer lesão (injúria) tissular ou doença afetando o parênquima hepático liberará uma maior quantidade da enzima para a corrente sanguínea, elevando os níveis séricos da ALT.

Em geral, as causas mais comuns de elevação dos valores de ALT no sangue ocorrem por disfunção hepática. Desta maneira, a ALT além de ser sensível é também bastante específica para o diagnóstico de doença hepatocelular.

Convém ressaltar que uma lesão tecidual nos rins, coração e nos músculos esqueléticos também provocam uma maior liberação de ALT para a corrente sanguínea, elevando seus níveis séricos. Assim, diante de um quadro clínico de miosite ou de uma rabdomiólise grave, os valores de ALT podem elevar-se tanto quanto na hepatite virótica aguda.

Na hepatite virótica, na mononucleose infecciosa e na lesão hepatocelular induzida por drogas, o grau e a freqüência da elevação dos níveis de ALT são praticamente os mesmos da AST. Já nos casos de cirrose ativa, hepatopatia alcoólica aguda, congestão hepática passiva, obstrução dos ductos biliares extra-hepáticos e tumor metastático do fígado, os níveis de ALT encontram-se freqüentemente menos elevados do que os da AST.

A relação AST/ALT (Índice DeRitis) tem sido empregada algumas vezes para auxiliar no diagnóstico diferencial das hepatopatias. Na hepatite virótica aguda, a relação AST/ALT é sempre menor que 1, enquanto que nas outras doenças hepatocelulares (cirrose, hepatites crônicas, etc) é sempre  1.


Valores elevados: Os valores elevados de ALT são mais comumente verificados nas seguintes patologias: hepatites, cirrose, necrose hepática, colestase, isquemia hepática, tumor hepático, drogas hepatotóxicas, icterícia obstrutiva, miosite e pancreatite.


LINEARIDADE

A reação é linear até 400 U/L. Para valores maiores, diluir a amostra com solução de NaCL 150 mmol/L(0,85%) e realizar uma nova determinação.

Multiplicar o valor obtido pelo fator de diluição empregado.

LIMITAÇÕES DO MÉTODO

Os resultados deverão ser usados em conjunto com informações disponíveis da avaliação clínica e outros procedimentos diagnósticos.



REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

  1. Bergmeyer HU, Scheibe P, Wahlefeld AW. Clin Chem 1978;24:58.

  2. Burtis CA, Ashwood ER. Tietz Fundamento de Química Clínica, 4a Ed - Guanabara Koogan; 1998.

  3. Gella FJ et al. Clin Chim Acta 1985; 153-241-247.

  4. IFCC methods for the measurement of catalytic concentration of enzymes. J Clin Chem Clin Biochem 1986; 24:481-495.

  5. Karmen A. J Clin Invest 1955;34:131.

  6. Lopes HJJ. Enzimas no Laboratório Clínico-Aplicações Diagnósticas. BH, Analisa Diagnóstica, 1998.

  7. Sociedad Española de Química Clínica, Comité Científico, Comisión de Enzimas. Quim Clim 1987; 6:241-244.

  8. ALT-PP, Instruções de Uso, Gold Analisa Diagnóstica.






Nome

Assinatura

Data

Elaborado por:







___/___/___

Aprovado por:







___/___/___

Implantado por:







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Substitui POP:




Revisado por:







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Revisado por:







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Revisado por:







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Desativado por:







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Razão:






Número

Destino

Cópias







AMILASE

PRINCÍPIO DO TESTE

A amilase hidrolisa o amido liberando moléculas de açúcares e dextrina. Após a adição da solução de iodo ocorre a formação de cor azul com o amido não hidrolisado do substrato.

Nesta técnica, a atividade da amilase da amostra analisada é inversamente proporcional à intensidade de cor azul formada e é calculada em comparação com um controle de substrato.

APLICAÇÃO CLÍNICA

A dosagem da amilase no soro é empregada principalmente para avaliar as seguintes patologias: pancreatite aguda primária, pancreatite crônica recidivante, úlcera péptica perfurada, perfuração de intestino, parotidite (caxumba), cetoacidose diabética, obstrução duodenal, colecistite aguda, gravidez ectópica e insuficiência renal



AMOSTRA

Preparo do Paciente

Colher sangue pela manhã após jejum de 8 horas, salvo orientações médicas.


Amostras utilizadas


Soro, plasma heparinizado e urina.

Urina: Colher a amostra com intervalos determinados de 2 ou até 24 horas.

As amostras de urina devem ser armazenadas entre 2-8°C. Não adicionar preservativo.

Estabilidade e armazenamento da amostra

A enzima no soro ou plasma é estável por um mês entre 2-8°C.

Na urina, a estabilidade é também de um mês, desde que o pH seja ajustado para 7,0.

Volume ideal utilizado para análise

(Definir o volume ideal a ser encaminhado para análise).



Volume mínimo utilizado para análise

(Definir o volume mínimo a ser encaminhado para análise).



Critérios para rejeição da amostra

Não usar amostras com sinais de contaminação bacteriana.

Não usar plasmas com fluoreto, oxalato, citrato e EDTA.

Não usar amostras de soro ou plasma hemolisadas (hemoglobina acima de 10 g/dL).



Fazer referência ao manual ou POP de coleta, separação e distribuição de material.
REAGENTE UTILIZADO

AMILASE CAT. 311 MS 80022230145


GOLD ANALISA DIAGNÓSTICA LTDA

CNPJ – 03.142.794/0001-16

Av. Nossa Senhora de Fátima, 2363

Belo Horizonte – MG – Brasil

Farmacêutico Responsável: José Gilmar Pereira Berto - CRF-MG 13421

Componentes do kit

Conservar em temperatura ambiente (15 a 30ºC).



1 - Substrato: Contém acido benzóico 20 mmol/L e amido solúvel 0,8 g/L.

2 - Tampão: Contém acido benzóico 20 mmol/L; fosfato monobásico de sódio 750 mmol/L e azida sódica 7,7 mmol/L. Tóxico.

Em baixas temperaturas, o Tampão pode apresentar cristalização. Colocá-lo em banho-maria a 37ºC e agitar levemente. A cristalização não interfere na qualidade do reagente.



3 – Iodo Estoque: Contém iodato de potássio 16,7 mmol/L; iodeto de potássio 271 mmol/L; ácido clorídrico 110 mmol/L e fluoreto de sódio 83 mmol/L.
Estabilidade

Os reagentes são estáveis até o vencimento da data de validade impressa no rótulo do produto e na caixa quando conservados bem vedados na temperatura recomendada. Evitar a contaminação durante o uso.



Preparo da Solução de Uso de Iodo

Transferir quantitativamente o conteúdo da ampola do Reagente R3 – Iodo Estoque para um frasco âmbar. Adicionar 45 ml de água destilada ou deionizada. Homogeneizar bem e manter o frasco sempre bem vedado. Estável 12 meses entre 2-8ºC. O frasco deve ser aberto estritamente o indispensável e para evitar perdas de iodo, mantê-lo sempre bem vedado.



CUIDADOS E PRECAUÇÕES ESPECIAIS

  1. O kit destina-se somente para uso diagnóstico in vitro.

  2. Aplicar os cuidados habituais de segurança na manipulação dos reagentes e amostra biológica.

  3. Recomendamos o uso das Boas Práticas em Laboratório Clínico para a execução do teste.

  4. O Tampão (2) contém azida sódica como conservante. Evitar contato os olhos e mucosas. Não aspirar ou ingerir. Tóxico.

  5. De acordo com as instruções de biossegurança, todas as amostras devem ser manuseadas como materiais potencialmente infectantes.

  6. Descartar os reagentes e as amostras de acordo com as resoluções normativas locais, estaduais e federais de preservação do meio ambiente.

  7. Recomendamos o uso de equipamentos de proteção individual (EPI) como avental, óculos de segurança, luvas descartáveis e outros que se fizerem necessários para a realização do teste.

  8. Não deve ser utilizada a boca para pipetagem de reagentes, amostra ou qualquer outra substância.

9- Em caso de acidentes tomar as medidas cabíveis de primeiros socorros.

  1. A observação rigorosa da temperatura, do tempo de incubação, da pipetagem, da estabilidade dos reagentes e da limpeza da vidraria é de extrema importância para se obter resultados exatos e precisos.

Atenção: Saliva e suor contêm amilase. Para evitar possível contaminação não pipetar com a boca, não soprar pipetas e evitar o contato do reagente e pipetas com a pele.

EQUIPAMENTOS


Procedimento Técnico Manual

  • Banho-Maria a 37ºC

  • Espectrofotômetro para leituras em 660 nm

  • Pipetas automáticas

  • Cronômetro


Procedimento Técnico Automatizado

Citar nome, modelo e o local onde se encontra o equipamento; Fazer referência ao manual ou POP para utilização do mesmo.


Procedimento Técnico Alternativo

Citar o equipamento alternativo e os procedimentos para medição dos ensaios. Indicar as possíveis diferenças quando os procedimentos manuais substituírem os procedimentos automatizados.



PROCEDIMENTO

Procedimento Manual

Atenção

  1. O nível de água do banho-maria deve ser superior ao dos reagentes nos tubos.

2- Os tempos e a temperatura devem ser controlados rigorosamente.


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