7419 c onferências de shubert uma mensagem de esperança para um mundo que agoniza schubert



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C ONFERÊNCIAS DE SHUBERT



UMA MENSAGEM DE ESPERANÇA PARA UM MUNDO QUE AGONIZA

Schubert

Na cidade de Nova York, onde podemos encontrar toda espécie de filosofia imaginável, certo homem tinha atraído para junto de si umas 50 pessoas. Ele se propôs ousadamente provar dentro de cinco minutos que Deus não existia, que era um mito, um simples, produto da imaginação humana. Ele dizia que se Deus o prostrasse morto dentro de 5 minutos, então era porque Deus existia. Findos os 5 minutos, exclamou para a multidão: "Como podem ver, Deus não existe!"

O desafio deste homem não é uma prova a favor do ateísmo. Por quê? Porque Deus não é um assassino. Ele não deseja matar nem mesmo um presunçoso ímpio. Deseja sim salvá-lo.

As predições da Sagrada Escritura, ao contrário, constituem uma prova da existência de Deus. Como subsídio, consideremos o milagre do corpo humano, como por exemplo um dos seus complicados organismos: o cérebro. Com sua memória e consciência, seu poder de pensar e tomar decisões, este cérebro só poderia ter sido originado por um ser superior. Este ser é Deus.


Nosso insondável Universo com suas incontáveis estrelas revolvendo com espantosa velocidade e com precisão matemática em suas órbitas são uma prova irrefutável de que Deus existe. Ele desafia o incrédulo com as seguintes palavras: (Isa. 46:9 e 10.) Sim, o eterno Deus prova, pelas profecias, Sua existência ao homem,. Estas profecias testificam do fato de que Ele dirige nosso mundo, e que em Suas mãos está o destino de toda a raça humana. A profecia bíblica oferece uma segura esperança de um mundo melhor em meio ao turbulento tempo em que vivemos. Há com toda a segurança um feliz fim para os nossos muitos problemas.
Recapitulação
Passemos ligeiramente em recapitulação algumas de nossas conferências anteriores. Vocês se lembram que no ano 539 A. C., o profeta Daniel proclamou uma profecia que se encontra em Daniel capítulos 8 e 9. Com séculos de antecedência são revelados nesta profecia acontecimentos futuros. Esta profecia matemática devia começar no ano 457 A. C., com a restauração do templo em Jerusalém e a libertação dos judeus então cativos do império medo-persa.

Seguindo o diagrama perante nós, as primeiras sete semanas, ou 49 anos eram necessários para a reconstrução de Jerusalém. Isto nos levou ao ano 408 A. C. Daqui contando 62 semanas proféticas, ou 434 anos, devia aparecer o Messias, isto é, Jesus. Isto se cumpriu em Seu batismo no ano 27 A. D., quando Ele foi ungido pelo Espírito Santo. Devemos observar que este acontecimento se cumpriu com precisão matemática.

Também fora predito que depois de 3½ dias proféticos, ou 3½ anos literais, Cristo seria crucificado como expiação pelos nossos pecados. E depois de mais 3½ anos o povo judeu deixaria de ser nação escolhida de Deus. Oficialmente rejeitariam o Messias prometido como Salvador do mundo. Nesse mesmo ano o Sinédrio, equivalente ao Congresso de hoje, representando a nação judaica rejeitou a Cristo. Isto tinha sido profetizado no Velho Testamento. Teve início então uma onda de perseguição contra os seguidores de Cristo, sendo morto Estêvão, o grande evangelista de Jerusalém, por apedrejamento.

Estas profecias servem como marcos no caminho da revelação divina. Deveriam passar 2.300 anos desde o outono de 457 A. C. até o início do juízo investigativo no Céu em 1844 A. D. Este juízo começou com o primeiro homem que morreu neste mundo, e continua através dos séculos até alcançar a última alma justa antes do fim do tempo.

Enquanto o juízo investigativo que começou em 1844 estivesse tendo lugar no Céu, na Terra o evangelho seria proclamado a toda nação, tribo, língua e povo, como a última mensagem de misericórdia a um mundo agonizante. Eis o registo profético:

(Apoc. 14:6 e 7): "...."

Notem que a profecia diz especialmente que o evangelho eterno seria proclamado "aos que habitam sobre a Terra". O profeta Daniel predisse que o juízo começaria em 1844. Portanto, temos de encontrar nos acontecimentos históricos de 1844 um novo movimento religioso que restauraria as verdades do evangelho eterno que tinham sido "lançadas por terra," durante o período do Império Romano, e que gerou grande apostasia com a intromissão de doutrinas espúrias e ritos pagãos na igreja cristã, como por exemplo a doutrina da imortalidade da alma.

O ano de 1844 é identificado na profecia como o ano do aparecimento da igreja apostólica. Seriam então restauradas as verdades eternas do evangelho, praticadas outrora pela bendita virgem Maria e os santos apóstolos. A igreja apostólica restaurada segundo a profecia devia preparar um povo para a Segunda Vinda de Cristo.


Pregação de uma Mensagem Especial Desde 1844
A igreja que surgiria em1844 devia vindicar as verdades lançadas por terra. Segundo Apocalipse 14:6-16, ela devia:

1. Pregar a hora da vinda do juízo, desde 1844.

2. Chamar a atenção para a adoração ao Deus que fez o Céu e Terra. Isto significaria denunciar as falsas teorias sobre a origem do mundo e do homem, e defender os dois primeiros capítulos do Gênesis, onde a história da criação do mundo se encontra registada.

3. Pregar que Babilônia caiu. Babilônia é uma palavra caldéia que significa "confusão", mas no sentido religioso. Cristo, por intermédio do apóstolo João predisse que precisamente antes do fim do mundo haveria grande confusão religiosa no mundo e geral apostasia – uma verdadeira Babilônia. Assim, o dever da igreja a surgir em 1844 seria o de restaurar a verdade pregando o evangelho eterno ao mundo em meio à confusão religiosa de nosso tempo.

4. Devia advertir contra a adoração da besta e sua imagem. Em oportunidade futuro estudaremos o poder religioso simbolizado pela besta. Assim, a igreja a surgir, ela proclamaria ao povo do mundo que tem sido levado a beber "o vinho da ira" da prostituição, a mensagem do evangelho eterno. Lemos em:

Apoc. 17:2 – "...."

Que significa neste texto a palavra "vinho"? A primeira epístola do apóstolo S. João 1:7, dá a resposta: "...."

Eis porque no serviço da comunhão, ou Eucaristia, o vinho é usado como símbolo do sangue de Cristo – o único poder capaz de purificar o homem de seus pecados, restabelecendo-o no favor de Deus. Ora, o vinho "da sua prostituição" que as nações têm bebido representa o plano da Satanás contrário à salvação do homem, ou a contratação deste plano. Multidões têm sido levadas a crer no cristianismo adulterado. A contrafação quer fazê-los crer que estão salvos, quando em realidade estão no caminho da condenação eterna.

As nações da Terra têm estado a beber tão avidamente do vinho dessas falsas crenças que é quase impossível levá-las a ver sua situação e aceitar as verdades do evangelho. Eis a razão por que noutra profecia de



Apoc. 18:1-4, lemos: "...."

Segundo esta profecia, a igreja surgida em 1844 devia dar o evangelho eterno ao mundo convidando os fiéis para que saíssem de Babilônia, de maneira que houvesse um só rebanho e um só Pastor. (S. João 10:16.) A profecia apresenta três características que identificariam os filhos de Deus:

(Apoc. 14:12): "...."

Em 1º lugar: os filhos de Deus são perseverantes, ao passar por provas e sofrimentos. Isto implica que o verdadeiro filho de Deus seria perseguido, mas em toda prova manteria a perseverança dos santos apóstolos.



Segundo: seriam reconhecidos em virtude de se apegarem aos princípios contidos nos Dez Mandamentos da lei de Deus.

Terceiro: têm a fé em Jesus. Isso significa que sua fé está posta em Jesus, de onde deriva sua salvação, e os leva a viver uma sincera vida cristã no lar, nos negócios, ou qualquer parte, tal como Jesus viveu aqui na Terra. Sua prática religiosa se harmoniza com a maneira como Jesus viveu Sua religião.
A Origem da Igreja que Prega o Evangelho Eterno Desde 1844
No princípio do século XIX houve um grande despertamento religioso no mundo cristão. Muitos clérigos eminentes e teólogos, bem como membros leigos de diferentes denominações, estudaram então diligentemente as Escrituras Sagradas, especialmente as profecias de Daniel e Apocalipse. Nesse mesmo tempo os turcos, ou otomanos, dominavam o Mediterrâneo, mas seu império estava sendo desafiado.

Dada a ameaça da guerra um interesse fora do comum foi suscitado no estudo das profecias das sete trombetas do livro do Apocalipse. Havia sido profetizado que os TURCOS seriam uma potência mundial por um período de 391 anos e 15 dias. Segundo a História, os turcos tornaram-se potência mundial em 27 de julho de 1449, quando o último imperador cristão, Constantino XIII, teve de entregar sua capital e seu império do Oriente ao império otomano. Os estudantes das profecias diziam: "O império otomano tem de desaparecer, segundo as profecias, em 11 de agosto de 1840." Entendiam pelo estudo das profecias que o império otomano devia desaparecer nesta data. Esta interpretação se cumpriu com extrema exatidão.1

Sim, nesse mesmo dia, mês e ano, os turcos tiveram de entregar o seu poder na presença da Áustria, Inglaterra, Alemanha e Rússia. Os turcos ficaram reduzidos a uma pequena nação.

O exato cumprimento desta profecia ascendeu o zelo pelo estudo das profecias. Entre as que foram avidamente estudadas estavam as de Daniel capítulos 8 e 9 sobre os 2.300 anos, que culminaram com 1844. Na América Latina um padre da "Companhia de Jesus", chamado Lacunza, escreveu o seu famoso livro intitulado A Vinda de Nosso Senhor Jesus Cristo em Glória e Majestade. Ele expunha as profecias que estamos estudando, bem como outras, e anunciava o breve retorno de Cristo a este mundo. Este famoso livro foi traduzido do espanhol para o inglês, o francês, o italiano, e circulou por toda a Europa e América do Sul.

Ao mesmo tempo houve grande despertamento na Inglaterra, onde 700 ministros da igreja anglicana proclamavam o fim do mundo em 1844. Nos Estados Unidos, o grande líder batista Guilherme Miller, atraiu muitos milhares de seguidores como resultado de suas conclusões sobre os 2.300 anos.

Declarava ele, de acordo com a profecia bíblica, que o juízo começado em 1844 não significava o juízo investigativo, antes da Segunda Vinda de Cristo, mas o juízo executivo contra os ímpios. Portanto, Cristo tinha que aparecer com Seus santos anjos em 1844 para redimir os santos. Estas mesmas idéias eram pregadas por outros na Austrália, na África do Sul e na maioria dos países da Europa. Miller e seus seguidores marcaram a data de 22 de outubro de 1844 como a mais certa para o fim da profecia dos 2.300 anos; isto é, a Vinda de Cristo e o fim do mundo.

Em todo o mundo cristão, e especialmente nos Estados Unidos, milhares passaram a aguardar o fim do mundo nesta data. É importante levar em consideração que este movimento não era produto de uma igreja ou seita somente, mas era a crença de milhares e milhares de cristãos de aproximadamente todas as crenças. As fronteiras denominacionais desapareceram para muitos. Centenas venderam suas propriedades e usaram o dinheiro na proclamação do evangelho. O único tesouro que eles tinham em conta era a salvação das almas.

Ao final de angustiosa espera, chegou o dia da volta do Filho de Deus, em que esperavam ver Cristo aparecer nas nuvens do céu, escoltado por milhares de anjos. Mas o dia passou e Cristo não veio. Eles experimentaram então amargo desapontamento. E, como bem podemos imaginar, estes milhares de criaturas desapontadas foram objeto de zombaria e escárnio.


O Desapontamento de 1844 à Luz da Profecia
Mas este grande desapontamento havia sido predito no ano 90 AD., no livro do Apocalipse, como um acontecimento importante. Tenhamos em mente que todos os acontecimentos importantes que afetam a igreja no mundo estão registrados na profecia bíblica, para que os fiéis filhos de Deus possam prosseguir no caminho da verdade.

O episódio do desapontamento de 1844 havia sido predito e explanado em Apocalipse capítulo 10 em relação com os eventos a terem lugar no mundo quando do toque da sétima trombeta. A profecia das sete trombetas é uma cadeia de profecias anunciando importantes acontecimentos políticos e religiosos desde o tempo de Roma até o fim do mundo. Noutra oportunidade estudaremos esta profecia mais detalhadamente.

Em Apocalipse 10, versos 1-3 lemos o seguinte: "...."

Nesta visão temos como figura central um glorioso anjo, brilhante como o Sol e como fogo, tendo um pé sobre o mar e outro sobre a terra, proclamando com grande voz a mensagem contida num pequeno livro que acabava de ser aberto. Isto significaria que o conteúdo do livro havia sido anteriormente selado. Só há na Bíblia um livro do qual se diz que foi selado até o tempo do fim: o livro de Daniel.



Dan. 12:4 confirma a predição de Apocalipse 10: "...."

Vemos por este texto que o pequeno livro de Daniel permaneceria selado até o tempo do fim, e somente então, nos portentosos tempos antecedendo o fim do mundo, seria aberto. Em outras palavras, seria estudado cuidadosamente. Em nenhuma parte da Bíblia nos é dito que ele tenha sido aberto. Só o seria no tempo do fim, o que nos é provado pela profecia de Apocalipse 10.

Segundo a profecia do pequeno livro de Daniel, o tempo do fim começou ao término dos 1.260 anos da supremacia da igreja sobre as nações da Europa, que terminou em1798. Nesse ano começou o tempo do fim, e o selo do pequeno livro de Daniel foi removido. Aproximadamente então os bispos, sacerdotes e ministros de diferentes igrejas cristãs, preeminentes como Guilherme Miller, membro da igreja batista, sentiram o insopitável desejo de compreender as profecias do pequeno livro de Daniel, mas especialmente a profecia sobre os 2.300 anos que terminaram em 1844.

Notemos o que S. João diz concernente ao pequeno livro de Daniel:

(Apoc. 10:8-10): "...."

Figuradamente falando, isto foi exatamente o que aconteceu. O povo comeu, por assim dizer o livrinho de Daniel. Para eles o acontecimento a ter lugar em 1844 era doce como mel. A mensagem da Volta de Jesus era confortadora. Para a compreensão deles o juízo teria lugar simultaneamente com a Segunda Vinda de Cristo. Criam que o juízo significava a destruição dos ímpios e a Volta de Jesus. Fervorosamente criam que Deus havia estabelecido esta data, pois os eventos tinham que ter lugar ao mesmo tempo.

Mas quando o 22 de Outubro passou, a data exata para a terminação dos 2.300 anos, e Cristo não voltou, a mensagem que havia sido doce como mel tornou-se amarga como fel. O povo zombou deles. Depois deste grande desapontamento, alguns dos líderes que estavam esperando a Segunda Vinda de Cristo para 22 de outubro de 1844, reestudaram as Escrituras com o propósito de descobrir onde estava o erro.

A data de 457 para o início da contagem dos 2.300 anos foi confirmada. E em harmonia com esta profecia, Cristo foi ungido pelo Espírito Santo e batizado exatamente no ano 27 A. D. Confirmaram também o ano 34 A. D. como a data da definitiva rejeição do Messias pelo povo judeu. Logo estava certa a data referente a 1844. Mas enquanto fervorosamente manuseavam suas Bíblias com oração, compreenderam que o seu erro estava não no estabelecimento da data, mas no acontecimento a ter lugar no ano de 1844. Verificaram que a palavra "juízo" tinha outro significado diferente daquele que lhe atribuíam até então. Com isto em mente, leiamos a profecia de:



Apoc. 10:6 e 7 – "...."

Aqui lemos que o anjo jurou pelo Criador de todas as coisas que não haveria mais demora (mais tempo, segundo outras versões), isto é, não haveria mais revelação profética de tempo no futuro. Especificamente, depois de 1844 não há mais data profética estabelecida para o cumprimento de qualquer profecia. Mas quando o sétimo anjo tocar a sua trombeta, depois do desapontamento de 1844, o mistério de Deus seria cumprido. O Senhor havia anunciado isto aos Seus servos os profetas.

Mas surge a pergunta: Que é o mistério de Deus? Leiamos em:

Efés. 1:9 e 10 e 6:19 (ú.p.): "...."

Aqui vemos claramente que o mistério de Deus são as boas-novas de salvação. Na plenitude dos tempos, ou depois de 1844, seria pregado ao mundo tudo a grande mensagem de que Deus havia determinado pôr fim à turbulenta história deste mundo. Começando com 1844, devia ser pregado o evangelho eterno com a doutrina da 2ª Vinda de Cristo. Isto é o que lemos em:



Apoc. 10:11; 11:1 – "...."

Vemos por este texto que após o amargo desapontamento de 1844, quando muitos creram que o juízo final dos ímpios teria lugar e a salvação viria aos santos, eles deviam pregar outra vez a muitos povos, e nações, e línguas, e reis. Deviam "medir" o templo de Deus e altar, o que quer dizer, estudar o santuário celestial e seu significado.

Ora, estudando a doutrina do santuário e seu significado, bem como sua missão profética, compreenderam que o juízo final dos ímpios e a salvação dos santos não teria lugar em 1844, mas nesse ano começava no Céu o juízo investigativo. Esta maravilhosa verdade foi aceita e feita mais clara à medida que estudavam a mensagem de Apocalipse 14:6 e 7, sobre a pregação do evangelho eterno ao mundo, porque era vinda "a hora do Seu juízo". Este juízo determinaria quem seria digno de receber a recompensa eterna quando Jesus voltasse.
A Gênesis do Movimento do Advento
A profecia, pois, afirma que do amargo desapontamento de 1844 a igreja seria carregada com a responsabilidade de preparar o povo para a Segunda Vinda de Cristo, e isto foi precisamente o que se passou. Os investigadores da Bíblia que não se desanimaram com o desapontamento de 1844, continuaram orando e estudando enquanto pediam mais luz a Deus. Havendo encontrado a verdade sobre o juízo, procuraram convencer aos de sua própria crença, mas a maioria recusou ouvi-los, porque temiam outra decepção. Através da poderosa operação do Espírito Santo, este punhado de homens, como os doze apóstolos depois da morte de Cristo, sentiram-se impelidos a pregar a todas as nações e povos da Terra, anunciando a hora do juízo de Deus. O triunfo deste novo movimento religioso sobre todos os obstáculos havia sido profetizado no livro do Apocalipse. Eles se lembraram da experiência dos santos apóstolos que, pobres e desprezados pelos líderes de seu tempo, pregaram vitoriosamente a verdade do evangelho a todo o mundo pagão.

Assim nasceu em 1844 a igreja chamada Adventista, de acordo com a profecia, sob a bênção de Deus e prossegue triunfante e em progresso. O evangelho eterno de nosso Senhor Jesus Cristo está agora sendo pregado em todo o mundo em 724 línguas e dialetos.

Quando nosso Senhor Jesus Cristo viveu entre os homens há 2000 anos, devotou mais tempo em curar os enfermos, ajudando os aflitos e abençoando o povo do que em pregar. A igreja de Jesus hoje imita o Seu exemplo. Ela dirige 212 sanatórios, hospitais e dispensários que empregam 398 médicos, e um total de 8.861 enfermeiros, técnicos e outros empregados. Alguns destes hospitais possuem mais de 300 leitos, e sua escola de medicina de Loma Linda é modelar entre as faculdades de Medicina do mundo.

Sim, esta igreja que surgiu em 1844 como um movimento profético, deve ir até os confins do mundo. E ela proclama de fato sua mensagem a regiões que compreendem 97% dos habitantes do mundo.

Quando nós viajamos pelo mundo, somos bem recebidos em outros países por pessoas que nos abraçam com verdadeira afeição fraternal. Alguns, curiosos, perguntam: "Como é possível que você tenha amigos em todos estes países?" temos então o privilégio de explicar-lhes que somos adventista, e que nossa obra é de alcance mundial.
Um jovem casal de missionários havia sido enviado da Inglaterra para a colônia inglesa da Libéria, na África equatorial, a fim de pregar o evangelho. Nesse tempo os mosquitos e as enfermidades tropicais constituíam real ameaça. Em poucos meses este casal morreu vítima de enfermidades tropicais. Logo após, outro casal foi enviado para ocupar o seu lugar. O segundo missionário morreu em poucos meses, e sua esposa voltou à Inglaterra, viúva e enferma. Os dirigentes da igreja na Inglaterra ficaram perplexos e temiam ser impossível encontrar outro missionário que se dispusesse a ir à Libéria pregar o evangelho da salvação aos milhões que ali vivem na mais abjeta pobreza.

Uma manhã visitaram nosso colégio missionário, na esperança de encontrar alguém que pudessem enviar. O diretor fez uma palestra entusiasta aos noventa estudantes ministeriais. Ele falou sobre a necessidade de enviar a mensagem de salvação aos milhões da Libéria. Falou sobre as lutas, as enfermidades, falou sobre a morte dos missionários anteriores, e com lágrimas nos olhos apresentou a necessidade urgente que tinham de que pelo menos um dos noventa fosse, mesmo que isso significasse a morte. Ministros e professores assentaram-se na plataforma esperando ansiosamente, na expectativa de que pelo menos um se levantasse.


Meus prezados ouvintes, quantos pensam vocês que se levantaram dispostos a ir à Libéria? Sabem quantos? Todos! Os noventa se puseram em pé! Todos desejavam ir. Este é o espírito missionário que tem animado a juventude de nossos colégios e seminários em todo o mundo até o presente.
O Efeito das Três Mensagens Sobre a Humanidade
Quando nosso Senhor Jesus estava na Terra predisse que a humanidade seria indiferente à última mensagem de graça, assim como o foram os homens no tempo do dilúvio. Eis o que Ele disse:

(S. Mat. 24:37-39): "...."

E em Gênesis 6:11 e 12 faz-se menção de outra característica desses antediluvianos. O povo era moralmente corrupto, e tão violento que os homens temiam-se mutuamente mais que a feras do campo. Havia tal degeneração que faz vergonha o só mencionar. Eis por que Deus, que é todo amor e todo misericórdia, não encontrou outro caminho senão destruir aquela raça degenerada. Mas hoje o povo é semelhante ao dos dias de Noé. Aqueles criam que Deus era demasiado bom para destruir o mundo. Consideravam a Noé não como um profeta, mas como um insano.

Mas quando veio o tempo, Noé e as sete outras pessoas que criam em Deus entraram para a arca, e com eles os animais que Deus tinha ordenado. Então romperam-se todas as fontes do grande abismo e as janelas do céu se abriram. Torrentes de chuvas caíram sobre a Terra como nunca dantes o mundo conhecera. Só então – demasiado tarde – o povo começou a crer na mensagem de Noé e viram que o Dilúvio era uma realidade! Era a retribuição de Deus a uma raça ímpia.

A geologia nos dá suficientes provas do Dilúvio. Há plantas petrificadas, encontradas nos Altos Andes, a 9.000 pés. São fósseis encontrados somente nas regiões mais tropicais do mundo. Que revelam esses fósseis? Simplesmente que as águas do Dilúvio alcançaram grande altitude. O carvão, tão necessário na indústria moderna, é resultado da petrificação de florestas soterradas. Mesmo o petróleo resulta da compressão pela terra de grandes quantidades de toda espécie de fauna e flora.

O apóstolo Pedro, por inspiração divina, em sua segunda epístola, capítulo 3, retrata o pensamento do povo no tempo do fim. Ele diz:

(II S. Pedro 3:3-7): "...."

Não é isto exatamente o que está acontecendo hoje? S. Pedro diz que "voluntariamente ignoram", que este mundo já foi subvertido pela água. Muitos procuram explicar, pela teoria da evolução, o fenômeno das diferentes camadas da terra. Dizem que nas camadas baixas se encontram fósseis de vidas simples, ao passo que nas mais altas há fósseis de vida complexa. A verdade é que em todas as camadas da terra há fósseis de vida simples e complexa. Os verdadeiros achados geológicos contradizem a teoria da evolução. É mais lógica e necessita-se menos fé explicar os diferentes extratos da terra por uma catástrofe como o Dilúvio, do que pela evolução.

Oxalá não sigamos o exemplo dos antediluvianos céticos ou dos incrédulos hebreus do tempo de Cristo. Eles liam diariamente nas profecias do Velho Testamento o anúncio do nascimento, vida, morte e ressurreição de N.S.J.C, e contudo quando Ele veio, eles O rejeitaram

Ora, as profecias de Apocalipse 14 apontam infalivelmente para o fato de que o movimento religioso começado em 1844 triunfará com a gloriosa Vinda de nosso Senhor.


Amigos, vocês estão prontos para se unirem aos crentes do "evangelho eterno." Não se demorem. Façam agora. Deus os abençoe.

1 O Grande Conflito, págs. 334 e 335


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Pr. Marcelo Augusto de Carvalho




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