Caso 1: Paciente de 64 anos de idade submetido a biópsia prostática de agulha



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Encontro25.12.2018
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Caso 387- Data: 7-8-13
História clínica: Paciente de 65 anos de idade foi submetido em 2008 a braquiterapia por câncer da próstata. Em 2013 foi submetido a uma biópsia prostática de agulha.
Diagnóstico: Adenocarcinoma da próstata Gleason 4+5=9 sem efeito radioterápico + ácinos não neoplásicos com efeito de radiação.
Comentários: Devido ao fato de uma biópsia prostática positiva para câncer, vários meses após radiação, poder mostrar tumor com efeito regressivo retardado, recomenda-se que uma biópsia seja realizada somente 30 a 36 meses pós-tratamento. No presente caso a biópsia foi realizada 5 anos após. Os achados histológicos nesta circunstância podem ser: glândulas não neoplásicas com efeito radioterápico e negativo para câncer, positivo para câncer com efeito radioterápico (o tumor não é graduado) ou positivo para câncer sem efeito terapêutico (o tumor é graduado pelo Gleason). A progressão tumoral difere conforme o achado. Neste caso em particular, ácinos não neoplásicos mostravam efeito radioterápico caracterizado por atrofia e atipias nucleares (Fig. 1), mas não o tecido neoplásico. Este último achado é caracterizado por glândulas ou células individuais agrupadas, citoplasma amplo, núcleos volumosos com nucléolos proeminentes e ausência de vacúolos citoplasmáticos (Figs. 2, 3 e 4). Fibrose do estroma é mais acentuada na braquiterapia (Fig. 5). Compare este caso com o Caso 311 o qual mostra câncer com efeito radioterápico.





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