1 – Breve historial do concelho de Sousel



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ESCOLA BÁSICA DOS 2º E 3º CICLOS PADRE JOAQUIM MARIA FERNANDES DE SOUSEL
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE SOUSEL
PROJECTO EDUCATIVO

2005/2008

Nota Introdutória

 

No momento em que o presente Projecto Educativo é reformulado, a discussão em torno da escola retoma uma actualidade e uma urgência que desde há algum tempo não se faziam.



A Escola, enquanto “Comunidade Educativa “ específica, porque inserida e integrada numa comunidade sócio-cultural, deve proceder à identificação dos diversos aspectos, internos e externos, que a distinguem e a identificam como “comunidade singular”, criando uma identidade própria que deverá ver-se reflectida numa cultura de escola referenciada a valores e princípios orientadores para a sua acção.

Como nos diz George Jean (Cultura Pessoal e Acção Pedagógica): “A primeira tarefa do educador, às voltas com a criança ou o adulto, venha ela de onde vier, consiste em tentar percebê-la na cultura em que vive. (...) toda a acção pedagógica é reciproca e dialéctica e aquele que está na posição de ensinar nunca ensinará nada aos que estão à sua frente ou ao seu lado, se não aprender nada com eles”.

Assim, o SER, no contexto individual e social, deverá estar sempre presente, na definição de qualquer intervenção educativa.

Nesta perspectiva, o Projecto Educativo que agora é apresentado, deverá ser entendido como um contributo para uma intervenção coerente.

De acordo com Hoyle, “A sociedade criou as escolas com a função de educarem as crianças e os jovens. Contudo, na medida em que a educação pode ter uma grande variedade de interpretações, as escolas têm de fazer a sua própria selecção do conjunto de objectivos e metas possíveis. Há duas razões para que essa selecção seja feita. Uma, tem que ver com o facto de as escolas não poderem fazer tudo que se espera que elas façam (...). A outra, com o facto de as escolas procurarem forjar uma identidade que as distinga.” (1986).

Pensamos que a resposta se encontra na própria natureza da escola: por um lado ela constitui um elemento de um sistema, que é nacional e que, em boa parte, é gerido como tal, seja a nível dos conteúdos, os programas, ou pelo menos nas suas linhas orientadoras, seja a nível da sua administração, através dos diplomas e outros actos administrativos.

Por outro lado, a escola está implantada num determinado território local (entendido numa perspectiva ecológica), que é a própria comunidade que serve – como tal ela é uma instituição da própria comunidade, onde é possível e desejável um certo grau de participação dos actores locais implicados na comunidade educativa.

Remetendo-nos para as finalidades da escola, resulta que hoje ela já não se pode confinar a uma função transitiva – a transmissão e difusão de SABER, muito embora seja esta, provavelmente, a sua principal utilidade social, ou pelo menos reconhecida como tal, mas também ter em conta o contexto em que essa função se desenvolve e, nomeadamente, o sujeito que assimila esse saber (e referimo-nos aqui também à dimensão psicológica do sujeito, como sendo subjectivo, como tendo sentimentos e aspirações), sendo necessária uma preocupação com o Saber / Fazer, atendendo à diversidade de alunos, `a preocupação com a inserção social de todos e cada um e à presente exigência de competitividade a nível global



Índice

1 – Breve historial do concelho de Sousel 7

1 . 1. Sousel – Referências Históricas 7

1. 2. Sousel: Aspectos Geográficos 8

1. 3. Cano 9

1. 4. Casa Branca 10

1. 5. Santo Amaro 10



2 – Análise sócio-cultural 11

2. 1. Análise demográfica 11

2. 1. 1. Evolução da população residente 12

2. 1. 2. Distribuição da população por sectores de actividade 13

2. 1. 3. Nível de Instrução Escolar da População ( 2001) 13

3 – Economia e condições de vida 13

4 – Estruturas, equipamentos e serviços 15

4. 1. Estruturas e Equipamentos Educativos 15

4. 2. Outros Equipamentos e Serviços 16

5 – Caracterização do Agrupamento de Escolas de Sousel 17

5. 1. Instalações 17

5. 1. 1. Sousel 17

5. 1. 2. Cano 19

5. 1. 3. Casa Branca 19

5. 1. 5. Santo Amaro 20



6 – Órgãos de administração e gestão 21

6.1. Assembleia 21

6.2. Conselho Executivo 22

6.3. Conselho Pedagógico 22

6.4. Conselho Administrativo 23

7 – Estruturas de orientação e apoio educativo 23

7. 1. Estruturas de Orientação Educativa 23

7. 2. Organização e Gestão das Componentes do Currículo 25

7. 2. 1. Áreas Curriculares Disciplinares 25

7. 2. 2. Áreas Curriculares Não Disciplinares 25

7. 3. Outras estruturas de apoio educativo à Escola e à Comunidade 30



8 – Princípios orientadores 31

8.1. Educação para o futuro 31

  32

8.1.1. Domínio da Língua Portuguesa 32



8.1.2. Novas tecnologias de informação e comunicação 32

8.1.3. Direitos do consumidor 33

8.1.4. Protecção do ambiente 33

8.2. Educação para a saúde 33

8.3. Formação e intervenção na comunidade local 34

8.3.1. Professores 34

8.3.2. Pessoal não docente 34

8.3.3. Famílias e comunidade 35



9 – Campos de intervenção prioritária 35

10– Parcerias e acordos de cooperação 38

11 – Avaliação do Projecto Educativo e Plano de Actividades 38


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