Ácido úrico-pp fundamento



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RESULTADOS


Fator de Conversão de Unidades

Unidade convencional (g/dL) × 144,9 = Unidade SI (µmol/L).


CONTROLE DA QUALIDADE

Materiais

Identificar os materiais de controle interno e externo da qualidade, citando fabricante e número de catálogo.

Referenciar POP para limpeza e secagem dos materiais utilizados.

Controle Interno

Descrever a calibração periódica de pipetas, equipamentos utilizados, controle de temperatura ambiente e geladeiras para armazenamento dos kits.

Citar a utilização de soros controles (nível normal –código --------- e patológico –código -------) nas análises realizadas juntamente com a freqüência da utilização dos mesmos. Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e reagentes.

Controle Externo

Descrever os procedimentos utilizados nas avaliações de qualidade feitas por programas de comparação entre laboratórios ou outros controles de qualidade: PNCQ-SBAC e/ou PELM-SBPC



Gerenciamento dos dados obtidos no Controle Interno e Externo

Definir como os dados de controle são arquivados e gerenciados.

Fazer referência ao manual ou POP de garantia da qualidade.

VALORES DE REFERÊNCIA


Adultos; 3,5 a 5,5 g/dL

Crianças e adolescentes

De 1 a 30 dias

2,6 a 4,3

De 31 a 182 dias

2,8 a 4,6

De 183 a 365 dias

2,8 a 4,8

De 1 a 18 anos

2,9 a 4,7

Estes valores devem ser usados como uma orientação. É recomendado que cada laboratório estabeleça seus próprios valores de referência.

SIGNIFICADO CLÍNICO

A albumina, principal componente protéico de um soro humano normal, é uma proteína globular produzida pelo fígado.

Ela tem diversas funções importantes, como:


  • Transporte de moléculas hidrofóbicas como a bilirrubina e os ácidos graxos. Isto é possível devido à zona hidrofóbica que existe em sua estrutura, sendo essa propriedade utilizada para dosar a albumina pelo método apresentado.

  • Nutrição

  • Manutenção da pressão osmótica sanguínea.

Variações nos níveis séricos de albumina não são específicos já que podem ser devido a um grande número de alterações, no entanto é útil para monitorar o estado do paciente.

Havendo lesão hepática ou renal teremos distúrbios que podem ser resumidos em:



  • Hipoalbuminemia: que ocorre nas doenças hepáticas crônicas (cirrose), na síndrome nefrótica e casos de desnutrição grave. Essa redução está relacionada com a diminuição da síntese hepática ou perda excessiva renal, levando a uma diminuição da pressão coloidosmótica do plasma, provocando um aumento de reabsorção de sódio e água e conseqüentemente causando edema, icterícia e anemia dilucional.

Outras causas de diminuição da albumina no sangue são: infecções prolongadas, queimaduras graves e após hemorragia grave.

  • Hiperalbuminemia: Os aumentos anormais de albumina no sangue são raramente observados, exceto, na presença de desidratação ou choque, onde ocorre uma perda excessiva de água causando uma hemoconcentração.

LINEARIDADE

A reação é linear até 6,0 g/dL. Para valores maiores, diluir a amostra com solução de NaCL 150 mmol/L (0,85%) e realizar uma nova determinação. Multiplicar o valor obtido pelo fator de diluição empregado.



LIMITAÇÕES DO MÉTODO

Os resultados deverão ser usados em conjunto com informações disponíveis da avaliação clínica e outros procedimentos diagnósticos.



REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

  1. Basques JCA, Cabral GL, Cruz RS. Com II Congr Bras Anal Clin. Janeiro, 1972.

  2. Burtis CA, Ashwood ER. Tietz Fundamento de Química Clínica, 4a Ed - Guanabara Koogan; 1998.

  3. Doumas B T et al. Clin Chim Acta 1971; 31 : 87-96.

  4. Inmetro – Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação, Qualitymark eds, Rio de Janeiro, 1997.

  5. Kaplan A, Szabo LL, Opheim KE. Clinical Chemistry: Interpretation and Techniques. Philadelphia, Lea & Febiger, 1988:149-162.

  6. Mendes MQ, Lopes HJJ. Atualização em Bioquímica Clínica: Técnicas - Fundamento - Interpretação de Resultados. Belo Horizonte: MAI Ed., 1973:123-125.

  7. Motta VT. Bioquímica Clínica: Métodos e Interpretações. Porto Alegre: Ed. Médica Missau, 1989:104-109.

  8. Nogueira DM, Strufaldi B, Hirata MH, et al. Métodos de Bioquímica Clínica: Técnica e Interpretação. São Paulo: Pancast Editora, 1990:255-258.

  9. Peters T, Biamont GT, Doumas BT. Albumin in serum. Em Faulkner WR. Meites S, eds. Selected Methods of Clinical Chemistry, Volume 9, Washington: AACC Press, 1982:319.

  10. Albumina-PP, Instruções de Uso, Gold Analisa Diagnóstica.






Nome

Assinatura

Data

Elaborado por:







___/___/___

Aprovado por:







___/___/___

Implantado por:







___/___/___

Substitui POP:




Revisado por:







___/___/___

Revisado por:







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Revisado por:







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Desativado por:







___/___/___

Razão:






Número

Destino

Cópias









ALT-PP

FUNDAMENTO

A ALT catalisa a transferência do grupo amina da alanina para o cetoglutarato com formação de glutamato e piruvato. O piruvato é reduzido a lactato por ação da lactato e desidrogenase (LDH), enquanto que a coenzima NADH é oxidada a NAD+. A atividade enzimática da ALT na amostra é calculada com base na redução da absorbância em 340 nm, quando o NADH se transforma em NAD+.







APLICAÇÃO CLÍNICA

A dosagem da Alanina Aminotransferase (ALT ou GPT) no soro é empregada principalmente para avaliar as hepatopatias. Valores altos são encontrados em: hepatite infecciosa e tóxica, cirrose, pancreatite, icterícia obstrutiva, carcinoma hepático, icterícia biliar.



AMOSTRA

Preparo do Paciente

Colher sangue pela manhã após jejum de 8 horas, salvo orientações médicas.



Amostras utilizadas

Soro ou Plasma (EDTA ou Heparina).



Estabilidade e armazenamento da amostra

O analito é estável por 4 dias entre 2 e 8C.



Volume ideal utilizado para análise

(Definir o volume ideal a ser encaminhado para análise).



Volume mínimo utilizado para análise

(Definir o volume mínimo a ser encaminhado para análise).



Critérios para rejeição da amostra

Não utilizar amostras hemolisadas.



Fazer referência ao manual ou POP de coleta, separação e distribuição de material.
REAGENTE UTILIZADO

ALT PP CAT. 422 MS 80022230086


GOLD ANALISA DIAGNÓSTICA LTDA

CNPJ – 03.142.794/0001-16

Av. Nossa Senhora de Fátima, 2363

Belo Horizonte – MG – Brasil

Farmacêutico Responsável: José Gilmar Pereira Berto - CRF-MG 13421

Componentes do kit

Conservar entre 2-8C



1. Tampão - Contém tampão Tris 150 mmol/L, L-alanina 750 mmol/L, LDH  2300 U/L e azida sódica 14,6 mmol/L.

2. Coenzima - Contém 2-cetoglutarato 75 mmol/L e NADH 1,3 mmol/L e azida sódica 14,6 mmol/L.

Estabilidade

Os reagentes são estáveis até o vencimento da data de validade impressa no rótulo do produto e na caixa quando conservados na temperatura recomendada, bem vedados e se evite a contaminação durante o uso.



Sinais de Deterioração dos Reagentes

  1. Presença de partículas e turbidez indicam deterioração dos reagentes.

  2. A absorbância do Reagente de Trabalho lida contra água em 340 nm deverá ser superior a 1,0 durante toda a sua utilização ou até a expiração da data de validade do mesmo.

Precauções e Cuidados Especiais

  1. Aplicar os cuidados habituais de segurança na manipulação dos reagentes e amostra biológica.

  2. Recomendamos o uso das Boas Práticas de Laboratórios Clínicos para a execução do teste.

  3. De acordo com as instruções de biossegurança, todas as amostras devem ser manuseadas como materiais potencialmente infectantes.

  4. Os reagentes contem azida sódica como conservante. Evitar contato com os olhos, pele e mucosa. Não aspirar ou ingerir.

  5. Descartar os reagentes e as amostras de acordo com as resoluções normativas locais, estaduais e federais de preservação do meio ambiente.


EQUIPAMENTOS


Procedimento Técnico Manual

• Espectrofotômetro UV com cubeta termostatizada;

Tubos e Pipetas;

• Cronômetro.


Procedimento Técnico Automatizado

Citar nome, modelo e o local onde se encontra o equipamento; Fazer referência ao manual ou POP para utilização do mesmo.


Procedimento Técnico Alternativo

Citar o equipamento alternativo e os procedimentos para medição dos ensaios. Indicar as possíveis diferenças quando os procedimentos manuais substituírem os procedimentos automatizados.


Procedimento em Analisadores Automáticos

Mencionar o manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático.


Influências Pré-Analíticas

A atividade enzimática da ALT em mulheres da todas as idades é sempre mais baixa do que as dos homens.

A atividade enzimática da ALT é elevada após a realização de exercícios físicos.

O uso de esteroides anabólicos, clorotiazida, cloranfenicol, uso prolongado de aspirina, gentamicina e algumas outras drogas podem elevar a atividade da ALT.


Interferências


A bilirrubina até 19 mg/dL, lipemia (triglicérides até 650 mg/dL) e hemólise (hemoglobina até 180 mg/dL) não produzem interferências significativas.

Amostras fortemente lipêmicas e ictéricas apresentam absorbância elevada em 340 nm.

Quando a atividade enzimática nessas amostras estiver muito aumentada, pode ocorrer consumo muito rápido do substrato sem ocorrer uma diminuição significativa da absorbância.

Portanto, quando obtiver valores baixos de ALT nessas amostras, repetir a dosagem diluindo o soro com solução de NaCL 150 mmol/L (0,85%).


Preparo do Reagente de Trabalho

De acordo com o consumo, misturar suavemente os reagentes 1 e 2 na seguinte proporção: 4 mL de tampão (1) mais 1 mL de Coenzima (2). O Reagente de Trabalho é estável por 14 dias entre 2-8 C.

PROCEDIMENTO

Procedimento Manual

A- Condições de Reação

Leitura: Comprimento de onda 340 nm

Temperatura: 37°C

Tipo de reação: Cinética contínua decrescente.


B-Técnica de Análise sem Calibrador

1 – Pipetar na cubeta ou tubo:



Reagente de Trabalho

1000 L

Amostra

100 L

2 - Homogeneizar e inserir a cubeta no porta-cubetas termostatizado a 37ºC e acionar o cronômetro.

3 - Após 1 minuto, fazer a leitura da absorbância inicial (A0).

4 - Fazer novas leituras de absorbância, após exatamente 1, 2 e 3 minutos.

5 - As diferenças entre as absorbâncias devem ser praticamente iguais, indicando a linearidade do método.

6 - Calcular o decréscimo de absorbância médio por minuto (A/minuto médio).

Atenção

Uma absorbância inicial inferior a 0,800 indica que a amostra tem uma atividade enzimática alta. Neste caso, diluir a amostra e repetir o ensaio.



CÁLCULOS

Ver Linearidade.

Considerando que o coeficiente de absorção milimolar do NADH em 340 nm é 6,3, deduz-se a seguinte fórmula para calcular a concentração catalítica :

U/L de ALT (GPT) em 340 nm = A/min x 1746

Onde: A A/min = Variação média da absorbância por minuto

O fator 1746 é calculado com base nas condições da reação cinética contínua. Esse fator deve ser recalculado sempre que se fizer qualquer modificação nos parâmetros da reação. Ver método para cálculo do fator:




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