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Resolução no 4/SEHAB/CPA, de 18 de agosot de 2000
Norma técnica para Linguagem Braille nos elevadores.
Aprova o documento “Norma Técnica para Linguagem Braille nos Elevadores – Comissão Permanente de Acessibilidade – CPA, agosto de 2000” sobre linguagem braille, dirigida às pessoas portadoras de deficiência visual quando do uso dos elevadores da cidade de São Paulo.
NORMA TÉCNICA PARA LINGUAGEM BRAILLE NOS ELEVADORES

Comissão Permanente de Acessibilidade – CPA, agosto de 2000


1 - Os elevadores instalados ou a instalar nos prédios da cidade de São Paulo, com a finalidade de assegurar o uso por pessoas portadoras de deficiência visual, deverão nas botoeiras do carro e nas botoeiras de pavimento incluir marcações em braille, que poderá ser em placa de metal rígido ou plástico rígido, gravadas e permanentemente fixadas.

2 - Entende-se por cela braille o arranjo de 6 (seis) pontos em relevo dispostos em duas colunas de 3 (três) pontos. Estes 6 (seis) pontos formam 63 (sessenta e três) combinações diferentes com as quais se representam as letras do alfabeto, os sinais de pontuação, os números, notação musical e científica, e são configurados e numerados da seguinte forma (ver figura 1).



Figura 1 - Configuração da cela braille
2.1 - O Arranjo de 6 (seis) pontos e o espaçamento entre as celas braille devem respeitar o padrão internacional (ver figuras 2 e 3).

Figura 2 - Arranjo de 4 (quatro) celas braille, distribuídas duas em cada linha

Figura 3 - Altura do ponto

3 - As identificações dos comandos devem estar preferivelmente localizadas ao lado esquerdo do botão correspondente e devem ter cor contrastando com o fundo.

Os caracteres devem ter uma altura mínima de 16 mm e serem em alto ou baixo relevo de 0,8 mm no mínimo (ver figura 6).

As marcações em braille devem estar localizadas ao lado esquerdo do botão correspondente, devendo respeitar a dimensão de 7,4 mm x 4,7 mm para cada cela braille (ver figuras 1,2 e 3).

Estas marcações em braille podem ser feitas em placas de metal rígido ou plástico rígido, gravadas e permanentemente fixadas (ver figura 6).

4 - A botoeira da cabina deve ser colocada no painel lateral direito de quem está de frente para a entrada do elevador.

No caso de portas corrediças laterais, cujas folhas se deslocam para a direita ao abrir, deve ser instalada uma segunda botoeira no painel lateral esquerdo.

A linha de centro horizontal da parte ativa do botão mais baixo deve estar localizada a uma altura de 890 mm e a linha de centro horizontal da parte ativa do botão mais alto no máximo a 1350 mm, medidas a partir do piso da cabina, com tolerância de 25 mm (ver figuras 4 e 5).

Os botões de chamada devem ter uma dimensão mínima de 19mm, com área mínima de 360mm², excluindo-se a aba, devem ser salientes sem arestas cortantes ou faceados em relação à placa da botoeira.

Quando operados, a profundidade não deve exceder a 5mm. Devem ser providos de indicação visual para cada chamada registrada, que deve extinguir-se quando a chamada é atendida.



A linha de centro vertical da parte ativa do botão mais próximo da porta deve estar no mínimo a 400 mm do painel frontal e a linha de centro vertical da parte ativa do botão mais próximo do painel de fundo da cabina deve estar no mínimo a 500 mm deste painel (ver figuras 4 e 5).



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