A grande rebeliãO



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Apontamentos Secretos de um guru

Samael Aun Weor

PREFÁCIO


“Deus não tem filhos preferidos. Deus é o preferido de algum de seus filhos”. (Da sabedoria hermética).

“Apontamentos Secretos de um Guru”, nos vem para revelar as experiência íntimas da vida de um Mestre de sabedoria, muitos vincos e dobras que permaneciam completamente obscuros e cheios de enigma para os devotos do caminho. Hoje com este livro rasga-se completamente o véu sagrado do Sanctum Sanctorum do sagrado templo humano; onde só brilha a glória do Íntimo, sentado como um monarca divino e inefável no trono sublime do coração...

Milhões de páginas e milhões de volumes pomposos foram escritos para dar luz e sabedoria à humanidade, mas até agora jamais na vida se tinha escrito nem um simples folheto que revelara os terríveis ensinamentos que revela o livro mais grandioso que foi escrito desde que o mundo é mundo e este livro chama-se “Apontamentos Secretos de um Guru”.

A dor e a amargura que martiriza a cada ser, vem a ser a consequência inevitável de sua vida mal organizada, afastada de Deus e de suas leis imutáveis. Todos estes ensinamentos estão sendo apresentados aos seres humanos para que aprendam a escutar a voz do coração que é a voz da intuição ou seja em nosso interior; nosso sagrado Íntimo, e para escuta-lo e atender seus chamados temos que preparar-nos internamente por meio destes ensinamentos, porque agora os humanos somente escutam a voz de seu interesse pessoal, o qual os divide e coloca uns a frente aos outros, para logo sumi-los no caos do desespero e da dor. Nestas condições a humanidade, a sublime graça dos Mestres permitiu que a sabedoria Gnóstica volte aos humanos e um arauto da nova era levanta sua voz e arejada desafiando os embates mais terríveis no meio do trovoar obscuro do pensamento de mentes tão destrutivas. O Mestre Aun Weor apresentou com esta, cinco obras: “O Matrimônio Perfeito” (a Porta de Entrada à Iniciação); “A Revolução de Bel”; “Tratado de Medicina Oculta y Magia Prática”; “Curso Zodiacal” e “Apontamentos Secretos de um Guru”, estando o “Tratado de Medicina e Magia Prática” pronto para sair em seu devido tempo. Estas obras contém uma poderosa sabedoria esotérica e se requer para sua compreensão não somente maturidade espiritual, mas também, adestramento do organismo e um despertar consciente da alma, que é ela a sublime investigadora do procedimento divino.

Todos estes ensinamentos provocam nos não preparados os mais extravagantes comentários e os carrascos desejariam nos ter a seu alcance para saciar seus instintos depravados e assim silenciar nossas consciências na lama onde eles lavam seu coração.

O desconforto que provoca em alguns leitores as afirmações reveladas pelo Mestre Aun Weor, tais como quando fala da divindade de seu espírito e das maravilhas que pode fazer o Íntimo em cada pessoa, isto os exalta e lhes provoca as mais baixas paixões, mas a realidade de tudo isso é que as almas perversas não gostam que lhes falem do divino, nem que lhes falem dos deuses, em troca quando lhes falam dos demônios observarão como gozam e festejam ao que se assinala, isto, porque então se encontram-se em seu elemento, e este tipo de afirmações não lhes chateia. Quando fazíamos estas considerações, surgiram algumas perguntas por parte de alguns discípulos, as quais o Mestre Aun Weor respondeu com nitidez e exatidão. Estas perguntas e respostas as transcrevemos para que os leitores se expliquem o por quê das atitudes por parte dos que não conseguem compreender o sentido nem a profundidade destes ensinamentos.


Pergunta: Mestre, por quê você chama “papagaios de gaiola” aos espiritualistas de sala de aula e de palavra?

Resposta: Porque eles falam como papagaios, mas sem ter jamais experimentado o que falam.

Eu por espiritualismo entendo saber viver dignamente entre os homens, e não como muitos entendem, que espiritualismo é teorizar, porque uma coisa é saber viver e outra coisa é saber teorizar. Aquele que sabe viver é um Mestre e o que sabe teorizar é um intelectual.
Pergunta: Mestre, por quê causa raiva a alguns leitores suas obras como “O Matrimônio Perfeito” e “A Revolução de Bel”?

Resposta: A raiva dessa gente se deve a que o interior dessas pessoas sabe que minha afirmação é exata, e como queira que são discípulos de Javé, matematicamente regem coléricos porque seu próprio subconsciente os denuncia.


Pergunta: Mestre, por quê as pessoas negam a existência dos mundos internos e ao falar-lhes deles tomam como assunto de loucura ou de degeneração?

Resposta: Essas pessoas não entendem dos mundos internos, porque são ignorantes e o ignorante sempre acredita que somente ele tem a razão. A razão do ignorante depende de seu olho e de seu ouvido e estes órgãos somente percebem o que está fora deles, assim que se lhes diz que os mundos internos estão dentro de si mesmos, se espantam, e de imediato nos ofendem com crueldade, precisamente porque eles são néscios e cruéis ao mesmo tempo, eles estão acostumados a pensar da sua maneira de ver e terminam por gozar, porque a gozação é mais fácil que a análise; eles jamais se dão ao trabalho de analisar e o confirmam quando dizem, isso não foi demonstrado: esses seres sofrem de um mal que chama-se preguiça mental, e se vão melhor com seus costumes sedentários, assim o que lhes chateia muito que alguém trate de tira-los de seus hábitos e costumes que já modelaram sua triste existência, por isso podemos exclamar como Dante: “O triste é assim”...


Pergunta: Mestre, por quê você afirma que o céu é tomado de assalto?

Resposta: Simplesmente disse que o céu é tomado de assalto porque quem tem as chaves do céu é o diabo e aqui me vem à memória a Fábula do Burro de Apuleio (O asno de ouro). Conta-se que Apuleio viajou para Tesalia em busca da Iniciação e ali encontrou uma sacerdotisa que se comprometeu a ensina-lo, e lhe disse que para receber a sabedoria esotérica, ele teria que tomar a forma de um pássaro, e em consequência lhe deu para tal efeito uma poção, que ao toma-la Apuleio em vez de converte-lo em pássaro, o converteu em burro, e por onde queira que andava lhe davam pontapés, o maltratavam, o carregavam de pedras e com trabalhos duros e pesados até que no final cansado de vagar e de sofrer, se submergiu sete (7) vezes no mar Egeu e depois dessas sete (7) submersões, lhe apareceu a sacerdotisa e lançando-lhe um buquê de rosas disse-lhe: “Que comera delas para que readquirisse sua antiga forma humana enquanto chegava o iniciador para inicia-lo e instrui-lo nos grandes mistérios da vida”. Apuleio assim o fez e foi instantaneamente convertido em homem, pois bem, o sentido desta fábula encerra uma grande verdade cósmica, o burro é nosso Satã e não tem que esquecer que na composição do elixir de longa vida entra uma substância que esse animal possui, essa maravilhosa substância é nosso sêmen Cristônico, e esse burro é nosso eu animal, quer dizer, nosso Satã o diabo, ao qual temos que vencer em um combate corpo a corpo, frente a frente, para entrar em Jerusalém celestial, montado no burro tal como o fez o Cristo no domingo de Ramos; o guardião do Éden, é o diabo, assim pois, aquele que o vence lhe arranca o fogo e vai formando sua espada famígera com a qual entra feliz no paraíso, por isso é que o Céu se toma por assalto.

As paixões são muito terríveis há que que lançar-se á batalha para ganhar a espada vencendo o Satã. Este é o Mistério do Bafometo...

Hoje me dou conta por quê sempre pintam o diabo entre o fogo; porque vencendo o mal é como se conquista o bem, porque o mal dá força ao bem, porque o guerreiro é premiado depois da batalha, porque do aparentemente imundo saem plantas, bestas, homens e deuses, (porque o perfume das rosas sai da lama da terra). Porque as formas encantadoras de uma bela mulher, primeiro foram em seu início as de um espantável girino, porque atrás dobem está o mal, porque o limite da luz são as trevas, porque das trevas sai a luz, porque o cosmos sai do caos, porque a sabedoria elabora-se com a sapiência do pecado, e porque vale mais um pecador arrependido.

“Notas Secretas de um Guru”, trás o divino para o campo humano com simplicidade inigualável, alto esoterismo quase digerido para coloca-lo ao alcance dos humanos.

Nada disse o Mestre Aun Weor que não seja uma terrível verdade, e é que a verdade para o mal sempre é terrível e por isso é que a verdade causa estragos. O Mestre não somente disse a verdade para os humanos em seus ensinamentos, mas que também lhes disse como devem preparar-se para eles poderem ver, apalpar e ouvir seus ensinamentos e as coisas que a maneira de ensinamento lhes disse.

A sabedoria divina busca-se dentro de si, a sabedoria humana está fora de si. Este conhecimento que se obtém dentro de si mesmo, de seu próprio Mestre Interior da fé, (que nasce da sabedoria), essa firmeza que nasce da sabedoria divina, por isso nós não temos escola externa como ponto de apoio, porque nosso ponto de apoio é nosso Íntimo, é nossa pedra de apoio, assim nos transmitiram nossos divinos antecessores, por isso o Cristo disse: “Tu és Pedro e sobre esta pedra construirei minha Igreja”; nosso ponto de apoio é nossa pedra imóvel ou seja nosso Íntimo sagrado e quem se apega a essa pedra jamais cairá no abismo (o sexo).

Dois requisitos são indispensáveis para pertencer à Gnosis. Castidade científica (Magia sexual), e Santidade perfeita, e quem não puder preencher estes requisitos não poderá ser discípulo do Venerável Mestre Aun Weor, nem da Loja Branca.

A prática da magia sexual é para os homens de coragem, essa é uma façanha de heróis e somente os valorosos são capazes de realizar, por isso quando os débeis e pasionários tratam de pratica-la sem consegui-lo, não culpam seus corpos desgastados ou libidinosos, mas que a negam, buscando escapatórias. Assim tratam de evitar o problema da castidade científica e então os fornicários buscam os qualificativos mas depravados na imundície de sua gíria para nos impingir e os espiritualistas então afiliam-se a distintas escolas, teorias e tipos; também tratam de buscar escapatórias para evitar o problema da castidade científica. Estes fracos que não se atrevem ou que não podem praticar a magia sexual, são nossos piores inimigos. Não há dúvida que a crítica de nossos críticos, tem um só objetivo: defender a fornicação. Mas de nada lhe servirão as distintas escolas às quais se afiliem buscando escapatória para evita a castidade científica, porque onde quer que se encontrem, lhes seguirá o olho do Cordeiro por ter prostituído seu templo.
Que a paz mais profunda reine em vosso coração.

JULIO MEDINA V.


APONTAMENTOS SECRETOS DE UM GURU
Hoje 25 de fevereiro de 1952, estive meditando profundamente no sentido esotérico que encerra o Capítulo 11 do Apocalipse: “E me foi dada uma cana semelhante a uma vara, e me disse: Levanta-te e meça o Templo de Deus, e o altar e os que adoram nele”. (Versículo 1 capítulo II, Apocalipse).

Que sábio! Resulta este versículo quando penso que esse templo de Deus, ou melhor dizendo de “meu Deus”, o vai construindo o indivíduo dentro de seus próprios mundos internos, conforme o fogo do Kundalini vai subindo pelo centro da cana semelhante a uma vara (a coluna espinhal). Realmente o templo do Íntimo há que medi-lo com uma cana.

É maravilhoso ver nos mundos Internos como a pessoa vai levantando seu templo conforme o fogo sagrado vai subindo canhão por canhão, ao longo dessa cana de nossa coluna espinhal. A cúpula do templo é concluída quando o fogo chega à glândula Pineal, olho de Diamante, o centro da polividência, onde reside o lótus esplendoroso das mil pétalas que resplandesce como a auréola de todos os Cristificados sobre suas cabeças.

Aquilo de “as duas testemunhas”, também me parece muito interessante. Estas “duas testemunhas” são os cordões nervosos chamados pelos hindus: “Ida” e “Pingalá”. Estes dois cordões relacionam-se com os “Gânglios”, e por isso ascendem os átomos solares e lunares de nosso sistema seminal.

“Estas são as duas olivas e os dois candeeiros que estão diante do Deus da terra”.

“E se alguem quiser danificar-lhes, sai fogo da boca deles, e devora seus inimigos: e se alguem quiser danificar-lhe é necessário que ele seja assim morto”.

“Estes tem poder de fechar o céu, que não chova nos dias de sua profecia, e tem poder sobre as águas para converte-las em sangue e para ferir a terra com toda praga quantas vezes quiserem” (Versículos 4, 5, 6, capítulo II, Apocalipse).

Quando compreendemos que o fogo sagrado desperta-se com o contato dos átomos solares e lunares de nossas “duas testemunhas” (os dois cordões ganglionares), e que a espada famígera é nosso próprio Kundalini, então entendemos o significado destes versículos.

Realmente, a espada tem poder contra os átomos do inimigo secreto e contra as potências do mal.

Quando o profeta recebe sua espada da justiça adquire poder sobre toda a natureza. Os Senhores da justiça, tem o poder de castigar o mundo.

No Éden todos os seres humanos tinham o Kundalini desperto, e a natureza lhes obedecia, mas quando o homem entregou-se á luxúria suas duas “testemunhas” passaram por uma morte mística e o homem perdeu a espada, e foi expulso do Éden.

Os versículos 7, 8, 9, 10 do mesmo capítulo II são dedicados a cantar esse conhecimento.

“E quando eles tiverem acabado seu testemunho, a besta que sobe do abismo, haverá guerra contra eles e os vencerá e os matará”.

“E seus corpos serão jogados nas praças da grande cidade que espiritualmente é chamada Sodoma e Gomorra, onde também nosso Senhor foi crucificado”. (Apocalipse II, 28).

Sodoma é fornicação pela qual nosso Cristo, o “Astral”, está crucificado, e a grande cidade é Babilônia a grande, a corrompida civilização em que vivemos.

No entanto, nossas “duas testemunhas” ressuscitarão e o homem se transformará em anjo, e adquirirá novamente seus antigos poderes.

“E depois de três dias e meio o espírito de vida enviado de Deus, entrou neles e alçaram-se sobre seus pés, e veio um grande temor sobre os que os viram”. (Versículo 11, capítulo II, Apocalipse).

Os três dias e meio correspondem ao terceiro grau do poder do fogo, e à terceira Iniciação de mistérios maiores. Ao chegar a terceira grande Iniciação, o astral ou Crestos mediador adquire todos os seus poderes perdidos. “Ressuscita ao terceiro dia dentre os mortos).

“E o templo de Deus foi aberto no céu, e a arca de seu testamento foi vista em seu templo, e foram feitos relâmpagos e vozes e trovões, e terremotos e grande granizo”. (Versículo 19, capítulo II, Apocalipse).

Estas foram hoje minhas meditações, e penso assim: “Que tontos são os homens!: se eles soubessem o que perdem quando vão fornicar, em vez de ir rindo, iriam chorando.


26 DE FEVEREIRO DE 1952
Aqui em Ciénaga, o dia esteve bem quente, as pessoas parecem loucas, entregues ao carnaval.

Esta época de carnavais é diabólica, as pessoas libertam seus apetites mais brutais. Estive na casa de um amigo e lhe recomendei certa forma de “admoestação” para ajudar um discípulo traidor que foi expulso da Loja Branca, e agora está no “Avitchi”

O pobre “Judas”, perdeu tudo, pela “ira”, e entrou no Avitchi. A “ira”, a “luxúria”, e a “cobiça” são as três portas por onde se entra no “abismo”. O Avitchi é um “estado” de consciência, ao que se pode ingressar em vida. Meu amigo ingressou nesse lamentável “estado” de consciência, e embora ainda esteja encarnado, seu “eu” inferior já é um habitante do “Avitchi”. Este caso é muito doloroso. Seu “íntimo” ou Eu superior já desencarnou, e somente fica animando o veículo, o “eu” inferior. O Eu divino de todo aquele que entra no abismo, desencarna: que triste isto é.

Nestes dias estou encerrando no abismo milhões de almas demoníacas. Realmente a missão que a mim, Aun Weor, me coube, é terrível.


Foi longa minha conferência com meu discípulo “João”; expliquei-lhe que toda a sabedoria de João o Batista, está enterrada dentro do corpo etérico do homem. Também expliquei-lhe sobre o decolamento de João Batista. Este degolamento simbólico pertence ao primeiro canhão ou Vértebra cervical da cabeça, situada na nuca. Quando o segundo grau de poder do fogo, o Kundalini do corpo etérico, (porque cada um dos sete corpos tem seu Kundalini), chegou ali, então o Iniciado passa pela simbólica decapitação de João Batista; muda sua mente terrena por uma mente etérica e celestial, deixa-lhe para Salomé (a humanidade) sua cabeça imunda para que dance com ela diante do rei Herodías (o mundo), e o Iniciado assume uma nova mente, uma mente celestial e divina. Que grandioso é isto!...É uma lástima que a humanidade não entenda estas coisas!...
O sol do meio-dia tem estado muito quente. As ruas estão cheias de pessoas disfarçadas. As pessoas estão cheias de prazeres. Pobres pessoas!

Também expliquei a “João” o sentido esotérico do porque Cristo disse que ele podia destruir o templo de Deus, e em três dias reconstruí-lo. E expliquei-lhe também porque as duas testemunhas do Apocalipse ressuscitaram aos três dias e meio, e porque Cristo ressuscitou aos três dias dentre os mortos.

“João” é um discípulo muito fiel, e me escuta com sincera devoção.

Nosso corpo astral é nosso “Crestos”, e quando o terceiro grau de poder do fogo, o Kundalini do corpo astral chegou à glândula Pineal, então o corpo astral fica feito todo um sol resplandescente, e todos os chacras resplandecem com um brilho indescritível. O corpo astral fica feito então à Imagem e semelhança do divino Rabi da Galileia; Fica Cristificado e estigmatizado; adquire os antigos poderes que tinha no Éden (ressuscita). Esta é a terceira Iniciação de mistérios maiores, e por isso Cristo e as duas testemunhas do Apocalipse ressuscitaram ao terceiro dia dentre os mortos. E quanto ao do templo, isto é muito interessante: certamente o iniciado levanta no plano astral um templo para que oficie o íntimo. E esse templo está terminado no terceiro dia, quer dizer quando o iniciado já recebe a terceira Iniciação de mistérios maiores.

Nós destruímos esse templo no passado e agora nos cabe construí-lo novamente, com o terceiro grau de poder do fogo. Isto é o significado do por quê Cristo disse que ele podia destruir o templo de Deus, e em três dias reconstruí-lo novamente.

Quando nosso Crestos ressuscita com a terceira Iniciação de mistérios maiores nos tornamos oniscientes e onipotentes, e todos os luminosos poderes do corpo astral entram em plena atividade.

27 DE FEVEREIRO DE 1952
Realmente os corpos astrais dos “mortos-vivos” são tão frios como a morte, tão gelados como os cadáveres.

Mortos vivos são todos aqueles que ainda não tenham se fundido com o Íntimo. Os “Mestres” são chamas de fogo ardente, e nossos corpos astrais são ígneos...

Hoje 27 estive meditando também nas asas ígneas. Eu acreditava que as asas dos anjos era assunto puramente pictórico, mas meu conceito já mudou ante os feitos reais do mundo astral. Certamente, quando o fogo sagrado do corpo astral chegou às vértebras ou canhões do corpo astral relacionadas com os chacras pulmonares, o “Iniciado” recebe as “asas ígneas”; e realmente recebe um par de asas pequenas que o caracterizam como um Anjo. Então dão ensinamentos especiais ao adepto relacionadas com o funcionamento e movimento do corpo astral.

Também ensina ao Iniciado conhecer a diferença existente entre os homens de temperamento elétrico, e os homens de temperamento magnético, etc.

O poder das “asas ígneas” é muito interessante.

É uma beleza o corpo astral de um Cristificado; a ferida de seu costado é intensa e profunda, e seus estigmas de pés, mãos, lugares da flagelação, e coroa de espinhos, dão ao corpo astral essa beleza divina do mártir do Gólgota.

O fogo do Kundalini tem que subir através de 33 canhões relacionados com 33 câmaras sagradas do mundo astral.

Em cada câmara vive-se uma festa; estas são as festas dos templos, e as festas dos Deuses.

O fogo sagrado sobe, praticando magia sexual, e vivendo uma vida santa. Através dos esforços supremos da magia sexual, vamos atravessando triunfantes cada uma das 33 câmaras da Grande Loja Maçônica do plano astral.
Estive comentando com minha esposa sacerdotisa a obra de Miguel. Realmente atrás desta gigantesca missão que me encomendou, que é meter no Avitchi milhões de almas perversas, está Miguel, o grande Príncipe dos filhos da Luz, e os grandes Logos Planetários. Miguel dirige, e eu executo as ordens que recebo diretamente de meu Pai Samael.

Certamente, há dois tipos de Mestres, os que dirigem e os que dominam. No passado, Miguel combateu pessoalmente contra os demônios, agora dirige como um grande arquiteto a obra que eu Aun Weor estou realizando.

Através do tempo Miguel elevou-se de dominador a dirigente. “Daniel” o profeta de Deus já havia profetizado isto nos seguintes versículos bíblicos.

“E naquele tempo se levantará Miguel, o grande príncipe que está pelos filhos de teu povo; e será tempo de angústia como nunca foi depois que houve gente até então: mas naquele tempo será libertado teu povo; Todos os que se encontrarem escritos no livro”. (Versículo 1, capítulo 12. Daniel).

Esse povo libertado é o povo da luz, a humanidade boa, que está escrita no livro da vida.

E logo, Daniel falando da seleção de pessoal, e do Avitchi, disse o seguinte:

“E muitos dos que dormem na poeira da terra serão despertados, uns para a vida eterna, e outros para vergonha e confusão perpétua”. (Versículo 2, capítulo 12. Daniel).

Todo o capítulo 12 de Daniel refere-se a isto mesmo.

Atualmente estão entrando milhões de almas no abismo, isto é espantoso, isto é terrível; realmente a evolução humana fracassou, e somente um punhado de almas seletas conseguirão fundir-se com seus Íntimos, para entrar no reino angélico, estas profecias de Daniel estão sendo cumpridas nestes instantes de forma terrível, e milhões de seres humanos encarnados e desencarnados estão entrando no abismo. Tudo isto estive conferenciando com minha esposa-sacerdotisa, de sobremesa depois da comida.

A brisa do mar agita fortemente algumas palmas de coco e o mar ruge fortemente nesta costa do Atlântico, onde vivemos felizes.

28 DE FEVEREIRO DE 1952
Uma nova manhã cheia de névoa, nas praias deste mar imenso e dilatado.

Minha esposa prepara o café da manhã e Osíris meu filho, briga com sua irmã pequena “Isis” de cinco anos de idade, por algumas frutas silvestres. Que belas são as crianças!

Estive comentando com minha esposa sacerdotisa, algo sobre o templo dos Mestres do “raio da força”. Realmente o discípulo não preparado sentiria um terror indizível ao entrar no templo do raio da força. Todos nós, os Mestres do raio da força assistimos a esse templo, em corpo astral; ali somente reina o terror da força e o império do amor. Que terrível é esse templo! As forças que entram ali em atividade são espantosas. Todos os Mestres desse templo são verdadeiros veteranos da batalha da vida; em seus rostos notam-se as marcas dolorosas da terrível luta pelo pão de cada dia; em todos eles se vê claramente as marcas dolorosas da batalha terrível pela subsistência diária. Todos eles tornaram-se Mestres lutando na grande batalha pela existência. Como é dura esta realidade!

Aqui neste templo da força não vejo nenhum pietista. O que os teosofistas fizeram? Onde estão os sublimes teóricos do Rosacrucismo? O que fizeram todos esses “papagaios” das escolas espiritualistas, que tanto falavam e falavam? Onde estão?

Neste templo somente vejo guerreiros da vida, homens veteranos da grande batalha, rostos que revelam ter sofrido muito no plano físico... Aqui neste templo não há teóricos; aqui não vejo esses espiritualistas pomposos que no plano físico falavam tão bonito. Aqui o que vejo são realidades cruas e Mestres de rostos sofridos... Me sentei para conversar om um deles que parece um mendigo.

Os “superiores” lhe admoestaram severamente, para que no plano físico se arrume e se vista com mais decoro, pois não fica bem que um Mestre ande com os sapatos gastos e com roupa suja. O Mestre deve vestir-se sempre com decoro, e viver bem vestido, de acordo com a época e o meio ambiente em que lhe cabe trabalhar.

Tudo o que se faz no plano físico repercute no astral, e se no plano físico andamos como indigentes, assim nos veremos e nos verão os demais no plano astral. Assim, pois, devemos ter cuidado com nossa aparência.

Quando Cristo vier na era de Aquário, nascerá como um homem entre os homens, e se vestirá e arrumará de acordo com a moda da época.

Equivocam-se aqueles que pensam que ele terá que apresentar-se de acordo com a moda da antiga Jerusalém, e somente se saberá que é o Cristo: por suas obras, por seus feitos, pois a árvore se conhece pelos frutos.

A vinda do “Cristo” é necessária para que nos explique e esclareça bem a doutrina que ele nos ensinou, e que todas as seitas religiosas desfiguraram totalmente. Quando ele vier, já não haverá malvados, porque todos os malvados desta época já terão caído no abismo. Cristo virá em Aquário, e nesse momento somente haverá gente boa sobre a terra.

Outro comentário que fazíamos com minha esposa sacerdotisa depois do café da manhã e nos momentos em que ela se preparava para ir comprar comestíveis no mercado, se relacionava com a magia sexual.

Certos demônios perversos tentadores do Astral me “tentaram” à noite com o culto fálico tenebroso que ensina Cherenzi em seu livro intitulado “O Kundalini ou a serpente ígnea de nossos poderes mágicos”. Ditos demônios tinham chifres sobre a testa e me falavam nos seguintes termos: “Assim como vós praticais magia sexual está muito mal, vós podeis derramar o sêmen e sempre vosso Kundalini sobe”. Assim falaram os demônios tentadores e eu lhes respondi na seguinte forma: “Fazei-vos assim, mas eu continuo minhas práticas como vou, porque sou membro de tal Loja Branca”.

Os demônios retiraram-se então vencidos; quiseram fazer-me cair, e se equivocaram como se equivocou Javé com Cristo.

O abismo está cheio de equivocados. A natureza é muito sábia, e se é certo que pôs no homem canais seminíferos para ejacular ou expulsar o sêmen a fim de que o homem pudesse reproduzir sua espécie e fazer sua aprendizagem de homem entre os homens também é certo e muito certo que a natureza pôs ao redor da coluna espinhal, seus dois canais espermáticos para que o homem pudesse fazer subir seu sêmen para cima, para a cabeça, a fim de que pudesse fazer sua aprendizagem de anjo.

Estes dois canais espermáticos são as “duas testemunhas” do Apocalipse, as duas olivas, e os dois candeeiros diante do trono de Deus, (o ÍNTIMO).

Quando estas duas testemunhas ressuscitarem, o homem se tornará anjo. Nós os magos brancos, também gozamos a fêmea, mas a gozamos sabiamente sem nos prejudicar; nós introduzimos o membro na vagina da mulher, e em vez de expulsar o sêmen, o fazemos subir, para a cabeça, retirando-nos a tempo antes do espasmo, para evitar o derramamento desta substância maravilhosa de nosso sêmen Cristônico.

O desejo refreado faz subir nossa energia seminal pelos canais espermáticos até a cabeça ou Cálice Sagrado do Iniciado. É assim como despertamos nosso Kundalini e nos convertemos em anjos. Já nós nos cansamos de ser burros de reprodução e através de tantos milhares de anos, já fizemos nossa aprendizagem de homem, e agora queremos algo melhor, queremos fazer nossa aprendizagem de anjos, queremos ser ANJOS, e a mãe natureza é tão sábia, que nos deu nossos dois candeeiros para que o acendêssemos diante do trono de Deus (o Íntimo).

Acredito que os humanos já temos sofrido muito, e que temos direito de ser anjos, queremos a felicidade, precisamos ser anjos ditosos e felizes! Sem mais dor! Sem mais amargura! Que venha a felicidade!...

Que forniquem os demônios, que despertem seu Kundalini negativamente, que forniquem os cherencistas, se assim lhe dá prazer; mas nós, os membros da Loja Branca, jamais, nunca, nem coabitamos nem coabitaremos, porque nós seguimos o sendeiro da Santidade, e da Castidade perfeitas.

10 DE MARÇO DE 1952


Hoje estive meditando no mistério do Bafometo.

À noite recebi certo grau secreto, e as festas dos templos foram solenes com tal motivo. O curioso de tal caso foi que os magos negros, cheios de ódio, comentavam sobre meu grau dizendo que eu estava “roubando-lhes deles”.

E realmente, espada na mão me coube combate-los para arrancar-lhes os graus esotéricos de minha coluna espinhal. O céu é tomado de assalto. Há que arrancar a luz das trevas. A sabedoria elabora-se com a sapiência do pecado e a vertigem do absoluto. A rosa elabora seu perfume com o lodo da terra.

Assim pois, o mistério do Bafometo é um mistério de alquimia. Entre os chifres do diabo brilha a tocha do verbo. Há que roubar do diabo o fogo do céu, porque o Diabo é Deus ao contrário.

O mistério do Bafometo é representado pelo “bode de Mendes”1. A tocha colocada entre os dois chifres do Bafometo, é o verbo da vida, é o fogo sagrado que temos que rouba-lo do diabo, aprendendo a gozar com a mulher sem derramar o sêmen.

É o fogo do Kundalini, cujos “graus” temos que roubar dos magos negros, embora nos qualifiquem de ladrões. Este é o mistério do Bafometo. Das trevas sai a luz e o Cosmos sai do Caos.

O Bafometo é um diabo com uma estrela de cinco pontas na fronte, tem seios de mulher, um braço é de macho e o outro de fêmea. Com uma mão aponta para a lua branca, e com outra para a lua negra; o baixo ventre está velado, e os órgãos sexuais estão expressos pelo Caduceu de Mercúrio.

A cara do Bafometo é a de um bode. O quadro do Bafometo enterra o segredo da magia sexual. A estrela de cinco pontas sobre o entrecenho do Bafometo é o olho de Brahma, é a clarividência dos clarividentes, que é o “ÍNTIMO”.

Quando a alma se funde com o Íntimo, brilha a estrela de cinco pontas sobre sua fronte; e a união com o Íntimo somente é conseguida aprendendo a gozar com a mulher sem derramar o sêmen. Assim rouba-lhe a tocha de fogo do Bafometo. Assim rouba o fogo do diabo, porque ao nos conectar sexualmente com a mulher nos enchemos do fogo terrível da paixão carnal e então, retendo o sêmen e dominando a paixão roubamos o fogo do diabo e nos converteremos em anjos. Este é o mistério do Bafometo. Este é o significado oculto do Bode de Mendes.

O fogo tem que ser roubado do diabo, e é por isso que o diabo vive entre o fogo.

2 DE MARÇO DE 1952
Ontem tinha pensado embarcar em uma lancha para Barranquilla, e não pude, porque minha filha pequena “Ipatía” adoeceu. Me preocupei um pouco com isto, porque preciso dar uma conferência em Barranquilla com muitos Irmãos espiritualistas, mas se quero cumprir bem meus deveres para com a humanidade, tenho que começar por cumprir bem os deveres de meu lar.

Há um provérbio vulgar que diz: “A lei entra por casa”. Essa é a lei, e aquele que não sabe cumprir com os deveres de sua casa muito menos saberá cumprir para com a humanidade, e para com o Cosmos.

O que se diria de um Mestre que vai viajar deixando um filho doente? No passado engendrei meus filhos antes de conseguir a alta Iniciação; hoje já fui totalmente proibido de voltar a engendrar filhos. No entanto, hoje meu lar deve servir de bom exemplo para com meus concidadãos, pois um Mestre deve ser um cidadão exemplar.

Aun Weor já é um anjo; Aun Weor é meu verdadeiro ser; Aun Weor é meu “EU” superior. Mas eu, Victor Manuel Gómez R. Sou sua personalidade inferior, o “eu” inferior do mestre Aun Weor, o bodhisattva do anjo Aun Weor.

Assim pois, Victor Manuel Gómez tem que ser um cidadão exemplar; pois é o Bodhisattva de um Mestre. Assim, sou homem e sou anjo. Meu anjo trabalha no Cosmos, é o cavaleiro do capítulo XIX do Apocalipse, e eu, seu Bodhisattva, vivo como um homem entre os homens. Este é o mistério da dupla personalidade, um dos maiores mistérios do ocultismo; O Bodhisattva de um Mestre está feito de todos os extratos anímicos, ígneos e etéricos, que vem a ser algo assim como o substrato dos corpos inferiores.

O Bodhisattva vem a ser a alma humana do Mestre. Nós temos duas almas: uma divina e outra humana. A alma divina, é a Alma-Espírito ou Corpo Búdico do Mestre; e a Alma Humana é o extrato anímico, etérico e ígneo do corpo causal do homem, junto com os extratos anímicos dos veículos inferiores.

Em síntese, poderia dizer que todos estes extratos anímicos da ALMA humana expressando-se através dos corpos mental, astral e etérico, é o que chamamos o BODHISATTVA de um Mestre, o qual vive como um homem entre os homens, quando está encarnado em um corpo físico. Assim diz-se que Buda depois de ter entrado no Nirvana, enviou seu Bodhisattva para que terminasse sua obra, e seu Bodhisattva terminou a obra ou a maravilha, sob a direção de um instrutor interno chamado SANKARACHAPVA, “SANKARA” era um raio da Luz primitiva... era... uma chama...

Assim, eu Victor Manuel Gómez sou tão somente o Bodhisattva do Mestre da Fraternidade Branca Aun Weor, e como é lógico, devo ser um bom cidadão cumpridor de meus deveres.

Assim estive meditando hoje, dois de março de 1952, dentro desta humilde cabana onde vivo, às margens do mar do Caribe; e enquanto escrevo ouço o rugido do mar, lançando seus incansáveis golpes à praia. Que mar tão tenaz! Não se cansa de golpear a praia, e no final sua tenacidade triunfará quando tiver tragado estes continentes onde vive a raça Aria, e a humanidade da Luz habitará, uma ilha do Sul do Pacífico, e no final todos os Bodhisattvas seremos absorvidos totalmente dentro do Íntimo para entrar nessa felicidade inefável do Nirvana.

Nosso ritual Gnóstico disse: “Brindai sim, brindai a “Nus”; a “Nus” a voluptuosidade”. A voluptuosidade sexual-amorosa tem seu nome Mântrico, que é “Nus”.

A voluptuosidade é indescritível, é o ABRAXAS de nós Gnósticos, é o fogo da vida, é “Nus” o poder grandioso que nos desperta o Kundalini e nos converte em Deuses, é aquele gozo solene da conexão sexual.

O gozo de “Nus” é o hálito de Deus, e por isso nunca pode ser mal. O gozo sexual de “Nus” é um gozo legítimo do homem; mas há que aprender a brindar a “Nus” sem nos prejudicar. Nossa divisa é “TE-LE-MA”.

Esta palavra é o nome Mântrico da “vontade”. Se vais aonde a mulher não esqueceis o látego, exclama Federico Nietsche. Esse látego é o látego da vontade, esse é o látego que nos permite dominar a besta e gozar de “Nus” sem nos prejudicar. “NUS” nos converte em Deuses, por isso o Mestre levantando o cálice, exclama: “Seidade todo-poderosa, Seidade cósmica, tu cujo brilho ilumina os mundos, tu que és o hálito que faz tremer e estremecer a tudo com o sinal da cruz, eu te conjuro, grande ser, para que apareças sobre teu trono do globo solar”.

Abre pois o caminho da porta da criação, e traça um caminho de relação entre nós, e tua luz ilumine nosso entendimento, anime nosso coração, deixa que inflame nosso sangue para lograr nossa encarnação”. É assim como canta o Mestre a “Nus” a voluptuosidade.

Todo o segredo reside em conectar-se sexualmente com a mulher e retirar-se sem derramar o sêmen: isto é o segredo solene de “Nus”, isto é invocar a “ISIS” na flama da serpente; por isso “Isis” exclama assim: “Poderás vir a meu peito e gozar deixando um rastro de incenso estendido: deves dar tudo, absolutamente tudo, por um beijo só meu”. E o Mestre responde a Isis assim: “Tu também deves dar tudo por um só beijo meu”; e termina o guardião, símbolo da força da vontade, exclamando: “Mas aquele que na glória deste momento desse pó, tudo lhe será negado, tudo para ele será perdido”.

Assim pois, força de vontade para gozar a “ISIS” sem derramar o sêmen, isso é tudo. Nossa divisa é “TE-LE-MA” (vontade).

Invoquemos ao fogo! Adoremos ao fogo! de Nus, exclamando: “Abraxas, Abraxas, Abraxas”, e não esqueçamos que no fogo de “Nus” está nossa redenção. E diariamente chamai aos Mestres com os seguintes Mantras do ritual:



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