CelebraçÃo com os professores



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Encontro29.05.2017
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CELEBRAÇÃO COM OS PROFESSORES.
“FELIZ AQUELE QUE SE COMPRAZ NO SERVIÇO DO SENHOR” (Sl 1,2).
Dirigente . - Queremos dar as boas-vindas a todos. Esperamos que todos tirem proveito deste encontro e descubram algo mais na caminhada do Ensino Religioso.

CANTO (opcional).

Leitor 1. Um lavrador plantou a semente em sua roça. Uma parte ele não enterrou. Vieram os pássaros e as comeram. Outra parte ele plantou na beira da estrada, passaram os carros, gado, trator, pisaram-na e ela não cresceu. Outra parte ele a plantou no terreno sujo: a semente cresceu junto com o mato e também não produziu. Só cresceu e produziu fruto a que foi plantada em terreno bom.

Leitor 2 – Mas seus amigos não entenderam a história. Jesus assim explicou:

Leitor 3 – O lavrador sou eu. A semente é a minha palavra. O terreno são vocês. A semente que não foi bem enterrada e aquela da beira da estrada são aqueles que ouviram a Palavra de Deus e não deram importância. A semente que caiu no meio do mato são aquelas que receberam a Palavra de Deus, mas não arrancaram os seus vícios do coração. E assim, matam a Palavra. A semente que caiu na terra boa são aqueles que ouvem a Palavra de Deus com atenção e a põem em prática.

Todos – A semente lançada em nossas vidas muitas vezes soa com um desafio, diante da realidade que vivemos. É preciso ser forte, ter coragem e sobretudo fé para aderir à revolução iniciada por Jesus. Revolução que exige conversão total da mentalidade dos homens de hoje.

Dirigente - O Ensino Religioso precisa ser libertador. O professor libertador precisa transformar esse mundo de “violência Institucionalizada” (Puebla 1259), violência subversiva e progressiva, em lugar, em ambiente de Justiça e de fraternidade. A maior revolução é a do amor, do direito e da justiça.

Dirigente – Momento de perdão pelas vezes que na Educação alienamos ainda mais o povo. Quando a semente da Palavra de Deus não encontrou ambiente para brotar e crescer. Quando esta semente não me levou a um engajamento.

Leitor 1 – Para que o Ensino Religioso possa ajudar na libertação dos homens é preciso que ele ajude a acabar com muitos mitos. Acabar com o endeusamento de coisas e de pessoas.

Leitor 2 – É preciso acabar com os mitos políticos. Aparecem certas pessoas que por sua maneira de falar, por usarem muita demagogia, acabam sendo escolhidas e não assumem o compromisso com o povo. E na Educação a história se repete.

Leitor 3 - Acabar com o mito, o endeusamento. Como Jesus, autoridade é quem serve. A autoridade que quer ser elogiada, honrada acaba sendo um mito. E é exatamente aqui que começa a alienação e escravidão da pessoa.

TODOS – O Evangelho é a mensagem que liberta o homem. Daí vem o nosso compromisso com os outros.

Leitor 1 – Acabar com os mitos da tradição. A tradição tem seu aspecto positivo. No entanto, agarrar-se a ela é escravizar-se. Conservar os “mitos” do passado é negar a vocação que o homem tem de liberdade, de sair da escravidão, da opressão. Quando Israel voltava à tradição, à saudade dos melões, das cebolas, das paneladas de carne que tinham deixado no Egito, eles queriam voltar à escravidão, aos ídolos ilusórios que prometiam mundos e fundos para alienar o povo de seus problemas concretos.

TODOS – A tradição deixa de ser um “mito” quando se torna um motor que conduz, ou uma força que conduz para o futuro, para a Terra Prometida.

Leitor 2 – Acabar com os Mitos morais. Acabar com o endeusamento do sexo, endeusamento da mulher, para vender qualquer produto, a propaganda usa a mulher como uma deusa, uma paixão, tornando-se escrava da propaganda e da sociedade. Acabar com o mito do machismo. Ninguém é mais do que os outros – Atribuir ao sexo, à mulher e ao homem mais que é em si é endeusa-lo, é atribuir valores superiores e impróprios. É escravizar.

Leitor 3 – Acabar com os mitos religiosos. O povo sofredor agarra-se em poderes supersticiosos para fugir um pouco de seus tormentos, da vida desgraçada, da fome e da miséria. Os mitos ou deuses falsos prometem liberdades que o homem aqui na terra não pode conseguir. Toda religião, e conseqüentemente o Ensino Religioso que não compromete para mudanças de vida e de atitudes é um mito, um endeusamento dos ritos, cerimônias e orações.

TODOS – A verdadeira religião, o verdadeiro Ensino Religioso compromete a pessoa no concreto, na justiça, na fraternidade, na missão própria de cada um, na sua retidão e no amor às pessoas.

PAUSA PARA REFLEXÃO


  • Quais são os mitos que a Educação cultiva?

  • Como fazemos para destruir os mitos?

Leitor 1Ser educador aderindo, é ser libertador. É ser um sinal de contradição dentro do mundo em que vivemos. E isto nem sempre é fácil, mas do lado está Cristo para dizer: “Coragem meu filhos” (Mt, 9,23). “Tem confiança minha filha.”

CANTO FINAL OPCIONAL.

Luiz Antonio Burim (Técnico Pedagógico – NRE de Apucarana – Ensino Religioso).



SUGESTÕES DE ATIVIDADES EM CLASSE A PARTIR DE VÍDIOS. NÚCLEO REGIONAL DE EDUCAÇÃO – APUCARANA – Pr.
*O presente Material foi elaborado pelo Professor Luiz Antonio Burim, baseando-se nas sugestões do Educador Claudino G. Ortigara e da Profª Irai Pimentel.

O contato freqüente com livros familiariza a criança com a escrita. Quando uma a criança lê sentindo prazer, descobrindo a mágica dos livros, some a repulsa pela leitura. Levar a ler pelo prazer de ler, por achar gostoso, por descobrir um mundo de coisas novas é uma das tarefas da escola.

Da leitura pode-se levar à produção de textos. De que maneira? Algumas atividades aqui propostas podem ser utilizadas para dinamizar a produção de bons textos de modo agradável. Supõe-se existir um ambiente motivador e alunos também motivados. Motivados por um preparo prévio via leitura, debate, exposição, análise de vídeo, observação, pesquisa ou convite à imaginação.

Que atividades propor para se produzir textos com significado e de modo agradável? Aqui estão algumas sugestões:




  1. TEXTOS EM DUPLAS

Cada dupla produzirá um texto, a partir de uma fita de vídeo, de um debate em classe, de uma situação-problema apresentada, obdecendo a estas ordens:



    • Um participante da dupla inicia a escrita do texto. Escreve uma linha e passa a folha para seu colega. Este continua o pensamento fazendo a pontuação que julgar conveniente, escrevendo também só uma linha. Assim o texto é produzido de tal modo que cada um, cada vez só escreva uma linha.

    • Não é permitido conversar. Depois do texto pronto é que será dado o título.

    • Há um determinado tempo para as duplas escreverem.

Depois de 7 a 10 minutos prepara-se o trabalho e a dupla comenta como se sentiu trabalhando assim.

A seguir, uma dupla troca seu trabalho com o de outra dupla.

Finalmente, os autores que quiserem ler para todos a sua produção, poderão faze-lo.

Estes trabalhos, juntados receberão um título formando uma revista a ser enviada a outras turmas de alunos.




  1. COMPLETAR A HISTÓRIA.

Dá –se aos alunos o inicio e o final de um texto. Os alunos completam o texto, produzindo o meio da história. Este trabalho pode ser feito em duplas ou em equipes maiores. Uma vez estudada uma unidade, pode-se desta forma elaborar uma síntese. E os alunos acabam “provando” que aprenderam determinado conteúdo.

Exemplo: Os senhores feudais medievais tinha concentrado em suas mãos quase toda riqueza da época, desta forma...E foi assim que o sistema feudal europeu acabou.


  1. REESCREVER A HISTÓRIA.

Lida uma história, os alunos a reescrevem, mudando o final para triste, absurdo, engraçado, feliz, etc.



  1. ESCREVER UMA HISTÓRIA MISTURANDO PERSONAGENS.

A partir de duas ou três histórias diferentes, montar uma história na qual estejam presentes personagens pertencentes a histórias diferentes.

Exemplo: de três livros ou gibis, escrever um só.


  1. MISTURAR DO ANTIGO AO MODERNO.

Elaborar uma história, utilizando personagens de histórias antigas com personagens atuais.

Exemplo: O filósofo Sócrates, conversando com o atual presidente do país.


  1. DESENHO COLETIVO E PRODUÇÃO DE TEXTO.

Formar um circulo. Cada aluno recebe uma folha e inicia um desenho. Trinta segundos depois, dá-se um sinal e a folha é passada para o colega do lado que continua o desenho. E assim cada folha passa para cinco colegas. Concluído este trabalho, cada aluno no verso da folha produz um texto, tendo como fonte motivadora o desenho que está na sua folha.




  1. A PARTIR DE PROPAGANDA.

Cada aluno recorta várias propagandas e as ordena numa seqüência. Depois elabora o texto que servirá para ser lido na rádio ou falado na TV. Colocando numa página de revista ou jornal. Concluído o trabalho, cada aluno apresenta seu escrito aos colegas. Deste trabalho pode se estudar os diferentes tipos de linguagem: da imagem, da escrita, do gesto, do olhar, dos sinais, da mímica.



8 PAINEL COM FIGURAS.
Cada grupo monta um determinado painel, utilizando recortes de revistas ou de jornais. Depois os grupos trocam os painéis entre si e produzem um texto, interpretando o proposto no painel.


  1. TEXTO COM GRAVURAS.

Coloca-se em uma folha de sulfite uma gravura. Os alunos escrevem ao redor da figura palavras que a imagem sugere.

Num segundo momento, os alunos tentam produzir um texto, utilizando algumas das palavras relacionadas com a figura.

Concluído o trabalho, dois a dois, os alunos confrontam sua produção com o intuito de se ajudarem na melhoria de seus textos. Estes textos podem ser juntados e transformados em uma revista.




  1. TEXTO ACRESCENTANDO ELEMENTOS.

Todos iniciam a elaboração de um texto livre. O professor espera um pouco e tira um objeto de uma caixa e orienta os alunos para que o mesmo seja introduzido no texto. Espera um pouco mais e tira outro objeto e, assim, sucessivamente, até que todos os objetos que escolheu estejam incluído no texto dos alunos.




  1. TEXTO ORAL.

Cada aluno escreve uma palavra em um papel. O professor (a) recolhe e redistribui as palavras pela turma novamente. Para iniciar, um aluno começa a contar a história, a partir da palavra que recebeu. Outro aluno continua a história, acrescentando sua palavra e, assim sucessivamente, até que todos tenham participado da história.




  1. HISTÓRIAS EM QUADRINHOS.

O professor (a) lê uma história. As crianças devem reescrever a história em quadrinho. Usar histórias curtas.




  1. HISTÓRIA EM EQUIPE.

Cada elemento do grupo devera pensar um personagem: como é, o que faz, onde vive, do que gosta, etc. Em seguida, cada um deve descrever o seu personagem para que a equipe produza uma história, incluindo todos os personagens imaginados.




  1. HISTÓRIA A PARTIR DE UM TíTULO.

O Professor (a) fornece para a turma um título desconhecido. As equipes devem discutir e escrever uma história a partir do titulo dado. Após a leitura das histórias produzidas, o professor (a) lê a história original.




  1. HISTÓRIA COM ELEMENTO ESTRANHO

O Professor (a) lê uma história tradicional, conhecida pelos alunos, que devem reproduzi-lá introduzindo um elemento estranho. Exemplos: Chapéuzinho vermelho e o elemento estranho poderiam ser um disco voador.




  1. DE DUAS FAÇA UMA.

Duas histórias são recortadas em várias partes e misturadas. Em equipes, das duas histórias, os alunos constroem uma terceira, montando os pedaços ou escrevendo uma nova história.




  1. POESIA OU POEMAS

Xerocar uma poesia. Recorta-la linha por linha. Colocar os recortes em envelopes. Cada equipe deve montar poesia usando sua criatividade, em seguida o professor lê o original para comprovar que há varias maneiras de se enfocar o mesmo tem.



  1. RODÍZIO POR TRES MINUTOS.

Cada elemento da equipe coloca seu nome na folha e inicia um texto. Após três minutos, o professor dará um sinal para que os textos sejam passados para o vizinho (sentido relógio). A cada três minutos os textos deverão ser passados, até que cada um receba o seu texto de volta. Quando cada um estiver de posse do texto que iniciou, deve termina-lo, encerrando assim um texto em que todos os elementos do grupo participaram.



  1. ORDENANDO A HISTÓRIA

O PROFESSOR (A) elabora várias fichas que contem trechos de uma história. Estas fichas são embaralhadas e entregues, uma história para cada equipe. As equipes deverão ordenar a história, obedecendo uma seqüência lógica. O grupo lê a história que montou e a professora lê a história original. Demonstrando para a criança que uma história pode ser escrita de várias formas e com ótimos resultados.




  1. CRIANDO UM PERSONAGEM.

Pedir para as crianças criarem um personagem e escreverem como ele é. Num segundo momento, pedir para as crianças darem vida a este personagem, criando uma história em torno dele.


SUGESTÕES DE FITAS DE VÍDEO.

  1. A flauta mágica – Trabalhar o imaginário, cada um enxerga o mundo de maneira diferente.




  1. Planeta Terra – Ecologia.




  1. Conflito – Guerra.



  1. De Dias a Zumbi – O problema social.




  1. Como fazer amigos – formas de relacionamento.




  1. Sonho impossível – Relacionamento familiar (machismo)




  1. A ilha das flores – Miséria humana e social.




  1. Domingo em família – conflitos de família urbana.




  1. Série Alegria da vida - Educação sexual para crianças em 18 séries com temas diferenciados em desenhos.




  1. Tiradentes, mito ou herói - luta pela liberdade, sonho de liberdade




  1. O patinho feio – Trauma, preconceito, respeito ao diferente.




  1. Baby, o porquinho atrapalhado – amizade, halteridade, amor.




  1. Zumbi - O preconceito racial no Brasil.


Bambi - Ecologia, respeito ao meio ambiente



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