Airton de Souza Chrispim



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Encontro27.09.2018
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Resumo
A pesquisa insere-se no amplo campo das relações entre História e Educação no Brasil e sugere a analise das representações do pensamento educacional católico. Pensamento este que a partir da década de 20 norteia o comportamento de atores sociais brasileiros ligados à igreja em relação às suas praticas de ações em suas bases de inserção, promovendo um modelo educacional.

A analise tem enquanto provas documentais os debates produzidos entre o poder publico e o poder privado, argumentos que projetam as questões educacionais no processo de construção da modernidade da sociedade brasileira.

O resgate dos debates políticos produz um campo amplo para a observação das ações afirmativas da História da Educação Católica. Sugerindo como reflexão as representações do pensamento do bispo Dom José Mauricio da Rocha.


Introdução
Para a construção de uma proposta de pesquisa para estudo cientifico, encontrei nas raízes da história da formação da Diocese de Bragança Paulista um vasto arquivo organizado, que permite um estudo oportuno em relação às representações das idéias relatadas e sugeridas por seu agente idealizador, o bispo Dom José Mauricio da Rocha, constituindo uma proposta educacional.

Ao perceber a importância do objeto a ser estudado faz-se necessário realizar uma analise política do país no final da década de 20; período em que as classes médias urbanas começaram a tomar maior consciência política e colocam em questionamento o sistema político das velhas oligarquias.

A investigação histórica se situa no período que percorre os meados da década de 20 até meados da década de 60 do século XX.

O objetivo hipotético a ser demonstrado é um conceito de educação que percorre os micros espaços da formação das bases sociais do interior paulista transmitindo uma nova abordagem dos métodos, da temática dos conceitos, propondo um olhar pouco explorado no campo da investigação historiográfica da educação católica brasileira.

Em outro sentido, vemos que a ação política intervinha diretamente na execução das propostas produzida pelo movimento escolanovista, uma vez que o Estado abria espaços para a Igreja Católica ocupar. Oferecendo, em certa medida a unificação dos interesses entre o Estado e a Igreja, no exercício da influência da Igreja no campo da educação escolar.

A valiosa documentação que se encontra nos Arquivos da Cúria Diocesana de Bragança Paulista é constituída de vários documentos escritos pelo Bispo Dom José Mauricio da Rocha sendo estes, Cartas pastorais, discursos e homilias, que faz com que se perceba a sua personalidade influente na vida política e social de sua região e do Brasil, durante toda primeira metade do século XX.

Está documentação se oferece enquanto provas para uma proposta de pesquisa, colocando em discussão o debate entre o poder publico e privado. Demonstra a importância do discurso narrado por um personagem de característica micro-histórica, pontuando dados para construção historiográfica da educação brasileira.

O projeto justifica-se, pois, com a localização, periodização e análise das representações do pensamento de Dom José Mauricio da Rocha, concluo a comprovação da construção e fundamentação de um modelo educacional para região Bragantina e todo o Brasil.

As suas manifestações de pensamento se configuram como sugestão ao comportamento social de professores, diretores de escola, homens, mulheres, leigos, religiosos, associações, instituições e grupos sociais que assimilaram e aplicaram estas representações e idéias em suas praticas cotidianas.

Diante dessa perspectiva a análise como um projeto de pesquisa é relevante a História da Educação do Brasil sugerindo uma analise investigativa.



Delimitação do problema.
A pesquisa, 1927 a 1968, constitui o bispado de Dom José Mauricio na Diocese de Bragança Paulista, época das primeiras formulações do ideário educacionais renovador, genericamente denominado escolanovista, e das ações transformadoras – políticas, econômicas e sociais – que estavam em processo no período. Essas variáveis, que se somam, determinam o estado cultural e ideológico ao qual estava sujeito o projeto educacional do Brasil.

A versão de que as representações sugeridas através de pensamentos, apresentadas em forma de narrativas, influenciam um olhar histórico de observação ao processo educacional brasileiro, construído a partir de um micro-personagem.

Representações comprovadas pelos estudos dos Arquivos da Cúria da Diocese de Bragança Paulista.

Objetivo
Demonstrar que as representações do pensamento católico, no ensino brasileiro, difundiram-se através do debate político entre o poder público e o poder privado.

Sendo que sua intenção principal é recuperar os fatores de constituição dos embates culturais de então pela via das formulações dos pressupostos e fundamentos da educação, oferecendo as praticas de ações de Dom José Maurício da Rocha, suas narrativas que constituem várias cartas pastorais.

Acreditando que a investigação possa revelar à teia de influência da Igreja católica, somada às transformações que estavam em curso na sociedade brasileira.

Esse projeto, e sua inserção num programa integrado de pesquisa em história da educação, atende o objetivo de compartilhar estudos sobre o tema “pensamento social e história da educação” que há tempos tem se manifestado como tema de grande recorrência nos eventos nacionais.


Revisão da Literatura
Em 15 de Dezembro de 1763 o paulista Antonio Pires Pimentel e sua esposa D. Ignácia da Silva, por escritura lavrada, doaram à Igreja Católica o terreno em que foi construída a Capela de Nossa Senhora da Conceição, que, perto do Morro do Lopo, na Serra da Mantiqueira, nas cercanias de Atibaia, deu origem ao povoado de Conceição do Jaguary. Em 17 de Outubro de 1797 tornou-se vila, recebendo o nome de Vila Nova Bragança e, a 24 de Abril de 1856, foi elevada a cidade com o nome de Bragança.

A Diocese de Bragança Paulista situa-se ao norte da Região Metropolitana da Cidade de São Paulo e faz divisa com o Estado de Minas Gerais pela Serra da Mantiqueira. Compreendendo 18 Municípios e 43 Paróquias, a Diocese tem 4.400km quadrados.

No decorrer de sua caminhada intelectual, Dom José idealizou e fundou o colégio São Luís, conseguiu a doação do terreno para que o colégio Sagrado Coração de Jesus fosse instalado em Bragança, e também participou da estruturação da escola Estadual Casper Líbero entre outros.

Em termos nacionais, Dom José difundiu a Liga Eleitoral Católica e colocou-se como interlocutor das oligarquias cafeeiras do interior paulista, conduzindo os debates políticos, econômicos, sociais e educacionais, sendo um dos responsáveis, posteriormente, pela articulação do golpe militar de 1964.

Em sua política local, Bragança sempre se manteve conservadora em seus valores. Ao argumentar sobre o papel do Bispo D. José Maurício da Rocha que chega nesta cidade em 1927 assumindo a Diocese de Bragança Paulista, sugere a sociedade um discurso antiliberal, anticomunista, evidentemente contra-revolucionário, diante da interlocução do Estado. Seu ressentimento era de natureza monarquista.
“Pelo movimento engendrado junto aos leigos e pela intensa correspondência mantida com lideranças locais e nacionais, a Diocese e seu Bispo podiam ser considerados um dos postos mais atuantes da Liga Eleitoral Católica, a LEC, o que comprova na documentação que ele deixou sobre a campanha de alistamento eleitoral que precedeu a Constituinte de 1933”. (Cf. Freitas, l999 pg. 44).

Algumas fontes visitadas no arquivo:
“Diante as várias instituições de ensino primário, que era ministrado em grupos escolares, faltava um estabelecimento que se completa e facilita-se ao jovem de Bragança e das cidades vizinhas o ensino secundário”. (C.f Carta pastoral anunciando a abertura do colégio diocesano São Luiz, 5 de junho de 1927).

“Queremos que ministre a seus alunos sadia educação physica, os convenientes conhecimentos científicos, e superior formação de caracter, uma vez que é está o primordial elemento para tenhamos bons cidadãos, bons brasileiros, úteis a si mesmo e a comunhão”. (C.f. Carta Pastoral anunciando a abertura do colégio São Luiz, 5 de junho de 1927, pg. 34).

“Possuindo o homem, além de inteligência, uma vontade, que precisa de direção, claro que não basta cuidar de uma com desprezo da outra”. Assim, não apega o ensino leigo, qual vige em nossas escolas oficiais. “Esse trabalho é incompleto, comprovando a evidencia dos seus maus frutos” (C.f. Carta Pastoral anunciando a abertura do colégio São Luiz, 5 de junho de 1927, pg.34).

“O bom cacter, que é inseparável de uma sã consciência, não se obtém senão associando a ilustração da mente o conhecimento da religião”. (C.f. Carta Pastoral anunciando a abertura do colégio São Luiz, 5 de junho de 1927, pg. 34).

“O professor da escola leiga, disse Alfred Fouillet, não é capaz de formar a consciência”. (C.f. Carta da Pastoral anunciando a abertura do colégio São Luiz, 5 de junho de 1927, pg. 34).

“A verdade é que a educação moral da infância não se pode obter, si não tem por base a religião. M. Jules Golly” (C.f. Carta da Pastoral anunciando a abertura do colégio São Luiz, 5 de junho de 1927, pg. 34).

“São elles uma acção catholica compacta nas suas várias obras de piedade, de boa imprensa, de socorro ás missões e de educação christã da mocidade; a actividade do clero, tanto secular como regular; e finialmente o concurso de todos os fieis na resistência ás desordens doutrinaes da hora do presente, e ao modernismo jurídico, social e moral, que tem invadido e estragado a alma de muitos e muitos christãos”. (C.f. Carta Pastoral sobre o jubileu do Papa Pio XI, 1º de novembro de 1927, pg. 43).

“A causa, porém, de todos os males moraes, que afligem a humanidade, com acção principal, diz o Pontificie, é a ignorância religiosa, pelo que recomenda de modo especial, o ensino popular do catecismo”. (C.f. Carta pastoral sobre o jubileu do Papa Pio XI, pg. 44).

“A crise do Brasil é, sobretudo, moral. Saneado o moral, tudo o mais se recompõe com facilidade. E não há moral sem Deus, sem religião, que, no caso, é a catholica, por ser a da maioria e a verdadeira. Quem, pois, trabalhar por associar os dois poderes, civil e espiritual, no brasil, de sorte que possam agir de mãos dadas, no Brasil, como amigos, auxiliando-se mutuamente embora um em seu campo de ação, terá prestado ao pais o serviço de que elle mais necessita”. (C.f. 2° Carta ao General Góes Monteiro, 5 de fevereiro de 1932).

“O estado brasileiro é agnóstico, no sentido geral do termo, pois desconhece a existência de Deus, em cujo nome nem si quer fala sua constituição”. (C.f. 2ª Carta ao General Góes Monteiro, 5 de fevereiro de 1932).

Quando do fato da inauguração da estatua do Cristo Redentor no Rio de Janeiro na data de 12 de Outubro de 1931, com a presença de Getúlio Vargas o Cardeal D. Sebastião Leme abençoa o cristo como protetor do Brasil. Assim, este ato marca a tentativa de estreitamento das relações entre igreja Católica com o Estado. Diante desse processo estabeleceu-se toda uma postura de introdução ao pensamento filosófico da igreja Católica em seus critérios educacionais. Entre as idéias educacionais o destaque para o pensamento do Bispo Dom. Maurício da Rocha, que em seu trabalho junto a Liga Eleitoral Católica, propunha um contexto de condicionamento moral da sociedade e intelectual para o povo, cuja marca foi traduzida em suas ações junto a Diocese de Bragança Paulista e para o Brasil.
Metodologia de Pesquisa:
Os procedimentos de análise desta pesquisa são frutos de esquemas de interpretação de documentos. Acredito que de primeiro momento devo seguir os seguintes métodos: método hipotético-dedutivo, método dialético e o método Histórico.

Como o trabalho é uma investigação documental, a pratica de analise não pode perder a tentativa de uma lógica do método crítico sugerida por March Bloch.

A síntese da pesquisa direciona ainda, construção de uma postura metodológica conhecida perante a historiografia como Micro-História, direcionando o problema reconhecido, através dos limites da analise de observação microscopia, produzindo um estudo intensivo das fontes documentais, assumindo a capacidade de definir as ambigüidades de um mundo simbólico narrado, sua pluralidade possível e oferecendo um novo parâmetro para compreensão do modelo educacional brasileiro construído, até então.

Investigar o fazer e o saber de personagens que produziram e desenvolveram suas idéias e representações é desenvolver um trabalho de reconstituição da memória dessa área científica que, muitas vezes, vive e revive crises acerca dos paradigmas que emergem da própria complexidade de seu objeto de estudo e, como conseqüência do pouco tempo de sua autonomia como campo científico. De fato, a produção de idéias e saberes científicos têm um caráter eminentemente social. No processo de articulação do presente com o passado, o pesquisador volta-se às suas raízes, ativa ou reativa a memória, distanciando-se, assim, de uma possível fragmentação quando procura, na investigação, o elo entre esses dois tempos históricos da atividade humana, para além de análises presentistas que o levariam apenas a ratificar o passado e glorificar o presente.

A pesquisa historiográfica constitui-se em evidências coordenadas e interpretadas, exigindo do pesquisador o trabalho de suplantar sua própria contemporaneidade sem deixar-se cair, entretanto, num historicismo que se traduziria em anacronismo, numa interpretação errônea e distorcida do passado.

Um determinado contexto histórico e sociocultural não é necessariamente o limite, mas sim é a base em que todo pesquisador transforma a realidade factual em ideal, isto é, torna-a objeto de investigação científica a partir dos conhecimentos e instrumentos de que dispõe.


Procedimentos já realizados junto às fontes de pesquisa:
Catalogação de todo material em arquivo da Cúria da Diocese de Bragança Paulista, trabalho realizado no ano de 2007, conforme autorização em anexo.

Em minhas visitas ao arquivo digitalizei a maioria dos documentos utilizando de uma caneta scanner PCr 700., assim, possuo hoje a grande maioria das fontes em arquivo pessoal digitalizado.




Referências Bibliográficas
Acervo: Arquivo da Cúria Diocesana de Bragança Paulista

Pronunciamentos:




  1. “Sobre o jubileu sacerdotal do Santo Padre Pio XI”, 1928;

  2. “Acerca da construção da Igreja do Rosário”, 19/3/1929, Rocha, 25/1/1931;

  3. “Sobre o Décimo Quinto Centenário do Concilio de Etheso e o Sétimo Centenário da Morte de Santo Antônio”, 11/5/1931;

  4. “Doutrinando com vista aos senhores Protestantes e Catholicos também, 12/12/1931”;

  5. “Ação Católica”, 15/6/1935;

  6. “Sobre o 1º Decênio da instalação da Diocese”, 21/4/1937;

  7. “O Comunismo Ateu e seus Aliados”, 21/4/1937 (na capa o ano impresso é 1938);

  8. “Prescrevendo Orações a Favor do Brasil”, 10/3/1946;

  9. “Sobre o Áureo Jubileu Sacerdotal do Santo Padre Pio XII”, 25/1/1949;

  10. “A Igreja tem o Direito de Intervir no Governo dos Povos", 9/4/1950;

  11. “Em virtude da unidade da Igreja”, 1950.

  12. “Por um Brasil melhor”, 1950;

  13. “Sobre o Espiritismo”, 16/7/1952;

  14. “Em Virtude da Unidade da Pessoa Humana, o Estado não Pode Desinteressar-se do Problema Religioso”, 8/12/1952

  15. “Em Virtude da unidade da Pessoa Humana, o Estado não Pode Desinteressa-se do Problema Religioso”, 8/12/1952;

  16. “Três Cartas Pastorais”, 1954-1955;

  17. “São José Operário”, 10/3/1956;

  18. “Legião de Maria”, 28/9/1956;

  19. “Contra a Legião da boa Vontade”, 11/2/1958;

  20. “Santa Filomena Insigne Taumaturga”, 26/7/1958;

  21. “Pelo 50º Aniversário de Sua Ordenação Sacerdotal”, 1959;

  22. “Problemas Humanos Divinos e Divinos Humanos”, 18/6/1959;

  23. “Sobre o Concilio Ecumênico / Apresentado a Encíclica Mater et Magistra”, 1/10/1961;



Cartas Pastorais registradas somente nos Livros de Tombo:




  1. “Sobre os acontecimentos religiosos no México”, 1928, Livro Tombo 36;

  2. “Sobre a Revolução de 1930”, Livro Tombo 36;

  3. “Sobre o Fim da Revolução de 1930”, Livro Tombo 36; e outros;

  4. Livro Tombo N.º 4, de 4/6/1928 a agosto de 1935;

  5. Livro Tombo N.º 5, de janeiro de 1935 a outubro de 1948;



Conferências:




  1. “O caminho da Nova Republica”, Centro Católico de Bragança, 25/1/1931;

  2. “Comemorando o 1º Centenário do nascimento de Dom Vital Maria Gonçalves de Oliveira, Bispo Mártir de Olinda”, 27/11/1944;

  3. “Sobre o Alistamento Eleitoral e o Movimento Nacional Restaurador”, 12/9/1957;

  4. “Conferência “de Dom José Maurício da Rocha”, Empresa Gráfica Diocesana A Voz de Bragança”, Bragança Paulista, 1960;



Efemérides:




  1. “Bodas de Prata de Dom José Maurício da Rocha”, Escolas Profissionais Salesianas de São Paulo, São Paulo, 1934;

  2. “Mensagem de Natal: atenção a João XXIII”, 1958;

  3. “Proclamação feita pela rádio por ocasião da Revolução Paulista, 16/7/1932”;



Cartas: Acervo




  1. “Carta ao General Góes Monteiro”, 28/1/1932;

  2. “Carta ao General Góes Monteiro”, 5/2/1932;

  3. “Carta ao General Góes Monteiro”, 6/10/1932;

  4. “Carta ao General Góes Monteiro”,1º/11/1933;

  5. “Carta ao Interventor Pedro de Toledo”, 23/6/1932;

  6. “Carta ao Revmo.sr. Vigário”, 1/1/1933;

  7. “Carta ao Interventor Affonso de Carvalho”, 2/2/1933;

  8. “Carta ao Presidente do Partido Nacionalista de São Paulo”, 6/3/1933;

  9. “Cartas reunidas de Dom José Maurício da Rocha”, outubro de 1933;

  10. “Carta com sugestões apresentadas à Comissão Organizadora do Ante - Projeto da Constituição”, 21/11/1952;

  11. Carta ao Deputado Ernesto Leme da UDN; -12/5/1936; -26/5/1936(Recebe); -8/6/1936; 21/11/1945(em nome da LEC a Ernesto Leme); - 26/11/1945 (recebe); - 12/5/1949;



Entrevistas:



47 Ao Bragança Jornal em 28/2/1931;

48 À Folha da Noite, de São Paulo, 15/11/1932;

49 Ao A Nação, do Rio de Janeiro ,17/2/1933;

50 Acervo: Arquivo do Centro de Documentação e a Apoio à Pesquisa Histórica do Instituto Franciscano de Antropologia da Universidade São Francisco, Bragança Paulista; Fundo Ernesto Leme:

51 Assunto: Política partidária, caixas: 2, 74, 117, 133, 161, 183,

52 Acervo: Arquivo Público de Belo Horizonte: Biblioteca de Apoio: Documentos a Obra de João Pinheiro.

53 Código Municipal de Bragança, Lei N.º 39 de 25 de setembro de 1928;

54 Lei N.º 240 de 25 de setembro de 1928 – Regimento Interno da Câmara Municipal de Bragança Paulista;

55 Câmara Municipal de Bragança Paulista – período governamental de 1926 a 1928: ”Relatório da Prefeitura referente aos anos de 1926 e 1927”;

56 Relatório Geral da Prefeitura Municipal de Bragança Paulista apresentado pelo Prefeito Raul de Aguiar Leme”, 1926-1933;

57 Divulgação: “As Nossas Riquezas”, organizado por João Netto Caldeira, Volume III, O Município de Bragança Paulista, Empresa Commercial de Propaganda Brazil, São Paulo; 1929; Revista de Cultura Vozes, Petrópolis, março de 1961.



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11.___Historiografia brasileira em perspectiva. 3ª Ed. São Paulo: Contexto, 2000.

12.___O Integralismo: Fascismo cabloco. São Paulo: Ocone, 1998.

13.___Os Intelectuais na História da Infância. São Paulo: Cortez, 2002.

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