A vida escreve e reescreve histórias maravilhosas e muitas delas



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A VIDA ESCREVE E REESCREVE histórias maravilhosas e muitas delas

você encontrará nas páginas deste livro. O diálogo entre Paulo de Tarso e Herodes é uma delas. É possível se transportar no tempo e se emocionar com esse momento tão significativo na história do Cristianismo.

Dentre outras histórias marcantes o leitor encontrará a história de Newton Boechat, um grande exemplo de dedicação e fidelidade à Doutrina Espírita. Orador espírita com excelente bagagem doutrinária e memória invejável, Boechat realizou mais de sete mil palestras pelo Brasil, América do Sul e Europa.



Paulo e Herodes é rico em conteúdo espírita, emoção, fidelidade ao Cristo e oferece exemplo de boa conduta e força moral.

JORGE DAMAS MARTINS

Jorge Damas Martins nasceu no Rio de Janeiro é casado com Regina Lúcia com quem tem dois filhos: Lucas e Pedro. É Graduado em psicologia e há 30 anos tem se estacado por proferir palestras sobre psicologia, Espiritismo, parapsicologia, filosofia oriental e Hermética e I Ching. É autor de mais de 20 livros publicados e articipa de programas na Rádio do de Janeiro.

Paulo e Herodes


A palavra vibrante de

Newton Boechat

Jorge Damas Martins

&

Pedro Silveira Martins



Paulo e Herodes

A palavra vibrante de

Newton Boechat

1°Edição

Novo Ser- EDITORA


PAULO E HERODES

A palavra vibrante de Newton Boechat

Copyright® Novo Ser Editora

Editor:


Assistente editorial: Capa, projeto gráfico e diagramação: Revisão: 1a Edição: Impresso no Brasil

Cláudio Luiz Brandão José

Kátia Cristina da Silva S. Biaia Barros

Rogério Mota

Maria Flavia dos Reis

2011


Printed in Brazil

Novo Ser


EDITORA

Rua João Vicente, 1125 - Bento Ribeiro CEP 21340-021 - Rio de Janeiro - RJ

Tel.: 21 3017-2333 / 3598-6213 www.novosereditora.com.br
Todos os direitos de reprodução, cópia, comunicação ao público e exploração econômica desta obra estão reservados única e exclusivamente para a Novo Ser Editora. Proibida a reprodução parcial ou total da mesma, através de qualquer forma, meio ou processo eletrônico, digital, fotocópia, microfilme, Internet, CD-Rom, sem prévia e expressa autorização da Editora, nos termos da lei 9.610/98 que regulamenta os direitos de autor e conexos.

DADOS INTERNACIONAIS PARA CATALOGAÇÃO NA PUBLICAÇÃO (CIP)


M343p Martins, Jorge Damas, 1957- .

Paulo e Herodes: a palavra vibrante de Newton Boechat / Jorge Damas Martins e Pedro Silveira Martins. — 1. ed. — Rio de Janeiro: Novo Ser Editora, 2011.

244p.; 23cm.

ISBN 978-85-63964-34-2

1. Boechat, Newton, 1928-1990. 2. Espiritas - Brasil - Biografia. I. Martins, Pedro Silveira, 1986- . II. Titulo.

CDD- 920.913391


Ao Amor que se manifestou como amigas, irmãs e mães de Newton Boechat:
Odete Boechat, Lourdes Semeraro, Cídia Paranhos, Alcídia Pia, Armanda Silva, Leinha Amaral, Claudia Bommartin, Arlinda Melo, leda Soares, Theóphila Leiming, Fernanda Carvalho, Dorothy Salomão, Josefa Darriba, Amélia Boechat, Ruth Santana, Leda Rocha, Neyde Oliva, Antonieta Alessandre, Andréa Coutinho, Maira Boechat, Regina Lúcia Martins, Zilah Chaves, Sara Silveira, Cinira Novaes, Yolanda Brasil, Maria Luiza Martins, Zita Ghilardi, Ninita Araújo, Suzuko Hashizume, Rosa Cardoso, Himbelsa Boechat, Esmeralda Bittencout, Rafaela Damásio de Jesus, Aparecida Rana, Ayne Paiva, Zezé Gama e outras.
Agradecimento à amizade,

ao carinho e ao incentivo de


Luiz Carlos de Carvalho, Gilberto Perez Cardoso, Paulo Rouvier, Felipe Salomão, Júlio Couto Damasceno, Luciano Klein, José Antônio Carvalho, Stenio Monteiro de Barros, Ariston Santana Teles, Oceano Vieira de Melo e Gerson Simões Monteiro.

SUMARIO
I - Palavra Vibrante 11

II- História de um Tribuno Espírita 17

III- Novo Tom 23

IV- Paulo e o Rei Herodes Agripa 29

V- Chico Xavier - Antena Psíquica 51

VI- O Auto de Fé de Barcelona 59

VII- Bailarina do Nepal reencarnada em Campos 83

VIII- Reencarnação - Lei Biológica 87

IX- Newton Boechat na Europa

X - O semeador saiu a semear a sua semente... 105

Notas e Fatos - Newton Boechat na Europa

- Comunicação mediúnica em Portugal 117

XI- Uma análise do Movimento Espírita no Brasil

- Por Newton Boechat, em Portugal 119

XII Aspectos da Crucificação e Ressurreição de Jesus 135

XIII Ide e Pregai - Depoimento 161

XIV Prisões sem Grades 165

XV O Capitão Sebastião e o Narcotráfico 181

XVI Newton Boechat pesquisa Ernesto Bozzano: A Maior Figura do Espiritismo Científico 189

XVII Amor, alimento das Almas! 195

XVIII A Revelação Espírita e a Homossexualidade 205

XIX A cidade estranha 225

XX Newton Boechat é preso em Fortaleza 233

XXI Além da Fronteira de Cinzas 237

PALAVRA VIBRANTE


CONHECI O AMIGO NEWTON BOECHAT num velório. Parece brin­cadeira, mas é a mais pura verdade.

Corria o ano de 1978...

O fato é que, desde meados de 1977, eu frequentava as reuniões doutrinárias do Centro Espírita Bezerra de Menezes, no tradicional bairro do Estácio. Lá, às quintas-feiras à tarde, o seu vice-presidente Dr. Aloysio Paiva falava com muita propriedade da obra de André Luiz. Tinha eu então 19 anos e cursava Física na UFRJ, na Ilha do Fundão.

Na primeira vez que ouvi o Dr. Aloysio (aliás, era a segunda palestra a que eu assistia), só conhecia, há dois dias, em leitura relâmpago, O Evangelho segundo o Espiritismo e O Livro dos Espíritos e me surpreendia, naquela palestra, com as informações fascinantes do plano espiritual, suas cidades, ministérios, residências, transportes e outras admiráveis revela­ções... Era todo um mundo novo para o meu universo pessoal, carente e sedento das coisas do espírito.

Choveram perguntas em cima do Dr. Aloysio. Mais perguntas que as respostas que ele poderia dar, por hora. Não por deficiência dele, mas porque de um salto apenas não se tomam as verdades do Céu.

O meu novo amigo — que se tornou de imediato —, sendo amigo de verdade, sugeriu o certo:

— Não seja superficial, o método do menor esforço nem sempre compensa. Leia as obras todas de André Luiz! Ah! e as muitas outras complementares, tire as suas conclusões, faça suas anotações, e vamos conversando...

Lendo, sempre lendo, comecei a frequentar as reuniões da Mocidade Espírita por ele dirigida às terças-feiras. Às quintas continuava batendo ponto nos seus estudos da série Nosso Lar. Logo ele me chamou para frequentar seu Culto do Lar. Que bênção! Ah, e a dona Ayne, que simpatia! Lá conheci o Dr. Armando de Oliveira Assis — ex-Presidente da FEB, o Aberlado Idaldo Magalhães, a encantadora Alba Lucínia, sua filha, compa­nheira na Mocidade... Ah! em muitas domingueiras, Dr. Aloysio passava por minha residência para me buscar de automóvel: eram palestras na FEB, nas Semanas Espíritas Tijuca—Vila Isabel, no Grupo Espírita André Luiz, na Rua Jiquibá...

Mas o que era comum é que o Dr. Aloysio e meus outros novos amigos falavam, insistentemente, de um tal Newton Boechat. Falavam tanto e tanto falavam, que eu conhecia o Newton e até o citava sem nunca tê-lo visto. O 'nunca', aqui, não é palavra apropriada.

O Dr. Aloysio dizia:

— Hoje, no nosso Culto do Lar, Newton Boechat dará presença.

Lá comparecia, pois comparecia sempre, mas nada. Por engano era dia de conferência do Boechat, em outras plagas... Marcava, então, o meu amigo, para assistirmos juntos a uma das palestras do Boechat, mas outro imprevisto: era dia de prova no Fundão. Parecia conspiração. Não era! O certo é que rato não corre atrás de gato.

Dr. Aloysio, porém, insistia no encontro. Chegava a dizer:

— É compromisso!

Um dia, 27 de setembro de 1978, à noite, chego ao Bezerra de Menezes para mais uma reunião de estudo. Fui recebido na porta pelo Senhor Cristodolino — dedicado seareiro daquela instituição. O seu olhar, então, me dizia coisas, surpreendendo. Assim, perguntei de tacada:

— O que houve? Vamos! Fala!!!

— Ah! Não sabe? O seu amigo, o nosso amigo Aloysio partiu...

Depois de pequeno silêncio e da profunda respiração reequilibrante como uma prece, pensei naqueles sete meses de amizade tão profícua, tão profícua, que existe até hoje.

Mas e o seu compromisso de me apresentar ao Newton?

No dia 28 estou no velório, (1) em conversa fraterna e revigorante com a jovem Alba Lucínia que, entre uma palavra de consolo e uma pitada de alegria espírita, parará de chorar. Então, para minha surpresa, ela sem pedir licença deixa o nosso convívio e vai se debruçar, em lágrimas, em um homem que chega como um relâmpago, revirando os olhares de todos os presentes.





  1. Newton Boechat foi convidado para fazer a palestra do lançamento do livro Velório - Reflexões Espíritas, Autores Diversos, Instituto Maria, Juiz de Fora (MG), em 8 de novembro de 1980. No autógrafo do livro ele registra: "Ao Jorge Damas, lembrança da noite fraternal no Instituto Maria" [Nota dos organizadores].

Passado uns instantes, eu, com gestos insistentes, chamo Alba de novo para o meu lado e digo:

— Não é bom que você fique tanto com esse homem, pois ele lhe faz chorar...

Ela, enxugando algumas lágrimas, disse:

— Mas esse é Newton Boechat! Grande amigo do papai! Pronto. Promessa cumprida!

Agora, era eu que me aproximava do Newton. Apresentei-me (ou fui apresentado?). Disse logo:

— Meu nome é Jorge. Sou um jovem estudante do Espiritismo com o Dr. Aloysio e muito queria conhecê-lo, inclusive pela insistência do nosso amigo comum.

Então vieram as suas primeiras palavras que atingiram em cheio o meu coração:

Dê cá um abraço, Jorge Damas Martins. Eu também queria conhecê-lo.

"Damas Martins..." Era demais!? Mas a memória do Newton é assim mesmo.

Era um reencontro.

A palavra vibrante de Newton Boechat estava de volta na acústica de meu coração.

Por motivo de palestras dele, marcamos de nos reunir no dia 5 de abril próximo, no INPS, na Avenida Graça Aranha, nQ 35, 8e andar, à tarde.

Tudo certo. Antes da hora marcada, estava lá, munido de uma bolsa a tiracolo, universitária, cheia de livros espíritas, com anotações à margem. E, comecei a metralhadora de perguntas sem fim, tentando mostrar livros e revirando páginas.

Newton, agitado psiquicamente, com decisão, disse:

Guarda tudo isso... Vamos só conversar.

Era surpreendente. Sabia tudo de cor!

Consolidamos a amizade ali. Falou de Pietro Ubaldi — que eu desco­nhecia. Disse que ia levantar nos sebos as obras do grande professor. Depois convidou-me para à noite ir à casa do César Burnier, em Copacabana, aguçando a minha curiosidade, dizendo que lá é a 'Sucursal do Além'. Falou da sua amizade com Chico Xavier, leu mensagens parti­culares incríveis. Enfim, abriu arquivos e o coração. Quanta generosidade!

Às segundas-feiras eu já fazia, mesmo solteiro, o Culto do Lar, e o Boechat, de pronto, começou a marcar presença.

Alguns meses depois estávamos fazendo dobradinhas por vários recantos do Brasil.

Depois de 1982, já casado com a minha Regina Lúcia (que já era amiga dele desde 1977), o Newton resolveu deixar o bairro de Bangu, onde residia em frente ao tio Aldo Boechat, na Rua Dunquerque, n° 105, e veio procurar um apartamento aqui perto de casa, pelas bandas da Tijuca. Enquanto procurava, por cerca de um mês, alegrava-nos residindo conosco.

É isso! A Vida escreve e reescreve histórias maravilhosas e muitas leias você, meu amigo e minha amiga leitora, as encontrarão nas páginas leste livro, no qual revivemos Newton Boechat e sua palavra vibrante.(2)
Muita Paz!

Ano-Novo 2011



Jorge Damas Martins

2 -Newton era presente nas vibrações em meu lar.

Pedro Silveira Martins, o meu filho Pedrinho, foi o meu maior incentivador para a estruturação deste livro. Foi ele quem transcreveu as palestras, artigos e, dedicado, realizou muitas pesquisas que enriqueceram esse trabalho. A ele, em meu nome e no do Newton Boechat, o nosso muito obrigado. Deus sabe recompensar tudo. Beijos, querido Pedrinho.
História de um tributo espírita (3)

NEWTON BOECHAT NASCEU EM APICÁ, cidade do interior do Espírito Santo, bem próxima à divisa com o Estado do Rio de Janeiro, em 25 de julho de 1928. Foram seus pais Clodomiro Lemgruber Boechat e Himbelsa Boechat. Recebeu as primeiras letras em sua terra natal, passando a estudar, a partir dos 10 anos, em Santo Antônio de Pádua, no estado do Rio de Janeiro, onde concluiu o curso secundário.

O Espiritismo, a essa altura, já fazia parte de sua existência, pois seu avô, Júlio Boechat, tinha fama na região pelas curas que efetuava, sondo notáveis as reuniões mediúnicas que dirigia, com comunicações psicofônicas e doutrinação de Espíritos.(4)

Por volta dos 17 anos mudou-se para Belo Horizonte, quando iniciou os estudos na área das línguas neolatinas, em nível superior, graduando-se quatro anos após. Foram anos árduos e de grandes dificuldades econô­micas, chegando a trabalhar em humilde emprego e a estudar ao mesmo tempo.




3-Essa matéria foi escrita pelo amigo Dr. Gilberto Perez Cardoso quando da desencarnação de Newton Boechat. Evidentemente, agora, ela foi revista para caber no formato temático desse livro [Nota dos organizadores.]
4- Gustavo Geley informa que a "mediunidade é hereditária". Ver Resumo da Doutrina

Espírita, Lake, São Paulo (SP) 3° edição, 1975, p 118 [Nota dos organizadores].

Newton Boechat, em março de 1954, em Belo Horizonte.


Nossa época fez amizade em Belo Horizonte com vários membros atuantes do movimento espírita, tais como César Burnier — de quem se tornou grande amigo —, Rubens Romanelli, Camillo Chaves, iniciando visitas que se tornaram posteriormente constantes a Pedro Leopoldo, quando conheceu Chico Xavier e o Dr. Rômulo Joviano.

Nessa época, também, passava a falar constantemente nas reuniões públicas do Centro Espírita Luiz Gonzaga, enquanto o famoso médium mineiro recebia, por psicografia, inúmeras mensagens. Revezava-se, nesse mister, com muitos companheiros das lides doutrinárias.

Nessa época teve vaticinada a missão de que se investiria, através do médium César Burnier, segundo o próprio nos narrou, pessoalmente, afian­çando que o jovem orador, de então, seria conhecido em todo o Brasil e falaria na América do Sul e na Europa.

Durante o período de estudos, em Belo horizonte, fundou, com grande dificuldade financeira, um jornal, em parceria com Gustavo Pancrácio, intitu­lado A Luz do Mundo. Esse jornal chegou a ter 7 números. Nele ficou regis­trada uma entrevista, feita por Boechat, com o Professor Pietro Ubaldi, por ocasião de sua visita a Belo Horizonte e Pedro Leopoldo, quando teve um famoso encontro com Chico Xavier.


Após se formar, Boechat passou em concurso público pelo DASP para o IAPTEC (hoje incorporado ao INPS), trabalhando em Belo Horizonte, fazendo palestras nas horas disponíveis e participando ativamente das reuniões com Chico Xavier em Pedro Leopoldo. Deste se tornou grande amigo e sempre demonstrou ter recebido muitos ensinamentos notáveis e revelações preciosas dele.

Por volta de 1956, pediu e obteve transferência para o Rio de Janeiro, passando a trabalhar no prédio do INPS na Avenida Graça Aranha, n° 35, 8° andar, onde ficou até se aposentar. Trabalhava também como tradutor juramentado, traduzindo textos em francês.

A partir daí intensificaram-se as conferências por todo o Brasil, fora as inúmeras participações em reuniões mais íntimas e informais, as chamadas "reuniões do lar", às quais comparecia em casa de inúmeros amigos, sempre expondo seus pensamentos, com palavra clara e didática impe­cável, maravilhando os que o ouviam.

Obviamente, destacava-se-lhe a memória prodigiosa, citando com exatidão, qual computador de última geração, o versículo, o capítulo, a página, o livro... Conhecia tudo de memória. Após a desencarnação, nenhum livro foi encontrado em sua residência. Ele ajudava os amigos, após lê-los. O de que precisava gravava no cérebro privilegiado. Mais do que simplesmente a beleza das imagens expressas, qual verdadeiro "pintor" de cenas por palavras, seu discurso saía impregnado do magnetismo daquele que fala o que realmente vive, fato que constatamos pessoalmente nos incontáveis atos de caridade praticados, seja no conselho oportuno, seja na ajuda econômica, discreta e anônima, seja na presença assídua junto a doentes, na aplicação diária de passes. Possuía o habito de, ao se deitar e, também, ao despertar, orar longamente por amigos e neces­sitados, especialmente por aqueles que não o compreendiam, e o fazia religiosamente.


A mediunidade mais ostensiva começou a se lhe manifestar no início da década de 1970, com o surgimento da vidência e da audição espirituais. A partir daí, assistimos, por seu intermédio, e damos tal testemunho, a inúmeras e precisas identificações de espíritos, muitas delas narradas em nossos livros em parceria. Por sua mediunidade vieram diversos poetas, como Azevedo Cruz, Auta de Souza, Lobo da Costa, Augusto dos Anjos, Cezinha etc...




Newton Boechat na CEPA — Confederación Espirita Panamericana — Argentina — Palestra presidida por Natalio Cecarini — 20 de maio de 1966.
Viajou por diversos países da América do Sul, tendo feito palestras no Paraguai, Uruguai, Argentina e também na Europa, em fins da década de 1970, quando falou em Portugal, Espanha, Itália e França. Na Europa, visitou o túmulo de Kardec, em Paris, e o de Bozzano, na Itália, fazendo pesquisas. Na Espanha falou em Barcelona, no interior de uma igreja cató­lica próxima ao local onde, cento e poucos anos antes, se dera a queima dos livros de Kardec no episódio que ficou conhecido como o "Auto de fé de Barcelona".

Realizou cerca de 7000 palestras por todo o Brasil, conhecendo e se tornando amigo de espíritas em diversos municípios brasileiros. Nada o detinha nessa missão.



Entre as suas palestras mais famosas podemos relacionar: "Prisões sem Grades" (a mais solicitada

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