Camada 1 "Física" padroniza o controle elétrico, mecânico e funcional dos circuitos de dados conectados ao meio físico



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Em Maio de 1973, Bob Metcalfe elaborou um memorando descrevendo o sistema de rede Ethernet, que se definia na interconexão de estações de trabalho, possibilitando o envio de dados entre si e para impressoras da rede. Neste mesmo período foi elaborado também o Xerox Alto (estação de trabalho de computador pessoal com interface gráfica e mouse), em seguida também foram construídas as primeiras impressoras pessoais, e por fim a ligação de tudo através da primeira tecnologia de alta velocidade, a Ethernet.

A união das empresas e a constituição do padrão DIX fizeram com que surgissem especificações para a operação do Ethernet e também para um sistema de única mídia, baseada em cabo coaxial grosso.
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Uma estação Aloha poderia enviar o que quisesse, e depois espera uma confirmação. Se uma confirmação não fosse recebida num espaço de tempo curto, a estação considerava que outra estação tinha transmitido algo simultaneamente, gerando uma colisão, em que as transmissões combinadas eram desprezadas, para que a estação receptora não as ouvisse nem retornassem uma confirmação. Ao detectar uma colisão, as duas estações transmissoras escolhiam um tempo aleatório e depois retransmitiam seus pacotes, com uma boa probabilidade de sucesso. No entanto, a medida que o tráfego aumentava no canal Aloha, a taxa de colisão crescia rapidamente.


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No padrão Ethernet, diferente do sistema Aloha, houve a inclusão de um mecanismo para detectar quando ocorria uma colisão. Nesse padrão também foi incluso o conceito de “Ouvir antes de falar”, em que as estações ouviam a atividade antes de transmitir e aceitavam o acesso a um canal compartilhado por várias estações.


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Camada 1 “Física” padroniza o controle elétrico, mecânico e funcional dos circuitos de dados conectados ao meio físico.


Camada 2 “Link de dado” tem a finalidade de estabelecer a comunicação de uma estação para outro por um único link, essa e a camada que transmite e recebe quadros reconhece os endereços de link
Modelo OSI


Camada 7 Aplicação

Camada 6 Apresentação

Camada 5 Session

Camada 4 Transporte

Camada 3 Rede

Camada 2 Link de dados

Camada1 Física






Subcamada LLC

Subcamada MAC

Subcamada de sinalização física

Especificação de mídia










5- Com o efeito da compatibilidade da rede sob todos tipos de cargas de trafego torna-se importantes alem de problemas de interoperabilidade entre vários fabricantes e compatibilidade com o padrão em rede de departamento e grupos de trabalho.


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10BASE5 - significa que a velocidade de transmissão é de 10 megabits por segundo, transmissão de banda base e o 5 refere-se ao tamanho máximo de 500 metros de segmento.

10BASE2 – sistema também conhecido como Ethernet Fino, opera em 10 Mbps, no modo banda-base com segmentos de até 185 metros. (Porque “2” no identificador? O IEEE achou mais conveniente o arredondamento de modo a facilitar a pronúncia).

10BASE-T - o “T” significa “trançado”, como nos fios de par trançado. Essa variedade opera a 10 Mbps em banda-base, através de dois pares de fios de par trançado categoria 3.

10BASE-F – o “F” significa “fibra”, como na mídia de fibra óptica. O padrão 10BASE-F define três conjuntos:

10BASE-FB – para hubs de fibra ativos, baseados em repetidores síncronos para estender um sistema backbone.

10BASE-FP - para hub passivo, voltado para ligar estações de trabalho com um hub de fibra óptica.

10BASE-FL – inclui um conjunto de especificações com segmentos de link de fibra óptica, que atualiza e estende o padrão FOIRL mais antigo. Este padrão é mais usado por fabricantes de equipamentos.

100BASE-T – identificador do IEEE para todo sistema de 100 Mbps, incluindo todos os sistemas de mídia Fast Ethernet de par trançado e de fibra óptica.

100BASE-FX – esta variedade do sistema Fast Ethernet opera em 100 Mpbs, no modo banda-base, por cabo de fibra óptica em modo múltiplo.

1000BASE-T – identificador do IEEE para o Gigabit Ethernet de 1000 Mbps sobre cabo par trançado na categoria 5. É baseado num esquema de codificação de sinal diferente, exibido para transmitir sinais de gigabits por cabos pares trançados.

1000BASE-X – identificador do IEEE para sistemas de mídia Gigabit Ethernet com esquema de codificação de bloco 8B/10B adaptado DO PADRÃO Fibre Channel(Sistema de Rede de alta velocidade, desenvolvido e padronizado pelo ANSI).


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Na década de 80 os sistemas operavam em 10 Mbps, o que na época era considerado algo muito rápido e que exigia gastos exorbitantes já que os computadores naquela instância não trabalhavam a tal velocidade exigindo assim a compra e agregação de memórias buffer e componentes de alta velocidade. Já pelo início da década de 90, os computadores passaram a geram uma carga de tráfego mais pesada para um cana Ethernet de 10 Mbps. Para surpresa daquele que acreditavam que o padrão Ethernet era limitado, foi criado o sistema Fast Ethernet de 100 Mbps (1995), baseado em mídias de par trançado e fibra óptica, oferecendo canais de rede de alta velocidade e conexões velozes com computadores servidores e desktop. Com a Fast Ethernet foram montadas interfaces de par trançado e velocidades múltiplas, através de um protocolo Auto-Negotiation.


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Tráfego em Rajadas

  • Períodos ativos onde há geração de informação intercalada por períodos de inatividade, onde a fonte não produz tráfego.

  • Taxa média não é importante

  • Parâmetros para caracterização do tráfego:

– Distribuição das rajadas ao longo do tempo

– Duração das rajadas (duração média dos períodos de atividade)



– Taxa de pico atingida durante as rajadas (explosividade da fonte - burstiness: razão entre a taxa de pico e a taxa média).





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