A reputação e a estratégia de sustentabilidade ambiental na indústria de hidrocarboneto



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1 McDONOUGH, W. & BAUNGART, M. Cradle to Cradle: Remaking the Way We Make Things, 2002. North Point Press.


2 HAWKEN, P.; LOVINS, A. LOVINS, L.H. (1999) Natural Capitalism: Creating the Next Industrial evolution (New York: Little, Brown). Em português, Capitalismo Natural. Foi publicado pela Cultrix Amana-Key, São Paulo, em 1999.

1 LOVINS, L. H. Rething Production In State of the World 2008. Innovations for a sustainable economy. STARKE, Linda (editor). Worldwatch Institute. Washington D.C., 2008

1 A ISO, cuja sigla significa International Organization for Standardization (Organização Internacional de Estandardização), é uma entidade não governamental criada na Suíça, em 1947, com o objetivo de promover o desenvolvimento da normalização e atividades relacionadas com a intenção de facilitar o intercâmbio internacional de bens e de serviços e para desenvolver a cooperação científica, tecnológica e econômica. Os membros da ISO (cerca de 90) são os representantes das entidades máximas de normalização nos respectivos países como, por exemplo, ANSI (American National Standard Institute), BSI (British Standard Institute), DIN (Deutsches Institut für Normung) e o INMETRO (Instituto Nacional de Metrologia).

* Optamos por utilizar o termo "stakeholder" ao invés de “grupos de interesses” ou “partes interessadas” por ser mais abrangente, incorporando, além de todos os membros da cadeia produtiva, as comunidades, as ONGs, o setor público, e outras firmas e indivíduos formadores de opinião. Além disso, o termo está consagrado na literatura especializada. Mantivemos a versão em inglês, portanto, na falta de um correspondente à altura em português, lembrando que outros termos em inglês constam como verbete nos melhores dicionários brasileiros, como é o caso do Dicionário Aurélio.

1 Na definição de Porter: "Strategy is creating fit among a company's activities. The success of a strategy depends on doing many things well - not just a few - and integrating among them. If there is no fit among activities, there is no distinctive strategy and little sustainability". Adverte que existem limites ao alcance da "efetividade operacional" enquanto estratégia competitiva, entre eles, o fato da imitação ocorrer muito rapidamente. PORTER, M. E. “What is strategy?”. Harvard Business Review, Harvard, p. 61-78, Nov./Dec. 1996. p. 75-78.

1 Elkington, J. Cannibals with forks. Gabriola Island: New Society Publishing, 1998. CITAR ARTIGOS CAMISEA

2 Segundo Porter, "the more benchmarking companies do, the more they look alike. The more that rivals outsource activities to efficient third parties, often the same ones, the more generic those activities become. As rivals imitate one another's improvements in quality, cycle times, or supplier partnerships, strategies converge and competition become a series of races down identical paths that no one can win." PORTER, M. E. “What is... Op. cit. p. 64.

3 HART, Stuart L. "Beyond greening: strategies for sustainable world". Harvard Business Review, Harvard, pp-66-76, Jan-Feb. 1997.

1 Lucro Líquido (LL) é o resultado final da empresa, após pagamento de impostos, resultado não-operacional, participação dos empregados e outros itens. É o lucro que cabe ao acionista

* Governança Corporativa é o sistema que permite aos acionistas ou cotistas o governo estratégico de sua empresa e a efetiva monitoração da direção executiva. As ferramentas que garantem o controle da propriedade sobre a gestão são o Conselho de Administração, a Auditoria Independente e o Conselho Fiscal.

1 Hart (1997).

2 Hall (1992)

3 Ver artigo José Eli da Veiga

5 Schmidheiny et al. (1992)

6 Website Cebds

7 Hoffman (1997)

8 Korten (2001)

9 Altvater (1992).

10 Hastings (1998)

11 Hart (1995).

12 Henriques e Sadorsky (1996).

13 Ethos (2002)

14 Roddick (2002).

15 Extraído do website da empresa.

16 Hart (1997) p. 1001.

17 Ver o modelo de Balanço Social e outras informações a respeito no site do IBASE: www.ibase.org.br

18 Website Ethos/publicações. Matéria “Investimento Socialmente Responsável: Uma Outra Economia é Possível”

19 Balanço Social IBASE.

20 Costa Filho (2003)

21 Gazeta Mercantil. São Paulo, 17 Agosto de 2001.

22 Porter e Linde (1995).

23 Hart (1997); Magretta (1997).

24 Entre eles: Capra (1996; 2002); Gladwin e Krause (1995); Elkington (1997); Korten (2001); Hawken (1993).

25 Vinha (2000) p. 103 e p.138.

26 Hawken (1993)

27 Idem, pp.121-122

28 Porter e Linde (1995), p. 146.

29 Gladwin et al. (1995).


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