Atas do XIX capítulo geral introduçÃO



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ÍNDICE

Introdução .............................................................

Mensagem a todos os Irmãos .................................

Nossa Missão .........................................................

A Solidariedade ...................................................

Relações com os leigos .........................................

A Espiritualidade Apostólica Marista .......................

A Formação ............................................................

A Animação e o Governo: ......................................


  1. A Reestruturação

  2. A Regionalização

  3. A Administração dos Bens

  4. O Conselho Geral

  5. O Capítulo Geral

Novos Estatutos .......................................................

O Capítulo Geral : ..................................................


  1. Estatutos Especiais

  2. Regimento

Anexo: O Direito Próprio ........................................

Abreviaturas:

C = Constituições e Estatutos

c = Cânon do Direito Canônico

Instituto dos Irmãos Maristas das Escolas

Caro leitor:

O texto a seguir apresenta a mesma seqüência do livro “Atas do XIX Capítulo Geral”(1993), capa vermelha. Porém, em relação ao texto original impresso, há modificações nos capítulos sobre “O Capítulo Geral –Estatutos Especiais” e “Regimento do Capítulo Geral”. Essas modificações foram introduzidas no ano 2000 pela Comissão Preparatória do XX Capítulo Geral.



ATAS DO XIX CAPÍTULO GERAL


INTRODUÇÃO

O XIX Capítulo Geral dos Irmãos Maristas das Escolas, realizado de 8 de setembro a 23 de outubro de 1993, na Casa Generalícia de Roma, reunindo 126 Capitulares, optou por trabalhar sobre quatro temas maiores:



  • Nossa missão,

  • A Espiritualidade Apostólica Marista,

  • A Solidariedade,

  • A Formação.

O Capítulo, depois de ter – graças à criação de uma comissão especial – revisado seu próprio Regimento, organizou se trabalho:


  • criando uma comissão de estudo para cada um dos quatro temas maiores, ao passo que uma quinta comissão de estudo se encarregou da preparação de normas e orientações para a Animação de o Governo do Instituto;




  • decidindo enviar a todos os Irmãos do Instituto uma única Mensagem, inspirada nos trabalhos das comissões;




  • convidando cada comissão de estudo a elaborar um documento de orientação para, desse modo, facilitar o aprofundamento do sentido da Mensagem e sua aplicação.

O Capítulo, ademais, foi marcado pelo diálogo com os leigos engajados na vivência da espiritualidade marista e, para tanto, convidados a passar alguns dias com os Capitulares.


Os diversos textos supraditos, adotados pela Assembléia capitular, são apresentados e reproduzidos nas páginas seguintes, à exceção de um dos trabalhos da comissão de formação: o texto definitivo do “Guia da Formação”, que será publicado à parte (o texto original está em francês).
Quatro idiomas de trabalho – francês, espanhol, inglês e português – foram utilizados, de modo que as línguas dos textos originais são, respectivamente: o francês, para a Mensagem do Capítulo, os Estatutos, as recomendações e orientações relativas à Animação e ao Governo; o espanhol, para o documentos sobre nossa Missão, a Espiritualidade Apostólica Marista e sobre a Formação; o inglês, para o documento sobre a Solidariedade e para o Regimento do Capítulo.


MENSAGEM DO XIX CAPÍTULO GERAL

A TODOS OS IRMÃOS

O texto original está em francês


A você, meu Irmão:
1. A você, meu Irmão, que participou do XIX Capítulo Geral, não só pela oração, mas também pelo interesse e colaboração na sua preparação e desenrolar, temos a alegria de dirigir-lhe esta mensagem. Ela pretende ser, antes de tudo, um convite fraterno a vivermos juntos, com Audácia e Esperança, uma nova etapa de nossa história, na caminhada do Instituto.
2. Na preparação do Capítulo, você teve oportunidade de expressar seus anseios. Reservamos tempo para ouvir tudo o que os Irmãos quiseram partilhar. Foram ricas as contribuições, e lhes somos gratos por isso. Lendo-as, descobrimos grande sede de voltar às fontes e ardente desejo de ser mais fiéis ao que Champagnat nos pediu. Percebemos com nitidez o desejo de tantos Irmãos de levar uma vida mais autêntica, perante as urgentes necessidades de nosso mundo.
3. Nós mesmos, durante quase dois meses, vivemos uma experiência espiritual extraordinária. Enriqueceram-nos, sobretudo, o encontro nas diferenças e a partilha profunda, para além da barreira de línguas e culturas. Através da diversidade, vivemos uma forte comunhão, sentindo no íntimo de nós mesmos que somos da mesma família, condividindo os mesmos valores e preocupações. Por isso, queremos partilhar com você as convicções que hoje são nossas.


O clamor do mundo



4. Vindos dos quatro cantos da terra, ouvimos os clamores do mundo na voz dos nossos Irmãos.
5. Para nós, filhos de Champagnat, esses clamores tornaram-se “sinais dos tempos”:
— O clamor sofrido de tantos pobres e marginalizados, de todo o mundo, deixados à beira do

caminho


— O clamor angustiado dos jovens desempregados, cujos talentos são menosprezados.

— O clamor silencioso dos rejeitados, dos sem-voz, sem liberdade, dos que padecem extrema solidão.

— O clamor desesperado de jovens que buscam o sentido de sua vida e procuram a felicidade em paraísos artificiais.
Clama ao céu a injustiça dessas estruturas geradoras de tanto sofrimento.

(1)
6. Ouvimos os clamores das crianças


— O clamor de meninos e meninas de rua, abandonados, condenados a vida subumana.

— O clamor de crianças, vítimas da fome e da guerra.

— O clamor de crianças desanimadas diante do fracasso escolar.

— O clamor de crianças de famílias mal-constituídas ou desfeitas.

— O clamor de crianças que sofrem violência sexual.

Por trás de cada um desses rostos sofridos, está o rosto de Jesus. (2) Por trás desses clamores, ressoa o grito de Jesus na cruz. (3)


7. Mas há também gritos e sinais de esperança:
— dos que se comprometem em garantir os direitos humanos;

— de todos os que constroem a paz;

— dos que combatem a miséria;

— de todos os que trabalham por uma sociedade mais justa;

— dos que participam da missão de educar;

— de todos os que se empenham na salvaguarda da criação;

— de todos os que anunciam o Evangelho.

Nesses sinais de esperança germinam as sementes do reino de Deus e manifesta-se a presença do Espírito. (4)






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