Apoio ao planejamento municipal



Baixar 3,81 Mb.
Página1/2
Encontro12.04.2018
Tamanho3,81 Mb.
  1   2


Plano municipal de

Desenvolvimento

Rural Sustentável

2010- 2013


Município de
BAURU

SUMÁRIO
APRESENTAÇÃO:

1. IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DO MUNICÍPIO:

    1. HISTÓRICO

    2. DADOS GEOGRÁFICOS

    3. DADOS SÓCIOCULTURAIS

    4. CARACTERIZAÇÃO AMBIENTAL

    5. DADOS AGROPECUÁRIOS

  1. ESTRUTURA FUNDIÁRIA

  2. OCUPAÇÃO DO SOLO

  3. PRINCIPAIS ATIVIDADES AGROPECUÁRIAS

  4. PARTICIPAÇÃO DA AGROPECUÁRIA NA ECONOMIA MUNICIPAL

  5. VALOR BRUTO DA PRODUÇÃO ANUAL DA AGROPECUÁRIA

  6. IDENTIFICAÇÃO E DESCRIÇÃO DAS PRINCIPAIS CADEIAS PRODUTIVAS

  7. INFRAESTRUTURA DA PRODUÇÃO NAS PROPRIEDADES

  8. INFRAESTRUTURA E SERVIÇOS PÚBLICOS DE APOIO À PRODUÇÃO / PROCESSAMENTO / COMERCIALIZAÇÃO




  1. DIAGNÓSTICO DO MUNICÍPIO:

    1. ANÁLISE DAS CADEIAS PRODUTIVAS

    2. ANÁLISE GERAL DO MUNICÍPIO

    3. AVALIAÇÃO DAS DIFICULDADES DAS PRINCIPAIS CADEIAS PRODUTIVAS




    1. AVALIAÇÃO DAS OPORTUNIDADES/POTENCIALIDADES DAS PRINCIPAIS CADEIAS PRODUTIVAS




  1. DIRETRIZES PARA O DESENVOLVIMENTO MUNICIPAL.




  1. PLANEJAMENTO DA EXECUÇÃO:

    1. INICIATIVAS PARA O DESENVOLVIMENTO RURAL EM ANDAMENTO.




    1. NOVAS INICIATIVAS NECESSÁRIAS PARA ATENDIMENTO DAS DIRETRIZES DO PLANO.




  1. INSTITUIÇÕES ENVOLVIDAS.


PLANO MUNICIPAL DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL

Prefeitura Municipal de Bauru

Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural

Casa da Agricultura de Bauru

Escritório de Desenvolvimento Rural Bauru

Período de vigência: 2010 a 2013


APRESENTAÇÃO:
O presente plano tem por objetivo estabelecer as diretrizes para o desenvolvimento rural sustentável do município de Bauru para o quadriênio 2010-2013.

De extrema importância para o município, o Plano Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentável de Bauru norteia toda a integração das políticas públicas, local e regional, constituindo-se pré-requisito para realização de Convênios, como os realizados através do Sistema Estadual Integrado de Agricultura e Abastecimento (SEIAA), do Programa estadual de Microbacias Hidrograficas (PEMH) e de outros coordenados pelas Secretarias de Agricultura e Abastecimento, de Meio Ambiente e do Ministério do desenvolvimento Agrário. Constitui-se também pré-requisito para obtenção de financiamentos junto ao Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista (FEAP) e dá embasamento para uma série de ações oriundas das diversas esferas governamentais.

Para a máxima abrangência e aproximação com a realidade do município, o trabalho foi desenvolvido através de uma série de ações, que foram desde o treinamento dos técnicos extensionistas da Secretaria da Agricultura e Abastecimento até a efetiva consolidação dos dados obtidos pelo Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural de Bauru no presente documento.

O trabalho desenvolveu-se através de reuniões do Conselho Rural e de produtores das diversas Cadeias Produtivas do município, promovendo o debate e levantamento de dados, referente às dificuldades, causas, efeitos e ações possíveis para a solução dos problemas elencados. Outros dados referentes ao município foram levantados e registrados, priorizando e detalhando cada informação considerada importante.

De posse dessas informações o Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural de Bauru construiu um documento prévio que foi posteriormente avaliado e ajustado por todos os interessados, gerando dessa forma o presente documento oficial.

A participação da comunidade foi dada como significativa e satisfatória, e o resultado registrado está amparado por toda a sociedade, havendo este de nortear todas as ações a serem desenvolvidas no município nos próximos quatro anos. Desta maneira o conselho colaborou com o desenvolvimento sustentável do município, bem como para a elevação da qualidade de vida, tanto do meio rural como do meio urbano.





  1. IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DO MUNICÍPIO

1.1 HISTÓRICO:

Sertão bruto era assim que, em meados do século XIX, as pessoas se referiam à região hoje ocupada pelo município de Bauru. A origem do nome da cidade vem dos índios Kaingang, também chamados de índios Bauru, palavras de origem tupi-guarani e que significa “cesto de frutas”. Em 1.886, ano da emancipação do município, o Estado de São Paulo, já era o principal produtor de café, e o Brasil liderava o mercado mundial. A lavoura de café foi a primeira cultura implantada no município, com o plantio de uma só vez de 500 mil pés de café. Para atender as necessidades de comunicação e a demanda de transporte de carga para São Paulo e Santos, em meados de 1.929, o governo autorizou as estradas de ferro Sorocabana e Paulista a prolongarem seus trilhos até a cidade de Bauru, assim como, a construção da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, com inicio no próprio município. Com implantação da ferrovia a cidade se transformou em centro comercial e industrial. Em 1.950 o principal produto agrícola do município, em importância econômica era o café, seguida pelo milho, e o algodão.

Hoje, não é mais cultivado pela alta degradação ocasionada pelo manejo incorreto de solo nas áreas cultivadas. As pastagens foram substituindo as áreas anteriormente cultivadas, e o capim colonião mais exigente em fertilidade, foi sendo substituído pelo capim pangola, e pela braquiaria, que é a espécie dominante em nossas pastagens atualmente. No inicio da década de 70, com a introdução da variedade Cayenne, a cultura do abacaxi no município, teve seu apogeu. Atualmente, com uma área rural de 56.062,01 ha, e com 715 propriedades rurais produtivas, Bauru, se destaca na pecuária, com uma área de 40.071,12 ha de pastagens, que representam 71,48% da área agricultável do município. Na fruticultura destaca-se a citricultura, abacaxi e o abacate e apesar de ocupar pequenas áreas a olericultura vem se mostrando uma importante geradora de emprego e renda, cultivada a campo e em ambientes protegidos.
1.2 DADOS GEOGRÁFICOS:

Mapa do estado com localização do município: Anexo – 1.

Latitude: Entre os paralelos 21,3 e 23º ao sul do Equador

Longitude: Entre os meridianos 48º e 50º ao oeste de Greenwich

Altitude: Máxima de 615 m e mínima de 490 m.


Área total do município: 67.350 hectares (Fonte LUPA – CATI/SAA 2008)
Área rural: 56.062 hectares (Fonte LUPA – CATI/SAA 2008)

Área urbana: 11.288 hectares (Fonte LUPA – CATI/SAA 2008)
População:

População total

População urbana

População rural

Densidade demográfica

355.675

345.675

7.000

516,1 hab./km2

Fonte IBGE: 2008
Clima: Tropical de Altitude, com inverno seco e ameno e verão quente e chuvoso. A distribuição pluviométrica se concentra nos meses de outubro a março, ocorrendo possíveis veranicos nos meses de novembro e fevereiro. A ocorrência de geadas é esporádica, não sendo impedimento na agricultura.

Relevo: Suave e ondulado, com declividade média de 7 %. A área total do município é propícia à mecanização agrícola.
Tipos de solos:

  • Latossolo vermelho –50%

  • Argissolo – 45%

  • Argissolo abrupto –5%


Pluviometria:

Fonte: CIIAGRO 1994/2009




Meses

Jan

Fev

Mar

Abr

Mai

Jun

Jul

Ago

Set

Out

Nov

Dez

mm

283,3

185,7

106

66,8

63,5

41,5

35,2

26,5

58,8

103

124,2

205,8



Temperatura:


Média Máxima

Média Mínima

Média

27 ºC

17,1 ºC

22,4 ºC

Fonte: CEPAGRI – Centro de pesquisas Meteorológicas e Climáticas Aplicadas à Agricultura.


Hidrografia: Os principais cursos d’águas de Bauru são os Rios Bauru e Batalha e o Ribeirão Água Parada, que junto com seus respectivos afluentes formam a rede hidrográfica que banha o município. Quarenta por cento do abastecimento de água do município é captada no Rio Batalha e o restante em 29 poços distribuídos em toda área urbana.
Principais rios e seus afluentes:


RIO

AFLUENTES

Rio Bauru



Água da Ressaca, Água da Forquilha, Água do Sobrado, Ribeirão da Grama, Córrego Barreirinho, Córrego Vargem Limpa, Ribeirão das Flores e Córrego do Matadouro.

Rio Batalha



Córrego Água Grande, C. do Sossego, C. Barreiro, C. Cachoeirinha, Água da Estiva, A. do Cocho, A. do Paiol, A. da Leopoldina, A. do Cedro, C. Boa Vista, C. Laranjeira, C. do Salto, A. do Honório, C. dos Bastos, C. São José, A. do Ventura, A. do Guilherme, Ribeirão Campo Novo e Córrego Capim Fino.

Ribeirão Água Parada



Córrego dos Patos, C. Correínha, C. Rio Verde, C. C. dos Coqueiros, C. Maritaca, C. Sertãozinho, C. Boa Vista, C. Água da Boa Vista, C. Barra Grande, Água do Monjolo, C. São Roque, C. da Olaria, Água da Cutia, C. da Figueira, C. Fundo, C. São Bento, C. Palmital, C. Barro Preto, C. da Guariroba, Córrego Água Parada Pequena, C. do Capim e C. do Pau D’álho.

O município é dividido em 14 Microbacias Hidrográficas sendo aqui enumeradas e dimensionadas da seguinte forma:






Microbacia

Área (ha)

1

Córrego Água Parada Pequena

2.565

2

Córrego Barra Grande

5.628

3

Ribeirão Água Parada

4.985

4

Córrego Boa Vista

3.804

5

Córrego Rio Verde

3.811

6

Córrego da Figueira

4.435

7

Córrego Barro Preto

1.590

8

Córrego da Gabiroba

7.225

9

Rio Bauru

7.846

10

Ribeirão Campo Novo

3.412

11

Ribeirão da Grama

5.859

12

Rio Batalha

3.614

13

Córrego Água do Cedro

4.626

14

Córrego Cachoeirinha

7.412



Bacia hidrográfica (UGRHI): Bauru pertence à Bacia do Médio Tietê, que compreende o trecho do Rio Tietê, desde o Reservatório de Pirapora até a Barragem de Barra Bonita, com extensão de 367 quilômetros e uma área de drenagem de 6.830 quilômetros quadrados.

Os principais afluentes da margem direita são os rios Jundiaí, Capivari e Piracicaba.  O principal afluente da margem esquerda é o Rio Sorocaba.

Bauru faz parte do Comitê de Bacias Hidrográficas do Tietê/Jacaré e Tietê/ Batalha, representadas no mapa pelos números 13 e 16. (Mapa Anexo – 2)

Malha viária municipal: O Município de Bauru conta com uma grande malha viária, com aproximadamente 327 km. Vão aqui nominadas e caracterizadas, as BRUs, constando no Mapa em anexo (Anexo 3):


Nome

Número

Início

Término

Extensão

Conservação

Estrada Municipal Murillo Vilhaça Maringoni

BRU - 1

Rodovia Cesário José de Castilho SP-321

Divisa com Reginópolis

23.000 m

5,5 Km de asfalto.

Restante em estado Regular, pontos de erosão.



Estrada Municipal

sem denominação



BRU - 2

BRU – 1

Município de Arealva

4.573 m

Regular. Estreita com alguns pontos encaixados com deficiência de drenagem que ficam escorregadios no período chuvoso.

Estrada Municipal

Sem denominação



BRU - 3

SP- 321

Até proximidades da Foz da Água do São Luiz

4.323 m

Regular. Pontos de bancos de areia e caixas assoreadas.

Estrada Municipal Eduardo de Oliveira Viana

BRU - 4

Rodovia Marechal Rondon

SP- 300


Córrego Gabiroba

2.045

Regular. 1400 m de asfalto e o restante com problemas de drenagem.

E. M. José Rodrigues da Cunha

BRU - 5

SP-300

E. M. Pastor Moysés Pereira Borbosa

7.984 m

Ruim. Estreita, trechos encaixados, transito limitado no período da chuva.

E. M. sem denominação

BRU – 6

SP- 300

E. M. Gilberto Garcia

5.817 m

Ruim. Estreita, trechos encaixados, deficiência de drenagem.

E. M. sem denominação

(antiga BRU – 15)



BRU - 7

SP – 300

Distrito de Tibiriça

5.020 m

Boa. Asfaltada.

Sem acostamento.



E. M. Pastor Moysés Pereira Barbosa

BRU - 8

SP – 300

E. M. Murilo Villaça Maringoni

13.000 m

Regular. Aclives e declives acentuados. Defic.de drenagem.

E. M. José Carlos Lozano

BRU – 9

Rodovia Cte. João Ribeiro de Barros

SP – 294


Instituto Penal Agrícola

616 m

Ótima. Asfaltada.

E. M. Arthur Sartóri

BRU- 10

Distrito de Tibiriça

Divisa com Município de Avaí (Água dos Patos)

8.217 m

Regular. 5 Km adequados pelo melhor caminho em Jan/2010. Restante com pontos estreitos e defic de drenagem.

E. M. Gilberto Garcia

BRU- 11

SP – 294

Estrada de acesso ao distrito de Tibiriçá

15.121 m

Ruim. Bancos de Areia, defic. de drenagem. 2,7 Km serão adequados pela CODASP

E. M. sem denominação

BRU- 12

Distrito de Tibiriçá

Divisa com Município de Avaí (acesso ao distrito de Nogueira)

2.351 m

Regular. Vários pontos com deficiência de drenagem e formação de poças.

E. M. sem denominação

BRU- 13

Distrito de Tibiriçá

Divisa com Município de Avaí (Córrego da água Grande)

4.475 m

Regular. Um ponto inclinado, sem revestimento, drenagem deficiente. Estreita e com bancos de areia. Apresenta um trecho muito ruim pertencente a Avaí.

E. M. sem denominação.

(Antiga BRU 50)



BRU- 14

Estrada Gilberto Garcia

Rio Batalha/ Faz. Matozinho

6.600 m

Ótima. Adequada pelo Melhor Caminho.

E. M. sem denominação

BRU- 15

Prolongamento da Av. das Bandeiras

SP – 294

5.358 m

Ruim. Vários pontos encaixada com defic. de drenagem, bancos de areia e buracos.

E. M. sem denominação

BRU- 16

Estrada de Ferro da antiga FEPASA

Divisa com Município de Piratininga (Água do Paiol)

2.796 m

Boa. Alguns pontos com defic. de drenagem.

E. M. sem denominação

BRU- 17

Divisa com Piratininga

(Água do Paiol)



Divisa com Município de Avaí

(Córrego do Macaco)



4.540 m

Regular. Vários pontos encaixada e com defic. de drenagem.

E. M. Francisco dos Santos

BRU- 18

Prolongamento da Rua Bernardino de Campos

Rio Batalha, divisa com Piratininga

2.162 m

Regular.

E. M. sem denominação

BRU- 19

Próximo a Av. Maria Ranieri

Próximo ao Rio Batalha

1.751 m

Regular.

E. M. sem denominação

BRU- 20

Próximo a rua João Camilo, Jd. Vitória

Próximo rio Batalha

2.136 m

Regular.

E. M. sem denominação

BRU- 21

Continuação da Av. Castelo Branco

Divisa com Piratininga

1.720 m.

Boa. Asfalto. Pista sem acostamento.

E. M. sem denominação

BRU- 22

Próximo a Estação de tratamento do DAEE

E. M. sem denominação

(BRU- 21)



3.667 m.

Ruim. Estreita, trechos de aclive e declive acentuados e sem revestimento. Pontos de Atoleiro.


E. M. Mário Ranieri

BRU- 23

Prolongamento da rua Rinaldo Franco de Camargo.

Divisa com Piratininga

(Rio Batalha)



3.275 m.

Ruim. Trechos encaixados e com defic. de drenagem.


E. M. sem denominação

BRU- 24

Próximo Rodovia João Batista Rennó

SP- 225


Divisa com Município de Agudos

3881 m.

Ruim. Estreita, Ponte em péssimas condições, defic. de drenagem e bancos de areia.

E. M. sem denominação

BRU- 25

Próximo da SP - 300

Na mesma Rodovia

2.645 m.

Ruim. Estreita, defic. de denagem e buracos.

E. M. sem denominação

BRU- 26

Próximo Av. José Sandrin

Divisa co Município de Agudos (Ribeirão Campo Novo)

2.775 m.

Ruim. Estreita, defic. de drenagem e buracos.

OBS: As estradas listadas acima são as BRUs, indicadas no Plano Diretor do Município, de Agosto de 2008, correspondendo a 140 Km de estradas. O restante (aproximadamente 187 Km) foi indicado no levantamento realizado pela equipe de engenharia (UTE) do Escritório de Desenvolvimento Rural de Bauru em Outubro de 2009 e por informações obtidas junto à SAGRA. Vale lembrar que estão incluídos neste levantamento os trechos particulares de estradas (localizados dentro das propriedades).
Estradas não Indicadas no Plano Diretor de Agosto de 2008:
Trecho de aproximadamente 187 Km de estradas, contendo estradas não oficiais e dentro de propriedades particulares, porém que são conservadas pela Prefeitura municipal.

Nome

Início

Rota

Término

Extensão

Conservação

Continuação da BRU 04

Córrego Gariroba

---------------------

SP- 300

4.000 m

Ruim. Estreita com defic. de drenagem.

Sem Nome

BRU 01

Passa pela faz. Sta. Eliza

Faz. S. Joaquim

8.000m

Regular. Trechos estreitos, defic. de drenagem e buracos.

Sem nome – Bifurcação da BRU 08.

BRU 08 – Após o Povoado Barra Gde.

Vira a esqueda na ponte.

Faz. Alcides Martim

4000 m.

Regular. Trechos estreitos, sem revestimento e defic. de drenagem.

Estrada Arco Iris

Povoado Barra Gde.

--------------------

SP-300

3.000 m.

Regular. Trechos estreitos, sem revestimento e defic. de drenagem.

Estrada da Cachoeira.

Distrito de Tibiriça

Faz. Cachoeira

Faz. Cabreúva

3.000 m.

Regular. Trechos estreitos, sem revestimento e defic. de drenagem.

Estrada do Toloi

BRU 07

------------------

Faz. do Toloi.

3.000 m.

Boa. Estreita. Alguns pontos com defic. de drenagem.

Ligação da SP-225 com a BRU 23.

SP-225

Passa pela águas virtuosas.

BRU 23.

10.000 m

Ruim. Vários trechos com sérios problemas de erosão.

José Aielo

SP-225

Chácaras Cardoso, Imperial, Ipê.

Próximo ao Cemitério Jardim do Ipê.

6.000 m.

Regular. Vários pontos com deficiência de drenagem.

Estrada do Cartódromo

BRU 026 (lado direito)

----------------------

SP 294

4000 m.

Ruim. Encaixada com sérios problemas de erosão.


Sem Nome

BRU 026 (lado esquerdo)

----------------------

SP 294

4000 m

Ruim. Estreita com pontos defic. de drenagem.


Sem Nome

BRU 08

Estrada do Nildão

Chácara do Nildo e Marcos Sartóri.

2000 m.

Regular. Defic. de Drenagem.

Sem Nome

BRU 05

Estrada da Sta. Maria.

Sítio Reunidas Santa Maria.

20.000 m

Regular. Estreita com vários problemas de drenagem e buracos.

Sem Nome

BRU 15

--------------------

Estrada dos Contabilistas

1000 m.

Regular.

Sem Nome

BRU 15

--------------------

Estrada da Telesp, Purini e Acácias.

3000 m.

Regular.

Sem Nome

BRU 15

--------------------

Estrada do Pernambuco – Sta. Terezinha.


2000 m

Regular.

Estrada do Fidélis

BRU 21

--------------------

Fazenda

2000 m.

Regular.

Sem Nome

BRU 26

--------------------

Fazenda Brando

2000 m.

Regular.

Sem Nome

SP 294

Saída antes do trevo da UNESP, depois do Motel Tropical.

Av. José Sandrim

3000 m.

Regular.

Sem Nome

SP 300

Incubadora – UNIP

Av. José Sandrim

3000 m.

Regular.

Continuação da BRU 02.

BRU 02 – próximo a divisa com Arealva.

Estrada Coqueiros.

BRU 01

4000 m.

Regular. Estreita, pontos encaixada.

Sem Nome (Santa Brasília)

SP 321

(Bauru/Arealva)



------------------

Água da Figueira

10.000 m

Regular.

Sem Nome

SP 321

------------------

Faz. Belvedere

2000 m.

Regular.

Sem Nome

SP 321

------------------

Vale São Luiz

2000 m.

Regular.

Sem Nome

Vila São Paulo

------------------

Faz. São João

4000 m.

Regular.

Sem Nome

Vila São Paulo

-----------------

Água Parada Pequena

5.000 m.

Regular.

Sem Nome

BRU 01 (Divisa com Reginópolis)

Trecho único

Entrada Faz. Ventura

3000 m.

Regular.

Sem Nome

BRU 01

Segue reto até a Faz. Cardoso.

Água da Figueira.

5000 m

Ruim. Estreita, prob. De drenagem e bancos de areia.

Sem Nome

BRU 01

Direita na Faz. do Adachi até a faz. do Reghine.

Faz. Do Reghine

3000 m.

Ruim. Estreita, prob. De drenagem e bancos de areia.

Sem Nome

SP 321

-------------------

Faz. Macauva

6000 m.

Regular.

Sem Nome

SP 321

------------------

Faz. Palmital

2000 m.

Regular.

Sem Nome

SP 321

------------------

Faz. Sto. Antonio (Mondeli)

6.000 m

Regular.

Sem Nome

Quiirilandia

------------------

Aimorés

5000 m.

Regular.

Sem Nome

Coca-Cola

------------------

Horto – Estrada do Reghine.

8000 m.

Regular.

Sem Nome

Água Branca

------------------

Matozinho

10.000 m.

Regular.

Sem Nome

Fazenda Sto. Inácio







10.000 m.

Regular.

Sem Nome

Água do Macaco

------------------

Estrada do Lelei.

7000 m

Regular.




Sem Nome

Continuação da Matozinho (depois da ponte)

------------------




8000 m.

Regular.



Principais Pontos Críticos
De acordo com as informações fornecidas pela empresa Brambilla, responsável pelo transporte escolar no município de Bauru, os principais pontos críticos das estradas rurais no município estão localizados nas Estradas VAL de PALMAS/ Tibiriçá, Estrada do Rio Verde, Estrada da Kirilândia/ Campo Novo, Estrada Água do Paiol e Estrada da Fazenda Gabiroba.
Estrada Val De Palmas / Tibiriçá (trecho de 40 km)
Pontos Críticos: Rodovia Bauru/Marília, entrada para Val de Palmas, após a entrada do Paiva (+ - 500 metros ), início de muita areia, buracos, ondulações, estrada estreita permitindo a passagem de apenas um veículo por vez. Apresenta trechos com barrancos laterais e erosões que estão danificando trechos de calçamento com paralelepípedos, termina saindo por Tibiriçá.
Estrada do Rio Verde (trecho de 50 km)
Pontos Críticos: Entrada próxima ao Aeroporto, com muita areia. Estrada estreita só permite a passagem de um veículo por vez. Cerca de arame e cerca viva em ambos os lados. Próximo da entrada da Fazenda Kairós, muita areia e pés de eucalipto na curva, dificultam a passagem dos ônibus. Na estrada da Laranja, Fazenda Aparecida, pista estreita, areia, árvores nas laterais e poças d’água. Fazenda Santa Terezinha e Sitio Bela Vista, cercas nos dois lados, pista estreita e areia. No cruzamento com a estrada de Tibiriçá, presença de areia, buracos e valetas, impedem a passagem dos ônibus.
Estrada da Kirilândia / Campo Novo (trecho de 30 km)
Pontos Críticos: Entrada do Sítio Santa Maria, trecho arenoso e estreito, só passa um veículo por vez. Chácara do Anísio, muita areia entre o Haras e Chácara Shangrila, muita areia. Também muita areia nas imediações da Estância Pequeno Paraíso.
Estrada Água do Paiol (trecho de 8 km)
Pontos Críticos: Entrada da Fazenda Santo Inácio, estreita, muita areia e barrancos laterais, só permitem a passagem de um veículo por vez. Perto das duas pontes, árvores nas duas laterais prejudicam a passagem do ônibus. Estrada velha do Batalha ( Chácara Telesp ), próximo das Chácaras São Judas Tadeu, Figueiredo e dos Contabilistas, presença de muita areia, ondulações na pista e estreita, passando apenas um veículo por vez. Saída pela Bauru/Marília, perto da ponte do cedro, Chácara Julia ( + - 150 metros ) pequena chuva, danifica a pista e impede a passagem do ônibus.

As principais rodovias de acesso à Bauru são:


  • SP. 300 - Via Rodovia Marechal Rondon.

  • SP. 225- Trecho Bauru-Jaú: Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros;

  • Trecho Bauru - Ipaussu: Engº João Baptista Cabral Rennó - liga Bauru à Região de Campinas, Araraquara e Ribeirão Preto.

  • SP. 294-Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros - ligação Bauru-Marilía-Panorama.

  • SP. 321- Rodovia Cesário José de Castilho - liga Bauru à Região de Araraquara, Ribeirão Preto e São José do Rio Preto.


1.3 DADOS SOCIOCULTURAIS:
População rural: Dados Populacionais mais recentes fornecidos pelo IBGE (2008), indicam que a população rural é de 7000 habitantes. Com o êxodo rural, principalmente dos jovens em busca de trabalho e estudo, sabe-se que a população rural envelheceu, porém, não há dados específicos de idade da população disponível.

Acesso da População Rural a Serviços Básicos:

a) Assistência técnica e extensão rural:
A assistência técnica e extensão rural no município são realizadas pelos técnicos da Secretaria da Agricultura do Município e pela Casa da Agricultura.

A prefeitura conta com um Engenheiro Agrícola, um Eng. Florestal, e dois Médicos Veterinários. A Casa da Agricultura de Bauru conta com um Médico Veterinário e um Técnico Agrícola, funcionários da Secretaria da Agricultura Estadual.

O público beneficiário são principalmente pequenos e médios produtores, além da população em geral que recebe orientações específicas na área de ciências agrárias. O atendimento é feito através da execução das políticas públicas estabelecidas pelo Governo Estadual, em programas e projetos específicos. Ocorre também o atendimento por demanda, geralmente feito através de consultas pessoais e visitas a campo.

Bauru conta ainda com:




  • Escritório de Desenvolvimento Rural de Bauru – CATI.

  • Departamento de Sementes, Mudas e Matrizes – CATI.

  • Coordenadoria de Defesa Agropecuária do Estado de São Paulo - CDA.

  • Agencia Paulista de Tecnologia do Agronegócio – APTA.

  • Centro Técnico Regional – CTR-Bauru.

  • Companhia de Desenvolvimento Agrícola de São Paulo – CODASP.

  • CETESB

  • Instituto Brasileiro de Meio Ambiente – IBAMA.

  • Secretaria Estadual do Meio Ambiente.

  • Secretaria Municipal do Meio Ambiente – SEMA.

  • Instituto de Previsão Meteorológica – IPMET Unesp.

  • UNESP

  • UNIP.


b) Crédito rural e microcrédito:
O município de Bauru é servido pelos Bancos: Banco do Brasil, Nossa Caixa, Credicitrus e Santander que disponibilizam Linhas de Crédito de Custeio e Investimento. As principais linhas de créditos oficiais tais como o PRONAF (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar) e FEAP (Fundo de Expansão da Agronegócio Paulista) são disponibilizadas principalmente pelo Banco do Brasil e pela Nossa Caixa conforme quadro demonstrativo abaixo:



Linhas de Credito

Agencia Financeira

Modalidades

PRONAF

Banco do Brasil

  • Investimento

  • Custeio

  • Mais Alimento

  • Mulher

  • Jovem

  • Floresta

  • Agroecologia

  • Eco

FEAP

Banco do Brasil

  • Apicultura

  • Apoio a pequenas agroindústrias

  • Avicultura de corte

  • Bubalinocultura

  • Café

  • Café de qualidade

  • Caprinocultura

  • DSR Aguapeí – peixe

  • Flores e plantas ornamentais

  • Fruticultura

  • Máquinas e equipamentos

comunitários

  • Maricultura

  • Olericultura em ambiente protegido

  • Ovinocultura

  • Pecuária de leite

  • Piscicultura convencional em viveiros

e barragens

  • Piscicultura em tanques rede

  • Plantio Direto na Palha

  • Produção de Mudas Cítricas em ambiente protegido

  • Pupunha

  • Qualidade do leite

  • Sericicultura

  • Suinocultura


c) Educação: Bauru possui segundo os dados do IBGE-2008, 2.333 docentes, distribuídos em 274 escolas de ensino fundamental, médio e pré-escolar, tendo registrado no mesmo ano 44.548 matriculas. No Ensino Superior o município conta com 12 instituições, sendo 4 Universidades, 2 Estaduais (USP e UNESP), 2 particulares (USC e UNIP); 8 Faculdades (ITE, FIB, IESB, UNIESP, ANHANGUERA, UNINOVE, FATEC e Faculdade LICEU). Estima-se que exista hoje em Bauru cerca de 30.000 universitários. No Ensino Profissionalizante destacam-se o Centro Paula Souza, Colégio Técnico Industrial (CTI-UNESP), LICEU Noroeste, SENAI, SENAC, SEST/SENAT e Instituto ANA NERI.

Em relação à população rural, o município oferece transporte escolar gratuito a 522 alunos do ensino fundamental (dados de 2009), uma vez que não existem mais unidades escolares na Zona rural, salvo o Distrito de Tibiriçá.


d) Saúde: A população rural possui acesso aos serviços de saúde nos postos localizados na zona urbana mais perto de onde residem. Não existem unidades de saúde nos bairros rurais e apenas o Distrito de Tibiriçá conta com profissionais de saúde que realizam trabalhos preventivos e curativos a todos os moradores da região.

UNIDADES DA REDE DE SAÚDE

Descrição

Quantidade

Unidade de Vigilância em Saúde

04

Policlínica

09

Unidade Móvel Terrestre

01

Unidade de Apoio Diagnose e Terapia (SADT isolado).

33

Laboratório Central de Saúde-LACEN

01

Pronto Socorro Geral

02

Centro de Atenção Psicosocial

03

Consultório Isolado

199

Hospital Especializado

04

Clínica Especializada/ Ambulatório de Especialidade

61

Hospital Geral

07

Centro de Saúde / Unidade Básica

28

Farmácia

01

TOTAL

351

Fonte: Ministério da Saúde – Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde-CNES em 05 -05-2008.

Prefeitura Municipal de Bauru – Séc. Desen. Econômico.


e) Segurança: O município de Bauru é sede do Departamento de Polícia Judiciária do Interior (Deinter -4) conta com o 9º Comando de Policiamento do Interior (CPI) da Policia Militar, além do 4º Batalhão da PM e Cinco Companhias da Corporação, uma delas reservada ao Pelotão Aéreo. Funciona também em Bauru e Região o Patrulhamento Rural, que consiste na ronda realizada pela Policia Militar em toda a área rural, inclusive durante o período noturno.
f) Transporte: A principal forma de escoamento da produção agropecuária é através de estradas municipais rurais, com total de 327 quilômetros de extensão. Os principais problemas apresentados são ocasionados principalmente pela ausência de práticas conservacionistas nas propriedades rurais adjacentes e pela falta de manutenção adequada das estradas, ocasionando degradações em trechos específicos (pontos críticos), principalmente na época chuvosa do ano, apresentando dificuldades de trafegabilidade. O maquinário municipal utilizado para os serviços nas estradas rurais fica a cargo da Secretaria de Obras, fato que dificulta as ações de recuperação da malha viária. A Prefeitura Municipal já se comprometeu a adquirir novas máquinas e estas ficarão a cargo da Secretaria da Agricultura.

A EMDURB (Empresa de Desenvolvimento Urbano e Rural de Bauru) é a responsável pelo transporte no município, e atua apenas no setor urbano.


g) Saneamento: O município não possui um plano de saneamento voltado especificamente à Zona rural, o DAE (Departamento de Água e Esgoto de Bauru), atua na zona urbana oferecendo tratamento de água e canalização de esgoto. Aproximadamente 100% do município é servido por rede de Água Tratada e 98,5% por rede coletora de esgoto, no entanto tratamento de esgoto atualmente em Bauru só existe no Distrito de Tibiriçá. Na zona rural, são utilizadas fossas negras, e com raras exceções, algumas fossas sépticas biodigestoras. Os resíduos sólidos urbanos são coletados diariamente e depositados em aterro sanitário localizado na zona rural (Bairro Gabiroba). Na zona rural os resíduos sólidos não recebem destinação adequada, sendo na maioria das vezes enterrados ou queimados na propriedade, contribuindo com a poluição ambiental e contaminação do lençol freático. Em algumas localidades rurais a prefeitura disponibiliza coletores de lixo em pontos estratégicos destinados ao depósito de lixo sólido provenientes dos loteamentos e propriedades rurais, que posteriormente são coletados pela Prefeitura.


h) Abastecimento de água: Na Zona Rural 100% das propriedades utilizam água proveniente de Poços e Minas.

i) Energia elétrica: 89% das propriedades rurais (636 UPAS) contam com rede elétrica.

(FONTE: LUPA – 2008)

j) Meios de Comunicação: Bauru possui grande influencia sobre toda a região quando se fala em meios de comunicação, uma vez que os jornais, rádios e televisões existentes, alcançam todos os municípios vizinhos. Os principais meios de comunicação são:

Imprensa escrita:



  • Jornal da Cidade

  • Jornal Bom Dia.

  • Revistas Atenção, Bauru News e Cadencia.

Imprensa Falada:



  • Rádio Comunicação 94 FM.

  • Rádio Cidade 96 FM.

  • Rádio UNESP FM.

  • Rádio Véritas FM.

  • Rádio Auri Verde AM.

Imprensa Televisionada:



  • TV TEM (Afiliada a TV GLOBO).

  • TV Câmara (Sinal Aberto).

  • TV Prevê (Sinal Aberto).

  • TV Record (Sinal Aberto).



k) Cultura: Bauru Possui o Teatro Municipal com capacidade para 500 pessoas, anfiteatro ao ar livre com palco para 2.000 espectadores e abriga inúmeros cursos, seminários e congressos científicos de amplitude internacional, com apoio das instituições educacionais.

l) Lazer: São diretrizes básicas da secretaria de Esporte e Lazer:
Criar condições e incentivar a prática esportiva, como meio de aprimoramento da formação integral do cidadão; Garantir nas regiões carentes, o mesmo índice de oferta de praças esportivas, equipamentos e locais adequados, existentes nas regiões mais desenvolvidas da cidade; Incentivar a participação da iniciativa privada e outras esferas do governo no patrocínio das práticas de esportes, recreação e lazer, na construção de espaços próprios e na aquisição dos respectivos equipamentos; Organizar e desenvolver programas especiais de incentivo à prática de esportes, recreação e lazer para a terceira idade e para os deficientes físicos, mentais e sensoriais; Fomentar indiscriminadamente, todas as manifestações físicas, esportivas e de lazer, com a finalidade de desenvolver junto à população o espírito comunitário e o sentimento de solidariedade, contribuindo para diminuir ou mesmo eliminar, a postura discriminatória na sociedade; Promover e incentivar competições esportivas, cursos e seminários sobre práticas de esporte e lazer; Elaborar e participar de calendários de eventos esportivos locais, regionais e estaduais.
m) Organização Rural:
1- Sindicatos Ligados à área rural:

  • Sindicato Rural de Bauru (patronal)

  • Sindicato dos Trabalhadores Rurais e Empregados Rurais de Bauru, Avaí e Arealva.


2- Associações de classe:

Produtores Rurais:

  • Associação dos Apicultores de Bauru – ABA

  • Associação dos Produtores Rurais Orgânicos do Centro Oeste Paulista – APROCOP

  • Associação dos Feirantes e Produtores de Bauru – AFB

  • Associação dos Produtores de Frutas de Bauru e Região –“Bauru Frutas” --- conta com 23 associados, realizam reuniões mensais, palestras e organiza a venda de produtos. Conta com uma câmara fria para armazenamento.

  • APROB – Associação dos Produtores Rurais Ouro Branco


Associação de Criadores:

  • Associação Brasileira do Cavalo Paint Horse

  • Associação Nacional do Cavalo de Rédeas

  • Associação Rural do Centro Oeste – ARCO

  • Associação Brasileira de Cavalo Quarto de Milha – Núcleo Bauruense

  • Associação Paulista de Criadores de Nelore

  • Associação Brasileira de Criadores de Zebu

  • Núcleo de Ovinocultura de Bauru e Região – NOBRE


Revendas de Insumos:

  • Associação das Revendas de Insumos e produtos Agrícolas de Bauru – ARIBAU


Bairros Rurais:

  • Associação de Moradores das Chácaras Reunidas Santa Maria.


Distritos:

  • Associações de moradores de Tibiriçá


Microbacia Hidrográfica do Ribeirão Barra Grande: Composta por 95 propriedades rurais e 86 proprietários, possui uma área de 5628 há.



  1   2


©livred.info 2017
enviar mensagem

    Página principal