Arbitragem de nataçÃO



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ARBITRAGEM DE NATAÇÃO







ANÁLISE DAS REGRAS OFICIAIS DE NATAÇÃO - FINA

PROCEDIMENTOS DURANTE AS COMPETIÇÕES

2009 - 2013
PROFESSOR: MARCELO FALCÃO

CURSO DE ARBITRAGEM DE NATAÇÃO
ÍNDICE DA APOSTILA
01 – Histórico da natação.

02 – Definições importantes para a arbitragem.

03 - Guia para julgamento dos nados.

Nado livre.

Nado de costas.

Nado de peito.

Nado borboleta.

Medley.

04 – Aprova.

05 – Trajes.

06 – Trajes de natação.

07 – Objetivo e composição do quadro de arbitragem.

08 – O árbitro.

09 – Responsabilidades do árbitro.

10 – Deveres do árbitro geral.

11 – O Juiz de partida.

12 – Juízes de nados.

13 – Chefe dos juízes de voltas.

14 – Juízes de voltas.

15 – Chefe dos cronometristas.

16 – Cronometristas.

17 – Escapadas de revezamentos.

18 – Chefe dos juízes de chegada.

19 – Juízes de chagada.

20 – Confirmador de partidas.

21 – Banco de controle.

22 – Anunciador.

23 - Mesários - Anotadores.

24 – Guia rápido de infrações da regra – FINA – Inglês.

25 – Guia rápido de infrações de regra – FINA – Português.

26 – Cuidados durante a competição – juízes.

27 – Diagrama da piscina com quadro de arbitragem.

28 – Papeletas ocorrências e chegada.

29 - Medidas piscina 50m oficial FINA.

30 – Medidas piscina 25m oficial FINA.

31 – Fotos ilustrativas.


CURSO DE ARBITRAGEM DE NATAÇÃO
HISTÓRICO DA NATAÇÃO


O ato de nadar pode ser considerado uma das qualidades físicas que podem ter ajudado o homem na sua luta evolutiva, como uma forte capacidade adaptativa o homem pode ter aprendido através da observação de outras espécies ou por dificuldades expostas pelos fenômenos naturais, mas a ação de autopropulsão e auto-sustentação na água é uma das atividades mais inatas do homem, e como exercício é um dos mais completos da atualidade, a ponto de exercer o simples divertimento ou a prática desportiva, pode ser utilizada como finalidade terapêutica na recuperação de atrofias musculares devido à ausência das forças gravitacionais diretas.
A natação é popular desde a Grécia e Roma antigas, onde fazia parte do treinamento dos soldados do império. Platão (428-7 a.C. a 348-7 a.C.) afirmava que quem não sabia nadar não era educado. Durante muitos séculos, entretanto, a natação teve o seu desenvolvimento prejudicado pela ideia de que ajudava a disseminar epidemias.
Dos primeiros estilos até os dias de hoje somente na primeira metade do século XIX, foi que começou a progredir como desporto, realizando-se as primeiras provas em Londres, em 1937, onde existiam seis piscinas competitivas no mundo. O nado empregado era de uma braçada de peito, executado de lado. Mais tarde, para diminuir a resistência da água, passou-se a levar um dos braços à frente na superfície, num nado que recebeu o nome de single overarm stroke, que na época despertou o espírito de evolução das características de nado.
A natação foi introduzida oficialmente no Brasil à 31 de julho de 1897, quando os clubes Botafogo, Gragoatá, Icaraí e Flamengo fundaram, no Rio, a união de Regatas Fluminense, mais tarde chamada Conselho Superior de Regatas e Federação Brasileira das Sociedades de Remo. Em 1898, o clube de Natação e Regatas promoveu o I Campeonato Brasileiro, na distância de 1.500m, entre a Fortaleza de Villegaignon e a praia de Santa Luíza.
No âmbito mundial a natação é controlada pela FINA – Federação Internacional de Natação, fundada em 1908 em Londres, com oito nações, em 1909 se filiaram à FINA os EUA e Canadá primeiros países do continente Americano, o Brasil filiou-se em 1920.
Hoje a FINA tem 202 países filiados dos continentes: África, América, Ásia, Europa e Oceania. As línguas oficiais são o Inglês e o Francês.
Bureau da Fina é composto de 22 membros, realizando campeonatos mundiais de Natação, Pólo Aquático, Nado Sincronizado, Saltos Ornamentais e Águas Abertas. O congresso técnico de cada modalidade se reuni a cada quatro anos durante o Campeonato Mundial de Desportos Aquáticos, para determinar novas regras que tem até sessenta dias para ser oficializadas após o Congresso Técnico.
A FINA tem sete Comitês Técnicos Permanentes: Natação, Pólo Aquático, Nado Sincronizado, Saltos Ornamentais, Águas Abertas e Máster estes seis com 12 membros e o Comitê Médico com seis membros.
O país filiado à FINA não pode competir com outro país não filiado à FINA. Se o país não cumprir essa determinação sofrerá uma pena de dois anos de suspensão.
Cada país pode ter até seis árbitros e quatro juízes de partida internacionais FINA. A cada dois anos essa lista é renovada. Para ser indicado árbitro ou juiz de partida FIN, o indicado tem que ter três anos de atuação em campeonatos internacionais ou nacionais.



DEFINIÇÕES IMPORTANTES PARA A ARBITRAGEM
O JUIZ (latim JUDEX) de Jus (o direito) e Dicere (dizer). No direito o juiz é o magistrado encarregado de administrar a justiça.
O ÁRBITRO (latim ARBITRU). Aquele que fiscaliza a observância das regras, intervindo sempre que sejam violadas.
ÁRBITRO (ANTIGO). Árbitro de campo, aquele que decidia os casos duvidosos numa justa, torneio, duelo ou desafio.

(MODERNO). O árbitro exerce as mesmas funções em provas desportivas, com direito e autoridade para julgar e, de acordo com as regras, dirimir dúvidas e aplicar penalidades ou sanções.


ARBITRAR – Julgar e decidir como árbitro. Determinar e decidir por arbítrio os pontos omissos nas regras.
ARBÍTRIO – Resolução arbitrária. Vontade que prepondera sobre a lei. Voto ou escolha, arbítrio das partes.
LIVRE ARBÍTRIO – Poder que a pessoa tem de escolher de acordo com a sua vontade, de se determinar.
ARBITRAGEM – Julgamento amigável de uma divergência. Julgamento de um jogo, de uma prova, de uma competição.
DECISÃO ARBITRÁRIA – Que não é determinada por lei (bom senso).
ARBITRARIEDADE – Cometer arbitrariedade, ter procedimento, arbitrário, não previsto em lei, injustiça – capricho – pessoal.
PODER DISCRICIONÁRIO – Poder de autoridade, sem restrições, sem limites. Que não obedece a condições, que não está previsto na lei.

ERRO DE DIREITO – Errar sem observar preceito legal – lei – regras. O erro de direito torna nula a decisão – anula o jogo – a prova – a competição.
ERRO DE FATO – Ação, coisa feita, coisa realmente existente. É um fato, isto é sabido. Questão de fato, a que versa sobre a existência da ação. Erro humano, não inválida a decisão arbitrária.

GUIA PARA JULGAMENTO DOS NADOS
NADO LIVRE SW 5
SW 5.1 - Nado livre significa que numa prova assim denominada, o competidor pode nadar qualquer nado, exceto nas provas medley individual ou revezamento 4 nados. Nado livre significa qualquer nado diferente do nado de costas, peito ou borboleta.

SW 5.2 - Alguma parte do nadador tem que tocar a parede ao completar cada volta e no final.

SW 5.3 – Alguma parte do nadador tem que quebrar a superfície da água durante a prova, exceto quando é permitido ao nadador estar completamente submerso durante a volta e numa distância não maior que 15 metros após a partida e em cada volta. Nesse ponto a cabeça deve quebrar a superfície da água.


NADO DE COSTAS SW 6
SW 6.1 – Antes do sinal de partida, os competidores devem alinhar-se na água, de frente para a cabeceira de saída, com ambas as mãos colocadas nos suportes de agarre. Manter-se na calha ou dobrar os dedos sobre a borda da calha é proibido.

SW 6.2 - Ao sinal de partida e quando virar, o nadador deve dar um impulso e nadar de costas durante o percurso exceto quando executa a volta, como na SW 6.4. A posição de costas pode incluir um movimento rotacional do corpo até, mas não ultrapassando os 90º da horizontal. A posição da cabeça não é relevante.

SW 6.3 - Alguma parte do nadador tem que quebrar a superfície da água durante o percurso. É permitido ao nadador estar completamente submerso durante a volta, na chegada e por uma distância não maior que 15 metros após a saída e em cada volta. Nesse ponto a cabeça tem que quebrar a superfície.

SW 6. 4 – Quando executar a volta, tem que haver o toque na parede com alguma parte do corpo na sua respectiva raia. Durante a volta, os ombros podem girar além da vertical para o peito após o que uma contínua braçada ou uma contínua e simultânea dupla braçada pode ser usada para iniciar a volta. O nadador tem que retornar a posição de costas após deixar a parede.

SW 6.5 - Quando do final da prova, o nadador tem que tocar a parede na posição de costas na sua respectiva raia.

NADO DE PEITO SW 7

SW 7.1 – Após a saída e em cada volta, o nadador pode dar uma braçada completa até as pernas, enquanto o nadador estiver submerso. Uma única pernada de golfinho é permitida durante a primeira braçada, seguida de uma pernada de peito.

SW 7.2 - A partir da primeira braçada após a saída e após cada virada, o corpo deve ser mantido sobre o peito. Não é permitido ficar na posição de costas em nenhum momento. A partir da saída e durante a prova, o ciclo do nado deve ser uma braçada e uma pernada, nessa ordem. Todos os movimentos dos braços devem ser simultâneos e no mesmo plano horizontal, sem movimentos alternados.

SW 7.3 - As mãos devem ser lançadas junto para frente a partir do peito, abaixo ou sobre a água. Os cotovelos deverão estar abaixo da água exceto para última braçada antes da volta, durante a volta e na última braçada antes da chegada. As mãos deverão ser trazidas para trás na superfície ou abaixo da superfície da água. As mãos não podem ser trazidas para trás além da linha dos quadris, exceto durante a primeira braçada, após a saída e em cada volta.

SW 7.4 – Durante cada ciclo completo, alguma parte da cabeça do nadador deve quebrar a superfície da água. A cabeça tem que quebrar a superfície da água antes que as mãos virem para dentro na parte mais ampla da segunda braçada. Todos os movimentos das pernas devem ser simultâneos e no mesmo plano horizontal sem movimentos alternados.

SW 7.5 - Os pés devem estar virados para fora durante a parte propulsiva da pernada. Não são permitidos movimentos em forma de tesoura, pernada vertical alternada ou golfinho, exceto o descrito na SW 7.1 . É permitido quebrar a superfície da água com os pés, exceto seguido de uma pernada de golfinho.

SW 7. 6 - Em cada virada e na chegada da prova, o toque deve ser feito com as duas mãos simultaneamente, acima, abaixo ou no nível da água. A cabeça pode submergir após a última braçada anterior ao toque, contanto que quebre a superfície da água em qualquer ponto durante o último completo ou incompleto ciclo anterior ao toque.


NADO DE BORBOLETA SW 8

SW 8.1 – A partir do início da primeira braçada, após a saída e em cada volta, o corpo deve ser mantido sobre o peito. Pernada submersa na lateral é permitida. Não é permitido ficar na posição de costas em nenhum momento.

SW 8.2 - Ambos os braços devem ser levados juntos à frente por sobre a água e trazidos para trás simultaneamente durante todo o percurso, conforme SW8.5.

SW 8.3 – Todos os movimentos para cima e para baixo das pernas devem ser simultâneos. As pernas ou os pés não precisam estar no mesmo nível, mas não podem alternar em relação ao outro. O movimento de pernada de peito não é permitido.

SW 8.4 - Em cada virada e na chegada, o toque deve ser efetuado com ambas as mãos simultaneamente, acima, abaixo ou no nível da superfície da água.

SW 8.5 - Após a saída e na volta, ao nadador é permitido uma ou mais pernadas e uma braçada sob a água, que deve trazê-lo à superfície. É permitido ao nadador estar completamente submerso até uma distância não maior do que 15 metros após a partida e após cada virada. Nesse ponto, a cabeça deve quebrar a superfície. O nadador tem que permanecer na superfície até a próxima volta ou final



NADO MEDLEY SW 9

SW 9.1 - Na prova de Medley individual, o nadador nada os quatros nados na seguinte ordem: borboleta, costas, peito e livre. Cada nado deve percorrer um quarto (1/4) da distância.

SW 9.2 - Nas provas de revezamento Medley, os nadadores nadam os quatro nados na seguinte ordem: costas, peito, borboleta e livre.

SW 9.3 - Cada nado deve ser nadado e terminado com a regra aplicada a ele.



A PROVA – SW 10
SW 10.1 – Todas as provas individuais devem ser separadas por sexo.

SW 10.2 - O competidor nadando o percurso sozinho, deve nadar a distância total para se classificar.

SW 10.3 - O nadador deve permanecer e terminar a prova na mesma raia onde começou.

SW 10.4 - Em todas as provas, o nadador deve fazer contato físico com a borda de virada ou de chegada. A virada deve ser feita contra a borda da piscina e não é permitido andar ou tomar impulso no fundo da piscina.

SW 10.5 - Ficar de pé durante a prova de nado livre ou durante o nado livre nas provas de medley, não deve desclassificar o nadador, mas ele não poderá andar.

SW 10.6 – Puxar a raia não é permitido.

SW 10.7 - Obstruir outros competidores, atravessando outra raia ou interferindo de qualquer outra forma, será motivo de desclassificação do nadador infrator. Se a falta for intencional, o árbitro deverá relatar o fato à entidade promotora e a associação do nadador infrator.

SW 10.8 - A nenhum competidor deve ser permitido usar ou vestir qualquer objeto adicional ou maiô que possa ajudar sua velocidade, flutuação ou resistência durante uma competição (tais como: luvas, pés de pato, etc...). Óculos podem ser usados. Nenhum tipo de adesivo no corpo é permitido, a mesmo que aprovado pelo Comitê de Medicina Esportiva da FINA.

SW 10.9 - Qualquer nadador que entre na piscina durante a realização de uma prova em que não esteja inscrito antes que todos os nadadores tenham completado sua prova, deve ser desclassificado da próxima prova em que estiver inscrito.

SW 10.10 - Serão 4 (quatro) nadadores em cada equipe de revezamento.

SW 10.11 - Nas provas de revezamento, a equipe de um competidor cujos pés perderem contato com o bloco de partida antes de o nadador anterior tocar na parede, será desclassificado.

SW 10.12 - Qualquer equipe de revezamento deve ser desclassificada de uma prova, se um membro da equipe diferentemente do nadador designado para nadar aquela distância, entra na água enquanto a prova está sendo disputada e antes que todos os nadadores de todas as equipes tenham acabado a prova.

SW 10.13 - Os membros de uma equipe de revezamento e sua ordem de competir devem ser designados antes da prova. Qualquer membro da equipe de revezamento pode competir numa prova somente uma vez. A composição de uma equipe de revezamento pode ser mudada entre as séries eliminatórias e as finais de uma prova, visto que isso é feito a partir da lista dos nadadores propriamente inscritos por um responsável nessa prova. Nadar em ordem diferente da apresentada resultará em desclassificação. Substituições podem ser feitas somente em caso de emergência médica com atestado.

SW 10.14 - Qualquer nadador tendo acabado sua prova ou sua distância numa prova de revezamento deve deixar a piscina assim que possível sem obstruir qualquer outro competidor que não tenha ainda terminado sua prova. De outra maneira, o nadador faltoso ou sua equipe de revezamento devem ser desclassificados.

SW 10.15 - Se uma falta tirar a chance de sucesso de um competidor, o árbitro terá o poder de permitir a ele, competir na próxima série ou se a falta ocorrer numa prova final ou na última série eliminatória, ele pode ordenar que a prova seja nadada outra vez.

SW 10.16 – Nenhum artifício de controle de tempo é permitido, nem o uso de qualquer auxílio ou plano adotado para obter esse efeito.


As provas oficiais da natação são: nado livre: 50m, 100m, 200m, 400m, 800m e 1500m; nado de costas: 50m, 100m e 200m; nado de peito 50m, 100m e 200m; nado borboleta: 50m, 100m e 200m, nado medley 100m, 200m e 400m; revezamento 4x100m livre, 4x200m livre e 4x100m medley. Não oficial FINA 4x50 livre e 4x50 medley.

TRAJES - GR 5
GR 5.1 – Os trajes de todos nadadores (maiô/sunga, touca e óculos) devem estar de acordo com a moral e ser apropriado para cada esporte e não podem usar qualquer símbolo considerado ofensivo.

GR 5.2 – O traje não pode ser transparente.

GR 5.3 – O árbitro geral da competição tem autoridade para excluir qualquer competidor cujo o traje não esteja de acordo com esta regra.

GR 5.4 – Antes que um novo traje de competição, novo modelo de nova concepção ou de nova textura seja utilizado em provas, deverá, o fabricante submetê-lo à consideração da FINA e obter a sua aprovação.


TRAJES DE NATAÇÃO - BL 8
BL 8.1 – O traje de natação aprovado pela FINA para ser usado nos Jogos Olímpicos e Campeonato Mundial – FINA, deve ser aprovado pela FINA doze (12) meses antes do início da competição e deve estar disponível para todos os competidores em 1º de Janeiro do ano da realização dos Jogos Olímpicos e Campeonatos Mundial FINA.

BL 8.2 – Os competidores devem usar apenas trajes com uma ou duas peças e nenhum item adicional como ligaduras nos braços ou pernas, deve ser considerado parte do traje.



BL 8.3 – A partir de 1º de Janeiro de 2010, o traje para os homens não deve passar acima do umbigo e nem também abaixo do joelho e para as mulheres não deve cobrir o pescoço, passar dos ombros e nem passar do joelho. Todo traje deve ser confeccionado com material têxtil.

OBJETIVOS DOS JUÍZES


  1. Promover e melhorar a natação;

  2. Desenvolver o interesse e a participação na natação;

  3. Encorajar aptidão física e melhorar a qualidade da natação competitiva;

  4. Promover atitudes positivas;

  5. Ampliar oportunidades de treinar e ganhar experiência;

  6. Exercer honestidade e integridade;

  7. Encorajar franqueza;

  8. Reconhecer o uso do bom julgamento;

  9. Demonstrar certeza;

  10. Admitir erros.

COMPOSIÇÃO DO QUADRO DE ARBITRAGEM



Competições internacionais como Jogos Olímpicos, Campeonatos Mundias: Árbitro geral (1), juiz de nado (4), juiz de partida (2), chefes juízes de voltas (dois; um em cada cabeceira), juízes de voltas (16, sendo 2 por raia e um em cada cabeceira), anotador-chefe (1), anotador (1), banco de controle (2), corda falsa (1), anunciador (1).
Campeonatos brasileiros: árbitro (1), juiz de nado (4), juiz de partida (1), juízes de volta (16, sendo 2 por raia e um em cada cabeceira), juiz de chegada (3), chefe dos cronometristas (1), cronometristas (24, sendo 3 por raia, 16 sendo 2 por raia, ou 8, 1 por raia), anotadores (2), banco de controle (1), anunciador (1), operador do placar eletrônico (1).
Campeonatos Regionais (locais): árbitro (1), juiz nado (4), juiz de partida (1), juiz de volta (4), juiz de chegada (3), chefe dos cronometristas (1), cronometristas (8), anotadores (1), banco de controle (1), anunciador (1), operador do placar eletrônico (1).
O ÁRBITRO
Persona - Máscara usada pelo ator no teatro Grego e que caracterizava o personagem, dava-lhe personalidade.

O Árbitro - Ao arbitrar, usa a personalidade da função e se transforma num personagem da maior importância na competição. Deve estar barbeado, limpo, higienizado, tênis limpo, com o melhor aspecto visual possível. Deve estar consciente do personagem – Respeitar para ser respeitado (o respeito adquire-se) reler sempre as regras, decidir sempre com a lei e na falta dela com o bom senso, na dúvida decidir sempre a favor do réu. Observar sempre as regras da FINA e as disciplinares do Código de Justiça Desportivo – não favorecer nunca, julgar somente com a sua consciência, não premeditar, não pré julgar. Manter o moral elevado, tomar atitudes positivas e ter o cuidado para passar sem ser notado. Quanto ao público, não tomar nenhuma atitude (é impessoal), ouvir e calar, não discutir, não brigar.


RESPONSABILIDADE DO ÁRBITRO


  1. Fazer com que a competição transcorra normalmente até o final, ficar atento a todo os detalhes na área da competição. Mudar, desde que, para beneficiar a rotina da competição. Suspender o desenrolar da competição a qualquer momento, para salvaguardar a integridade física dos juízes, auxiliares e atletas, por motivo de intempéries (vendaval, tempestade etc.) ou conflito, brigas etc.

  2. Conferir depois de prontos, os resultados e, só então, autorizar sua publicação.




  1. Só iniciar uma competição depois de vistoriar toda a área da piscina (material adequado, duchas, raias, blocos de partida etc.).

  2. Providenciar socorro médico à atleta acidentado (fazendo uso do microfone).

  3. Chamar a atenção de modo sutil a algum auxiliar desatento.

  4. Observar com cuidado sua conduta, sua postura no desempenho do seu papel, não ser arbitrário, não cometer arbitrariedade. Enfim, não querer ser mais do que pode ser.


DEVERES DO ÁRBITRO GERAL


  1. Ao chegar na piscina, dar uma volta completa, observar se todo material exigido está em condições normais de uso, caso contrário, providenciar.

  2. Em seguida, observar se todos os juízes e auxiliares estão em seus respectivos lugares.

  3. A seguir, comunicar ao anunciador para chamar os competidores da primeira prova.

  4. Ao notar que os atletas já estão no local a eles destinado (banco de controle), mandar o anunciador chamar a 1ª prova/série final, as demais séries serão à medida que o último nadador tocar a borda (chegar).

  5. Ao final de cada prova corrida (todas as séries) repetirá a rotina do item anterior.

  6. Quando, a conclusão de cada série ou prova, o chefe dos juízes ou assistente deve entregar aos mesários as papeletas (de chegada e dos cronometristas) que deverão conferi-las verificando se as chegadas estão de acordo com os tempos registrados e em seguida rubricá-las e enviá-las ao anotador para lançar nas fichas dos nadadores.

  7. Ao perceber que os nadadores estão sentados nas cadeiras colocadas próximas às raias respectivas, dará 03 (três) apitos curtos para que se aprontem e ocupem a parte anterior do bloco de partida.

  8. Ao notar que todos estão de pé atrás do bloco, dará um apito longo para que os atletas subam em cima do bloco. No nado de costas, dará um segundo apito para os nadadores retornarem para a borda. Em seguida, dará o sinal ao juiz de partida (braço esticado) entregando-lhe a prova. Deve continuar nessa posição até o sinal de partida ser dado ou se resolver anular a partida baixará o braço.

  9. Observará todas as saídas, para independente do juiz de partida confirmá-las ou não. Achando que uma partida não foi boa, o árbitro apitará mandando baixar a corda imediatamente. Para melhor efeito, deverá estar colocado entre o juiz de partida (05 metros) e a borda de saída (blocos).

  10. Se a corda não cair, ou por qualquer outro motivo a corda não cair sobre todas as raias, deixar a prova terminar e tornar público que a prova está anulada e será corrida novamente. Os nadadores da prova anulada ficarão aguardando no recinto da piscina a ordem do árbitro para nadar novamente (bom senso).

  11. Após uma boa saída, o árbitro acompanhará toda a prova, inclusive viradas e chegadas, para, em caso de dúvidas, ter condições ideais para resolvê-las, confirmando ou não as papeletas recebidas (cronometristas – chegadas – juízes de voltas, de percurso, etc.).

  12. Após ter observado as papeletas de cada prova/série, ter feito correções e/ ou desclassificação se for o caso, enviará as papeletas corrigidas ou não, com a classificação dos competidores se a prova for final.

  13. Em caso de retirada de nadador da prova (antes e/ou por ocasião da partida) por indisciplina ou má conduta, comunicar ao anunciador para que torne público que o referido nadador está desclassificado e a partida falsa não será contada. A retirada da prova poderá partir do árbitro ou em concordância com a comunicação do juiz de partida.

  14. Após a realização da última série ou prova final, o árbitro deverá rubricar, se achar correta a classificação final, antes da mesma ser tornada pública. Em caso de dúvida, suspende a realização da competição, vai à cabine de controle, confere as papeletas, corrige ou não e autoriza a publicação.

  15. Pode proibir o uso de qualquer sineta, sirene, buzina ou outro qualquer barulho artificial durante a competição.

  16. Terminada a competição, compete ao árbitro, ainda, em sua residência, fazer a súmula da competição detalhando “IPSI LITERIS VERBUM AD VERBUM” todos os fatos e ocorrências verificadas durante todas as etapas da competição, lançando (se for o caso) nome de atletas, técnicos, dirigentes, clube que porventura tenham sido culpados por má conduta ou indisciplina. Depois, entregará na federação no prazo estabelecido.

Fig. Árbitro Geral 1 Fig. Árbitro Geral 2


O JUIZ DE PARTIDA





  1. O juiz de partida deve ficar de pé ao lado da piscina, numa distância de 5 (cinco) metros do local da saída em uma plataforma elevada e assegurar-se de que tem visão local de todas as raias. O juiz de partida tem que verificar pessoalmente se as raias estão numeradas corretamente, de frente para cabeceira de saída raia 1 do lado direito.

  2. Enquanto não estiver atuando, deverá permanecer sentado.

  3. O trabalho do juiz de partida é o de ajudar o competidor a dar a melhor saída possível.

  4. Ao juiz de partida é dada a responsabilidade de não permitir que nenhum competidor obtenha vantagem na saída.

  5. O Juiz de Partida é o único juiz que se comunica diretamente com o competidor antes da saída.

  6. Ao notar que o árbitro, com um apito longo convida os competidores a tomarem suas posições nos blocos de partida, coloca-se de pé e aguarda que o árbitro, com o braço esticado, lhe entregue a prova. A partir deste momento, os nadadores estarão sob seu controle.

  7. Em seguida, com voz clara e natural, dá o comando “às suas marcas”, quando todos os nadadores estiverem imóveis dá a saída.

  8. O juiz de partida deve assegurar que a posição legal de saída está sendo observada.

  9. Se ao comando “às suas marcas” percebe que um nadador desequilibra, espera e não dá a saída.

  10. Ao comandar “às suas marcas” e notando a imobilidade dos competidores dá a saída. Mas se nesse instante, percebe que algum(s) competidor (es) escapa(m), continuará dar o sinal de partida até os competidores observarem que houve saída falsa, chamando-os para uma nova saída. Se esse fato ocorrer na última saída, o juiz não chamará os competidores para nova saída, deixando que a prova continue, e, após a sua conclusão, desclassificará o(s) faltoso(s), comunicando o fato ao árbitro.

  11. Após ter dado o sinal de partida e considerar a saída como boa e, em seguida ouvir o apito do árbitro geral, deverá repetir seu sinal seguidamente até a caída da corda de saída falsa.

  12. O juiz de partida ao comandar “às suas marcas”, verificar que um competidor se atira deliberadamente na água, (sendo, portanto culpado por ato antidesportivo, má conduta) comunica a indisciplina ao árbitro que tomará as medidas cabíveis. Se o competidor for desclassificado por má conduta, essa primeira saída não será considerada como saída falsa.

  13. Após a primeira saída falsa, quando os competidores estiverem no deck da piscina, atrás dos blocos de partida o juiz de partida deverá anunciar “segunda e última saída”.

  14. Após uma saída correta, o juiz de partida sentará em sua cadeira, pois sua função está encerrada na prova.

  15. O juiz de partida e o árbitro geral devem estabelecer uma forma de comunicar ao competidor que ele está desclassificado por saída falsa ou má conduta. A comunicação não deve embaraçar o competidor (o árbitro vai até ele e comunica sua decisão).

  16. O juiz de partida não deverá levar em consideração uma infração de um competidor, se essa infração tiver sido causada pela ação de outro competidor.

  17. A regra da FINA determina que qualquer atleta saindo antes do sinal de partida ter sido dado, deve ser desclassificado. Essa desclassificação deve ser ignorada se, na opinião do juiz de partida e do Árbitro Geral, o atleta tenha se movido por alguma interferência externa.

  18. Nas saídas de cima dos blocos (livre, borboleta, peito e medley), o nadador não precisa estar na posição reta, ele pode já tomar a posição de saída. Após o comando “às suas marcas” pelo menos um dos pés tem que estar na parte dianteira do bloco de partida.

  19. Nas saídas de nado de costas, os pés não precisam estar abaixo da linha da água.

  20. A Federação organizadora do evento deverá informar com a devida antecedência aos participantes, se a saída será com direito a uma saída falsa (sistema usado até a presente data), ou se o evento não terá saída falsa. Ou seja, caiu na água está desclassificado (antes do sinal de partida) ou, se após a partida escapar, será desclassificado ao final da prova.

Fig. Juiz de Partida 1 Fig. Juiz de Partida 2

JUÍZES DE NADOS (PERCURSO)



  1. Deverão estar colocados em cada lado da piscina (no comprimento); sendo cada juiz responsável por duas raias já determinadas, (juiz 1: raias 1 e 2; juiz 2: raias 3 e 4; juiz 3: raias 5 e 6 e juiz 4: raias 7 e 8). Quando não estiverem atuando ficarão sentados.

  2. Após a saída, acompanhar em todo o percurso da prova o (s) nadador (es) que estejam sob sua observação, certificando-se de que estejam cumprindo as regras referentes ao nado.

  3. Podem e devem observar as viradas para auxiliar os inspetores de voltas, mas somente dos nadadores sob sua observação.

  4. Ao observar alguma irregularidade no nado ou na virada, devem comunicar imediatamente ao árbitro, através das papeletas de ocorrências, detalhando a prova, número da raia, o momento da infração e a infração cometida em termos claros e precisos.

  5. Ao fazer a papeleta, não rasurar e assinar a mesma.

  6. Ao observar uma infração, não consulte ninguém para certificar-se da mesma. Em caso de dúvida, não preencha. O competidor deve ter o benefício da dúvida.

  7. Nas provas de nado livre, não precisa caminhar acompanhando os nadadores, mas deve observar todo o percurso da prova.

  8. O competidor tem o direito de saber o motivo de suas desclassificações, isto para que eles possam entender quais as violações das regras.

  9. O juiz de nado não deve se preocupar se sua decisão for alterada pelo árbitro geral.



CHEFE DOS JUÍZES DE VOLTAS





  1. Devem ser colocados, um em cada lado da piscina e nos extremos. Após a saída devem verificar se durante as voltas os juízes cumprem as suas funções.

  2. Havendo infração na virada, o chefe dos juízes de voltas recebe a papeleta e, imediatamente apresenta ao árbitro, mesmo que a prova não tenha terminado.

  3. Deverão permanecer sentados enquanto não estiverem atuando.

Fig. Chefe juízes de volta



JUÍZES DE VOLTAS




  1. Cada juiz ocupará a raia para a qual foi designado e deverá verificar se o competidor realiza a virada legalmente.

  2. A volta (virada) tem seu início a partir do começo da última braçada antes do toque, o toque e termina ao final da primeira braçada após a volta.

  3. O juiz colocado na cabeceira de chegadas (cronometrista) deve ficar atento ao competidor por ocasião do final da prova, certificando-se de que terminou (chegou) de acordo com as regras daquela prova.

  4. Nas provas de 800m e 1500m nado livre, cada juiz colocado na cabeceira de viradas (lado oposto da chegada) deve anotar o número de voltas completadas pelo competidor de sua raia e informá-lo mostrando as placas de número de voltas, de forma decrescente.

  5. Cada juiz da cabeceira de chegada (cronometrista) deve avisar ao competidor de sua raia que faltam 2 voltas e mais 5 metros para terminar sua prova individual (105 metros ou 55 metros). Esse aviso poderá ser feito com toque de sinetas ou apitos.

  6. A menos que o equipamento automático esteja funcionando corretamente, caberá ao juiz da cabeceira de chegada (cronometrista), durante as provas de revezamento observar se o competidor de sua raia, na saída, está em contato com o bloco de partida, quando o competidor que está terminando o seu percurso tocar a parede e também se chegou de acordo com as regras dos nados.

  7. Ao constatar qualquer infração os juízes de voltas deverão anotá-la detalhadamente nas papeletas apropriadas entregando-as imediatamente ao chefe dos juízes de voltas e na sua falta diretamente ao árbitro geral.

  8. Enquanto não estiverem atuando, permanecerão sentados, evitando conversas ou qualquer outra atitude que venha a desviar sua atenção da prova.



Fig. Juízes de volta 1 Fig. Provas longas




CHEFE DOS CRONOMETRISTAS




  1. Antes do início da competição o chefe dos cronometristas designa 3 (três) cronometristas para cada raia, além de mais 2 (dois) cronometristas adicionais (reservas) que eventualmente deverão substituir um cronometrista.

  2. Após a designação dos cronometristas, deverá conferir todos os cronômetros a serem utilizados, inclusive os reservas. Deverá utilizar um cronômetro para qualquer eventualidade.

  3. Após a saída, deverá olhar para os cronometristas para verificar se existe alguma falha, e, em caso positivo, proceder e orientar a substituição pelo reserva.

  4. Deverá proceder da mesma forma durante todo o transcorrer da prova.

  5. Numa prova sem equipamento automático, além dos 24 cronometristas efetivos, sugerimos para maior segurança, a adoção de pelo menos 5 cronometristas reservas.

  6. Após a realização de cada prova ou série, o chefe dos cronometristas deverá recolher, em cada raia, o cartão da prova com o tempo anotado dos 3 (três) cronometristas.

  7. Na falta do cartão (competição doméstica, amistosa etc.) o chefe dos cronometristas deverá, após cada prova ou série, examinar os cronômetros e anotar em ficha apropriada o tempo oficial.

  8. Após ter anotado os tempos oficiais, o chefe dos cronometristas deverá entregar a ficha à mesa de controle da competição.



CRONOMETRISTAS





  1. Cronometrista é o medidor da performance do nadador.

  2. A colocação final dos nadadores em cada evento é determinada pelos seus tempos.

  3. Dependendo do tipo de sistema usado, os cronometristas podem ser: a) Cronometrista Manual – Opera o cronômetro digital ou de ponteiro e é responsável pelo acionamento na saída e na chegada. b) Operador de Back – up – Opera a pêra que é a parte do sistema de tempo. Esse cronometrista é responsável pelo acionamento da pêra quando da chegada do nadador.

Observação: O cronometrista pode ser requisitado a operar um cronometro e um botão do equipamento semi-automático simultaneamente, mas não pode operar 2 cronômetros ao mesmo tempo.

  1. O cronometrista deve verificar o equipamento antes do evento começar.

  2. Apertar o cronômetro quando o sinal de partida for dado. Parar o cronômetro ou apertar a pêra ao final da prova.

  3. Transcrever o tempo no cartão do nadador.

  4. Estar preparado para tomar tempos intermediários quando determinado pelo árbitro geral.

  5. Quando o nadador estiver dentro da água, o cronometrista deve verificar se o cronômetro está funcionando devidamente.

  6. Na chegada, o cronometrista deve posicionar-se diretamente em cima de sua raia.

  7. O cronometrista deve parar o cronômetro ou a pêra quando qualquer parte do corpo do nadador tocar o final da piscina ou placa.

  8. Quando estiver trabalhando também como juiz de volta, a legalidade do toque é de sua responsabilidade, acima ou abaixo da linha da água.

  9. O cronometrista só deve desmarcar o cronômetro quando houver instrução para isso.

  10. Quando forem usados os cronômetros digitais, os tempos serão marcados em centésimos.

  11. Quando forem usados os cronômetros de ponteiros, os tempos serão marcados em décimos.

  12. Quando forem usados ambos os cronômetros, os digitais devem ser arredondados para o próximo décimo de segundo. Ex. 1 minuto, dez segundos e 92 centésimos deve ser marcado como: 1.11.00

  13. Mesmo quando houver uma desclassificação, o cronometrista deve marcar o tempo do nadador nos revezamentos, marcar o tempo antes da desclassificação.

  14. Quando houver falha no cronômetro ou deixar de marcar o tempo do nadador deve anotar “o tempo não foi marcado por mau funcionamento do cronômetro”. Não anotar o tempo na ficha e nunca escrever um tempo adaptado.

  15. Permanecer sentado enquanto não estiver atuando, se aproximar da chegada no final e nas voltas retornando ao seu assento após tomar o tempo do nadador.

  16. Na natação, os tempos serão marcados até centésimos, desprezar a última casa decimal.


Tipos de Cronômetros:
Cronômetro de ponteiros – O cronômetro de ponteiro não deve estar com a corda muito apertada. Antes da competição, o cronometrista deve treinar a partida, a parada, a leitura e desmarcar o cronômetro. O cronômetro deve ter sua corda periodicamente verificada durante a competição.

Cronômetro digital – É necessário verificar se as baterias estão em perfeito funcionamento. O cronometrista deve praticar a partida, a parada, a leitura e desmarcar o cronômetro antes da competição iniciar.
Calculando os tempos oficiais:
Quando forem usados cronômetros manuais, os tempos oficiais serão calculados da seguinte forma:
3 cronômetros - Se três ou dois cronômetros acusarem o mesmo tempo, esse tempo será o oficial. Se os três cronômetros acusarem tempos diferentes, o cronômetro intermediário será o oficial.

2 cronômetros – Se os dois cronômetros tiverem o mesmo tempo, esse será o oficial. Se os tempos de ambos os cronômetros acusarem diferença a média dos dois será o tempo oficial.

1 cronômetro – Apesar de não ser recomendado, esse será o tempo oficial.
ESCAPADAS DE REVEZAMENTO


  1. No revezamento, o nadador que vai largar, não pode deixar o bloco antes que o nadador que estiver chegando, toque a parede do final da piscina. O responsável pela verificação deve determinar se esta regra está sendo aplicada. Essa função é efetuada pelo cronometrista da raia. Deve haver somente um responsável por raia. Se o árbitro geral determinar que haja uma confirmação de desclassificação, auxiliares serão designados para trabalhar em cada lado da piscina.

  2. O responsável pela verificação deve ficar de pé ao lado do nadador que estiver no bloco de partida, de forma que possa observar claramente o toque de chegada e os pés do atleta que estiver saindo. Não deve se ajoelhar ou agachar ao lado do nadador, nem tocar o atleta que estiver saindo ou instruí-lo quando partir.

  3. Deve estar absolutamente certo quando efetuar uma desclassificação se tiver dúvida, não desclassifique.

  4. Observar somente a sua raia.

  5. Mesmo que a desclassificação seja dada no 2º nadador, deve observar os restantes.


CHEFE DOS JUÍZES DE CHEGADA



  1. Determinará para cada juiz de chegada sua posição e colocação a ser observada.

  2. Nas competições domésticas devemos utilizar 3 (três) ou 5 (cinco) juízes de chegada nos lados da piscina, observando todas as colocações possíveis.

  3. Após a prova ou série o chefe dos juízes coletará os boletins de resultados assinados por cada juiz e de acordo com as colocações determinará o resultado da prova ou série, enviando-o ao árbitro.

  4. Quando o equipamento automático estiver sendo usado para julgar a chegada da prova, o chefe dos juízes de chegada deve recolher a ordem determinada pelo equipamento e anexá-la ao resultado dos juízes humanos.



JUÍZES DE CHEGADA



  1. Quando são utilizados, servem como back-up para o equipamento automático ou manual de tempo. Eles são consultados para determinar uma colocação na classificação quando há falha no sistema de tempo. Os juízes de chegada devem estar colocados em lados opostos da piscina (na chegada em plataformas elevadas), determinam independentemente a ordem final dos nadadores.

  2. Devem observar a ordem de chegada em todas as raias.

  3. Escrever a ordem final de chegada no formulário próprio.

  4. O juiz de chegada não deve deixar sua posição até que a prova tenha terminado.

  5. O final da prova ocorre quando qualquer parte do corpo do nadador tocar o final da piscina ou placa. Não é sua função considerar a legalidade ou não do toque.

  6. O juiz de chegada deve olhar com atenção os toques abaixo do nível da água, para evitar chegadas falsas quando o nadador para perto da parede ou placa.

  7. Em nenhuma hipótese pedirá ajuda a outros juízes.

  8. Um juiz de chegada nunca deverá funcionar como cronometrista numa mesma prova.

  9. Permanecer sentado quando não estiver atuando.

  10. Quando houver três cronômetros manuais por raia, as colocações serão determinadas pelo tempo (podemos não usar juízes de chegada). Quando houver menos de três cronômetros por raia, a colocação dada pelos juízes de chegada tem precedência.


OBSERVAÇÃO: Ordem para determinar a colocação e o tempo dos nadadores numa série ou prova: 1º: Placar eletrônico, 2º: Juízes de chegada, 3º: Cronometristas e 4º: Árbitro geral. O árbitro geral dará a decisão quando os resultados dos juízes de chegada não concordarem com os tempos dos cronometristas.
CONFIRMADOR DE PARTIDAS (corda saída falsa)



  1. Esse auxiliar permanecerá sentado até perceber que o árbitro entrega a prova ao juiz de partida. Nesse instante fica de pé, próximo ao dispositivo que sustenta a corda.

  2. Quando o juiz de partida ordenar “às suas marcas” ficará atento a ele e ao árbitro, pois ambos poderão anular a saída, através de sinais (apito ou buzinadas). Se a saída for boa, terminará sua função e voltará a sentar-se.

  3. Antes do início da competição, o auxiliar deverá testar o dispositivo que libera a corda, caso apresente problema deverá comunicar, para serem tomadas as devidas providências.



BANCO DE CONTROLE


  1. O bom andamento da competição dependerá e muito da atuação do banco de controle.

  2. Caberá a esses auxiliares, conferir os competidores de cada série ou prova e enviá-los para suas respectivas raias de acordo com o balizamento da prova.

  3. Deverão conferir a identidade de cada competidor, comparando-o com a respectiva carteira fornecida pela federação.

  4. Para que o desempenho seja eficaz, no local da competição, deverá existir uma área reservada para banco de controle.

  5. Ao fazer a conferência dos competidores raia por raia de cada série ou prova, ao notar a ausência de um ou mais competidores deverá comunicar o fato ao árbitro e/ou à mesa de controle da competição, antes da saída da série ou prova.

  6. Deverá conferir se o atleta está usando material não adequado (proibido).

Fig.Banco de controle 1 Fig. Banco de controle 2



O ANUNCIADOR
O anunciador é peça importante no desenrolar de uma competição, dependendo dele a continuidade e o desenvolvimento da mesma. Para tal, deve possuir fala pausada e clara, ter bom conhecimento de natação, competição, de fatos notórios do meio aquático e limitar-se a anunciar publicamente, provas e resultados. Outras comunicações somente autorizadas pelo árbitro.

Sua atuação na competição deve ser a seguinte:




  1. Início da Competição – Aguardará comunicação do árbitro e/ou da comissão organizadora e anunciará a 1º prova da competição, lendo o programa, e, se for o caso, anunciará o recorde/índice/série eliminatória/nome do atleta/clube e raia.

  2. Em caso de prova com séries eliminatórias, chamará todos os nadadores da prova e a seguir a 1º série.

  3. Corrida a série e, após a chegada do último nadador, chama os nadadores da 2ª série para se colocarem em suas raias correspondentes, agindo dessa forma até a última série da prova.

  4. Após chamar a última série da prova em andamento, solicitará aos técnicos que enviem seus nadadores da 2ª prova para o banco de controle. Ao chamar nadadores para a prova seguinte deverá identificar a mesma (distância, estilo, sexo etc.).

  5. Após cada prova disputada receberá do anotador o resultado e, em seguida, lerá da última para a primeira colocação. O nome do atleta, o clube a que pertence e o tempo obtido. Dará realce (se for o caso) a um recorde, índice alcançado etc.

  6. Antes de ler um resultado ou uma comunicação, deverá verificar se está assinado pelo árbitro, se não estiver não anunciará e chamará o árbitro à mesa para que tome conhecimento e/ou autorize a leitura ou não.

  7. Caberá a Comissão Organizadora (em última análise ao árbitro) orientar ao anunciador a rotina a ser obedecida durante o desenrolar da competição (premiação, música, patronos, contagem de pontos etc.).

  8. A não ser que seja autorizado pelo árbitro e/ou Comissão Organizadora, o anunciador não tornará público nada que não diga respeito à competição em andamento.

  9. Nos intervalos de uma prova para outra, poderá divulgar a contagem de pontos recebida do anotador.

Fig. Anunciador


MESÁRIOS - ANOTADORES


  1. Anotador chefe é responsável por revisar os resultados emitidos pela impressora do placar eletrônico e determinar as colocações e os tempos e enviar ao árbitro.

  2. Os anotadores controlam as retiradas depois das eliminatórias e finais, anotando os resultados em formulário oficial; registram os novos recordes estabelecidos.

  3. Os oficiais tomarão suas decisões autônoma e independentemente de qualquer outra pessoa, a menos que estejam contra as regras da natação.

Fig.Mesa controle 1 Fig. Mesa controle 2



Swimming Rule Quick Reference Infraction Card
This card is to assist as a quick reference guide for judges of Stroke, Inspector of turn it must not be used as a substitute for the thorough knowledge of FINA Rules.
STARTS FINA RULE

Any swimmer starting before signal will be disqualified SW 4.4



FREESTYLE SWIMMING FINA RULE

Form stroke swum in freestyle leg of medley SW 5.1

Swimmer did not touch the wall at the turn SW 5.2

Swimmer’s head did not surface at or before 15m mark following the

start or turn SW 5.3

Swimmer totally submerged (except for first 15m at start and turn SW 5.3

Swimmer walked or pushed off the bottom of the pool SW 10.4

BACKSTROKE SWIMMING FINA RULE

Swimmer left position on the back (other than to execute continuous

turning action) SW 6.2

Swimmer totally submerged, except in first 15m following the start,

turn or finish SW 6.3

Swimmer executed arm pull, kick independently of turning whilst off

the back SW 6.4

Swimmer did not touch the wall during the turn SW 6.4

Swimmer stood on the bottom of the pool SW 10.4

BUTTERFLY SWIMMING FINA RULE

Body not on the breast (except when executing a turn) SW 8.1

Arms not brought forward over the water SW 8.2

Arms not brought forward together SW 8.2

Arms not brought backward simultaneously SW 8.2

Movements of the feet not simultaneous SW 8.3

Alternating movement of legs of feet SW 8.3

Swimmer used breaststroke kick SW 8.3

Touch at finish or turn with one hand, or touch not simultaneous SW 8.4

Swimmer’s head did not surface at or before 15m mark following the

start or turn SW 8.5

Swimmer totally submerged (except in first 15m after start and turn) SW 8.5

More than one arm pull under water (following start or turn) SW 8.5

Swimmer stood on the bottom of the pool SW 10.4


BREASTSTROKE SWIMMING FINA RULE

Body not the breast SW 7.1

Head did not break surface each stroke cycle ( except first cycle after

start and turn SW 7.1

Stroke cycle not 1 arm stroke to 1 leg kick SW 7.1

Arm movements not simultaneous SW 7.2

Arm movements not in the same horizontal plane SW 7.2

Hands not pushed forward together from the breast SW 7.3

Hands brought back beyond the hip line (after the 1 st stroke following

the start and turn) SW 7.3

Elbows over water except for last stroke before the turn, during the

turn or the final stroke at the finish SW 7.3

Leg movements not simultaneous (or alternating movement) SW 7.4

Leg movements not on the same plane SW 7.4


Head did not break the surface before arms reached widest point in

second stroke after start or turn SW 7.4

Feet not turned out in the propulsive part of the kick SW 7.5

Executed a downward dolphin kick (except after start and after

the turn as in SW 7.4) SW 7.5

Executed a flutter or scissors kick SW 7.5

Did not touch at finish or turn with both hands, or touch not

simultaneous SW 7.6

Swimmer stood on the bottom of the pool SW 10.4


MEDLEY SWIMMING FINA RULE

Incorrect stroke order (fly, back, breast, free) SW 9.1

Incorrect medley order (back, breast, fly, free) SW 9.2

Finish of each stroke not in accordance with rules for the particular

stroke SW 9.3

THE RACE FINA RULE

A swimmer, swimming the course alone shall cover the whole

distance to qualify SW 10.1

A swimmer must finish the race in the same lane as they started SW 10.2

A swimmer when turning shall make contact with the end of the pool SW 10.3

Standing on the bottom during freestyle events or during the

freestyle portion of the medley events shall not walk SW 10.4

Pulling on the lane rope is not allowed SW 10.5




Cartão rápido de infrações referente às regras de Natação
SAÍDAS REGRA FINA

Qualquer nadador que sair antes do sinal de partida será desclassificado SW 4.4

Nadador saiu antes do sinal de partida
NADO LIVRE REGRA FINA

Forme um nado livre do medley. SW 5.1

Nadador não tocou na borda na virada SW 5.2

A cabeça do nadador não quebrou a superfície antes da marca dos 15m

após a saída ou virada SW 5.3

Nadador totalmente submerso (exceto 15m após a saída e virada) SW 5.3

Nadador andou ou empurrou no fundo da piscina SW 10.4
NADO DE COSTAS REGRA FINA

Nadador perdeu a posição de costas (exceto para executar a ação

contínua da virada). SW6. 2

Nadador totalmente submerso, exceto nos primeiros 15m após a saída,

virada ou final SW 6.3

Nadador executou mais de uma braçada após perder a posição de costas

para realização da virada SW 6.4

Nadador não tocou na borda durante a virada SW 6.4

Nadador tocou no fundo da piscina SW 10.4
NADO BORBOLETA REGRA FINA

Corpo não está na posição sobre o peito (exceto quando executa a virada) SW 8.1

Braços não levados para frente sobre a água SW 8.2

Braços não levados para frente juntos SW 8.2

Braços não levados para trás simultaneamente SW 8.2

Movimentos dos pés não simultâneos SW 8.3

Movimentos alternados das pernas ou pés SW 8.3

Nadador usando pernada do nado de peito SW 8.3

Toque no final ou virada com uma mão ou toque não simultâneos SW 8.4

Cabeça do nadador não quebrou a superfície antes da marca dos 15m

após a saída ou virada SW 8.5

Nadador totalmente submerso (exceto nos primeiros 15m após a saída

ou virada SW 8.5

Mais que uma puxada de braço sob a água ( após saída e virada ) SW 8.5

Nadador tocou no fundo da piscina SW 10.4

NADO DE PEITO REGRA FINA

Corpo não está na posição de peito SW 7.1

Cabeça não quebrou a superfície durante o ciclo do nado (exceto no

primeiro ciclo após a saída e virada) SW 7.1

Ciclo do nado não com uma braçada e uma pernada SW 7.1

Movimentos de braços não simultâneos SW 7.2

Movimentos dos braços não no mesmo plano horizontal SW 7.2

Mãos não levadas juntas à frente do peito SW 7.3

Mãos trazidas para trás da linha dos quadris (depois da primeira braçada

após a saída e virada) SW 7.3

Cotovelos sobre a água exceto para última braçada antes da virada,

durante a virada ou a última braçada do final. SW 7.3

Movimentos das pernas não simultâneos (ou movimentos alternados) SW 7.4

Movimentos das pernas não no mesmo plano SW 7.4

Cabeça não quebrou a superfície antes da braçada alcançar o ponto

mais amplo da segunda braçada após a saída ou virada SW 7.4

Pés não voltados para fora na parte propulsiva da pernada SW 7.5

Executou uma pernada de golfinho (exceto depois da saída e depois

da virada como na SW 7.4)

Executar pernada alternada ou tesourada SW 7.5

Não tocou no final ou virada com ambas as mãos, ou não tocou.

simultaneamente SW 7.6

Nadador tocou no fundo da piscina SW 10.4


NADO MEDLEY REGRA FINA

Ordem dos nados incorreta (borboleta, costas, peito e livre) SW 9.1.

Ordem dos nados incorreta (costas, peito, borboleta e livre) SW 9.2.

Final de cada nado não de acordo com a regra particular do nado SW 9.3
A PROVA REGRA FINA

Um nadador, nadando o percurso sozinho cobrirá a distância inteira

para se classificar SW 10.1

O nadador deve terminar a prova na mesma raia em que ele começou SW 10.2

O nadador quando virar deverá fazer contato com o final da piscina SW 10.3

Ficar de pé no fundo da piscina durante as provas de nado livre ou

durante nado livre no medley é permitido mas não poderá andar SW 10.4

Puxar a corda da raia não é permitido SW 10.5



CUIDADOS DURANTE A COMPETIÇÃO – JUÍZES


  1. Ficar atento aos fatos não previstos nas regras, o errado é sempre feito às escondidas.

  2. Observar se o nadador está com óleo no corpo.

  3. É comum verificar atletas urinando antes da partida, não tome nenhuma atitude.

  4. Observar se um nadador está instigando ao do lado, xingando-o a fim de irritá-lo. Comunique a fato ao chefe ao chefe/árbitro.

  5. Verificar antes da prova se algum nadador está portando material que não é adequado (proibido).

  6. Se for cronometrista, nunca divulgar o tempo ao atleta.

  7. Se for juiz de voltas, observar no nado de costas se o nadador vira sem tocar na borda, se houve propulsão de braços após sair da posição de costas, se após a virada antes de nadar ostenta a posição de costas; no nado de peito, se toca com as duas mãos, se ao deslizar bate pernas no plano vertical, se dá mais de uma braçada submersa; no borboleta, se ao tocar o faz com as duas mãos, se ao deslizar submerso bate pernas alternadas; e, se no nado livre, ao virar, toca a parede com qualquer parte do corpo.

  8. Não conversar com companheiros, atletas ou técnicos durante o desenrolar de uma prova.

  9. Se tiver dúvidas ao julgar, não consultar ninguém, simplesmente omita-se.

  10. Ao preencher uma papeleta de ocorrência, tenha as seguintes preocupações:

  11. Identifique a prova – distância – nado – nº de ordem – série.

  12. Identifique o infrator – atleta da raia nº....., se revezamento o 1º, 2º, 3º ou 4º atleta da raia nº....

  13. Identifique a infração – na saída, na virada dos....... metros, na altura dos...... metros. Discrimine com detalhes a irregularidade.

  14. Escreva com letra legível, sem rasurar, assine e entregue ao juiz correspondente ou na falta desse, ao árbitro geral.

  15. Permaneça sentado enquanto não estiver atuando

  16. Não comente com ninguém a atuação do árbitro ou de qualquer outro auxiliar.

  17. Todos somos falíveis, mas ao errar tenha convicção que acertou.

  18. Conferir a ordem de participação dos atletas nas provas de revezamento, verificando as fichas e as carteiras de identidade.

  19. Observar o nadador que ameaça sair escapado, balançando-se conscientemente, com o objetivo de fazer com que adversários se desequilibrem (má conduta).

  20. Se notar que algum nadador foi incluído na prova, parar a competição e verificar se o mesmo está inscrito pelo clube (houve falha da federação) e/ou está em outras provas.

  21. Não permitir que técnicos entrem na piscina com qualquer finalidade.

  22. Se um atleta reclama com você (juiz), não discutir, finja que não ouve e mande falar com o árbitro geral. Na reincidência, comunique o fato ao árbitro.

  23. Numa chegada difícil entre dois nadadores de peito e na qual os dois se juntam à raia que os separa, verificar se algum usa artifício ilegal para vencer.

  24. Numa prova de nado de costas, ou na do medley ou nos revezamentos em quatro estilos, observar com atenção o nadador que nada junto à raia, pois ele poderá estar puxando a raia, olhe para as pastilhas da raia.

  25. Observar nas chegadas se um nadador que já chegou, atrapalha com as pernas (por baixo da água) a um outro que está chegando (revezamento).

  26. Por ocasião das viradas, observe o nadador que desvia e vai para cima do adversário, pois ele poderá atrapalhar, puxando ou chutando.

  27. Se, ao executar uma virada, o nadador sai em outra raia com a finalidade de prejudicar um adversário.

  28. Nas chegadas, alguns nadadores batem propositadamente as mãos na água para confundir o cronometrista e os juízes de chegada. Só pare o cronômetro quando o atleta bater na parede.


DIAGRAMA DA PISCINA COM QUADRO DE ARBITRAGEM

CC







JN

JN

JCH

JCH







V

1







1

C

V

2







2

C

V

3







3

C

V

4







4

C

V

5







5

C

V

6







6

C

V

7







7

C

V

8







8

C







JN

JN

CP

JCH

AG

JP










CV


























BANCO DE CONTROLE






CABINE DE CONTROLE

Anunciador - Mesário - P.E.

S. SOM

Computação





Nomenclatura:

AG

Árbitro Geral




JP

Juiz de Partida




JCH

Juiz de Chegada




JN

Juiz de Nado




CC

Chefe dos Cronometristas




C

Cronometrista




CV

Chefe juízes de voltas




V

Juízes de viradas




CP

Confirmador de partidas

Fig local da competição Fig Piscina 1 Fig. Piscina soltura

Fig Sala de reunião Fig. Sala entrevista Fig Vestiário arbitragem

Fig Banheiro dos árbitros 1 Fig. Banheiro dos árbitros 2



Fig Sala reunião arbitragem











BOLETIM DE CHEGADA
















Evento:

























Prova:

























Série:























































COLOCAÇÃO

RAIA






























































































































































































































































BOLETIM DE OCORRÊNCIAS
















Evento:

























Nº Prova:




Prova:
















Série:







Raia:











































OCORRÊNCIA:









































































































































































































































































Juiz:

























Árbitro:



















































DIMENSÕES PARA PISCINA DE 50 METROS OFICIAL - FINA

















































DIMENSÕES:




























COMPRIMENTO = 50 METROS

























LARGURA = 21 METROS (* OFICIAL FINA) 0U 25 METROS
















OBSERVAÇÃO 1 : 08 (OITO) RAIAS DE 2,50M = 20 METROS E 0,50 METROS ENTRE AS RAIAS LATERAIS

E A BORDA
















OBSERVAÇÃO 2 : 10 (DEZ) RAIAS DE 2,50M = 25 METROS - MAIS VIÁVEL PARA TREINAR NOS 25M




DA LARGURA










LARGURA DAS RAIAS = 2,50M MÁXIMO E 2,00 MINÍMO
















BLOCOS DE PARTIDA = 8 (OITO) OU 10 (DEZ)



















ALTURA DOS BLOCOS = ENTRE 0,50 M E 0,75 M EM RELAÇÃO À PLATAFORMA E O NÍVEL DA ÁGUA.










AGARRE DE COSTAS = ENTRE 0,30 M E 0,60M EM RELAÇÃO AO AGARRE E NÍVEL

DA ÁGUA
















BLOCOS DE PARTIDA = PLATAFORMA COM 0,75 X 0,50 M
















LARGURA DAS LINHAS DE MARCAÇÃO DO FUNDO E PAREDE DA PISCINA = 0,30 M







LARGURA DO "T" DO FUNDO DA PISCINA = 1,00



















LARGURA DOS "T" DA PAREDE = 0,50M






















DISTÂNCIA DO "T" DO FUNDO PARA PAREDE = 2,00M
















DISTÂNCIA DO "T" DA PAREDE EM RELAÇÃO AO NÍVEL DA ÁGUA = 0,30M













PROFUNDIDADE = 2,0 M - Mundias e Jogos Olímpicos
















PROFUNDIDADE MíNIMA = 1,00 M - SENDO NA CABECEIRA DE SAÍDA 1,35M ATÉ OS 6 METROS










ALTURA DAS BANDEIROLAS E CORDA DE ESCAPE = 1,80M EM RELAÇÃO AO NÍVEL DA ÁGUA




RAIAS ANTI-MAROLAS = 9 (NOVE) UNIDADES DE 50 METROS (3 amarelas, 4 azuis, 2 verdes)

Observação: 5m de cada borda cor vermelha















CABINE DE CONTROLE = 4M X 3M = 12 M2



















PLACAS DO PLACAR = 2,40 X 0,90 - SENDO 0,30 ACIMA DO NÍVEL DA AGUA E 0,60 ABAIXO DO NÍVEL




BANDEIROLAS DE COSTAS = 5,0M DE CADA BORDA
















CORDA DE ESCAPE = 15,0M DA CABECEIRA DE SAÍDA

















































DIMENSÕES PARA PISCINA DE 25 METROS OFICIAL - FINA

















































DIMENSÕES:




























COMPRIMENTO = 25 METROS

























LARGURA = 21 METROS

























OBSERVAÇÃO: 08 (OITO) RAIAS DE 2,50M = 20 METROS E 0,50 METROS ENTRE AS RAIAS LATERAIS




E A BORDA
















LARGURA DAS RAIAS = 2,50M NO MÁXIMO E MINÍMO DE 2,00M
















BLOCOS DE PARTIDA = 8 (OITO)






















ALTURA DOS BLOCOS = ENTRE 0,50 M E 0,75 M EM RELAÇÃO À PLATAFORMA E O NÍVEL DA ÁGUA.










AGARRE DE COSTAS = ENTRE 0,30 M E 0,60M EM RELAÇÃO AO AGARRE E NÍVEL

DA ÁGUA
















LARGURA DAS LINHAS DE MARCAÇÃO DO FUNDO E PAREDE DA PISCINA = 0,30 M







LARGURA DOS "T" DO FUNDO = 1,00M






















LARGURA DO "T" DA PAREDE DA PISCINA = 0,50M



















DISTÂNCIA DO "T" DO FUNDO PARA PAREDE = 2,00M
















DISTÂNCIA DO "T" DA PAREDE EM RELAÇÃO AO NÍVEL DA ÁGUA = 0,30M













PROFUNDIDADE = 2,0 M MEDIDAS PARA COMPETIÇÕES INTERNACIONAIS










PROFUNDIDADE = MINÍMO 1,0MM SENDO NA CABECEIRA DE SAÍDA (BLOCO DE PARTIDA) 1,35 ATÉ OS 6 METROS




RAIAS ANTI-MAROLAS = 9 (NOVE) UNIDADES DE 25 METROS (3 amarelas, 4 azuis, 2 verdes)

Observação: 5m de cada borda cor vermelha















CABINE DE CONTROLE = 4M X 3M = 12 M2



















ALTURA DAS BANDEIROLAS E CORDA DE ESCAPE = 1,80M EM RELAÇÃO AO NÍVEL DA ÁGUA




BANDEIROLAS : VIRADA DE COSTAS 5,0M DE CADA BORDA
















CORDA DE ESCAPE = 15,0M DA BORDA DE SAÍDA



















































Fig. Bloco de partida 1 Fig. Bloco de partida 2




FOTOS ILUSTRATIVAS
Fig. Acesso piscina 1 Fig. Acesso a arquibancada
Fig. Avisos placar Fig. Entrada piscina
Fig.Patrocinadores Fig. Ginásio competição
Fig. Placar eletrônico Fig. Visitantes campeonato
Fig. Vista aquecimento






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