Black Na Cena Music Festival Programação Sábado (23/7) – 14h às 4h



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Encontro15.12.2017
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Black Na Cena Music Festival

Programação - Sábado (23/7) – 14h às 4h

Public Enemy

Chuck D (vocais), Flavor Flav (vocais), Professor Griff (vocais), DJ Lord (DJ), S1W Brother Mike, S1W James Bomb, S1W Pop Diesel



Banda do Public Enemy: Brian Hardgroove (baixo), Khari Wynn (guitarra), NYCity Mike Faulkner (bateria)
Com mais de 20 anos de estrada, Public Enemy é considerado uma lenda do hip hop mundial, com músicas que exploram as discussões políticas, críticas à mídia e o ativismo nas causas da comunidade negra dos EUA. O grupo estourou mundialmente em 1987 com o primeiro single “Public Enemy #1”, que combinava as frases de Chuck D e as brincadeiras de Flavor Flav. A música marcou a carreira não apenas por apresentar um som totalmente novo para o gênero musical, mas também por marcar a criação do nome do grupo.
Um mês depois, Public Enemy lançou o seu álbum de estreia o “Yo! Bum Rush the Show”. O lançamento do hit "Rebel Without a Pause" deu início a uma nova era do rap, com performances eletrizantes. O clássico “It Takes a Nation of Millions to Hold Us Back”, em 1988, foi considerado um dos discos mais importantes já lançados na América, figurando na 2ª posição da lista dos ‘100 Greatest Albums (1985-2005)’, da Revista Spin, entre o Radiohead e o Nirvana.
Em 1990, o single "Fight the Power", do album “Fear of a Black Planet”, fez parte da trilha sonora do filme “Faça a Coisa Certa” (Do the Right Thing), de Spike Lee. Como resposta aos rumores de separação, Public Enemy lança “Apocalypse 91 - The Enemy Strikes Black”, com "By The Time I Get To Arizona", considerada uma mensagem de protesto contra a recusa do Estado do Arizona em aceitar como feriado a data de aniversário de Martin Luther King. Em 1992, se juntam ao U2 na turnê Zoo TV.
O próximo álbum de estúdio foi em 1994, “Muse-Sick-N-Hour Mess Age”. Nesse período Public Enemy percebe que era necessário falar sobre o preconceito racial. Chuck D resolve usar instrumentos ao vivo e causar mais ruído. O álbum foi aclamado pelos fãs como um dos principais trabalhos.
Em 1996, o grupo fez uma pausa, para voltar em 1998 a pedido de Spike Lee, criando a trilha sonora do filme “Joga Decisiva” (He Got Game). Com esse novo trabalho, Public Enemy fez história, sendo o primeiro grupo de rap a criar uma trilha sonora inteira para um filme. Em 1999, lançam “Poison Going On”, considerado um álbum inovador por apresentar as músicas em formato MP3. Em 2001, Chuck D lançou sua gravadora pela internet (www.slamjamz.com), lançando singles que utilizavam a tecnologia MP3.

Para comemorar os 15 anos de carreira, o Public Enemy lança em 2002 “Revolverlution”. Pela primeira vez, um grupo de sua magnitude chamou os fãs para o processo de gravação. Os fãs eram convidados para baixar músicas do site, remixá-las e, em seguida, reenviá-las para a banda. Quatro faixas remixadas e três ao vivo foram adicionadas ao álbum. Em 2005, o Public Enemy lança o álbum “New Whirl Odor”. Uma das faixas de destaque é a épica " Superman’s Black In The Building”. No final de 2006 é lançado o “Beats and Places”, uma coleção de canções e outtakes feitas durante a gravação do álbum “New Whirl Odor”, bem como "Hell No, We ain’t all right”, em que Chuck D condena a resposta do Governo dos EUA ao furacão Katrina.


No final de 1999, o The New York Times incluiu o Public Enemy na lista dos "25 Most Significant Albums of the Last Century” e em maio de 2005 a Biblioteca do Congresso Americano incluiu “Fear of a Black Planet” na lista dos 50 álbuns dignos de preservação. Além disso, a revista Rolling Stone apontou o Public Enemy como um dos maiores artistas de todos os tempos, enquanto a Vanity Fair como um dos ícones do rock seção especial.Ler foneticamente

 

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Os números refletem a extraordinária carreira. A banda foi para a estrada em mais de 56 turnês, realizando mais de 1.300 shows para os fãs de 45 países. Três álbuns conquistaram multi-platina, três albuns e quatro singles ganharam ouro e um vídeo conseguiu platina. Webiste: www.publicenemy.com.

Marcelo Yuka
Baterista, compositor e letrista de uma das mais inovadoras bandas dos anos 90, o Rappa, Marcelo Yuka teve sua trajetória brutalmente interrompida por uma rajada de balas que o deixou paraplégico. Após enfrentar momentos de dor, revolta e depressão, ele ressurgiu criativo e instigador. O artista e ativista carioca de 45 anos tem se dedicado, além das palestras e de eventos, como o Fórum Global de Sustentabilidade, à criação de trilhas sonoras, participação em campanhas e em programas de televisão, bem como a elaboração de seu primeiro álbum solo.
A trajetória do artista começou ainda durante a faculdade de Jornalismo, quando Yuka se envolveu com o universo musical carioca e da Baixada Fluminense. No final dos anos 80, integrou a banda KMD-5. Em 1993, participou da fundação do grupo O Rappa, no qual atuava como baterista, além de ser responsável pela composição de grande parte das canções, como “Minha Alma”, “A Noite”, “Me Deixa”, “Catequeses do Medo” e “Tribunal de Rua”.
O trabalho artístico da banda se diferenciava pelas letras politizadas, pelo olhar para as comunidades carentes, pela busca da justiça social, preocupações que o artista carrega desde a adolescência. Nessa época, participou dos primeiros projetos do AfroReggae, em Vigário Geral, colaboração que manteve por muito tempo. O engajamento d’O Rappa se intensificou ainda mais quando foi lançado o terceiro álbum, Lado B Lado A. Nesse momento surgiu o projeto “Na Palma da Mão”. A banda decidiu doar uma porcentagem dos royalties de vendagem para a ONG FASE - Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional.
Ao retomar o trabalho, após o episódio de violência que vivenciou em 2000, Marcelo passa a colaborar com diversos outros artistas e, em 2002, deixa O Rappa. Pouco depois, funda o grupo F.Ur.T.O. (Frente Urbana de Trabalhos Organizados), ao lado de Maurício Pacheco, Alexandre Garnizé e Jamilson da Silva. Em 2005, lança o álbum Sangue Audiência, que se destaca por composições ainda mais críticas e contundentes. Outro exemplo de canção engajada é a composta em homenagem a Jean Charles de Menezes, o brasileiro morto em Londres ao ser confundido com um terrorista, gravada pela cantora jamaicana Nadia Harris.
No ano seguinte, Yuka funda a Brigada Organizada de Cultura Ativista – a B.O.C.A. A organização atua nas entidades carcerárias do Rio de Janeiro, levando cultura e educação à população que aguarda julgamento. Por onde esse projeto passa, a violência diminui. O fato de a ONG ser iniciativa de alguém que já foi vítima de violência urbana mais de uma vez costuma causar estranheza.
Yuka compôs letra e música para o videoclipe Humanize, uma campanha socioeducativa promovida pelo Canal Futura. O clipe foi gravado no Morro de Santa Marta, na zona sul do Rio, comunidade com a qual Marcelo tem uma relação antiga, desde a participação nos eventos Viva Zumbi e apoio à inauguração da rádio comunitária. Recentemente, ele está em negociação com uma emissora para a estreia de dois programas próprios. Será também protagonista do filme “Marcelo Yuka no Caminho das Stas”, de Daniela Broitman.

Xis
Nascido em São Paulo (mais precisamente na Vila Formosa), bairro da zona leste da capital paulista, Xis deu início à sua carreira musical em 1992, ao criar o grupo de rap DMN. Deu o primeiro passo para a carreira solo em 1997, quando gravou o compacto “De Esquina”, em parceria com o rapper Dentinho e produzido por DJ Hum.
Em 2000, lançou seu primeiro CD, “Seja Como For” pela gravadora 4P, criada em parceria com KL Jay, do grupo Racionais MC's. A música “Us Mano e as Mina” rendeu a Xis o prêmio de Melhor Videoclipe de Rap no Vídeo Music Brasil (VMB) daquele ano.
Em 2001, lançou seu segundo álbum, “Fortificando a Desobediência”, pela Warner Music. Participou da segunda edição da Casa dos Artistas, em 2002. No mesmo ano, conquistou seu segundo troféu de Melhor Videoclipe de Rap no Vídeo Music Brasil (VMB).

Xis venceu como Melhor Disco Independente de Rap no Prêmio Dynamite 2008 com sua Xistape, mixtape realizada pelo DJ RM. Em 2008, apresentou a temporada do programa Combo Fala + Joga, pela PlayTV.


Hoje o rapper apresenta o programa Hip Hop Mix na Rede Mix de Rádio e na TV MIX para todo Brasil. Está produzindo o terceiro disco e o primeiro DVD de sua carreira.
Discografia:




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