Ácido úrico-pp fundamento



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RESULTADOS

Unidade de Medida


UI/mL

CONTROLE DA QUALIDADE

Materiais

Identificar os materiais de controle interno e externo da qualidade, citando fabricante e número de catálogo.

Referenciar POP para limpeza e secagem dos materiais utilizados.

Controle Interno

Descrever a calibração periódica de pipetas, equipamentos utilizados, controle de temperatura ambiente e geladeiras para armazenamento dos kits.

Citar a utilização de soros controles (nível normal –código --------- e patológico –código -------) nas análises realizadas juntamente com a freqüência da utilização dos mesmos. Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e reagentes.

Citar POP para controle interno.



Controle Externo

Descrever os procedimentos utilizados nas avaliações de qualidade feitas por programas de comparação entre laboratórios ou outros controles de qualidade : PNCQ-SBAC e/ou PELM-SBPC



Gerenciamento dos dados obtidos no Controle Interno e Externo

Definir como os dados de controle são arquivados e gerenciados.

Fazer referência ao manual ou POP de garantia da qualidade.

VALORES DE REFERÊNCIA


Adultos: menor que 200 UI/mL

Crianças: menor que 150 UI/mL

Estes valores devem ser usados como uma orientação. É recomendado que cada laboratório estabeleça seus próprios valores de referência.


SIGNIFICADO CLÍNICO

O grupo bacteriano dos Streptococcus excreta diversas toxinas imunogenéticas e enzimas. Os estreptococcus do grupo A são encontrados muitas vezes em infecções da parte superior do trato respiratório, assim como em infecções cutâneas superficiais. Essas enfermidades podem evoluir para complicações mais sérias como febre reumática aguda ou glomerulonefrite aguda. Este tipo de complicação não é facilmente detectável em hemocultura, uma vez que as bactérias podem já terem sido eliminadas do soro quando aparecem os primeiros sintomas.

Na prática comum, um ensaio para a detecção de anticorpos presentes no soro é a melhor escolha já que permanecem no soro mesmo após o término da infecção. Dentre todas as exoenzimas liberadas, a estreptolisina O, a desoxirribonuclease B e a estreptoquinase são as mais facilmente detectáveis.

Quando se produz a infecção, o organismo reage produzindo anticorpos contra a Estreptolisina O (AEO) que podem ser detectados no soro. O nível destes anticorpos varia seguindo a evolução da doença, com o que sua quantificação em soro é importante tanto para avaliar a terapia como para detectar precocemente possíveis complicações da enfermidade.

LINEARIDADE

A reação é linear até 800 UI/mL. Para valores maiores diluir a amostra a 1/5 com água deionizada e repetir a medição. Multiplicar o resultado final por 5.

LIMITAÇÕES DO MÉTODO

Os resultados deverão ser usados em conjunto com informações disponíveis da avaliação clínica e outros procedimentos diagnósticos.


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

1- Bisno AL. Group A streptococcal infections and acute rheumafever. N Engl J Med 325:783-793, 1991.

2- Borque L, Rus A, Dubois H. Automated determination of streptolisin O antibodies by turbidimetric latex immunoassay method. J Clin Immunoassay 15: 182-186, 1992.

3- Young DS. Effects of drugs on clinical laboratry tests, 3th ed. AACC Press, 1997.

4- Informe Técnico do Produto


  1. AEO-TURBIDIMETRIA, Instruções de Uso, Gold Analisa Diagnóstica




Nome

Assinatura

Data

Elaborado por:







___/___/___

Aprovado por:







___/___/___

Implantado por:







___/___/___

Substitui POP:




Revisado por:







___/___/___

Revisado por:







___/___/___

Revisado por:







___/___/___

Desativado por:







___/___/___

Razão:






Número

Destino

Cópias







ALBUMINA-PP

FUNDAMENTO

A albumina presente na amostra reage com o verde de bromocresol em meio ácido, formando um complexo colorido que é quantificado espectrofotometricamente. A absorbância do complexo formado, medida entre 600 e 640 nm, é diretamente proporcional á concentração da albumina na amostra analisada.



APLICAÇÃO CLÍNICA

A dosagem de Albumina no soro é muito empregada para avaliar o estado nutricional da pessoa e também para acompanhar doenças renais com proteinúria, enfermidades hepáticas avançadas e casos de desidratação.



AMOSTRA

Preparo do Paciente

Colher sangue pela manhã após jejum 8 horas, salvo orientações médicas.



Amostras utilizadas

Soro. Não usar plasma.



Estabilidade e armazenamento da amostra

No soro, o analito é estável por 3 dias entre 2-8 ºC.



Volume ideal utilizado para análise

(Definir o volume ideal a ser encaminhado para análise).



Volume mínimo utilizado para análise

(Definir o volume mínimo a ser encaminhado para análise).



Critérios para rejeição da amostra

Não usar plasma.



Fazer referência ao manual ou POP de coleta, separação e distribuição de material.
REAGENTE UTILIZADO

ALBUMINA PP CAT. 419 MS 80022230077


GOLD ANALISA DIAGNÓSTICA LTDA

CNPJ – 03.142.794/0001-16

Av. Nossa Senhora de Fátima, 2363

Belo Horizonte – MG – Brasil

Farmacêutico Responsável: José Gilmar Pereira Berto - CRF-MG 13421

Componentes do kit

Conservar entre 2-8C.



1. Padrão – Contém 3,8 g/dL de albumina bovina e azida sódica 15,4 mmol/L. Armazenar bem vedado para evitar evaporação.

O Padrão é rastreável ao Material de Referência Certificado CRM (BCR) 470 do Institute for Reference Materials and Mesurements/International Federation of Clinical Chemistry IRMM/IFCC.



2. Reagente de Cor - Contém tampão 60 mmol/L, verde de bromocresol 0,3 mmol/L e Brij- 35 6 mmol/L.
Estabilidade

Os reagentes são estáveis até o vencimento da data de validade impressa no rótulo e na caixa quando conservados na temperatura recomendada, bem vedados e se evite a contaminação durante o uso.


Sinais de Deterioração dos Reagentes

  1. Presença de partículas e turbidez indicam deterioração dos reagentes.

  2. A absorbância do Reagente de Cor (2), lida contra água em 630 nm, deverá ser inferior a 0,300 durante toda a sua utilização ou até a expiração da data de validade do mesmo.


Precauções e Cuidados Especiais

  1. Aplicar os cuidados habituais de segurança na manipulação dos reagentes e amostra biológica.

  2. Recomendamos o uso das Boas Práticas de Laboratórios Clínicos para a execução do teste.

  3. De acordo com as instruções de biossegurança, todas as amostras devem ser manuseadas como materiais potencialmente infectantes.

  4. Recomendamos o uso de equipamentos de proteção individual (EPI) como avental, óculos de segurança, luvas descartáveis e outros que se fizerem necessários para a realização do teste.

  5. O Padrão contém azida sódica como conservante. Evitar contato com os olhos, pele e mucosa. Não aspirar ou ingerir.

  6. Não pipetar diretamente do frasco do Reagente de Cor (2), para evitar contaminação.

  7. Descartar os reagentes e as amostras de acordo com as resoluções normativas locais, estaduais e federais de preservação do meio ambiente.


EQUIPAMENTOS


Procedimento Técnico Manual

  • Espectrofotômetro (leitura entre 600 a 640 nm);

  • Tubos e Pipetas;

  • Cronômetro.


Procedimento Técnico Automatizado

Citar nome, modelo e o local onde se encontra o equipamento; Fazer referência ao manual ou POP para utilização do mesmo.


Procedimento Técnico Alternativo

Citar o equipamento alternativo e os procedimentos para medição dos ensaios. Indicar as possíveis diferenças quando os procedimentos manuais substituírem os procedimentos automatizados.


Procedimento em Analisadores Automáticos

Mencionar o manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático.



Influências Pré-Analíticas

Em pacientes com depressão e em pessoas obesas, o valor de albumina tende a ser mais baixo.

O uso de torniquete por mais de 3 minutos provoca aumento no valor da albumina.

Interferências


A hemólise (hemoglobina até 180 mg/dL), a bilirrubina até 38 mg/dL e a lipemia (triglicérides até 250 mg/dL) não produzem interferências significativas.

Amostras com valores de triglicérides acima de 250 mg/dL produzem interferências positivas que podem ser minimizadas com emprego do Branco da amostra.



Atenção

Para minimizar a ação de interferências fotométricas na dosagem, utilizar o Branco de Amostra.



Branco de Amostra

Misturar 10 µL do soro com 1000 µL de solução de NaCL 150 mmol/L (0,85%). Medir a absorbância da mistura em 630nm, acertando o zero de absorbância com água deionizada ou destilada. Subtrair a absorbância obtida do Branco de Amostra da absorbância do Teste e calcular o resultado final.



PROCEDIMENTO

Procedimento Manual

A-Condições de Reação

Leitura: Comprimento de onda 630 nm (600 a 640 nm)

Temperatura: ambiente (15-30°C)

Medida: Contra o tubo Branco

Tipo de Reação: Ponto final
B-Técnica de Análise

1- Identificar 3 tubos de ensaio com "Branco", "Teste" e "Padrão" e proceder:



Tubos

Branco

Teste

Padrão

Padrão (1)





10 L

Amostra



10 L



Reagente de Cor (2)

1000 L

1000 L

1000 L

2-Misturar e deixar os tubos durante 2 minutos á temperatura ambiente.

3-Ler a absorbância do Padrão (Ap) e do Teste (At), zerando o aparelho com o Branco em 630 nm ou filtro vermelho (600 a 640 nm).

A cor é estável por 10 minutos.


CÁLCULOS

Ver Linearidade.

Como a metodologia obedece a Lei de Lambert-Beer, pode-se efetuar os cálculos através do Fator de Calibração (FC).

Concentração do Padrão = Cp

Concentração do Teste = Ct

Absorbância do Padrão = Ap

Absorbância do Teste = At


FC = Cp



Ap



Exemplo:
Cp = 3,8 g/dL Ap = 0,320 At = 0,420


FC = 3,8 = 11,87

0,320

Ct = FC x At = 11,87 x 0,420 = 5,0 g/dL



Atenção

• Esta Técnica de dosagem é adequada para fotômetros cujo volume mínimo de solução para a leitura é igual ou menor do que 1000 µL.

• O analista sempre deve fazer uma verificação da necessidade de ajuste do volume para fotômetro empregado no seu laboratório.

• Os volumes de amostra e de reagente podem ser modificados proporcionalmente, sem alterar o desempenho do teste e os cálculos. Em caso de redução dos volumes é necessário observar o volume mínimo de leitura fotométrica.

• Volumes da amostra menores do que 10 µL são críticos em aplicações manuais e devem ser usados com cautela porque aumentam a imprecisão da medição.



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