A festa fazia nas esquinas, né



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CAMINHOS QUE LEVAM A NORTELÂNDIA: MOVIMENTOS MIGRATÓRIOS E IDENTIDADE
Kátia Terezinha Pereira Ormond*

A festa fazia nas esquinas, né? Na esquina perto de Antonio Viana. Também na esquina perto de Tibúrcio, eles fazia... Quando cheguei era assim. Porque entregaram esse dinheiro, esse dinheiro (da festa) sumiu, né? Ai...muito dinheiro! Dava para fazer a igreja folgado. Mas o dinheiro sumiu. O prefeito Francisco Andrade fez o alicerce, com sentido nesse dinheiro, mas o dinheiro sumiu (Depoimento. Sra. Joana Gomes Pereira, novembro de 2009).
Iniciamos esse estudo com um trecho da fala de um dos sujeitos participantes da pesquisa que realizamos, cujo tema é a festa religiosa de Sant’Ana dos Garimpeiros, da cidade de Nortelândia, estado de Mato Grosso. A relevância da citação está no fato do narrador nos apresentar a sua experiência pessoal e a dimensão existencial do seu viver no que se refere aos festejos, objeto de nosso estudo, compreendidas através da sua narrativa. Além disso, entendemos, a partir do estudo da narrativa histórica, ser a sua fala um contributo para pensar a construção da nossa própria narrativa sobre a pesquisa.

Segundo a historiadora Maria Isaura Pereira de Queiróz, os relatos de vida a partir do momento que são registrados, passam a constituir-se em documentos. Serão esses documentos a base para o nosso trabalho, daí a importância da narrativa para eternizá-los.


(...) ao utilizar o relato, o pesquisador o fará de acordo com suas preocupações e não com as intenções do narrador, isto é, as intenções do narrador serão forçosamente sacrificadas. (...) desde o início da coleta do material, quem comanda toda a atividade é o pesquisador, pois foi devido a seus interesses específicos que se determinou a obtenção do relato. (...). Na verdade tudo quanto se narra oralmente é história, seja a história de alguém, seja a história de um grupo, seja história real, seja ela mítica (QUEIROZ, 1988:18-19).
Na conversa com as mulheres que iniciaram a festa de Sant’Ana percebemos que, mais forte que a fé, era a vontade de organizar o espaço urbano, a partir de condições consideradas básicas para a vida em sociedade: era preciso ter uma igreja, um padre, um ritual religioso, símbolo da civilidade.

Essa intenção fica mais ou menos evidente nos relatos das diversas personagens que entrevistamos. O historiador não deve se preocupar somente com o que ouve do entrevistado, mas, sobretudo, com as pistas, com o não dito, com aquilo que está subjacente, isso porque, sendo a memória seletiva, muitas vezes a pessoa conta somente aquilo que teve importância para ela, omitindo toda uma teia de relações que se estabeleceram à sua volta.


Quando realiza entrevista, certamente o historiador deve trabalhar segundo suas técnicas próprias, mas também deve ter em mente dois outros procedimentos (...) não se trata de propor interpretações da mensagem que lhe é comunicada, mas de saber que o não-dito, a hesitação, o silêncio, a repetição desnecessária o lapso, a divagação e a associação são elementos integrantes e até estruturantes do discurso e do relato. Não cabe desesperar-se com mentiras mais ou menos fáceis de desmascarar nem com o que pode ser tomado como contra verdade da palavra-fonte (VOLDMAN, 1998:38).

Os relatos, em linguagens simples, nos revelam pessoas que não se detiveram diante da falta de estrutura local e das dificuldades. Pessoas que sonhavam com uma vida melhor. Não sabiam exatamente como fazer, mas buscaram saídas. Através desses relatos entendemos muito de suas vivências. Maurice Halbwachs (1990), estudioso da memória coletiva afirmou que lembrar não é reviver, mas refazer, reconstruir, repensar, portanto, ao registrar a história de vida de muitas pessoas que viveram em Nortelândia, estamos dando voz a sujeitos históricos e permitindo que nos contem como construíram a identidade local.

Segundo Regina Beatriz Guimarães Neto, devemos nos lembrar que, quando trabalhamos com relatos orais, ouvimos narrativas importantes para o narrador-entrevistado, porém ele irá contar os acontecimentos relevantes para sua vida, e que o tempo da memória não segue um tempo cronológico. Portanto, as “histórias relatadas são, antes de tudo, vidas ou acontecimentos lembrados” (GUIMARÃES NETO, 2006:48). Assim sendo, podemos entender até mesmo naquilo que foi omitido, o contexto sócio-histórico no qual o evento pesquisado aconteceu.

Desde a descoberta de ouro na região, por volta da segunda década do século XVIII, Mato Grosso tem atraído milhares de pessoas de várias regiões do Brasil e de outros países. A visão mítica do “paraíso” encontrou nessas terras, ao longo do século XX, sua personificação, seja porque foi muito rica em minérios, ou porque é muito fértil e de grande extensão. Certo é que, ao longo da história, a região já teve diversas atividades econômicas principais, e manteve, no inconsciente coletivo, a imagem de “terra prometida” 1.

A descoberta de diamantes no médio norte de Mato Grosso, mais precisamente nas proximidades do rio Paraguai, por volta de 1930, atraiu muitas pessoas para a região. Posteriormente, descobriram diamantes nas margens do rio Santana. Dessa descoberta surgiu o povoado de Sant”Ana, que daria origem, alguns anos depois, à cidade de Nortelândia. Portanto, o surgimento dessa cidade está diretamente relacionado à mineração.

Pessoas das mais diferentes partes do país migraram para Santana - como Nortelândia foi inicialmente chamada – na esperança de ter uma vida melhor. Segundo Ricardo Rezende Figueira, todo movimento migratório é motivado por alguma razão:


É possível empreender uma viagem pelo desejo de conhecer terras e realidades diferentes, adquirir novos conhecimentos, fazer estudos, manter ou criar uma nova relação afetiva ou desfazer uma antiga, pela sedução de algum convite irrecusável, por medo de uma catástrofe, uma seca, um terremoto, uma guerra entre nações, um crime cometido; uma ameaça física, uma perseguição contra determinadas pessoas, grupos religiosos, etnias; uma humilhação sofrida, por razões comerciais, por necessidades econômicas prementes vividas por uma ou mais pessoas ou mesmo pela totalidade de um grupo social, pelo desemprego temporário ou estrutural, pela abundância de mão-de-obra em um lugar e pela escassez em outro. Em todo caso, não se viaja ou se emigra apenas porque se quer, mas também porque se é obrigado (FIGUEIRA, 1994:101-102).
No caso específico estudado, a migração para Nortelândia aconteceu por uma conjunção de fatores: a maioria dos migrantes era de origem nordestina, portanto, oriundos de uma região onde há concentração de riqueza e carência de empregos. Além disso, em algumas partes do Nordeste a seca prolongada obrigava as pessoas a irem para as mais diversas regiões do país em busca de sobrevivência. Segundo João Carlos Barrozo:
As trajetórias individuais são definidas por “momentos-chave”, que marcam a sua reorientação e aparecem mais frequentemente em certos momentos, como na passagem da juventude para a idade adulta, numa crise, na morte de uma pessoa da família. No caso dos nordestinos, uma seca prolongada, muitas vezes, era decisiva para uma família decidir se permanecia ou não no lugar de origem. Em outros casos, as desavenças e guerras no sertão são o “momento-chave”(BARROZO, 2007:13).
Conversando com pessoas que vieram para Nortelândia, ouvimos relatos de alguns que venderam os poucos pertences que tinham – um pedaço de terra, alguns animais – e vieram para Mato Grosso, trazendo toda a família, na esperança de “melhorar de vida”.

Muitos nordestinos que vieram para Mato Grosso utilizaram um trajeto saindo da Bahia, vindo a pé, em lombo de animais, de vapor e até de trem em alguns trechos onde havia ferrovia. A viagem demorava várias semanas, e dependendo do meio de transporte utilizado, até meses.

O primeiro local a alojar esses migrantes foi o garimpo de Coité, e em seguida Poxoréu. Os relatos de pessoas que vieram para a região seguindo o segundo trajeto são pontuados de detalhes quanto às condições da “viagem”: famílias numerosas, das quais faziam parte muitas crianças, tinham que conviver com a fome e doenças comuns como diarréias, febres, dores de dente, e até mesmo a morte durante o longo trajeto.

Em depoimento o Sr. L.F. esclarece que veio ainda menino, com os pais, e da sua memória jamais conseguiu apagar a dor da fome que os levou a comer arroz mal cozido para aplacá-la: “(...) quando a gente parava, meu pai e outros homem fazia um tacuru e as muléres conzinhavam. Quando a água do arroz fervia, nos já chorava querendo cumê. Aí a mãe dava de cumê nós” (Depoimento. Sr. L. F., outubro de 2009).

O relato acima, do senhor L.F, nos remete à saga de Fabiano e sua família, descrita de forma pungente em “Vidas Secas” de Graciliano Ramos. Vidas secas, retrata a aventura de pessoas que, na luta pela sobrevivência, deixam suas terras e perambulam em busca de um lugar onde possam viver. Os sonhos de Fabiano, sinhá Vitória e seus meninos era tão somente encontrar um local onde pudessem descansar, ter abrigo e comida.

Nesse ponto, são convergentes várias histórias de vida pesquisadas por nós: muitos personagens da nossa pesquisa viveram situações semelhantes, às vezes mais e noutras menos difíceis que a vivenciada por Fabiano. Em comum com a obra de Graciliano Ramos, temos a fuga da seca, carregando, na maioria das vezes somente aquilo que conseguiam levar em mãos:



Na planície avermelhada, os juazeiros alargavam duas manchas verdes. Os infelizes tinham caminhado o dia inteiro, estavam, cansados e famintos. Ordinariamente andavam pouco, mas como haviam repousado bastante na areia do rio seco, a viagem progredira bem três léguas (...). Arrastaram-se para lá, devagar, sinhá Vitória com o filho mais novo escanchado no quarto e o baú de folha na cabeça, Fabiano sombrio, cambaio, o aio a tiracolo, a cuia pendurada numa correia presa ao cinturão, a espingarda de pederneira no ombro. O menino mais velho e a cachorra Baleia iam atrás. Os juazeiros aproximaram-se, recuaram, sumiram-se. O menino mais velho pôs-se a chorar, sentou-se no chão. Anda, condenado do diabo, gritou-lhe o pai (RAMOS, 1980:09-10).

Nesse ponto, é necessário destacar, que ao contrário dos retirantes descritos em Vidas Secas, muitos nordestinos tiveram conhecimento dos garimpos e possibilidades de vida nova em Mato grosso. Priorizando, portanto a vinda para a região.

Essas pessoas que chegavam na região mineradora tinham que se adaptar a novos padrões de vida e comportamento, e isso nos remete a Frederick Jackson Turner, que em sua obra sobre a fronteira norte-americana afirmou:
A fronteira permite que os colonos busquem novas condições de vida nas terras livres, o que é um incentivo para o espírito de iniciativa e para a defesa da igualdade de oportunidades. (...) A partir da adaptação a padrões primitivos, o pioneiro desenvolve novas técnicas de trabalho, valores e padrões de sociabilidade, inclusive recuperando sua bagagem cultural – num primeiro momento abandonada (KNAUSS, 2004:98-99).
Para Turner, a formação da identidade americana deveu-se não ao “olhar” para a costa atlântica, ou à herança cultural européia; mas sim ao viver na fronteira, espaço democrático, onde o colono aprende a conviver com as adversidades e se adapta a esse novo meio. Porém, o abandono inicial de sua cultura funciona, na verdade, como estratégia de sobrevivência, porque, posteriormente, os imigrantes (colonos) farão um amálgama entre a sua bagagem, trazida da Europa e os valores culturais da fronteira, constituindo a identidade norte-americana. É importante destacar que o trabalho de Turner, por mais importante que seja, considera a fronteira como um espaço desabitado.

Encontramos em “Caminhos e fronteiras”, de Sérgio Buarque de Holanda, influências do pensamento de Turner, quando afirma: “Os adventícios devem habituar-se às soluções e muitas vezes aos recursos materiais dos primitivos moradores da terra” (HOLANDA, 1995:19). Isso significa que, num primeiro momento, as pessoas que chegavam à região tinham que se adaptar primeiro às condições locais para, a partir de então reinventar ou resgatar antigos comportamentos sociais. O choque vivido com a chegada em Nortelândia fica claro no depoimento de Dona Emília (Nenzinha): “Eu ia pro quintal, lavar roupa e ficava olhando aquela estradinha que perdia de vista e chorava... Mas quando meu marido chegava, limpava os olhos para ele não perceber (...)” (Depoimento. Sra. Emília, fevereiro de 2010).

A leitura de Turner, ainda que em tempo, condições geográficas e culturais diferentes, é pertinente ao nosso objeto de estudo porque nos permite deslocar o foco da História feita por grandes personagens para a história feita por milhares de anônimos que ajudaram a construir, no centro oeste do país uma sociedade mesclada de valores trazidos de várias outras partes do Brasil, milhares de anônimos que consolidaram práticas próprias ao homem que se dedica ao garimpo, à agricultura e à pecuária no médio norte de Mato Grosso. Nesse sentido, vale trazer para a discussão o trabalho de Hobsbawn em co-autoria com Terence Ranger “A invenção das Tradições”, nesta obra a idéia defendida é a de que parte das tradições são resultados de invenções, sendo necessário operar dentro de uma criticidade (HOBSBAWN, 1984).

Vista também como instrumento que fortalece a comunidade, através da devoção, os moradores podem dar sentido à vida quando se voltam para as questões religiosas. De acordo do com Joanoni Neto: “Encontramos em seus relatos sinais de que esta migração ganhou contornos de peregrinação. A fé em Deus e a crença na melhora estiveram presentes e fortes desde sua saída em busca da “terra prometida” até sua fixação na região” (JOANONI NETO, 2007:17).

A Idade Média foi pródiga na realização dos festejos religiosos, como demonstram alguns estudos de importantes medievalistas2. Cada uma das cidades medievais contava com um padroeiro, e em sua homenagem eram organizados festejos que chegavam a durar vários dias, portanto o calendário litúrgico marcava a vida dos moradores dessas cidades.

Muitos traços dessas manifestações permanecem, transmutados no tempo, em festejos como o de São João, São Pedro e Santo Antônio, além da festa de Nossa Senhora Aparecida, oferecendo-nos uma mostra da força dessas permanências.


No Brasil colonial, segundo o costume português, desde o despertar o cristão se via rodeado de lembranças do reino dos Céus. Na parede contígua à cama, havia sempre algum símbolo visível da fé cristã: um quadrinho ou caixilho com gravura do anjo da guarda ou do santo ; uma pequena concha com água benta; o rosário dependurado na cabeceira da cama.

(...). As famílias um pouco mais abastadas possuíam um quarto especial, o quarto dos santos (MOTT, 1997:164-165).
Como podemos observar, a religiosidade esteve presente no Brasil desde o período colonial, fazendo homens e mulheres creditarem ao divino praticamente todos os aspectos de suas existências, na maioria das vezes marcadas por grandes sofrimentos e dificuldades. A busca do sagrado no ambiente do lar era interpretado como um gesto de fé, devoção, respeito e temor a Deus. É nesse contexto que se insere a Festa de Sant’Ana.
Referências

BARROSO, João Carlos. Em Busca da Pedra que Brilha como Estrela – garimpos e garimpeiros do Alto Paraguai - Diamantino. Cuiabá; EdUFMT, 2007.


DUBY, Georges. Idade Média, idade dos homens: do amor e outros ensaios. São Paulo: Companhia das Letras, 1990.
FIGUEIRA, Ricardo Rezende. Pisando Fora da Própria Sombra : a escravidão por dívida no Brasil. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 1994.
GUIMARÃES NETO, Regina Beatriz. Cidades da mineração. Memória e práticas culturais. Cuiabá: EDUFMT, 2006.
HOBSBAWM, Eric (1984a). Introdução: A Invenção das Tradições. In: E. Hobsbawm & T. Ranger (orgs.). A invenção das tradições. Rio de Janeiro, Paz e Terra.
HOLANDA, Sérgio Buarque de. Caminhos e Fronteiras. 3ª.ed., São Paulo: Companhia das Letras, 1995.
______. Raízes do Brasil. 26ª. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.
JOANONI NETO, Vitale. Fronteiras da Crença: Ocupação do Norte de Mato Grosso após 1970. Cuiabá: Ed UFMT/Carlini & Caniato Editorial, 2007.
KNAUSS, Paulo. Oeste Americano: quatro ensaios de história dos Estados Unidos da América de Frederick Jackson Turner. Niterói: editora da Universidade Federal Fluminense, 2004.
LE GOFF, Jaques. O apogeu da cidade medieval. São Paulo: Martins Fontes, 1992.
______.O maravilhoso e o quotidiano no ocidente medieval. Lisboa: Edições 70, 1990.
MORENO Gislaene e HIGA, Tereza Cristina Souza (orgs.) Geografia de Mato grosso. Território – Sociedade - Ambiente. Cuiabá. Entrelinhas. 2005.
MOTT, Luis. Cotidiano e vivência religiosa: entre a capela e o calundu. In: Laura de Mello e Souza (org.) História da vida privada no Brasil. São Paulo, Companhia das Letras, 1997.
QUEIROZ, Maria Isaura Pereira de. Relatos Orais: do “indizível” ao “ dizível” . In: SIMSON, Olga Moraes Von. Experimentos com Histórias de Vida (Itália-Brasil). São Paulo: vértice, 1988.
RAMOS, Graciliano. Vidas Secas. São Paulo; Editora Record, 1980.
VOLDMAN, Daniele. Definições e Usos. In: AMADO, Janaína & FERREIRA, Marieta de Moraes (orgs). Usos e abusos da História Oral. Rio de Janeiro: editora da Fundação Getúlio Vargas, 1998.



* Mestranda do Programa de Pós-graduação em História da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), sob orientação da Profª Drª Leny Caselli Anzai.

1 Essa idéia de “terra prometida” esteve presente também na contemporaneidade, principalmente durante o processo de (re) ocupação dos espaços considerados “vazios”, política dos governos militares (1964-1985): “Mato Grosso é o terceiro Estado em área da Federação brasileira, com área total de 906.807 km2. Encontra-se na região Centro-Oeste do país, centro do continente Sul-americano” (MORENO, 2005:08).

2 Sobre isso, ver: DUBY, Georges. Idade Média, idade dos homens: do amor e outros ensaios. São Paulo: Companhia das Letras, 1990 & LE GOFF, Jaques. O apogeu da cidade medieval. São Paulo: Martins Fontes, 1992. (Coleção o Homem e a História); ___. O maravilhoso e o quotidiano no ocidente medieval. Lisboa: Edições 70, 1990.


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