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MEMÓRIAS DO ORATÓRIO

DE SÃO FRANCISCO DE SALES

de 1815 a 1855


PÁGINA BRANCA
São João Bosco
MEMÓRIAS

DO ORATÓRIO

DE SÃO FRANCISCO

DE SALES
de 1815 a 1855
Tradução: Fausto Santa Catarina



Edição crítica aos cuidados de Antônio da Silva Ferreira

Editora Salesiana
1982 © Editora Salesiana
Título original: Memorie dell’Oratorio di San Francesco di Sales dal 1815 al 1855. Roma, Editrice SDB, 1979.

Direção geral: Ailton A. dos Santos

Direção administrativa: Essetino Andreazza

Coordenação editorial: Dimas A. Künsch

Assistentes: J. Augusto Nascimento

João Luis Fedel Gonçalves

Bianca Fincati

Revisão: Cristina Kapor

Projeto gráfico: Gledson Zifssak

Editoração eletrônica e capa: Luciene Cardoso

Secretaria editorial: Márcia de Moraes
Impressão e acabamento: Escolas Profissionais Salesianas

FICHA CATALOGRÁFICA

1ª Edição: 1982

2ª Edição: 1999

3ª Edição: 2005

Todos os direitos reservados:
EDITORA SALESIANA

Rua Dom Bosco, 441 - Mooca

03105-020 São Paulo - SP

Fone: (11) 3277-3211 - Fax: (11) 3209-4084

vendaslivros@editorasalesiana.com.br

www.editorasalesiana.com.br


Como se chegou à presente edição

O manuscrito de Dom Bosco sobre as Memórias do Oratório foi publicado pela primeira vez pelo padre Eugenio Ceria. Ele já trabalhara na publicação de vários volumes das Memórias biográficas de Dom Bosco. Professor de literatura, o padre Ceria trouxe à luz um bom texto, embora cá e lá, cremos por razões literárias, se afastasse em alguns detalhes do texto original. Essa publicação foi feita em italiano: San Giovanni Bosco, Memorie dell’Oratorio di San Francesco di Sales dal 1815 al 1855 (Turim, Milão, Gênova, Parma, Roma, Catania, SEI [1946]). Foi traduzida para o francês, o espanhol, o português e o inglês. Do texto do padre Ceria se fez depois uma segunda edição em 1986.


Desejando o Instituto Histórico Salesiano de Roma publicar, em edição crítica, os diversos escritos pedagógicos de Dom Bosco, Antônio da Silva Ferreira assumiu o encargo de cuidar da edição crítica do manuscrito de Dom Bosco sobre as Memórias do Oratório. Nessa edição, além do texto cuidadosamente igual ao original, colocaram-se também as notas críticas, isto é, as correções e variações que o mesmo Dom Bosco introduziu no texto. Completaram a edição as notas de rodapé, com tipos diversos de material:


  • indicação de outros textos que ajudam a fazer conhecer melhor o conteúdo do manuscrito de Dom Bosco, o momento histórico em que Dom Bosco redigiu as Memórias do Oratório, ou o seu provável estado de alma no momento em que escrevia. Exemplo são as notas que se referem à polêmica de dom Gastaldi, arcebispo de Turim, contra o Colégio Eclesiástico, onde Dom Bosco estudara;






Quando os nomes indicados por Dom Bosco não correspondem à realidade das pessoas, com base em fontes seguras indicamos na nota quer a biografia da pessoa indicada por Dom Bosco, quer a daquela pessoa a que se deveria referir o texto. Exemplo disso é a confusão entre Pedro Roppolo del Cappello e o Moncalvo. Quando não se têm fontes seguras, preferimos não intervir em nota, como no caso do padre Bini, da Companhia de Jesus.


Queremos enfim salientar que o trabalho das notas de rodapé foi feito a muitas mãos. Cerca de trinta párocos, muitos arquivistas e pessoas dedicadas ao estudo da história de sua terra natal colaboraram com boa vontade e seriedade na busca de dados. Foram cinco anos de trabalho intenso e minuciosa pesquisa.
Resultado de todo esse levantamento foi o livro Giovanni Bosco, Memorie dell’Oratorio di S. Francesco di Sales dal 1815 al 1855. Introduzione, note e texto critico a cura di Antonio da Silva Ferreira. Roma, LAS [1991].
Publicada a edição crítica, receberam-se alguns poucos pedidos de retificação de notas e sugestões de novos dados. Das notas críticas, desejava-se conservar apenas as que tinham um especial significado, como aquela de ganhar os jovens, no sonho dos 9 anos. Tudo foi realizado em Giovanni Bosco, Memorie dell’Oratorio di S. Francesco di Sales dal 1815 al 1855. Introduzione e note di Antonio da Silva Ferreira. Roma, LAS [1992].
No Brasil, tínhamos já uma excelente tradução da edição de Ceria, feita pelo padre Fausto Santa Catarina. A presente edição retoma essa tradução. Faz com que ela reproduza fielmente o texto do manuscrito de Dom Bosco. Aproveita as notas de rodapé da edição italiana de 1992 e uma ou outra nota das anteriores edições brasileiras. As notas no decorrer do texto são do manuscrito de Dom Bosco e conservam a numeração dada pelo Santo. As notas de rodapé têm numeração progressiva.

Nas questões controvertidas e ainda não suficientemente esclarecidas, prefere-se deixar a resposta em suspenso, como no caso da identidade do judeu Jonas. Deseja-se assim oferecer aos leitores não apenas um conhecimento mais aprofundado da vida e da prática pedagógica de Dom Bosco, mas também um instrumento válido para futuros trabalhos científicos sobre o argumento.



O Editor


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