Apologia de Sócrates



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LANÇAMENTO – FILOSOFIA

Apologia de Sócrates

Precedido de Sobre a Piedade (Êutifron)

e seguido de Sobre o dever (Críton)

de Platão



Volume 701 da Coleção L&PM POCKET – 144 páginas – R$ 10

ISBN 978-85-254-1767-1 Código de barras: 9788525417671




O julgamento de Sócrates foi um dos fatos históricos mais importantes da Grécia Antiga. No entanto, foi apenas com o tratamento dado ao episódio por Platão (responsável por lhe atribuir uma poderosa dimensão-filosófica-literária) que ele extrapolou seu tempo e se perpetuou como inesgotável fonte inspiradora. A Coleção L&PM POCKET lança Apologia de Sócrates, precedido de Sobre a piedade (Êutifron) e seguido de Sobre o dever (Críton), três textos que tratam do processo contra Sócrates e de sua morte.



Em 399 a.C., Atenas estava se recuperando da derrota para Esparta na Guerra do Peloponeso e tentando consolidar o frágil regime democrático. O posicionamento crítico de Sócrates pareceu uma afronta aos costumes da cidade e ele foi incriminado, julgado e condenado à morte por envenenamento sob as acusações de não cultuar os deuses da cidade, tentar introduzir novas divindades e corromper a juventude com suas idéias. Essas acusações não intimidaram o pensador, que decidiu conduzir a própria defesa, dando origem aos textos aqui reunidos. Em Sobre a piedade (Êutifron), primeiro diálogo do livro (antes de seu julgamento), Sócrates conversa com o adivinho que dá nome à obra, Êutifron, sobre a definição mais adequada para a palavra piedade (ou religiosidade). Em Apologia, Sócrates apresenta seu discurso proferido no tribunal para se defender das acusações de que fora alvo. Sobre o dever (Críton), de certa maneira, dá continuidade à discussão jurídica de Apologia. A conversa entre ele e um velho companheiro acontece na prisão, enquanto Sócrates aguarda o momento de sua execução.

Apologia a Sócrates, Sobre a piedade e Sobre o dever são textos que partem da discussão filosófica, mas assumem ramificações religiosas, políticas e éticas, mostrando por que Sócrates passou para a História como fundador da tradição filosófica ocidental. São obras que por si só são suficientes para fornecer um excelente panorama da arte e da filosofia platônica.
Platão (427 a.C.-347 a.C.) nasceu em Atenas por volta de 427 a.C., numa família aristocrática. Aos vinte anos, tornou-se discípulo de Sócrates, sábio que vagava pela cidade incitando os jovens à reflexão. Depois da morte do mestre (executado por impiedade), viajou por cerca de doze anos, retornando a Atenas em 387 a.C., quando fundou sua escola, a Academia, à qual se dedicou até morrer, em 347 a.C., e formou, entre outros alunos, Aristóteles. Compôs mais de duas dezenas de diálogos, entre os quais se destacam Protágoras, Górgias, Crátilo, Banquete, Fedro e República. Sua obra é marcada pela contínua tentativa de definir idéias essenciais, como coragem, beleza e justiça, e pelo ataque sem trégua aos sofistas, professores itinerantes que, mediante gorda remuneração, ensinavam todo tipo de arte – principalmente a da persuasão (a Retórica), que se associava a um relativismo moral e era arma importante para o sucesso político na Grécia dos séculos V e IV a.C.

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