01 e 02. A escravidão e a cidadania



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ATIVIDADE COMPLEMENTAR DE HISTÓRIA I (3º. TRIMESTRE)


NOME: _______________________________________________________
SÉRIE:__________ TURMA:_________ DATA: ___/___/_______



Leia o texto abaixo e responda às questões 01 e 02.
A escravidão e a cidadania

O escravo era considerado uma coisa [...] e como tal podia ser castigado, vendido ou abandonado pelo seu senhor [...] Eram escravos em Roma os prisioneiros de guerra e os nascidos filhos de mulher escrava. A situação jurídica do pai não era levada em conta, pois o casamento entre o homem livre e a mulher escrava não era reconhecido legalmente [...] Quando liberto, o ex-escravo tornava-se um cidadão romano com direito ao voto. Mas não podia ser eleito para as magistraturas. A partir do século II a.C. seus filhos adquiriram a cidadania integral. [...]

O liberto devia, permanentemente, a seu ex-patrão, respeito e consideração.
(Adaptado de: Giordani, Mario Curtis. História de Roma. Petrópolis, Vozes, 1972. P196-197).
QUESTÃO 01: Aponte a origem da escravidão romana.

R.:_________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________


QUESTÃO 02: Explique a frase abaixo: “O ex-escravo romano não exercia sua cidadania plena.”

R.:_________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________


QUESTÃO 03: Leia o texto e responda o que se pede.
“A igualdade que, no princípio, existiu, do ponto de vista social e econômico, entre os habitantes da Itália – característica, aliás, de todos os povos primitivos – foi, pouco a pouco, desaparecendo. Essa situação se explica. Na medida em que o território ocupado pela comunidade foi se expandindo, houve a necessidade de implantar métodos de administração e leis que facilitaram a repartição desigual do poder político entre os membros da comunidade. Assim, o crescimento da população e o alargamento do território, dificultando os contatos entre o rei e os integrantes de toda a comuna, contribuem para o aparecimento de um poder absoluto.

Este poder absoluto passa a ser explorado em benefício próprio e estabelece ligações com determinadas categorias, escolhidas entre os membros da mesma comunidade. Surge, assim, uma casta (elite social) que concentra os privilégios para si, como por exemplo, a exclusividade de ser funcionários conselheiros e senadores.

Portanto, os patrícios, assim como todas as espécies de nobreza, são oriundos da alta burocracia (funcionários graduados e conselheiros reais), e não de raças vencedoras. A própria denominação das classes – ‘patrícios’ e ‘plebeus’- não revela qualquer tipo de desigualdade de raça. A classe que desfruta os privilégios chama a si própria ‘patrícia’, isto é, constituída pela classe dos senadores ou conselheiros patres – enquanto os chamados ‘plebeus’, precisamente os que desfrutam de menos direitos, integram a plebs, a multidão (...)

No princípio, e até o momento em que os cidadãos privilegiados começam a abusar de sua superioridade, os plebeus aceitam sem maiores problemas esta forma de governo. (...)

Mas, como tudo tem os seus limites, no momento em que a casta dominante (patrícios) se transforma numa aristocracia sem o menor respeito pelos plebeus, explorando conscientemente sua superioridade, utilizando o seu poder político e as leis para beneficiar exclusivamente os seus próprios interesses – aí deve ter começado o levantamento e a oposição dos plebeus, que constituíam a classe prejudicada. (...)

A luta de classes, quer dizer, a luta entre patrícios e plebeus, corresponde ao mais antigo período da história de Roma, entendendo-se, também, durante todo o período republicano (509-27a.C).”


(Fonte: Adaptado de BLOCH, Léon. Lutas Sociais na Roma Antiga. 2ª ed., Lisboa, Publicações Europa-América, 1974, p. 32-5 (Coleção Saber, vol.33)

Nesse documento, o autor discute a passagem da sociedade comunitária para a sociedade de classes. Suas observações referem-se especificamente à historia de Roma.


a) Transcreva a passagem do texto que explica a causa do fim da igualdade social existente entre os povos primitivos.

R.:_________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________


b) Identifique no texto as classes que formavam a sociedade romana e a função de cada uma delas.

R.:_________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________


c) Transcreva a parte do texto que trata das causas da reação dos plebeus à exploração dos patrícios.

R.:_________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________


Leia o texto abaixo e responda as questões:

Com o estabelecimento da República, os romanos passaram a desenvolver, de forma sistemática, uma política imperialista baseada na conquista de novos territórios. Isso atendia aos interesses dos patrícios que buscavam novas terras. Após longas lutas, Roma acabou conquistando a Itália em 275 a.C. Os povos dominados passaram a formar uma confederação liderada por Roma, pagando impostos e fornecendo homens ao exército romano.

Após a conquista da Itália, os romanos entraram em choque com Cartago, uma cidade-Estado que havia sido fundada por colonizadores fenícios. Por volta do século III a.C., Cartago era a cidade mais rica e poderosa de todo o mediterrâneo. Em seu processo de expansão, os romanos acabaram se chocando com o poderio cartaginês e acabaram derrotando-o depois de três guerras ao longo de um século.
QUESTÃO 04: Denomine as guerras referidas no texto.

R.:_________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________


QUESTÃO 05: Identifique as conseqüências das guerras para a história romana.

R.:_________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________



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