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28 – OS EVANGELHOS

1 - OBJETIVOS

Levar ao conhecimento dos crismandos em que circunstâncias os evangelhos foram escritos e apresentar ensinamentos selecionados do nosso Salvador, procurando levar os crismandos a se aprofundar na vida e nos ensinamentos do Salvador, pois, quanto maior é nossa experiência espiritual à medida que passamos a ler mais os evangelhos mais forte se torna nossa fé e mais claramente passamos a entender o sentido da nossa vida terrena. Também, quanto maior é nossa experiência espiritual, mais evidente se torna a nossa proximidade com o Salvador. Ele verdadeiramente passa a ser o nosso Bom Pastor que nos orienta para o caminho da salvação.



2 - EXPOSIÇÃO DO TEMA

Os cristãos consideram os quatro Evangelhos como o centro do Novo Testamento. A palavra Evangelho vem do Grego que significa Boa Nova. Entre os cristãos passou a significar a mensagem de Cristo, “aquilo que Jesus fez e disse” (At 1, 1). A Igreja reconhece 4 narrações dos Evangelhos como inspirados e canônicas: O Evangelho segundo São Mateus, Marcos, Lucas e João.


OS QUATRO EVANGELISTAS:
Os quatros evangelistas são Mateus, Marcos, Lucas e João Marcos e Lucas não fazem parte dos Doze Apóstolos. Conforme uma profecia de Ezequiel e uma passagem em Apocalipse (Ez 1,4-10, e Ap 4,6-8). a tradição cristã dos séculos II/IV representa os evangelistas por símbolos ou figuras de animais, da seguinte maneira:


  • Mateus - representado pela figura de um homem, porque começou a escrever seu Evangelho dando a genealogia de Jesus (dimensão da obra prima de Deus; a imagem e semelhança de Deus);

  • Marcos - representado pela figura de um leão, porque começou a narração de seu Evangelho no deserto, onde mora a fera (dimensão de força, realeza, poder, autoridade);

  • Lucas - representado pelo Touro, porque começou a narração pelo templo, onde eram imolados os bois (dimensão de oferta);

  • João - representado pela Águia, por causa do elevado estilo de seu Evangelho, que fala da Divindade e do Mistério altíssimo do Filho de Deus.


A FORMAÇÃO (COMPOSIÇÃO) DOS EVANGELHOS:
Atualmente a teoria das fontes e uma teoria defendida pela maioria dos exegetas, para explicar a formação dos Evangelhos sinóticos. Esta teoria afirma o seguinte: Marcos é o mais antigo dos nossos Evangelhos, seguido por Mateus e Lucas, independentemente um do outro, Acredita-se que existiu um outro documento especial onde havia Palavras e discursos de Jesus. Esse documento hipotético, que deve ter sido escrito em grego, é chamada “Q”, do alemão Quelle (fonte), teria sido uma fonte usada para compor, juntamente com o Evangelho de Marcos, os Evangelhos de Mateus e Lucas. Quanto ao Engelho de São João foi escrito, em grego, por volta do ano 100.

O Evangelho foi anunciado oralmente e depois escrito. Há um intervalo de 30 a 70 anos entre Jesus e o texto definitivo dos Evangelhos. Na verdade Jesus pregou sem deixar nada por escrito, nem tampouco mandou os apóstolos escreverem. A Igreja admite três etapas nesse período de tempo:




  1. De Jesus aos Apóstolos - Jesus pregava a Boa Nova usando a linguagem dos rabinos (Parábolas), Após a ressurreição, Cristo investiu os apóstolos da missão de pregar o Evangelho por todo o mundo, o que se deu após o dia de Pentecostes.

  2. Dos Apóstolos às primeiras Comunidades cristãs - Jesus morreu e ressuscitou não abandonou os seus discípulos. Enviou o Espírito Santo para orientar os Apóstolos na fiel pregação do Evangelho. Ele mesmo disse “não vos preocupeis com o que haveis de dizer...” A mensagem de Jesus foi levada de Jerusalém para Samaria, Galiléia, Síria, Grécia, Roma... Até os confins da terra. Depois da morte de Jesus e reunindo comunidades para viver um estilo de vida de acordo com a Palavra e a ação de Jesus.

  • Essa pregação inicial era chamada de primeiro anúncio, ou Kerigma, era uma pregação curta, que gerava frutos de conversão e a adesão a Jesus, cujo tema central era a vitória de Jesus sobre o pecado e a morte obtida na cruz - Páscoa -, a ressurreição etc...

  • Depois desse anúncio começava a catequese, isto é, de educação para uma vida segundo a fé. É esta etapa de catequese nas comunidades iniciarem as tradições orais e também os primeiros escritos que formaram mais tarde os Evangelhos, pois a medida que iam pregando o Evangelho, os apóstolos sentiram necessidade de escreverem o que pregavam para facilitar a aprendizagem texto de parábolas, milagre, profecias, narrativas da paixão e ressurreição, para poder transmitir as verdades da fé.

  1. Das primeiras Comunidades cristãs aos Evangelhos - Assim os evangelhos são um espelho de catequese que era feita nas primeiras comunidades cristãs. Essa pregação chamava-se dedachê, nela estava incluído o conteúdo do querigma, passando porém, a uma formação cristã mais profunda para aquelas comunidades. O Sermão da Montanha é um exemplo clássico da didachê.

Das diversas compilações feitas nas Comunidades, quatro foram reconhecidas pela Igreja como canônicas, isto é autêntica Palavra de Deus. Dai surgiu os quatro Evangelhos segundo Mateus, Marco, Lucas e João. Os quatro Evangelhos são semelhantes entre si porque tratam do mesmo Jesus. Apresentam variações diferentes porque nasceram em comunidades diferentes. Os Evangelhos aparecem entre 30 e 70 anos depois da morte de Jesus. A intenção não era fazer uma biografia, uma história de Jesus. Queriam, sim, converter, esclarecer e manter vivo nas comunidades o compromisso com Jesus, recordando suas palavras, sua morte e ressurreição.


FIDELIDADE HISTÓRICA DOS EVANGELHOS
Mesmo se fora da Bíblia não tivéssemos testemunho algum sobre a vida de Jesus não seria de modo algum para se estranhar, levando em conta que para historiografia daquela época, a vida de Jesus não podia constituir um acontecimento da importância decisiva. Porém tais testemunhos existem. Flávio José (37-97dC) - nascido em Jerusalém, conheceu a primitiva comunidade cristã de Jerusalém. Membro de uma família da nobreza sacerdotal, interessou-se em observar, criticar e até escrever sobre esta nova religião e sobre seu fundador Jesus Cristo. Plínio o Moço (62-114dC) - governador da Província da Bitínia pediu instruções ao imperador Trajano sobre o comportamento a adotar com relação aos cristãos.


  1. A mensagem de Jesus Cristo se propagou como o acompanhamento dos Apóstolos. - As comunidades surgiram sempre com a presença de um apóstolo. Lembremo-nos, por exemplo, de que, “quando os apóstolos souberam em Jerusalém que a Samaria tinha recebido a Palavra de Deus, enviaram Pedro e João para lá (At 8, 14). “Pedro viajava por toda parte” na terra de Israel, a fim de atender às necessidades dos cristãos (At 9, 32). São Paulo mantinha intercâmbio com as comunidades da Ásia Menor, da Grécia e de Roma, recebendo mensageiros e enviando cartas às mesmas. O mesmo se diga dos outros apóstolos cujos escritos atestam o zelo pela conservação da integra da doutrina. Veja também outros textos que mostram o contato constante das novas comunidades com a Igreja-mãe de Jerusalém: At 11, 27-29 - At 15,2 - At 18, 22; I Cor 16, 3; II Cor 8, 14.

  2. Os apóstolos tinham consciência de lidar com uma tradição santa e intocável. São Paulo dizia aos Coríntios: “Eu vos transmiti aquilo aquilo que eu mesmo recebi” (I Cor 15,3; 11,23). O Evangelho pregado por São Paulo aos gentios foi reconhecido pelos grandes apóstolos de Jerusalém (Gl 2,7-9). Os Tessalonicenses eram exortados a manter a tradição recebida e afastar-se de quem não a seguisse (II Ts 2,15). Antes de morrer, São Paulo recomenda a Timóteo que transmita o depósito santo a homens de confiança que sejam capazes de o passar a outros(II Tm 2,2) . É dever dos ministros de Cristo que sejam fiéis (I Cor 4,1s; Its2,4).

  3. Os apóstolos inspirados pelo Espírito Santo discerniram o que era autêntico e o que era mito. E cuidaram para que tais mitos não se mesclassem com a autêntica doutrina de Cristo. A Igreja recolheu os mitos, desvios e erros doutrinários ocorridos na pregação da mensagem cristã e chamou de literatura apócrifa. São Paulo tem consciência de que mitos não fazem parte da mensagem Evangélica, e por isso, devem ser banidos da pregação (I Tim 1, 4; 4, 7; II Tm 4,4; Tt 1, 14 e também cf I Pd 1, 16).


Apócrifo - Os mitos erros e desvios ocorridos na pregação da mensagem cristã dos primeiros foram recolhidos na chamada literatura apócrifa, cujo estilo é evidentemente imaginoso e fictício. A Igreja teve a assistência do Espírito Santo para discernir claramente o autêntico e não autêntico.

Mito - Os mitos todos têm estilo vago, do ponto de vista da cronologia e da topografia. Refere-se, geralmente como contexto um tempo fora do tempo. Têm como heróis em geral os primeiros homens à volta com deuses ou seres maus; não podem se referir a uma época histórica precisa; na maioria das vezes e pessimista ou fatalista; não deixando ao homem o direito de exercer sua liberdade e responsabilidade. Com os Evangelhos (e toda a Palavra de Deus) dá-se o contrário: o local é exato - a Palestina -, a cronologia é exata e comprovada pela história, como se pode verificar menções a César Augusto (Lc 2, 1) Tibério César, Pôncio Pilatos (Lc 3, 1s).
O significado dos quatro evangelhos
Os quatro evangelhos harmoniosamente relatam a vida e os ensinamentos de Cristo Redentor, seus milagres, os seus sofrimentos na cruz, sua morte e sepultamento, sua gloriosa ressurreição e ascensão ao céu. Mutuamente complementando-se e esclarecendo, os Evangelhos representam um único livro, sem contradições ou variações no que é mais importante e fundamental.

A misteriosa carruagem vista pelo profeta Ezequiel no rio Chebar (Ez 1,1-28), com cinco criaturas, que tinham semelhança com um homem, um leão, um touro e uma águia, serve como símbolo dos quatro Evangelhos. Ao início do século V, a arte cristã representa Mateus como um homem ou anjo, Marcos como um leão, Lucas um boi e João como uma águia.

Além dos quatro Evangelhos havia mais 50 outros escritos similares durante os primeiros séculos que se apresentavam como "evangelhos" e declaravam origem apostólica. A Igreja chamou estes escritos de Apócrifos - o que significa não-credenciados ou livros repudiados. Estes livros contêm narrativas distorcidas e de significado duvidoso. Estes incluem "o primeiro evangelho de Jó," "a história de José o carpinteiro," "o evangelho de Tomé," "o evangelho de Nicondemos" e outros. Nestes evangelhos podemos encontrar as mais antigas lendas relatando a infância e a juventude de Jesus Cristo.
A relação entre os evangelhos
O conteúdo dos três primeiros evangelhos, o de Mateus, Marcos e Lucas, é semelhante na forma e no tema. Quanto ao quarto evangelho, o de João, este permanece único, pois distingue-se significativamente de todos os outros, em conteúdo, no estilo e na forma. Por esta razão, costuma-se referir-se aos três primeiros como sinóticos, que vem do termo syn-opticos, o que significa, vistos com o mesmo olho, concordantes. Entretanto, mesmo que estes três primeiros sejam semelhantes, cada um traz suas peculiaridades, portanto eles continuam a ser únicos.

Os evangelhos sinóticos relatam quase exclusivamente os feitos de Nosso Senhor Jesus Cristo na Galiléia enquanto que o de João fala das atividades de Nosso Senhor na Judéia. Os sinóticos relatam principalmente os milagres, parábolas e eventos da vida de Nosso Senhor, enquanto São João faz ponderações sobre o sentido mais profundo da vida de Nosso Senhor e cita apenas suas palavras sobre os temas da fé mais elevados.

Os evangelhos, mesmo com todas as suas variações, não contém contradições. Ao ler com atenção podemos facilmente encontrar evidencia de concordância entre os sinóticos e João. Apesar de que João narra muito pouco sobre as pregações de nosso Senhor na Galiléia, sem dúvida ele está ciente de suas freqüentes e longas estadas naquela localidade. Os sinóticos nada relatam sobre a primeira atividade de nosso Senhor na Judéia e em Jerusalém entretanto dão indícios de que estas atividades ocorrem com freqüência. Portanto, de acordo com suas observações nosso Senhor tinha amigos em Jerusalém bem como discípulos e seguidores, como por exemplo, o dono da estalagem onde aconteceu a Última Ceia, e também José de Arimatéia. São de especial importância as palavras citadas nos sinóticos, "Jerusalém! Jerusalém! o quanto é freqüente o meu desejo de reunir teus filhos." Esta expressão claramente sugere muitas visitas de nosso Senhor a essa cidade.

A diferença fundamental entre os sinóticos e João está no registro das palavras de nosso Senhor. Nos sinóticos estes conceitos são simples e de fácil compreensão enquanto que os de João são profundos e de difícil compreensão, como se não fossem destinados à multidões mas a uma seleção de ouvintes. Isto é verdade. Os sinóticos apresentam as palavras do Senhor ao povo da Galiléia, formado de homens simples e ignorantes. João, no geral, transmite os discursos aos letrados e fariseus, bem familiarizados com as leis de Moisés e que em maior ou menor parte encontravam-se nos escalões mais altos da sociedade judia. Além do mais, o evangelho de São João almejava um determinado propósito, talvez revelar mais intensa e profundamente a divindade de Jesus Cristo. Este tema, evidentemente é muito mais difícil compreender do que as parábolas dos sinóticos. Mesmo aqui, não há grande divergência entre os sinóticos e João. Se os sinóticos focalizam mais o lado humano de Cristo e João o aspecto divino, isto não significa que os sinóticos omitiam o aspecto divino ou que João não mostrou o lado humano. Nos sinóticos o Filho do Homem é também o Filho de Deus a quem todo o poder foi dado no céu e na terra. Também o Filho de Deus, segundo João é um homem verdadeiro, Aquele que aceita um convite a uma festa de casamento, conversa com Marta e Maria como um amigo e chora no túmulo de Seu amigo Lázaro.

Assim, os sinóticos e João mutuamente enriquecem e complementam e somente na sua totalidade podem revelar a personalidade de Cristo como perfeito Deus e como perfeito Homem.

O ensinamento ortodoxo sempre sustentou que mesmo que as Sagradas Escrituras fossem um resultado da divina inspiração outorgada aos escritores, através de pensamentos e palavras, o Espírito Santo não inibiu as suas mentes nem suprimiu os seus atributos pessoais. A presença do Espírito Santo não suprimiu o espírito humano mas purificou-o e elevou-o acima dos seus próprios limites. Assim, constituindo uma unidade na interpretação da verdade divina, os evangelhos diferem entre si nas características pessoais de caráter de cada evangelista, na construção idiomática, estilo e forma de expressão. Diferem também por causa de circunstâncias e condições em que foram escritas, bem como diferem no objetivo a que se propôs cada um dos evangelistas.

É por isso que, para melhor percebermos e entendermos os Evangelhos, é essencial para nós conhecermos mais a personalidade, o caráter e a vida de cada um dos quatro evangelistas e as condições em que cada evangelho foi escrito.

3 – ILUMINAÇÃO BÍBLICA

Jo 14,1-14;

Jo 13,31-35

4 – ATIVIDADE EM GRUPO
Olhando para o nosso mundo, vemos que o mal está espalhado em toda parte e se manifesta na forma de fome, exploração, injustiça, etc.
PROPORÇÕES:
Se fosse possível reduzir a população do mundo inteiro em uma vila de 100 pessoas, mantendo a proporção do povo existente agora no mundo, tal vila seria composta de:


  • 57 Asiáticos

  • 21 Europeus

  • 14 Americanos (Norte, Centro e Sul)

  • 8 Africanos

  • 52 seriam mulheres

  • 48 homens

  • 70 "não brancos"

  • 30 brancos

  • 70 não cristãos

  • 30 seriam cristãos

  • 89 seriam heterossexuais

  • 11 seriam homossexuais

  • 6 pessoas possuiriam 59% da riqueza do mundo inteiro e todos os 6 seriam dos EUA

  • 80 viveriam em casas inabitáveis

  • 70 seriam analfabetos

  • 50 sofreriam de desnutrição

  • 1 estaria para morrer

  • 1 estaria para nascer

  • 1 teria computador

  • 1 (sim, apenas 1) teria formação universitária




  • Se o mundo for considerado sob esta perspectiva, a necessidade de aceitação, compreensão e educação torna-se evidente.

  • Considere ainda que se você acordou hoje mais saudável que doente, você tem mais sorte que um milhão de pessoas que não verão a próxima semana.

  • Se nunca experimentou o perigo de uma batalha, a solidão de uma prisão, a agonia da tortura, a dor da fome, você tem mais sorte que 500 milhões de habitantes no mundo.

  • Se você pode ir à igreja sem o medo de ser bombardeado, preso ou torturado, você tem mais sorte que 3 milhões de pessoas no mundo.

  • Se você tem comida na geladeira, roupa no armário, um teto sobre sua cabeça, um lugar para dormir, considere-se mais rico que 75% dos habitantes deste mundo.

  • Se tiver dinheiro no banco, na carteira ou um trocado em alguma parte, considere-se entre os 8% das pessoas com a melhor qualidade de vida no mundo.

  • Se seus pais estão vivos e ainda juntos, considere-se uma pessoa muito rara.

  • Se puder ler esta mensagem, você recebeu uma dupla benção, pois alguém pensou em você e você não está entre os 2 milhões de pessoas que não sabem ler.



5 - AVISOS


  • Entrega de mensagens

  • Avisos

  • Aniversariantes


6 – ORAÇÃO FINAL
“Contudo, não vos alegreis porque os espíritos vos obedecem; alegrai-vos, antes, por estarem os vossos nomes escritos no Céu”. Lc 10,20
Obrigado, Senhor, pela tua Palavra.

Leva-nos Senhor à compreensão de que tudo o que podemos fazer em teu nome, é obra tua, e não mérito nosso.

Leva-nos Senhor à humildade de nada aceitarmos por aquilo que fazemos em teu nome.

Alegremo-nos sim, por aquilo que fazes nos nossos irmãos, servindo-te de nós.

Alegremo-nos, exultemos e demos-te graças Senhor, porque inscreveste os nossos nomes como pertença do teu Reino.

Obrigado Senhor, louvado sejas!



Amém.


7 - ANOTAÇÕES



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