A ilha de Santa Catarina é visitada por navegadores de várias nacionalidades desde o início do século XVI



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Encontro07.08.2017
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O Senhor Odacir Zonta pronuncia o seguinte discurso: Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados: é com inebriante satisfação que pressto relevantes homenagem à Ilha de Santa Catarina, Florianópolis, que amanhã comemora 278 anos de emancipação política e administrativa. Floripa, como é conhecida, é visitada por navegadores de várias nacionalidades desde o início do século XVI. Fundada por bandeirantes paulistas em fins do século XVII, com o nome de Nossa Senhora do Desterro, Florianópolis não passava de uma modesta vila de pescadores. Conquista em 1726 a sua emancipação política e recebe, entre 1748 e 1756, expressivas levas de colonizadores açorianos e madeirenses. Com a independência do Brasil, Desterro se torna capital da Província de Santa Catarina. Já no século XX, rebatizada como Florianópolis, a cidade reafirma sua vocação como prestadora de serviços, em especial depois da chegada da iluminação pública e da inauguração da Ponte Hercílio Luz, em 1926. Com a implantação da Universidade Federal, entre os anos de 1950 e 1960, e a inauguração da BR-101, na década de 1970, Florianópolis firma-se como grande pólo turístico estadual. A capital do Estado é moderna e cosmopolita, onde o novo e o antigo convivem harmoniosamente, quer nos balneários agitados, quer nas pacatas vilas de pescadores. Tem mais de 100 praias, inúmeros parques, reservas naturais, praças, dunas, ostentando o título de Capital Turística do Mercosul. As
principais etnias são a de origem açoriana, mas pessoas das mais diversas partes do Brasil e do mundo são atraídas pelo charme e exuberância das praias e da natureza de Florianópolis.
Convém ressaltara que, ainda hoje, em bairros como Ribeirão da Ilha e Santo Antônio de Lisboa, além de toda a área do centro, marcas da colonização açoriana são preservadas nas casas à beira da calçada, nas igrejas, nos museus, nas ruelas estreitas e no jeito de ser e de viver da gente que habita a cidade. São visitas obrigatórias o mirante da Ponte Hercílio Luz, uma das maiores pontes pênseis do mundo, e o mirante da Lagoa, que permite uma visão panorâmica da Lagoa da Conceição, de algumas praias e das dunas da Joaquina. Também é um bom programa pegar uma escuna no trapiche da Beira-mar Norte ou em Canasvieiras e passar o dia no mar, conhecendo as ilhas em volta da cidade, as fortalezas, observando os golfinhos e as belas paisagens e deliciando-se nos restaurantes típicos. Em diversos museus, Florianópolis resgata a história local e traduz o dia-a-dia dos povos que habitaram a Ilha ao longo dos tempos. O Centro Integrado de Cultura reúne espaços e equipamentos para teatro, vernissages e cinema. Entre as grandes atrações da cidade está o artesanato, com a renda-de-bilro, a rede-de-pesca e as esculturas em formato de bruxas. Nos bairros mais antigos pode-se encontrar verdadeiros ícones do folclore açoriano, como Boi-de-Mamão, Pau-de-Fita, Cacumbi ou Ticumbi, Ratoeira, Terno de Reis e Pão-por-Deus. Florianópolis abriga 342.315 habitantes, a maioria migrante do interior do Estado, outros pelas Universidades Federal-UFSC e Estadual-UDESC, as quais oferecem alguns dos mais conceituados cursos do Sul do país. Faço questão de mencionar a brilhante atuação da Prefeita Ângela Amim, considerada por varias oportunidades a melhor administradora do País, fato que se dá pela sua audácia e amor aquela terra. A todos os munícipes, reiteramos nossos cordiais votos de prosperidade e apreço. Muito Obrigado.



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